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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Origem do Carnaval


O carnaval teve origem na Grécia, em meados dos anos 600 a 520 a.C. No Brasil, o carnaval surgiu no século XVII e foi influenciado pelas festas carnavalescas que aconteciam na Europa.
Dez mil anos antes de Cristo, homens, mulheres e crianças se reuniam no verão com os rostos mascarados e os corpos pintados para espantar os demônios da má colheita. As origens do carnaval têm sido buscadas nas mais antigas celebrações da humanidade, tais como as Festas Egípcias que homenageavam a deusa Isis e ao Touro Apis. Os gregos festejavam com grandiosidade nas Festas Lupercais e Saturnais a celebração da volta da primavera, que simbolizava o Renascer da Natureza. Mas num ponto todos concordavam as grandes festas, como o carnaval, estão associadas a fenômenos astronômicos e a ciclos naturais. O carnaval se caracteriza por festas, divertimentos públicos, bailes de máscaras e manifestações folclóricas. Na Europa, os mais famosos carnavais foram ou são: os de Paris, Veneza, Munique e Roma, seguidos de Nápoles, Florença e Nice.



Debate sobre greve de servidor é retomado


Um assunto polêmico que deixa prefeitos, governadores e até a presidente Dilma Rousseff (PT) de cabelo em pé voltou a ser discutido no Congresso Nacional na semana passada. Deputados federais e sindicalistas retomaram o debate sobre o direito de greve do funcionalismo público.
A retomada da discussão do polêmico tema, ainda que de maneira tímida, ocorreu na última quinta-feira, durante audiência pública na Comissão Mista de Consolidação das Leis e Regulamentação Constitucional da Câmara dos Deputados. O encontro analisou projetos de lei já apresentados na Casa e discutiu a possibilidade de elaboração de um novo projeto em comum acordo com as centrais sindicais do país.
Entre os sindicalistas há consenso sobre a necessidade de um texto que não apenas regule o direito de greve, mas cite também aspectos como negociação coletiva, acordos, dissídios e data base. De acordo com o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, normalmente os funcionários de empresas privadas realizam greve após o fracasso de uma negociação de campanha salarial. “O servidor faz para poder negociar com o governo. Não tem data-base. É um bom ano para Dilma fazer bondades”, disse Juruna, sobre o fato de a presidente concorrer à reeleição em outubro. O presidente da seção São Paulo da Central Única dos Trabalhadores (CUT-SP), Adi Santos Lima, defendeu uma lei bem detalhada sobre o tema. “Precisamos entender o que é serviço essencial, o percentual mínimo para a manutenção do serviço e outros detalhes”, disse.
Disputa antiga/ A briga pela aprovação da lei começou logo após a promulgação da Constituição Federal, em 1988. Assim, há 26 anos é garantido o direito de greve aos trabalhadores. A exceção é o funcionalismo público, que depende de uma lei federal que regulamente o direito a todos aqueles que prestam serviço à população, sejam eles das esferas municipal, estadual ou federal.
Por ora, a lei não existe mesmo o país sendo um dos signatários da Convenção 151 da OIT (Organização Internacional do Trabalho), de 1978. Ocorre que na prática a greve acontece, mas sua legalidade é submetida a um julgamento na Justiça.

ASCOM Força Sindical

Por 6 a 5, Supremo absolve do crime de quadrilha Dirceu, Genoíno e mais 6


O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (27), por seis votos a cinco, absolver do crime de formação de quadrilha o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, o ex- tesoureiro do PT Delúbio Soares, o ex-presidente do PT José Genoíno e outros cinco condenados no processo do mensalão do PT, entre eles ex- dirigentes do Banco Rural e o grupo de Marcos Valério.
A decisão foi tomada no julgamento dos recursos chamados "embargos infringentes", apresentados pelos oito condenados, que o Supremo começou a analisar na semana passada e conclui nesta quinta.
A apreciação dos recursos por formação de quadrilha não altera as condenações dos réus do mensalão pelos demais crimes.
Os seis ministros que votaram pela absolvição (Rosa Weber, Luís Roberto Barroso, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia e Teori Zavascki) entenderam que não ficou configurada a quadrilha. Segundo a interpretação desses ministros, apesar de os oito terem cometido crimes conjuntamente, não formaram uma associação criminosa com o objetivo específico de cometer crimes.
Cinco ministros (Luiz Fux, Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e Joaquim Barbosa) defenderam que houve a formação de uma quadrilha para desviar recursos públicos e fraudar empréstimos com a finalidade de pagar propina a parlamentares que apoiassem o governo federal nos primeiros anos da gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Apesar de votar pela manutenção das condenações, Marco Aurélio Mello ressalvou que era necessário reduzir as penas.

Com informações do G1.com

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Gandu – Campeonato de futebol máster não será realizado


Há seis anos que o estádio municipal está com as portas fechadas para a prática do esporte. No governo anterior, começou uma reforma que a passos de tartaruga se estende até os dias de hoje, a única realização na praça de esportes, que aconteceu rapidinho, foi o acordo entre a ex- prefeita de Gandu, Irismá Silva (PCdoB) e o ex- Prefeito do Município de Teolândia, Antônio Junior (PMDB), onde em um toque de mágica, o estacionamento, do macaxeirão, se transformou em um trevo que dar acesso a um posto de combustível de propriedade do peemedebista.
Quanto aos campeonatos, somente promessas. No ano de 2013, o campeonato tão propagado pelo atual prefeito durante a campanha eleitoral e, logo após sua posse, foi realizado na Cidade vizinha de Nova Ibiá. Este ano, no entanto, por ser um ano eleitoral e de copa do mundo, esperava-se que o alcaide, se sensibilizasse e, autorizasse seus subordinados realizarem os campeonatos que anteriormente aconteciam frequentemente. Tais como: O campeonato de Bairros, o amador e o tradicional, campeonato de veteranos. Mas pelo que se pode observar apenas o campeonato de Bairros poderá sair do papel.
Segundo alguns desportistas, nesta terça feira (25), o Chefe do Executivo municipal, batel o martelo, anunciando que o tão esperado campeonato de máster não acontecerá mais este ano, alegando falta de recursos financeiros. Ora, como é que um governo que faz um contrato no valor de 350.000,00 (trezentos e cinquenta mil reais), com uma empresa de marketing e propaganda, pode alegar falta de recursos, para um simples torneio de futebol?
Que os senhores desportistas e dirigentes de clubes, tirem suas conclusões.







Gandu – Prefeito se reúne com bancada governista


Nesta quarta feira (26), o Prefeito Ivo Peixoto (PCdoB), reuniu-se com os Vereadores que dão sustentação ao governo. Segundo informações, também estava presente um profissional de direito de outro centro. Entre os assuntos não poderia faltar o projeto da EMBASA, que a todo custo o Alcaide Municipal quer aprovar já neste 1º semestre.
Até ai nada de anormal, uma reunião entre o chefe do executivo e sua bancada. Acontece que um fato chamou a atenção. O Vereador Jai das Casas Populares (PSDC), que há poucos dias reuniu-se com os diretórios, estadual e municipal do seu partido e, garantiu que não tinha nenhum vinculo com o governo e, que não se venderia em respeito ao seu eleitorado, com isso continuaria independente no parlamento, estava presente a reunião.
Na maioria das vezes ações falam mais do que palavras e, serão as ações que dirão na verdade, se realmente a suposta “compra de passe” publicado no blog do Zebrão, procede.
Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos.



Gandu - Festa em louvor a São José



Não basta dizer que é católico, tem que participar!

Wenceslau Guimarães: Rua pode desaparecer, recursos vieram e nada foi feito!


Depois das últimas chuvas, detectamos que o trecho da Rua Benedito Rosário Gomes que está diminuindo, agora está ainda menor. A via pública, neste setor agora só passa um veículo por vez. Nesta terça-feira 25/02 registramos novos deslizamentos. Pedras, meios-fios, e barrancos voltaram a descer para Rua Jordão Edson, pondo em risco os moradores de ambas as ruas, como também aqueles que passam todos os dias pelos locais.
Conversamos com moradores da Rua Jordão Edson que agora temem ainda mais pela integridade física suas, de suas famílias e residências.
Estamos investigando e colhendo informações para em breve publicar a captação de recursos por parte da Prefeitura com o objetivo de recuperar pontos da cidade que foram prejudicados com incidência de chuvas, inclusive a confirmação de repasse por parte do Governo Federal de uma quantia considerável e até agora nada foi feito. Aguardem!
O Manifesto do Cidadão

Juiz eleitoral afirma que adulterar urna eletrônica é mais fácil que infectar computador com vírus – Parte l


O desembargador e juiz eleitoral aposentado Ilton Dellandréa afirmou, ao analisar a segurança do sistema eleitoral brasileiro, que o ato de modificar o endereço do voto registrado em uma urna eletrônica pode ser feito com mais facilidade que a inoculação de um vírus em um computador. Leia abaixo a íntegra do artigo:
Um computador, por mais protegido que esteja, é potencialmente vulnerável a vírus e invasões cujos métodos se aperfeiçoam na mesma proporção dos aplicativos protetores. Desconfio que algumas empresas proprietárias de antivírus mantêm um setor específico para criar os que elas próprias, depois, vão eficientemente combater. É a melhor explicação que encontro para a propagação dessa praga cibernética.
A urna eletrônica usada nas eleições do Brasil é semelhante a um micro. É programada por seres humanos e seu software é alterável de acordo com as peculiaridades de cada pleito. Por ser programável pode sofrer a ação de maliciosos que queiram alterar resultados em seus interesses e modificar o endereço do voto com mais facilidade do que se inocula um vírus no seu micro via Internet. Além disto, pode desvendar nosso voto, pois o número do título é gravado na urna na mesma ocasião e fica a ela associado.
Há várias formas de se fazer isto. Por exemplo: é possível introduzir um comando que a cada cinco votos desvie um para determinado candidato mesmo que o eleitor tenha teclado o número de outro. Talvez eventuais alterações maliciosas sejam possíveis de serem detectadas a posteriori. Mas descobrir a fraude depois de ocorrida não adianta. O importante é prevenir.
A preocupação com a vulnerabilidade da urna eletrônica é antiga. Pode ser acompanhada no site Voto Seguro, mantido por técnicos especializados, engenheiros, professores e advogados que defendem que a urna eletrônica virtual - que não registra em apartado o voto do eleitor e que será usada nas próximas eleições - admite uma vasta gama de possibilidades de invasões, sendo definitivamente insegura e vulnerável.
Continua...


Juiz eleitoral afirma que adulterar urna eletrônica é mais fácil que infectar computador com vírus – Parte ll


Recentemente o engenheiro Amílcar Brunazo Filho (especialista em segurança de dados em computador) e a advogada Maria Aparecida Cortiz (procuradora de partidos políticos) lançaram o livro "Fraudes e Defesas no Voto Eletrônico" (capa acima), pela All Print Editora, no mínimo inquietante. Mesmo para os não familiarizados com o informatiquês ele é claro e transmite a idéia de que as urnas eleitorais brasileiras podem ser fraudadas.
São detalhados os vários modos de contaminação da urna e se pode depreender que, se na eleição tradicional, com cédulas de papel, as fraudes existiam, eram também mais fáceis de ser apuradas porque o voto era registrado. Agora não. O voto é invisível e, como diz o lema do Voto Seguro: "Eu sei em quem votei, eles também, mas só eles sabem quem recebeu meu voto", de autoria do engenheiro e professor Walter Del Picchia, Professor Titular da Escola Politécnica da USP. O livro detalha a adaptação criativa de fraudes anteriores, como o voto de cabresto e a compra de votos, e outros meios mais sofisticados, como clonagem e adulteração dos programas, o engravidamento da urna e outros. Além das fraudes na eleição, são possíveis fraudes na apuração e na totalização dos votos.
O livro demonstra que a zerésima - um neologismo para a listagem emitida pela urna antes da votação e na qual constam os nomes dos candidatos com o número zero ao lado, indicando que nenhum deles recebeu ainda votos, na qual repousa a garantia de invulnerabilidade defendida pelo TSE -, ela própria pode ser uma burla porque é possível se imprimir qualquer coisa, como o número zero ao lado do nome do candidato, e ainda assim haver votos guardados na memória do computador (página 27). O livro não lança acusações levianas. Explica como as fraudes podem ocorrer e ao mesmo tempo apresenta soluções, ao menos parciais, como o uso da Urna Eletrônica Real - que imprime e recolhe os votos dos eleitores em compartimento próprio - ao contrário da urna eminentemente virtual, que não deixa possibilidade de posterior conferência. O mais instigante é que os autores e outros técnicos e professores protocolizaram no TSE pedidos para efetuar um teste de penetração visando demonstrar sua tese e isto lhes foi negado, apesar da fundamentação usada.

Continua...

Juiz eleitoral afirma que adulterar urna eletrônica é mais fácil que infectar computador com vírus – Parte lll


O livro cita o Relatório Hursti, da ONG Black Box Voting, dos EUA, em que testes de penetração nas urnas-e TXs da Diebold demonstraram que é perfeitamente possível se adulterar os programas daqueles modelos de forma a desviar votos numa eleição normal (página 25). Pelo menos 375 mil das 426 mil urnas que serão utilizadas nas eleições de 2006 são fabricadas pela Diebold. Elas foram, por esses motivos, recusadas tanto nos EUA quanto no Canadá.
É óbvio que a fraude não necessariamente ocorrerá. É óbvio que a grande maioria dos membros do TSE e dos TREs, desde o mais até o menos graduado, é honesta e, por isto, podemos dormir em paz pelo menos metade da noite. Sei disso porque fui Juiz Eleitoral em Iraí, Espumoso, Novo Hamburgo (onde presidi o famigerado recadastramento eleitoral, saudado como um golpe às falcatruas que se revelou frustrante ao abolir a foto de eleitor no título e abriu o caminho para outras fraudes) e em Porto Alegre. Era Juiz quando pela primeira vez foi utilizada, no Brasil, a urna eletrônica, isto em 1996, e não percebi nada de anormal.
Aqueles eram outros tempos e a novidade da máquina deslumbrava a todos e era tida e havida como segura, principalmente pela atuação do pessoal encarregado de sua manipulação. Mas depois que se descobriu que o Poder Judiciário não é imune à corrupção - veja-se o caso de Rondônia - nada é impossível, principalmente em matéria eleitoral. Por isto é incompreensível a negativa do TSE em admitir o teste requerido e, o que é pior, insistir em utilizar a Urna-E Virtual com apoio na Lei n. 10.740/03, aprovada de afogadilho e sem o merecido debate, ao invés da mais segura Urna Eletrônica Real.
Se não é certo, em Direito, dizer que quem cala consente é, todavia, correto dizer que quem obsta o exercício de um direito é porque tem algo a esconder. Ou, por outra, que há alguma coisa que aconselha a ocultação. Ou porque - e agora estou me referindo ao caso concreto - se intui que pode haver algo de podre no seio da urna eletrônica que poderia provocar severas desconfianças às vésperas do pleito.


Lígia Ferreira/Folha Política