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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Wenceslau Guimarães – Motoristas do transporte escolar realizam manifestação



Como publicado em nosso blog na segunda feira (09), os profissionais que transportam os alunos do Município de Wenceslau Guimarães, estão com seus vencimentos atrasados, em até cinco meses.
Nesta quarta (11), chegou ao limite de suas paciências com a irresponsabilidade do Prefeito Nestor Vicente (PDT) e do seu secretário de finanças, que mais parece com um primeiro ministro. Os motoristas, e populares se reuniram em frente ao galpão que serve como estacionamento para a frota da Prefeitura. No local foi colocado fogo em pneus e outros objetos obstruindo assim a passagem para o setor, a fim de chamar atenção das autoridades e da população.
O que não dar pra entender é o que está sendo feito com o dinheiro que chega aos cofres públicos oriundos do FUNDEB, que são exclusivos para cumprir com os compromissos da educação.



Gandu – Rumores dão conta de que grupo Governista está dividido


Ao que se pode observar, o grupo que ajudou a eleger o atual Gestor Ivo Peixoto (PCdoB), está dividido. Uma parte está descontente, por não ter tido oportunidade no Governo, enquanto Políticos que participaram da campanha do candidato da oposição estão sendo privilegiados, pelo Alcaide Municipal, como é o caso do Vereador Junior Matos (SDD).
Outra parte está decepcionada, pela forma a qual o Prefeito comunista os trata, segundo alguns deles, o antes visto como cordeiro, ao chegar ao poder se transformou em um lobo feroz. Ha ainda outra ala, que são ligados a Ex- Prefeita Irismá Silva, também do PCdoB, mas que, segundo os próprios comunistas, não perseguiu a ninguém, durante sua Gestão, onde até mesmo os adversários eram tratados cordialmente pela Prefeita médica. “não foi a toa que ele perdeu a maioria na Câmara” disse um dos descontentes.
Sem contar figuras que foram decisivas para que o atual Prefeito aceitasse vir a ser candidato, que nem sequer foram lembrados pelo Executivo, como é o caso do competente e digno doutor, Ednaldo Bispo.
Só o tempo é quem vai nos revelar o que realmente está acontecendo, no reinado do Gestor Público que se julga um Rei. Muitas águas ainda irão passar por baixo da ponte.





Câmara de Ipiaú demite 26 servidores


Em um ato justificado pela presidência do Legislativo municipal como "de contenção de despesas para fechamento de contas", vinte e seis servidores do Legislativo municipal ipiauense foram afastados, sem perspectiva de retornarem ao trabalho.
Este ano, o Legislativo municipal ipiauense está recebendo a quantia de 165 mil reais referentes a repasse de duodécimo, sendo que a despesa com os vereadores é da ordem de 78 mil reais mensais.  Informações levantadas pela nossa equipe dão conta de que a partir do ano que vem, com o incremento do orçamento municipal, a verba deverá ter um aumento substancial, figurando em torno de 345 mil reais mensais.
Gerando o desemprego de 26 pessoas, a Câmara de Ipiaú, sob a gestão do vereador Jean Kléber, entra o ano 2014 com um histórico negativo na geração de emprego e renda.

Redação Ipiaú on Line

Jequié – Sediará encontro Regional de Prefeitos


Jequié será sede, na sexta-feira (13/12), do Encontro Regional de Orientação de Gestores, prestação de serviço idealizada e realizada pela União dos Municípios da Bahia (UPB), em parceria com o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM/BA).
O evento será realizado no Teatro Municipal de Jequié, na Avenida Rio Branco,  a partir das 8h00 e trará palestras sobre licitações e contratos, índice de despesa com pessoal, controle e transparência pública. Técnicos do Tribunal prestarão orientações a prefeitos, servidores das prefeituras e câmaras municipais, dirimindo dúvidas e mostrando os caminhos de uma administração eficiente.
Com o apoio da Associação dos Municípios do Vale do Jiquiriçá (Mercovale), o encontro regional vai orientar os gestores sobre o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e possibilitará debates sobre a gravíssima situação das despesas de pessoal das prefeituras baianas, além de esclarecer os limites estabelecidos pela lei. A Presidente da UPB, prefeita Maria Quitéria, diz que esses encontros ter servido “para abrir o diálogo franco e evitar a rejeição de contas por falta de conhecimento”.
Fonte: Jequié Reporter


Tom Araújo parabeniza Fonoaudiólogos e cobra apreciação de projeto


09 de dezembro é dia do fonoaudiólogo e, para lembrar a data, o deputado estadual Tom Araújo (DEM) cobrou da Casa a apreciação do projeto de lei 19514/2011, que assegura a presença destes profissionais em todos os hospitais da rede pública de saúde do Estado da Bahia. Segundo o deputado, a presença de um fonoaudiólogo nos hospitais da rede pública de saúde da Bahia “é um assunto de importância ímpar, visto que a sua atuação é no sentido de prevenir, evitar e minimizar complicações clínicas, favorecendo, assim, para que haja a alta hospitalar mais precocemente, diminuindo portanto gastos para o hospital e, conseqüentemente, economia para os cofres públicos”, disse Tom.
De acordo com o parlamentar. A
 fonoaudiologia hospitalar é um excelente exemplo de promoção à saúde, pois as ações do fonoaudiólogo nesta área incluem formas preventivas, intensivas, pré e pós-cirúrgica, dando, inclusive, respaldo técnico e prático à equipe multiprofissional onde atua, esclarecendo que o objetivo maior é impedir ou diminuir as seqüelas nas formas de comunicação que a patologia-base possa deixar.
“Um exemplo de modelos da diversidade dessa atuação é em recém-nascidos, desordens de cabeça e pescoço, em vítimas de queimaduras e de câncer. Outras patologias da qual a fonoaudiologia se encarrega no âmbito hospitalar são: AVC, TCE, doenças degenerativas, doenças neuromusculares, que são causas de distúrbios motores, respiratórios e de deglutição. Por isso, a atuação do fonoaudiólogo se torna indispensável em conjunto a outros profissionais, para o pronto atendimento do paciente, evidenciando qualidade no atendimento”, ressaltou o parlamentar, pedindo que a Casa aprecie o projeto. 


Texto: Aloísio Araujo Jr



Para governo, ACM Neto ainda pode ser candidato em 2014 parte l



A estratégia do prefeito ACM Neto (DEM) de sugerir o adiamento da definição do candidato a governador das oposições para o ano que vem a fim de evitar desgastes desnecessários ao escolhido recebeu outra interpretação por parte da articulação política do governo estadual. Na avaliação de políticos próximos ao governador Jaques Wagner, no fundo o democrata quer atrasar a escolha da candidatura por achar que ele próprio pode assumir o desafio de disputar a sucessão.
O que levanta a suspeita entre os governistas é o fato de ACM Neto continuar liderando, com muitos pontos à frente, as pesquisas de intenção de voto às eleições estaduais de 2014 e estar com muito boa avaliação na população da capital. Eles acreditam que, apesar de vir firmando o compromisso público de não renunciar à
Prefeitura para entrar na disputa, como um bom político ACM Neto não poderia fechar os olhos para um cenário que lhe é tão favorável.
Por esta interpretação dos governistas, prorrogando o período de escolha do candidato para após o Carnaval, o prefeito teria, além de tempo para avaliar como proceder, principalmente com relação ao enigma de sua vice, a desconhecida Célia Sacramento (PV), no caso de renunciar, um nível muito mais confiável de informação, oferecido pelas próprias sondagens de opinião, sobre os riscos de efetivamente lançar-se à sucessão estadual.

Continua...

ACM Neto ainda pode ser candidato em 2014 parte ll


No grupo mais próximo do prefeito, o assunto deixou de ser abordado publicamente desde que ele passou a reagir com firmeza a qualquer especulação de que poderia ser candidato. A mesma percepção se espalha entre os partidos e os pré-candidatos de oposição que orbitam em torno do prefeito. Pelo mesmo motivo, já há algum tempo a
possibilidade de Neto assumir a candidatura deixou de ser um assunto entre eles.
O fato de fontes do DEM terem dado em off à imprensa de Brasília, na semana passada, a informação de que Paulo Souto será candidato pelo partido, mas só vai anunciar a decisão publicamente depois do Carnaval, teria praticamente consolidado a idéia de que ACM Neto está definitivamente fora do páreo, gerando projeções para a formação de uma chapa liderada pelo ex-governador que teria como vice o atual candidato do PSDB, João Gualberto, e como nome ao Senado o peemedebista Geddel Vieira Lima.
Dos três, Geddel é o único que se coloca frontalmente contrário à tese do prefeito de que o lançamento do candidato oposicionista pode aguardar, mas, pelo que se tem percebido, foi voto vencido frente à liderança assumida por Neto sobre todo o grupo. Se a articulação política do governador Jaques Wagner projeta um cenário em que o prefeito aparece como candidato, é porque, de fato, o teme como concorrente eventualmente mais forte para a candidatura governista de Rui Costa.
Pesquisas em poder tanto de ACM Neto quanto de Rui colocam o prefeito como líder disparado das intenções de voto, seguido por Paulo Souto. Os três sabem, no entanto, que o aspecto de novidade representado pelo neto do ex-senador ACM frente a um projeto de continuidade encabeçado pelo candidato do governador pode ser um elemento a turbinar favoravelmente e de forma surpreendente a eventual candidatura do prefeito.
Exclusiva do Política Livre



MP denuncia que governo estadual desvia dinheiro da Saúde


Uma ação civil pública do Ministério Público da Bahia pede à Justiça que o governo do Estado destine, em caráter liminar, cerca de R$ 150 milhões ao Fundo Estadual de Saúde. No texto, o MP diz que a iniciativa tem por objetivo impedir que o governo volte a praticar “a desobediência às normas constitucionais que determinam o repasse mínimo para a saúde, verificado nos exercícios financeiros de 2011 e 2012″. O valor a ser bloqueado do Tesouro do Estado corresponde a uma parte do que empresas do Estado como Ebal, Embasa, Desenbahia, Bahiagás, Prodeb e Egba aplicariam, no próximo ano, em propaganda, promoção e divulgação de ações institucionais, segundo consta do Orçamento de 2014. A ação foi proposta com base numa representação encaminhada ao MP pelo deputado estadual Paulo Azi (DEM). Nela, as promotoras Rita Tourinho e Patrícia Medrado denunciam que o Estado não vem destinando o percentual mínimo de 12% do Orçamento para a saúde, porque os recursos estariam sendo destinados à cobertura de “despesas de outras áreas, por intermédio da utilização de uma mesma conta do Tesouro, sem que se proceda ao depósito em conta específica dos valores decorrentes de verbas vinculadas à área de saúde”. O quadro, assinalam as duas representantes do Ministério Público, explicaria a “situação caótica de ausência de pagamento a fornecedores da área de saúde, no valor de R$ 200 milhões, amplamente noticiada pela imprensa local e confirmada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE)”. Procurados pelo jornal A Tarde, nem o secretário estadual da Saúde, Jorge Solla, nem o da Fazenda, Manoel Vitório, se manifestaram até ontem à noite.

Poder & Política

Após briga entre torcedores em Joinville, pai diz que nunca mais leva filho a estádio



"Meu filho começou a berrar: 'Pai, nós vamos morrer'", lembra o comerciante vascaíno Joel Meneghelli, 37. Ele estava na arquibancada da Arena Joinville com o filho Igor, de 11 anos, quando começou a briga entre as torcidas durante a partida entre Vasco e Atlético-PR, no último domingo. Era a primeira vez que o garoto via um "jogo grande" de perto, com times da Série A, conta Meneghelli. Os dois viajaram 150 quilômetros de carro de Apiúna (SC), cidade com cerca de 10 mil habitantes onde moram, até o estádio, em Joinville. Ficou no mesmo setor onde estavam as torcidas organizadas do Vasco e não conseguiram escapar quando a pancadaria começou. "Eu só via uma saída, mas não conseguia chegar lá. Todos começaram a correr. Procurei um canto e fiquei parado. Tentei me proteger e acalmar meu filho", conta o pai.
No meio da confusão, rezou para que nada de grave acontecesse. Um torcedor do Atlético-PR tentou acalmá-lo: "O negócio não é contigo". Na primeira oportunidade que teve depois que a intervenção policial reduziu a intensidade do confronto, Meneghelli pulou um alambrado com o filho e deixou o estádio. Estava como diz, "aterrorizado". Ontem, dois dias depois do episódio, o filho do comerciante ainda dava sinais de estar traumatizado. Meneghelli decidiu que nunca mais levará o garoto a um estádio, apesar de o filho jogar futsal e querer ser jogador profissional. "O que a gente viu no domingo foi terrível. Eu não vou levar meu filho e também não vou sozinho", reclama. O comerciante disse que, sozinho, já havia assistido a jogos do Vasco no Rio e em São Paulo. Na avaliação dele, foi um equívoco não haver policiamento dentro da Arena Joinville. Apenas seguranças de duas empresas privadas (cerca de 90 homens), que tinham sido contratadas pelo Atlético-PR, ficaram responsáveis por monitorar as torcidas dentro do estádio.
A partida foi disputada em Joinville porque o Atlético-PR havia perdido um mando de jogo em Curitiba por conta de brigas entre seus próprios torcedores no clássico contra o Coritiba, em outubro. No domingo, a briga das torcidas começou aos 17 minutos do primeiro tempo. Quatro torcedores foram levados ao hospital, dos quais só um permanece internado.

Noticias pelo Brasil

STF começa a julgar validade de doações para campanhas eleitorais


O Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar hoje (11) a ação direta de inconstitucionalidade da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) contra as doações de empresas privadas a candidatos e a partidos políticos. A OAB contesta os artigos da Lei dos Partidos Políticos e da Lei das Eleições, que autorizam a doação de recursos de pessoas físicas e jurídicas para campanhas eleitorais de partidos e candidatos.
A ação direta de inconstitucionalidade sobre o tema chegou ao STF em 2011. A entidade questiona a Lei dos Partidos Políticos, de 1995, e a Lei das Eleições, de 1997, argumentando que o modelo atual resulta em influência “excessiva e deletéria” do poder econômico.  “Prejudicados, por óbvio, são os candidatos mais pobres e os que não desfrutam da mesma intimidade com as elites econômicas ou não têm identidade com os seus interesses e bandeiras, e que acabam sem o mesmo acesso aos recursos de campanha, o que compromete gravemente a igualdade de oportunidades na competição eleitoral. Sem falar daqueles que, pelas mesmas razões, desistem de se candidatar, pela absoluta falta de condições financeiras para competir no pleito eleitoral”, argumenta a OAB. A entidade também questiona os limites de doações permitidos por lei, baseados em rendimentos obtidos no ano anterior. Para a OAB, o critério reforça a desigualdade representativa. “A excessiva infiltração do poder econômico nas eleições gera graves distorções. Em primeiro lugar, ela engendra desigualdade política, na medida em que aumenta exponencialmente a influência dos mais ricos sobre o resultado dos pleitos eleitorais, e, conseqüentemente, sobre a atuação do próprio Estado”, acrescenta a entidade.
Agencia Brasil