terça-feira, 21 de maio de 2019
Gandu – Mães de Água Preta recebem linda homenagem
Na ultima sexta-feira [17],
a secretaria da educação do município em parceria com vereadores e comercio comerciantes,
promoveu uma grande festa para as mães do Povoado de Novo Horizonte [Água
Preta].
De início, o evento seria
dedicado as mães dos alunos [as] das escolas, Padre Vieira e Centro Comunitário
Vera Lúcia, que tem o comando do competente professor Marcelo Pinheiro e
equipe. Mas, para prestigiar a todas rainhas da localidade, o convite foi
estendido a todas sem excessão.
Além do secretário da
educação, professor Wendell Leite, estiveram presentes, os vereadores, Bozó [PHS],
Uziel [PROS], Bilisco [PTB] e Gil Calheira [PSC] e o vice-prefeito Jojó da Farmácia
[Dem], que representou o prefeito Leonardo Cardoso [PP], que se encontrava em
uma missão oficial do município.
A programação iniciou com
uma apresentação de alunos e alunas das escolas locais em homenagem as suas
mães. Na sequencia, foram apresentada em um telão, lindas mensagens em forma de
canções que emocionaram a todo público presente.
Além de belas homenagens,
cada mãe presente receberam uma presente das mãos das autoridades persentes ao
evento e se deliciaram com um cardápio variado para encerrar uma noite
inesquecível com chave de ouro.
Itamari - Caminhada marca o dia nacional de combate a hipertensão.

O
Núcleo de Apoio a Saúde da Família , NASF , do Município de Itamari, realizou
mais uma atividade especial com o Grupo Hiperdia. Desta vez , os componentes do
grupo , fizeram uma caminhada em torno da quadra poliesportiva e diversas
atividades.
As
ações foram coordenadas pela Educadora Física , Jeane Braga. Figuras
importantes estiveram presentes , a exemplo do Secretário Municipal de Saúde,
Pedro Vieira.
A hipertensão, na
grande maioria dos casos, não tem cura, mas pode ser controlada. Nem sempre o
tratamento significa o uso de medicamentos, sendo imprescindível a adoção de um
estilo de vida mais saudável, como mudança de hábitos alimentares, redução do
consumo de sal, atividade física regular, não fumar, consumo de álcool com
moderação, entre outros.
Prefeitura
Municipal de Itamari
Trabalhando por Você!
Trabalhando por Você!
Cidadania - CNS e CGU abrem inscrições para curso online de Participação e Controle Social
Conselheiros nacionais, estaduais, distritais e
municipais de saúde já podem fazer inscrições para as novas turmas do curso
Participação e Controle Social. Para participar, é necessário preencher o
formulário online até 30 de maio. As turmas se iniciam no dia 3 de junho, na
modalidade Ensino à Distância (EaD).
O curso é realizado pelo Conselho Nacional de Saúde
(CNS), por meio da Comissão Intersetorial de Orçamento e Financiamento (Cofin),
em parceria com a Controladoria Geral da União (CGU), a Fundação Osvaldo Cruz
(Fiocruz), a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) e a Controladoria
Geral do Estado de Minas Gerais (CGE-MG).
Faça a inscrição para o curso de Participação e
Controle Social
Metodologia.
Metodologia.
O curso está estruturado em dois módulos: o básico,
que aborda, entre outros temas, a participação e controle social vinculados aos
desafios da democracia participativa, acesso à informação, orçamento. Já o
módulo temático aborda as questões de participação e controle social no âmbito
do SUS, apresentando o conhecimento técnico necessário para a compreensão do
orçamento e do financiamento da Saúde.
Cada módulo tem 20h/aula, sendo que o segundo
módulo será oferecido para os participantes que obtiverem nota igual ou
superior a 60. O objetivo é fortalecer a participação social como um dos
principais elementos para a construção de mudanças no país.
Para isso, o curso busca favorecer a atuação
conjunta de órgãos de controle, escolas de governo e sociedade civil para
construção permanente de conhecimento técnico, no intuito de promover a
capacitação continuada de conselheiros municipais, estaduais e distritais de
Saúde.
Os participantes que obtiverem aprovação mínima de
60% receberão certificado de participação. O tempo para conclusão do curso é de
sessenta dias. O curso Participação e Controle Social integra o projeto Saúde
em Ação, desenvolvido pelo CNS e CGU, que foi reconhecido internacionalmente
como uma das principais experiências de inovação social da América Latina.
O projeto visa promover uma integração entre o
controle interno e o controle social de políticas públicas no país. Ele inclui
os cursos de formação e participação do controle social para de conselheiros de
saúde e a Plataforma Rede Conselhos SUS.
Enviado pela nossa amiga e conceituada leitora.
Valéria Rocha [Gandu-Ba]
Dayane Pimentel diz que Bolsonaro não vende ilusão com proposta de Reforma da Previdência
"O governo do presidente Jair
Bolsonaro não vende ilusão; pelo contrário, quer resgatar a esperança, ajustar
as contas e mudar o rumo econômico", disse a presidente do PSL na Bahia,
deputado federal Professora Dayane Pimentel, em resposta às declarações do
deputado federal Marcelo Ramos (PR/AM) a respeito da proposta de Reforma da
Previdência, proferidas na manhã desta segunda-feira (20), na Assembleia
Legislativa da Bahia.
A parlamentar, que se dirigiu a Brasília ainda nas primeiras horas desta segunda, salientou que "é necessário o apoio do Congresso Nacional para a aprovação da Reforma que, saneará, como demonstrou o ministro da Economia Paulo Guedes, as contas públicas".
Gastos
A deputada federal ressaltou que a estimativa é que a Previdência Social deve consumir R$ 767,8 bilhões em 2019. As previsões constam da proposta enviada à Câmara "Esse montante é 'apenas' três vezes mais do que o destinado para educação, saúde e segurança pública juntos", apontou a Professora Dayane Pimentel.
A parlamentar do PSL enfatiza que a Reforma minimizará os impactos da Previdência sob o orçamento e permitirá que as aposentadorias continuem sendo pagas. "A situação é dramática. A Previdência deve ter um rombo de R$ 309,4 bilhões neste ano. Em 2018, o déficit foi de R$ 288,8 bilhões", salientou Dayane Pimentel.
A parlamentar, que se dirigiu a Brasília ainda nas primeiras horas desta segunda, salientou que "é necessário o apoio do Congresso Nacional para a aprovação da Reforma que, saneará, como demonstrou o ministro da Economia Paulo Guedes, as contas públicas".
Gastos
A deputada federal ressaltou que a estimativa é que a Previdência Social deve consumir R$ 767,8 bilhões em 2019. As previsões constam da proposta enviada à Câmara "Esse montante é 'apenas' três vezes mais do que o destinado para educação, saúde e segurança pública juntos", apontou a Professora Dayane Pimentel.
A parlamentar do PSL enfatiza que a Reforma minimizará os impactos da Previdência sob o orçamento e permitirá que as aposentadorias continuem sendo pagas. "A situação é dramática. A Previdência deve ter um rombo de R$ 309,4 bilhões neste ano. Em 2018, o déficit foi de R$ 288,8 bilhões", salientou Dayane Pimentel.
Crédito foto: Ascom /
Dep. Fed. Professora Dayane Pimentel
Opositores se juntam em ação contra Bolsonaro

Representantes
de dez partidos, entre eles PSDB, PDT, PT e Cidadania, se reuniram na noite
desta segunda-feira, 20, em São Paulo, para organizar o lançamento do movimento
"Direitos Já, Fórum pela Democracia". O objetivo é formatar um grupo
suprapartidário de oposição ao governo Jair Bolsonaro. A iniciativa acontece a
poucos dias de manifestação pró-governo, marcada para o próximo domingo, e num
momento em que a oposição organizada dos partidos de esquerda e de
centro-esquerda ainda é tímida no Congresso.
O
encontro foi organizado pelo escritor Fernando Guimarães, do PSDB, e pelo
advogado Marco Aurélio Carvalho, do PT. O movimento começou como um grupo de
WhatsApp que ultrapassou 200 integrantes de vários partidos. Segundo eles, a
ideia agora é lançar um manifesto e organizar um ato no Tuca, o teatro mantido
pela PUC em São Paulo. Ainda não existe uma data fechada para isso.
"A ideia é ver se a gente quebra o gelo e atua com
uma plataforma comum", disse o advogado Pedro Serrano, que cedeu seu
apartamento para o encontro. Carvalho seguiu na mesma linha e defendeu a busca
por uma "pauta comum". "O que nos une é maior do que aquilo que
nos divide", disse ele.
Entre os cerca de 40 convidados, estavam políticos como o
ex-ministro Aloizio Mercadante, o ex-prefeito Fernando Haddad e o vereador
Eduardo Suplicy, todos do PT; o ex-ministro da Justiça José Gregori, o
ex-senador José Aníbal e o vereador tucano Daniel Anneberg, pelo PSDB; o
candidato derrotado do PSOL à Presidência, Guilherme Boulos, o presidente do
PV, José Pena; José Gustavo, porta voz da Rede; além de lideranças do PDT,
Cidadania, PSOL e PCdoB e dirigentes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB),
UNE e do movimento negro.
Os participantes disseram que não foram representando
seus partidos. Vários deles não têm cargo relevante de direção nas siglas. Mas
se comprometeram a levar o que foi discutido para suas respectivas legendas.
"Uma mistura dessas só vi nas Diretas-Já",
disse Gregori, ao encontrar Suplicy no elevador. Os convidados que chegavam ao
evento recebiam um broche onde se lia "Direitos Já". Garrafas de
vinho tinto e branco faziam companhia a sanduíches.
Os planos de união não evitaram, porém, algumas reações
mais ásperas. Durante sua fala, o advogado Celso Antonio Bandeira de Mello
afirmou que Bolsonaro foi eleito "devido à influência dos Estados
Unidos" e que, neste sentido, era preciso ter consciência de quem está
"do outro lado". O tucano André Franco Montoro se irritou e
interrompeu o advogado. "Não vamos começar com teoria da conspiração aqui.
O governo foi legitimamente eleito. Se for assim, vou me levantar e vou
embora", criticou ele, que acabou permanecendo no encontro.
Bastidores do Poder
Bolsonaro avalia participação em protesto favorável ao seu governo

O
presidente Jair Bolsonaro considera participar, no próximo domingo (26), de
manifestações convocadas no país inteiro em apoio ao seu mandato. O
movimento, que é também contrário ao Congresso e ao STF (Supremo Tribunal
Federal), tem sido defendido, nas redes sociais, pelos filhos do presidente e
por parlamentares do PSL, partido de Bolsonaro. Segundo relatos feitos à
reportagem, o presidente indicou, em conversas reservadas, a disposição de
comparecer, mas afirmou que ainda não havia tomado uma decisão.
A
presença dele é defendida pelo núcleo ideológico do Palácio do Planalto,
formado por seguidores do escritor Olavo de Carvalho. Para eles, a participação
do presidente seria um gesto importante a seus apoiadores. O grupo moderado,
que é composto pelos militares, no entanto, considera a ida de Bolsonaro um
erro. Para eles, o presidente sofrerá um desgaste independentemente da adesão
do público. Conforme publicou a Folha de S.Paulo, no domingo (19), a avaliação
é de que manifestações de pequeno porte seriam associadas a perda de capital
político. Se foram amplas e em tom beligerante, têm potencial para elevar a
tensão do Executivo com o Judiciário e o Legislativo.
Os
atos, que estão sendo convocados sob o mote de que "corruptos querem
sabotar o governo e destruir o Brasil", afastaram os grupos que estiveram
à frente das manifestações pelo impeachment de Dilma Rousseff. Em nota
divulgada na noite desta segunda (20), o Vem Pra Rua afirmou que não aderiu aos
atos porque respeita "o equilíbrio institucional entre os poderes da
República". "A democracia não pode prescindir de poderes fortes e
independentes."
Mais
cedo, nas redes sociais, o deputado Kim Kataguiri (DEM-SP), um dos líderes do
MBL (Movimento Brasil Livre), afirmou que o grupo não defende e nem vai
participar das manifestações de domingo "por uma razão muito
simples".
"Duas pautas principais das manifestações são a
invasão ou fechamento do Congresso, o que por si só já é uma medida
antiliberal, anticonservadora e antirrepublicana. E outra, da mesma maneira, é
o fechamento do STF", disse.
Apoiadores de Bolsonaro contrários às convocações
beligerantes estão atuando para tentar mudar a pauta da manifestação. O esforço
é que o movimento seja de apoio à reforma da Previdência e ao pacote anticrime
do ministro da Justiça, Sergio Moro.
Bastidores
do Poder
Comissão do senado derruba portaria que limita acesso à mamografia no SUS
A
Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE) decidiu nesta terça-feira (21)
derrubar a Portaria 61/2015 do Ministério da Saúde (MS) que limitou o acesso de
mulheres de 40 a 49 anos aos exames de mamografia para detecção precoce de
câncer de mama no Sistema Único de Saúde (SUS). Pela portaria do MS, somente
mulheres de 50 a 69 anos de idade podem fazer o rastreamento mamográfico na
rede pública. De autoria do senador Lasier Martins (Pode-RS), o projeto de
decreto legislativo, PDS 377/2015, que possibilitou a decisão, segue para o
plenário da Casa em com urgência para análise.
A relatora da proposta na
comissão, senadora Leila Barros (PSB-DF), avaliou que a portaria do Ministério
da Saúde é ilegal e afronta a Lei 11.664/2008, que assegura a mamografia a
todas as mulheres a partir dos 40 anos de idade. Ainda em defesa da derrubada
da portaria do Ministério da Saúde, a senadora argumentou que o câncer de mama
é uma doença grave, sendo a primeira causa de morte por câncer entre as
brasileiras, em 2019, segundo estimativa do Instituto Nacional de Câncer
(Inca), 59,7 mil novos casos devem surgir no país.
Sem
falar no impacto financeiro da medida no relatório, Leila Barros explicou que
está afastada a hipótese de criação de nova despesa, tendo em vista que os
custos dos exames já deveriam estar provisionados e previstos na legislação
orçamentária federal, por se tratar de uma norma de 2008.
Mesmo depois de
representantes do governo sinalizarem a intenção de alterar o decreto para
assegurar o rastreamento mamográfico a mulheres com menos de 50 anos, os
senadores consideraram importante que o Senado dê andamento ao projeto que
busca sustar a norma hoje em vigor.
Agencia Brasil
Campanha contra trabalho infantil começa amanhã dia 22 com tuitaço
Começa
amanhã (22), com um tuitaço, a campanha do Dia Mundial contra o Trabalho
Infantil, celebrado em 12 de junho. Este ano, tem como lema “Criança não deve
trabalhar, infância é para sonhar”. A iniciativa é organizada pelo Fórum
Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI) e tem como
realizadora a Rede Nacional de Combate ao Trabalho Infantil.
Por
meio do hashtag
#infanciasemtrabalho, os organizadores pretendem, a partir das 10h
de amanhã, sensibilizar e motivar uma reflexão da sociedade sobre as
consequências do trabalho infantil e a importância de garantir para crianças e
adolescentes o direito de brincar, estudar e sonhar – vivências que, segundo a
entidade, são próprias da infância e que contribuem para o seu desenvolvimento.
“Todos
os anos a gente segue uma campanha que é global, que acontece no dia 12 de
junho. E em cada campanha a gente traz um slogan para distingui-la das demais.
Este ano, buscamos, com este lema, reafirmar o direito da criança ao brincar e
do adolescente ao lazer”, disse à Agência Brasil Isa Oliveira,
secretária-executiva do FNPETI.
“Dessa forma, pretendemos
mostrar que esse tipo de exploração é uma violação aos direitos fundamentais
que impede a vivência plena da infância”, acrescentou. Segundo ela, a campanha a
ser lançada amanhã culminará em uma grande mobilização dia 12 de junho, no
Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.
A Constituição Federal só
permite trabalho a partir dos 16 anos, desde que não seja em condições
insalubres, perigosas ou no período noturno. A partir dos 14 anos só é
permitido trabalho na condição de aprendiz, por meio de contrato especial,
desde que com o propósito de oferecer ao jovem formação profissional compatível
com a vida escolar.
Como
denunciar:
Há
vários canais por meio dos quais é possível denunciar casos de exploração de
trabalho infantil. Um deles é o Conselho Tutelar.
“Também é possível fazer
denúncias por meio do Disque 100 e pelo aplicativo Proteja Brasil, bem como
pelo Ministério Público do Trabalho; pela Superintendência Regional do Trabalho
e por unidades de assistência social como Cras, no âmbito municipal, e os Creas
(Centros de Referência)”, sugere Isa Oliveira.
Agencia
Brasil
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