Está chegando a hora de celebrarmos em nosso 2º Congresso
dos Homens Maranata, venha, adore, Deus quer te servir do óleo do Espírito
Santo.
quarta-feira, 12 de julho de 2017
Gandu – Projeto de lei do vereador Bozó torna obrigatório que artistas da terra sejam valorizados
Através
do projeto de lei 009/2017 de 17 de março de 2017, que dispõe sobre a
apresentação de artistas locais na abertura ou encerramento de shows que ocorrerem
no município de Gandu, o vereador Adeilton Leal – Bozó (PHS), exige que todo e
qualquer produção de eventos, seja ela pública ou privada, possa estar
oportunizando os artistas locais.
Para
Bozó, em Gandu existem muitos valores que na maioria das vezes não são
lembrados pelos produtores de eventos, que deveriam se preocupar em fomentar a
cultura do município. Na preposição, o vereador solicita que a secretaria de
esporte, cultura e eventos, possa está realizando um cadastramento dos artistas
que já atuam e através de rodízio, sejam contratados para participar de shows
realizados no município, oportunizando assim a todos sem nenhum tipo de discriminação,
assim como a inclusão na publicidade dos festejos juninos, através de uma
emenda do vereador júnior Matos (SD).
Durante
as sessões em que foi discutido e votada a proposta, diversos agentes culturais
e músicos se fizeram presentes e agradeceram a Bozó pela iniciativa. O projeto
foi aprovado por unanimidade dos edis e seguiu para a sansão do prefeito Leonardo
Cardoso (PP), que deverá sancionar na integra.
Justiça obriga prefeita de Itamari a reintegrar funcionários demitidos por ela no início do ano
Os
funcionários foram demitidos dias após a prefeita Pallomma Uzeda assumir a
prefeitura. Na época das demissões, a gestora havia alegado que a folha estaria
extrapolando a Lei de Responsabilidade Fiscal, que determina que o índice com
despesa de pessoal, não pode ultrapassasse os 54%.
Ao
todo, mais de 70 servidores foram exonerados dos cargos que ocupavam na
administração municipal, incluindo três gestantes. O que seria proibido por
lei.
A
decisão em favor dos funcionários foi divulgada na última sexta-feira (07). De
acordo com o decreto expedido pela Vara da Fazenda Pública da Comarca de Gandu,
a decisão provisória é decorrente de uma liminar que pede a reintegração de
todos os 70 demitidos.
Fonte:
Diário Paralelo
Gandu – Biopsia do vereador Gil Calheira deu negativa
Recebemos
com muita alegria do próprio vereador Gil Calheira (PSC), uma mensagem quando o
mesmo saiu do Otorrinolaringologista, nos afirmando que a biopsia realizada em
papilomas (tumor benigno da pele), retirados através de uma cirurgia a semanas
atrás, não deu nada grave, apenas inflamações que foram sanados com os
procedimentos realizados.
Segundo
o parlamentar, jamais perdeu a fé e esperança em Deus de que tudo daria certo,
ao mesmo tempo que aproveita para agradecer as orações de todos, a sua família
e o apoio dos colegas, assim como do prefeito Léo de Neco e seu vice Jojó.
Mais
aliviado, Calheira deve se dedicar a sua recuperação, para que possa retornar
ainda com mais força e saúde para fazer o que mais gosta, que é servir a sua
população, sobretudo, ao seu eleitorado.
Eunício apaga luzes do Senado e adia sessão da reforma trabalhista
A
sessão do Senado em que estava prevista a análise da reforma trabalhista nesta
terça-feira (11) foi suspensa depois que um protesto da oposição impediu o
presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE), de sentar-se à mesa.
Irritado,
o peemedebista desligou os microfones, apagou as luzes e deixou o plenário
dizendo que "nem na ditadura se fazia isso".
A
senadora Fátima Bezerra (PT-RN), acompanhada das senadores Gleisi Hoffmann
(PT-PR) e Vanessa Grazziotin (PC do B- AM), se recusaram a se levantar da
cadeira.Eunício chegou ao plenário às 11h50, quando senadores da oposição já
discursavam contra a votação do projeto que modifica as leis trabalhistas.
Depois
de passar mais de dez minutos sem conseguir sentar na cadeira de presidente, o
peemedebista pegou o microfone e encerrou a sessão. As luzes do plenário foram
apagadas em seguida e os microfones foram cortados.
Um
grupo de senadoras da oposição permanece na mesa diretora do Senado, enquanto
governistas permaneceram em plenário. Pouco depois, Eunício deixou o plenário.
O
governo tenta mostrar força na votação prevista para esta terça, para quando
estava prevista a última etapa de tramitação do projeto. Levantamento feito
pela Folha de S.Paulo mostra que o Palácio do Planalto tem uma margem apertada
para conseguir modificar as leis trabalhistas. Apenas 42 dos 81 senadores
declaram apoio ao texto. Se todos estiverem presentes, o governo precisa de 42
votos para aprovar a reforma.
Com
informações da Folhapress.
Denúncia contra Temer será discutida hoje na CCJ da Câmara

Será
realizada nesta quarta-feira (12), na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ)
da Câmara dos Deputados, uma reunião para discutir o parecer de Sergio Zveiter
(PMDB-RJ), sobre a denúncia da Procuradoria Geral da República contra o
presidente Michel Temer.
Após
a fase de discussão, o relatório de Zveiter, favorável ao prosseguimento do
processo, será submetido à votação da CCJ. Como sublinhou o G1,
independentemente do resultado, a denúncia seguirá para o plenário da Câmara.
A
reunião da CCJ está convocada para as 11h. A expectativa é que a fase de
discussão se estenda por mais de 40 horas, o que, na prática, fará com que a
votação fique para os próximos dias. Poderão se pronunciar os 66 integrantes
titulares da CCJ, os 66 suplentes e mais 40 deputados que não compõem a
comissão.
Só
esta semana, a base aliada do governo fez 18 remanejamentos entre os
integrantes da comissão, colocando deputados aliados ao presidente Michel
Temer, para tentar barrar a denúncia. O troca-troca gerou críticas por parte da
oposição e de uma ala governista dissidente.
Denúncia:
Temer
foi denunciado pelo procurador-geral, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal
Federal (STF) pelo crime de corrupção passiva com base nas delações de
executivos do grupo J&F, que controla a JBS.
Poder
& Política
Fim de novela: Diego Souza é aguardado nesta quarta para voltar a treinar no Sport
A
confirmação foi feita pelo diretor de futebol do rubro-negro pernambucano,
Alexandre Faria. A princípio, conforme apurado pela reportagem, o retorno do
meia-atacante de 32 anos não inclui qualquer aumento salarial e ele cumprirá
normalmente o seu contrato até o fim de 2018. A postura da diretoria do clube
foi decisiva para selar o fim da novela e afastar o Palmeiras.
A
própria cúpula alviverde já praticamente por encerrada qualquer negociação para
contratá-lo.
Na
noite da última segunda-feira, conforme o presidente Arnaldo Barros, o camisa
87 entrou em contato através de SMS para afirmar que ainda resolvia
"problemas pessoais" e ratificar que não mantinha conversa com o Palmeiras.
"Ontem
(segunda) à noite, ele passou mensagem para mim mais uma vez ratificando os
seus problemas pessoais e dissociando isso de qualquer relação com interesse de
clube A, B ou C. Mais uma vez por escrito, ratificou questão de problemas
pessoais". Diego Souza viajou para o Rio de Janeiro no último sábado e
deixou em aberto a sua permanência na Ilha do Retiro.
Ele
ficou de fora, inclusive, da vitória de 3 a 0 sobre o Coritiba, na última segunda-feira,
no Couto Pereira. O suspense em torno de sua situação aumentou ainda mais com a
sua ausência na atividade da manhã desta terça-feira.
O
Sport aguarda Diego Souza para conversar sobre o assunto e decidir se irá
multá-lo ou não. O time comandado por Vanderlei Luxemburgo volta a campo contra
a Chapecoense, na próxima quinta-feira, às 19h30 (de Brasília), na Arena
Pernambuco.
Giro
Esportivo
Reforma trabalhista: as principais mudanças para os trabalhadores – Parte l
A
Reforma Trabalhista foi aprovada no plenário do Senado nesta terça-feira (11)
por 50 votos a 26, com uma abstenção. A reforma muda trechos da Consolidação
das Leis do Trabalho (CLT) e prevê detalhes que poderão ser acordados entre
empregadores e funcionários e, em caso de acordo coletivo, passarão a ter força
de lei.
Para
se tornar lei, a reforma ainda depende da sanção do presidente Michel Temer
(PMDB).
Entenda
as principais mudanças:
Jornada
de trabalho: a jornada diária poderá ser de 12 horas com 36 horas de descanso,
respeitando o limite de 44 horas semanais (ou 48 horas, com as horas extras) e
220 horas mensais.
Férias:
com as novas regras, as férias poderão ser fracionadas em até três períodos,
mediante negociação, contanto que um dos períodos seja de pelo menos 15 dias
corridos.
Tempo
na empresa: as atividades no âmbito da empresa como descanso, estudo,
alimentação, interação entre colegas, higiene pessoal e troca de uniforme não
são consideradas dentro da jornada de trabalho.
Descanso:
a partir de agora, o intervalo dentro da jornada de trabalho poderá ser
negociado, desde que tenha pelo menos 30 minutos. Além disso, se o empregador
não conceder intervalo mínimo para almoço ou concedê-lo parcialmente, a
indenização será de 50% do valor da hora normal de trabalho apenas sobre o
tempo não concedido em vez de todo o tempo de intervalo devido.
Remuneração:
deixa de ser obrigatório o pagamento do piso ou salário mínimo na remuneração
por produção. Além disso, trabalhadores e empresas poderão negociar todas as
formas de remuneração, que não precisam fazer parte do salário.
Plano
de cargos e salários: patrão e funcionário poderão negociar o plano de carreira
sem necessidade de homologação nem registro em contrato, podendo ser mudado
constantemente.
Contribuição
sindical: a contribuição sindical deixa de ser obrigatória e será opcional.
Trabalho
intermitente (por período): antes não havia essa regra, agora o trabalhador
poderá ser pago por período trabalhado, recebendo pelas horas ou diária. Ele
terá direito a férias, FGTS, previdência e 13º salário proporcionais. No
contrato deverá estar estabelecido o valor da hora de trabalho, que não pode
ser inferior ao valor do salário mínimo por hora ou à remuneração dos demais
empregados que exerçam a mesma função. O empregado deverá ser convocado com, no
mínimo, três dias corridos de antecedência. No período de inatividade, pode
prestar serviços a outros contratantes.
Trabalho
remoto (home office): a legislação também não contemplava essa modalidade de
trabalho. A partir de agora, tudo o que o trabalhador usar em casa será
formalizado com o patrão via contrato, como equipamentos e gastos com energia e
internet, e o controle do trabalho será feito por tarefa.
Continua
a seguir...
Reforma trabalhista: as principais mudanças para os trabalhadores – Parte ll
Trabalho
parcial: a nova regra permite que a duração do trabalho pode ser de até 30
horas semanais, sem possibilidade de horas extras semanais, ou de 26 horas
semanais ou menos, com até 6 horas extras, pagas com acréscimo de 50%. Um terço
do período de férias pode ser pago em dinheiro.
Transporte:
o tempo despendido até o local de trabalho e o retorno, por qualquer meio de transporte,
não será computado na jornada de trabalho.
Negociação:
convenções e acordos coletivos poderão prevalecer sobre a legislação. Assim, os
sindicatos e as empresas podem negociar condições de trabalho diferentes das
previstas em lei, mas não necessariamente num patamar melhor para os
trabalhadores. Em negociações sobre redução de salários ou de jornada, deverá
haver cláusula prevendo a proteção dos empregados contra demissão durante o
prazo de vigência do acordo.
Demissão:
o contrato de trabalho poderá ser extinto de comum acordo, com pagamento de
metade do aviso prévio e metade da multa de 40% sobre o saldo do FGTS. O
empregado poderá ainda movimentar até 80% do valor depositado pela empresa na
conta do FGTS, mas não terá direito ao seguro-desemprego.
Danos
morais: o texto impõe limitações ao valor a ser pleiteado pelo trabalhador,
estabelecendo um teto para alguns pedidos de indenização. Ofensas graves
cometidas por empregadores devem ser de no máximo 50 vezes o último salário
contratual do ofendido.
Terceirização:
haverá uma quarentena de 18 meses que impede que a empresa demita o trabalhador
efetivo para recontratá-lo como terceirizado. O texto prevê ainda que o
terceirizado deverá ter as mesmas condições de trabalho dos efetivos, como
atendimento em ambulatório, alimentação, segurança, transporte, capacitação e
qualidade de equipamentos.
Gravidez:
mulheres grávidas ou lactantes que antes estavam proibidas de trabalhar em
lugares com condições insalubres, agora poderão trabalhar em ambientes considerados
insalubres, desde que a empresa apresente atestado médico que garanta que não
há risco ao bebê nem à mãe. Mulheres demitidas têm até 30 dias para informar a
empresa sobre a gravidez.
Banco
de horas: o banco de horas pode ser pactuado por acordo individual escrito,
desde que a compensação se realize no mesmo mês.
Rescisão
contratual: a homologação da rescisão do contrato de trabalho pode ser feita na
empresa, na presença dos advogados do empregador e do funcionário – que pode
ter assistência do sindicato.
Multa:
a multa para empregador que mantém empregado não registrado é de R$ 3 mil por
empregado, que cai para R$ 800 para microempresas ou empresa de pequeno porte.
Economia & Negócios
terça-feira, 11 de julho de 2017
Gandu – Pastor Edison Cerqueira se despede dos fieis
Na
noite desta segunda-feira (10), aconteceu no templo sede da Assembleia de Deus
de Gandu, um culto de despedida em homenagem ao Pastor, Edison Cerqueira e sua
esposa, Senhora Dionice. Durante a solenidade, aconteceu diversas apresentações
de todos departamentos da Igreja ao casal que marcou durante sua permanência no
município. Mas, sem sombras de dúvidas, as que chamaram mais atenção do grande
número de fiéis e convidados presentes, foram as apresentações do grupo de
crianças e a dança de adoração em memória do sofrido povo da África, trazida
para a cidade, por D. Dionice.
Em
seu pronunciamento, o reverendo, destacou a importância de uma grande recepção
e aceitação por parte dos membros, ao novo pastor que estará chegando da cidade
de Conceição do Coité, que será o Pastor Edemilson. Para O pastor Edison, o
tratamento dos membros para com seus líderes é fundamental para o bom andamento
dos trabalhos. Por sua vez, O pastor Edison Cerqueira, estará a partir da
próxima semana, pastoreando a Assembleia de Deus de Camamu e no próximo domingo
dia 16 de julho acontecerá o culto para a passagem de comando para o seu
substituto, a partir das 18:30
Estivemos
fizemos presentes para prestigiar a despedida de um pastor que com sabedoria e
muita humildade, soube conduzir esta importante instituição. Ao mesmo tempo, em
que agradecemos a receptividade de todos, principalmente do nosso amigo e
colega de legislatura, Genivan, que também é músico do ministério de louvor da Assembleia
de Deus Gandu.
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