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terça-feira, 31 de março de 2015

ALBA: secretário Jerônimo Rodrigues debate crise hídrica do lago do Sobradinho




O secretário de Desenvolvimento Rural, Jerônimo Rodrigues, foi convidado por parlamentares baianos para debater na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), nesta terça-feira (31), às 09 horas, a crise hídrica do Vale do São Francisco. A solicitação dos deputados é motivada pelo baixo volume de água do Lago de Sobradinho, atualmente, encontra-se com apenas 18% de sua capacidade. No mesmo mês do ano passado, o volume útil passava de 50%. A situação é delicada para os mais de 100 mil hectares de fruticultura na região.
No dia 10 de abril a questão voltará a ser discutida em audiência pública na cidade de Petrolina (PE), que também sofre a influência da crise. Além de Jerônimo Rodrigues, os deputados membros da Comissão ainda assinaram ofício endereçado ao secretário estadual de Agricultura, Paulo Câmara, solicitando as medidas da pasta para lidar com o assunto.

Ascom SDR/CAR


Ponto de vista - Não à retirada de direitos!




No apagar das luzes de 2014, o governo editou duas nefastas MPs (Medidas Provisórias), de nºs 664 e 665, que dificultam a obtenção do auxílio-doença e de pensão por morte, além do direito ao seguro-desemprego e de diminuir o abono salarial e o seguro-defeso (pescadores). Neste momento vamos no ater à MP 665, que prejudica os trabalhadores dificultando – ou até mesmo negando – o direito ao seguro-desemprego, ao abono salarial e ao seguro-defeso. Este último é um importante mecanismo criado pelo então ministro do Trabalho, Antonio Rogério Magri, no início dos anos 90, no intuito de garantir renda aos pescadores artesanais em períodos de reprodução dos peixes e preservar o meio-ambiente. Estas medidas, editadas sem um diálogo prévio com as Centrais Sindicais, e logo após a presidenta ter garantido que não mexeria em direitos, alteram a legislação e retiram direitos.
O governo calcula uma economia de R$ 18 bi por ano com as MPs. Uma falácia, pois não se trata de economia, mas de dinheiro tirado do bolso dos trabalhadores, e que ajudaria em muito a girar a roda da economia através do consumo, que força a produção e a geração de empregos. Sob o argumento do corrigir fraudes, o governo insiste nas medidas. Nós, trabalhadores, queremos e ansiamos acabar com distorções e fraudes. Mas que essas correções tenham por regra a apuração correta dos fatos e punições exemplares aos eventuais culpados, e não penalizando a classe trabalhadora. Melhorar a eficiência da fiscalização, punir com mais rigor, elaborar uma ampla campanha educativa visando à conscientização e fortalecer a rede de atendimento do Ministério do Trabalho e Emprego são mecanismos que podem ser adotados para dificultar e diminuir as fraudes. Um sistema com transparência e controle, com cruzamento de dados, sem dúvida, funcionaria melhor.
A situação torna-se mais grave se lembrarmos da imensa rotatividade de mão de obra no País, e se destacarmos que vivemos um período de crescimento baixo ou nulo, em que vários setores estão demitindo. Rotatividade que atinge principalmente os mais jovens, o que nos leva a deduzir que a restrição ao seguro-desemprego prejudica-os muito. As desonerações podem ser mecanismos para conter a rotatividade. Basta incluir no processo de desoneração contrapartidas sociais, como a garantia de emprego. Não podemos, de forma alguma, arcar com o ônus de uma crise que não fomos nós quem provocamos, que não foram os trabalhadores que a alimentaram. Juntas, na chamada Unidade de Ação, as Centrais Sindicais estão mobilizadas para garantir os direitos da classe trabalhadora. Organizar manifestações nas ruas e atos no Congresso Nacional para externar nossa contrariedade é lutar para que nossas conquistas sejam respeitadas e ampliadas.
A MP é equivocada ao dificultar o acesso aos benefícios justamente no momento em que o trabalhador mais necessita. O desemprego, destacamos, é fator multiplicador da injustiça social, da desagregação familiar, da violência e da fome. As MPs , se aprovadas, vão contribuir intensamente para o aumento das desigualdades sociais no País.



Miguel Torres – presidente da Força Sindical

Cooperativas de pescadores se unem para vender peixe mais barato na Semana Santa



Os consumidores baianos poderão encontrar pescado mais barato para celebrar a Semana Santa. A Bahia Pesca, empresa vinculada à Secretaria Estadual da Agricultura (Seagri), em parceria com o Ministério da Pesca e Aquicultura, realizará em Salvador e Ilhéus o “Santo Pescado”, evento que reunirá cinco colônias e cooperativas de pescadores e piscicultores das duas cidades e de Paulo Afonso (principal pólo produtor do estado) para vender tilápias, robalos, dourados, cavalas e vermelhos, com cerca de 20% de desconto.
O evento reunirá cinco colônias e cooperativas de pescadores e piscicultores para vender tilápias, robalos, dourados, cavalas e vermelhos com cerca de 20% de desconto. “O objetivo é beneficiar todos os participantes da cadeia produtiva da pesca. Os pescadores e piscicultores, que podem escoar seus produtos com o apoio logístico da Bahia Pesca e sem intermediários, e os consumidores, que poderão encontrar peixes mais baratos justamente na época do ano em que a demanda é maior e, consequentemente, os produtos ficam mais caros”, explica o presidente da Bahia Pesca, Dernival Oliveira Jr.
No Terminal Pesqueiro Público de Salvador, serão comercializados tilápias, vermelhos e robalos. Já no Terminal Pesqueiro Público de Ilhéus serão vendidos tilápias, dourados e vermelhos. Na colônia de pescadores do Rio Vermelho, serão vendidas exclusivamente tilápias. Os produtos estarão armazenados nos caminhões-frigoríficos da Bahia Pesca para garantir a qualidade dos peixes. O evento acontece sempre no período das 8h às 12h e deve comercializar cerca de 20 toneladas de pescado.


Secom  - Secretaria de Comunicação Social - Governo da Bahia


domingo, 29 de março de 2015

30 de março, Dia Mundial da Juventude.



No dia 30 de março, ocorreram muitos eventos históricos, como por exemplo, a invasão da União Soviética a Áustria e a ocupação de Viena durante a segunda guerra mundial em 1945 e em 2006 Marcos Pontes se torna o primeiro brasileiro a pisar na Lua em uma missão espacial, a bordo da nave “Soyuz TMA-8”. Porém, é também o dia Mundial da Juventude.
O Dia mundial da Juventude foi criado pelo Papa João Paulo II em 1985, embora seja um evento da igreja católica, hoje em dia todos comemoram o dia independente de crenças religiosas. Nesta data o evento é comemorado por muitas culturas diferentes assim se unindo em um único parâmetro, a juventude. Mas, hoje em dia como se define a juventude ? Hoje os jovens estão tão voltados para a escolha de uma profissão que não se lembram muitas vezes nem de tomar um sorvete com os amigos como seus pais faziam. Ir pra discoteca ou balada como é hoje, se tornou um passa tempo para aqueles que querem curtir a vida quando tem um tempinho para diversão.
Você, jovem ,sabe como foi a juventude de seus pais ? Hoje você olha as fotos de seus pais com aqueles cabelos e aquelas roupas estranhas, antigas e cai em gargalhadas. Mas lembre-se : seu filho também fará isso com você !
Não importa se somos jovens ou velhos, pois a nossa idade não está na nossa aparência, nos nossos cabelos brancos, nem no nosso modo de pensar, mas sim naquilo que nós temos no nosso coração : O espírito de juventude !
"Se você é jovem ainda, amanhã velho será! A menos, que o coração sustente, a juventude que nunca morrerá ! "



Feliz dia da juventude !

Gandu – Professores continuam com suas atividades paralisadas




Os professores da rede municipal de ensino, continuarão paralisados, até que o prefeito Ivo Peixoto (PCdoB), resolva receber representantes da categoria para fazer nova negociação, já que o acordo firmado, foi quebrado pelo próprio governo. Na ultima sexta-feira (27), depois de decidido em assembleia, conforme esta matéria, (http://blogdobozogandu.blogspot.com.br/2015/03/gandu-professores-continuam-em-greve-na.html) os educadores se dirigiram mais uma vez até a sede do governo, onde em mais uma oportunidade, não foram recebidos, apenas foram informados, de que o alcaide só estará no município, nesta quarta (1º de abril). 
Nesta segunda (30), acontecerá nova assembleia, no auditório do colégio Ceres Libânio, as 08 horas da manhã, onde toda classe deverá se fazer presente. Já a noite, os professores irão á câmara, para acompanhar de perto, as opiniões dos nobres parlamentares.

Vale salientar, de que esta paralisação, deu-se  por conta da quebra de acordo por parte do executivo, quanto ao repasse de 12%, garantido pelo próprio prefeito,  dos 13,01% decretado pelo governo federal.

Bahia - Governo lança hoje, o Pacto pela Educação




O Governo do Estado lança, nesta segunda-feira (30), o Programa Pacto pela Educação na Bahia, às 9h, no Senai/Cimatec, Avenida Orlando Gomes, em Salvador. O lançamento será feito pelo governador Rui Costa, com a presença do secretário da Educação, Osvaldo Barreto, e de outras autoridades.
O programa visa à melhoria da qualidade da educação na Bahia, a partir da formação de uma rede de parceria com municípios, educadores, estudantes, gestores e empresários, além de instituições públicas e privadas, universidades e, principalmente, as famílias. No evento, os prefeitos deverão assinar o termo de compromisso ao programa. O Pacto busca, prioritariamente, garantir a alfabetização de todas as crianças até o 3º ano do ensino fundamental e que todos os jovens tenham desempenho adequado à sua série.


Secom  - Secretaria de Comunicação Social - Governo da Bahia

Qual o objetivo do fim das coligações?




A Comissão de Reforma Política do Senado, responsável por elaborar o projeto que em breve será votado pelo Congresso sobre o tema, optou pelo fim das coligações nas eleições proporcionais.  Desta forma, as alianças entre os partidos nas eleições para vereador, deputados estaduais e federais não seriam mais permitidas. Junto com o fim das coligações, foi aprovado também o voto fechado na lista partidária. Com isso, o eleitor escolheria um dos partidos e votaria em uma lista fechada elaborada por este partido. A principal desculpa para os parlamentares que defenderam esta proposta é que muitos partidos pequenos serviriam como legenda de aluguel no atual sistema eleitoral.
Em primeiro lugar, é preciso esclarecer que estes partidos burgueses (PMN, PRB, etc) são alugados justamente pelos grandes partidos (PT, PSDB, PMDB, DEM etc.) que agora querem usar a rejeição da população a estas manobras eleitorais para colocar em prática sua política.
São dois os objetivos principais do fim das coligações. Primeiro, impedir a perda de votos dos grandes partidos. O DEM, por exemplo, tem sua bancada reduzida eleição após eleição. Com a crise destes grandes partidos, principalmente os de direita, a presença de pequenos partidos no Congresso está crescendo.
O fim das coligações favorece as “máquinas partidárias” e evita seu enfraquecimento. Em uma eleição sem coligações, partidos pequenos teriam chances muito menores de eleger deputados e vereadores.
Os grandes partidos não querem apenas acabar com os pequenos partidos, o objetivo principal é atacar o direito de organização da classe operária. Com o fortalecimento dos grandes partidos por meio de uma legislação que os beneficie e com financiamento estatal, as organizações operárias terão cada vez menos chances de participarem das eleições.
Um dos aspectos da crise do regime político é que mesmo no terreno eleitoral, um dos mais controlados pela burguesia, a crise dos partidos burgueses se manifesta. Neste sentido, o fim das coligações e todas as outras medidas da reforma política tem como objetivo cassar os direitos democráticos para favorecer os partidos rejeitados pela população.



Escreve Causa Operaria

Levy contesta interpretação de frase sobre Dilma



O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, contestou o que considerou uma interpretação errada de frase dita por ele a membros do setor financeiro durante uma palestra na última semana, na escola de negócios da Universidade de Chicago, instituição onde o ministro obteve seu PhD em economia. A declaração foi gravada e reproduzida em matéria online da Folha de S.Paulo.
“Acho que há um desejo genuíno da presidente de acertar as coisas, às vezes, não da maneira mais fácil … não da maneira mais efetiva, mas há um desejo genuíno”, disse o ministro, de acordo com a gravação obtida pelo veículo. Após a matéria ser publicada, a assessoria de comunicação do Ministério da Fazenda se manifestou dizendo que Levy “lamenta a interpretação dada à sua frase”.
Segundo a assessoria, a fala dele expressa que “aqueles que têm a honra de encontrarem-se ministros sabem que a orientação da política do governo é genuína, reconhecem que o cumprimento dos seus deveres exige ações difíceis, inclusive da Excelentíssima Senhora presidente, Dilma Rousseff, e eles têm a humildade de reconhecer que nem todas as medidas tomadas têm a efetividade esperada”.
A assessoria de comunicação ressaltou que a contestação não é uma nota oficial da Fazenda, mas uma manifestação pessoal de Levy, e destaca que o ministro proferiu a fala em uma conversa informal, na qual procurava “transmitir os principais pontos do ajuste econômico em face da evolução da economia global e da exigência de crescimento do Brasil e a importância de executá-lo rapidamente”.

Por Juliana Andrade



Servidores ativos da Sesab, SEC e SSP devem se recadastrar para não ficar sem salário



Servidores públicos ativos ocupantes de cargos efetivos nas secretarias da Saúde (Sesab), Educação (SEC) e Segurança Pública (SSP) têm até o dia 13 de abril para acessar o Portal do Servidor (www.portaldoservidor.ba.gov.br) e efetivar o seu recadastramento. Após este prazo, aqueles que não efetivarem a atualização cadastral no prazo estabelecido deixarão de receber os seus vencimentos. A suspensão do pagamento será mantida até que o servidor regularize a sua situação.
Devem se recadastrar servidores que estiverem em atividade nos órgãos contemplados nesta primeira fase do recadastramento, inclusive aqueles contratados como cargo comissionado ou em Regime Especial de Direito Administrativo (Reda) e também os que estejam em situação de férias; licença médica, licença prêmio, licença maternidade e outras licenças; à disposição de órgãos dos três poderes (com ou sem ônus); em exercício de mandato eletivo; respondendo a processo administrativo; em readaptação funcional, além de residentes; estagiários e menores aprendizes.
Quase 70% dos mais de 120 mil servidores vinculados a estes órgãos já concluíram o recadastramento, que foi instituído através do Decreto Estadual N°15.960, publicado no dia 21 de fevereiro deste ano. O objetivo é validar os locais e jornada de trabalho dos servidores e, com isso, operacionalizar o sistema de recursos humanos do Estado. Além de balizar informações importantes para os novos gestores da Administração Estadual, o resultado do processo servirá para identificar a existência de possíveis não conformidades, tais como o acúmulo indevido de cargos e a incompatibilidade de horários de trabalho.
Ainda este ano, o Estado vai anunciar as outras duas fases do recadastramento de ativos, as quais contemplarão os servidores em atividade nas demais secretarias e órgãos da Administração Estadual. Dúvidas sobre o recadastramento de servidores ativos poderão ser esclarecidas através do e-mail recadastramento.ativos@saeb.ba.gov.br.



Assessoria de Comunicação Social/Saeb

Governo pune trabalhador mas não cuida da corrupção, diz Paim



Petista histórico, o ex-deputado constituinte e senador Paulo Paim (RS) está prestes a deixar o partido a que se filiou há 30 anos. Ele integra a lista de pelo menos 16 senadores que apresentaram recentemente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) consultas sobre regras de migração partidária. Mas, ao contrário das motivações político-eleitorais que regem os interesses, por exemplo, da senadora Marta Suplicy (PT), que pretende disputar a prefeitura de São Paulo, Paim admite se filiar ao PMDB, PDT ou PSB e até mesmo fundar uma nova sigla se o governo insistir em aprovar, no Congresso Nacional, medidas que endurecem as regras para concessão de benefícios trabalhistas – como seguro-desemprego, pensão por morte e seguro-defeso. Para o senador, a população se sente “enganada” pelo governo, que nas eleições de outubro prometera manter intactas as conquistas previstas em lei.
“Em vez de aumentar a fiscalização contra a corrupção, o trabalhador é mais uma vez chamado para pagar a conta”, diz.



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