Funcionários terceirizados que prestam serviço à Universidade Estadual
do Sudoeste da Bahia (Uesb), Campus de Itapetinga, paralisaram as atividades
nesta segunda-feira (4) por conta dos salários atrasados. De acordo
com Elivan Oliveira dos Santos, representante do Sindicato dos
Trabalhadores em Limpeza Pública do Sul e Extremo Sul da Bahia (Sindilimp), em
entrevista ao Blog do Diga Diga, os vencimentos não são pagos desde outubro
último. Além disso, os trabalhadores estão sem fardamento e sem vale
alimentação. “O Estado disse que repassou o dinheiro para a empresa responsável
pelo pagamento, mas até o momento o dinheiro não caiu na conta, vamos continuar
a paralisação até que o problema seja resolvido”, afirmou o representante da
categoria. O vice-reitor do campus, professor José Luiz Rech, que acompanha a
manifestação realizada nesta segunda, afirmou que o empenho da folha de
pagamento foi feito junto ao governo baiano. “A partir deste momento, somos
solidários aos funcionários, porque achamos que quem trabalha durante um mês
deve receber os seus salários, até porque eles são grandes colaboradores da
universidade e do Estado”, condenou Rech.
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Descontrole nos gastos é culpa do Governo
A área técnica
do Ministério da Fazenda culpa o desmonte da política de monitoramento do
impacto das decisões de política econômica pelo descontrole dos gastos. Se
antes para cada medida de redução de tributo, concessão de subsídios ou
liberação de financiamento para os Estados e municípios havia um estudo técnico
específico balizando a decisão da equipe econômica, hoje essa prática não tem
mais lugar na área econômica. "O governo parou de fazer as
contas", diz um experiente técnico da Fazenda, com larga experiência de
anos na execução orçamentária. Para outro técnico, o governo trabalha agora com
elevado grau de amadorismo. O resultado dessa ineficiência administrativa, na
maioria dos casos, são "surpresas" que se tornam explicações para os
resultados ruins das contas públicas, como os obtidos em setembro. Mas o
descontrole também é fruto de maquiagens que são feitas nas projeções para
ajustar o contingenciamento dos gastos, que tradicionalmente é anunciado no
início do ano, à meta fiscal prevista. É o caso, por exemplo, da
estimativa de despesas com abono e seguro-desemprego. No primeiro relatório de
reprogramação orçamentária ele estava em R$ 40,3 bilhões, passou em setembro
para R$ 41,8 bilhões e na semana passada foi alçada à condição de grande vilã
do déficit público, com previsão dada pelo próprio ministro da Fazenda, Guido
Mantega, de um custo de R$ 47 bilhões. À medida que o ano vai terminando,
fica mais difícil esconder esses malabarismos feitos com as projeções e os
problemas vão ficando mais evidentes. Outro exemplo: o rombo das contas da
previdência até setembro, de R$ 47,61 bilhões, já é bem maior do que a projeção
divulgada no relatório orçamentário divulgado no mesmo mês pelo governo de um
déficit de R$ 36,2 bilhões em 2013. Mesmo que haja alguma recuperação sazonal
das contas do INSS, dificilmente a projeção do governo será atingida.
Fonte: Bahia
Noticias
Endinheirados no Brasil demoram para serem punidos
Para o ministro-chefe da Controladoria-Geral
da União, Jorge Hage, a condenação do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) por
improbidade administrativa e a suspensão de seus direitos políticos pelo superfaturamento
das obras do Túnel Ayrton Senna, em 1995, quando era prefeito de São Paulo,
comprova a sua tese de que processos contra pessoas endinheiradas no país só
terminam em menos de 20 anos, “se o acusado quiser”.
Eu sempre disse que um processo no Brasil contra um criminoso de
colarinho branco endinheirado só termina em menos de 20 anos se ele quiser. “Se
ele não quiser, não termina”, disse Hage aos jornalistas após participar do 1º
Fórum Regulatório da América Latina (Latin American Regulatory Summit 2013), no
Hotel Unique, em São Paulo.
Segundo Hage, isso ocorre principalmente por causa da legislação
processual brasileira, que permite “infinitas possibilidades de recursos”. “Fui
juiz durante 12 anos. O problema não são os juízes. O problema é a legislação
processual brasileira, que não tem paralelo no mundo em matéria das
possibilidades infinitas de recursos que ela oferece aos réus, sobretudo aos
réus endinheirados, que podem contratar os melhores escritórios de advocacia do
país para encontrar as brechas nas leis, não só de possibilidades de recursos
quanto de outros incidentes protelatórios”, disse.
Para Hage, a única exceção no Brasil foi o processo da Ação Penal
470, mais conhecido como mensalão. “O processo criminal mais rápido foi a Ação
Penal 470 que terminou em tempo recorde de sete anos porque os réus tiveram o
chamado foro privilegiado. Agora, todos querem fugir do foro privilegiado, que
agora é foro amaldiçoado porque entra direto no Supremo [Tribunal Federal], sem
outras possibilidades de recursos”, disse. “Os demais processos vão demorar
sempre 20 anos, como esse [do Maluf]”.
Por isso, o ministro defende mudanças processuais. “A solução é
alterar as leis processuais: o Código de Processo Penal e o Código de Processo
Civil”, falou. Outra medida seria aprovar a proposta de emenda constitucional,
mais conhecida como Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Recursos.
“Com a atuação do Ministério Público cada vez mais intenso e a
cobrança da opinião pública, é possível que consigamos que o Congresso aprove
algumas mudanças, pelo menos aquelas constantes da PEC dos Recursos que retira
o efeito suspensivo dos dois últimos recursos: o especial e o extraordinário.
Isso já seria um avanço”, falou.
De acordo com o despacho judicial, Maluf teve os direitos
políticos suspensos por cinco anos e, em conjunto com os demais réus arrolados
no processo, terá de devolver ao município R$ 42,2 milhões, importância que
está sujeita a atualização monetária. Ainda cabem recursos da decisão no
Superior Tribunal de Justiça (STJ) e no Supremo Tribunal Federal (STF).
Os advogados de Maluf divulgaram nota na qual afirmam que ele não
será punido pela Lei da Ficha Limpa. “A decisão tomada hoje pelo Tribunal de
Justiça do Estado de São Paulo não impede que Paulo Maluf participe das
próximas eleições”.
Fonte: Poder & Política
Servidores não receberam URV, afirma Líder da oposição
O líder da bancada de
oposição na Assembléia Legislativa, deputado Elmar Nascimento (DEM), jogou no
plenário, um balde de água fria na esperança dos servidores públicos de ainda
receber o pagamento da URV, uma promessa de campanha do governo Wagner. “O
servidor público pode esperar sentado o dia em que irá receber o pagamento da
URV neste governo, pois não vai receber um centavo. A não ser que haja
seqüestro de recursos por determinação da Justiça, porque o governo está
quebrado, insolúvel”, avisou.
O parlamentar lamentou as
explicações sobre os motivos do grande atraso no pagamento às empresas
prestadoras de serviços dadas pelo secretário da Fazenda, durante audiência
pública de prestação de contas do segundo quadrimestre realizada quarta-feira
última, consideradas por ele pouco esclarecedoras. “O secretário se enrolou
todo, gaguejou e não deu resposta”, completou, lembrando que há empresários que
acreditaram no governo, participaram de licitação, executaram o serviço e não
receberam nada, o que está levando muitos à falência. “Principalmente os
pequenos, pois os grandes, como OAS e Odebrecht, que foram doadores de
campanha, não têm problema de caixa, pois receberam tudo”.
Fonte: TV do Servidor
Público
domingo, 3 de novembro de 2013
Governador autoriza esgotamento sanitário em Iraquara
Um sistema de esgotamento sanitário
com 19 quilômetros de rede coletora vai ser instalado em Iraquara, na Chapada
Diamantina. A ordem de serviço para o início das obras foi assinada pelo
governador Jaques Wagner no município. Orçada em R$ 6,9 milhões, a obra
será realizada em parceria da Embasa com a Funasa, beneficiando os moradores da
cidade. “Essa obra é muito importante porque o esgotamento sanitário reduz os
índices de doença e os custos com medicamentos. Além disso, é uma maneira de
preservar o meio ambiente e, por isso, estamos investindo cada vez mais no
sistema de esgotamento sanitário em toda Bahia”, comentou o
governador. Serão implantadas três estações elevatórias, uma estação de
tratamento e 1.788 novas ligações domiciliares. Também estão previstos um
emissário final com 347 metros, 5,6 quilômetros de ramal predial e 2,2
quilômetros de linha de recalque (tubulação que transporta os efluentes de um
ponto mais baixo para outro mais alto). O mais importante é que nenhum
morador da cidade vai pagar a taxa de 80%, que parte vereadores de Gandu,
querem meter goela abaixo dos moradores da cidade. E para justificar as suas
atitudes, estes vereadores dão como justificativa, que se não for instalado o
esgotamento sanitário na cidade, não virão obras estaduais ou federais.
Jaguaquara por exemplo, não tem esgotamento sanitário e estão sendo construídas
na cidade, mais de 800 casas populares, do Programa “minha casa, minha vida,”
através do Governo Federal, em parceria com a Caixa Econômica Federal, onde serão investidos quase quarenta
milhões de reais. Além de casas populares, que irão
beneficiar centenas de famílias carentes, o Governo também investe na
construção de 03 creches, através do Ministério da Educação. Com as obras o
dinheiro circula e movimenta o comércio da cidade. O que Gandu precisa, não é de
esgotamento sanitário que aumente a conta do consumidor em 80%, para que venham
obras estaduais ou federais, o que Gandu precisa mesmo, é ter um representante
à altura na Câmara Federal, o que não acontece no momento. Que os vereadores de
Gandu, mudem seus discursos. Assumam que votarão contra o povo, para não
contrariar o Prefeito Ivo Peixoto (PCdoB).
Fonte: Blog do Zebrão
Wencelau Guimarães – Posto de saúde é lacrado por falta de pagamento de aluguel
O prédio
onde funciona o PSF do Bairro São José, foi lacrado pelo dono do local onde
funciona a unidade de saúde. O motivo teria sido a falta de pagamento, onde há
03 meses o Prefeito Nestor Vicente (PDT), não honra com os compromissos para
com o locatário. neste domingo (03), prepostos da Prefeitura, arrancaram o lacre, mas o proprietário voltou ao local e o recolocou, o que causou um grande movimento de populares.
A comunidade do citado
Bairro, está sem atendimento médico, alem dos usuários de medicamentos de uso
continuo estar sem poder adquiri-los.
O Prefeito Nestor, elegeu-se
como uma esperança para o povo daquele Município, mas, apenas com dez meses de
administração, já está sendo classificado, inclusive pelos que o apoiaram como
a maior decepção da região. Além de abandonar aqueles que deram o sangue e até
mesmo gastaram dinheiro voluntariamente, para ver a Vitória do atual Alcaide, o
Pedetista até o momento não vem cumprindo com nenhuma promessa de campanha. As
estradas vicinais que foram um dos carros chefes, durante o período eleitoral,
estão em sua maioria intransitáveis. Conversando com alguns moradores, chegamos
à conclusão de que, aquela cidade está momentaneamente sem opção. Segundo os
próprios Wenceslauenses, eles não querem fortalecer o Líder político anterior,
mas também não confiam mais no Gestor e, esperam que surjam novos nomes para
que possam entregar os destinos deste importante Município, localizado no Baixo
Sul do Estado.
Estudantes resistem à estratégia do planalto
A principal reivindicação de quem foi
às ruas em junho ainda está fresca na cabeça do estudante Leonardo Paiva, de 27
anos. Usuário de transporte público, ele elege a mobilidade urbana como o maior
problema do governo Dilma e o principal motivo pelo qual deixaria de votar em
sua reeleição.
"Sempre votei no PT, mas a coisa está mudando", diz ele,
aluno do terceiro ano do curso de bacharelado em tecnologia da Universidade
Federal do ABC, em Santo André. Eleitor de Lula em 2006, ele votou em Dilma em
2010, mas adotou uma postura mais crítica em relação ao governo ainda naquele
ano. "Hoje não votaria de novo", diz Leonardo, que ainda não decidiu
seu candidato em 2014. O estopim para o "desencanto" com Dilma foi às
manifestações, das quais participou "discretamente". "Dilma
ouviu o povo, mas não mudou nada."
Estudante de engenharia de energia da mesma universidade,
Katherine Marani, de 23 anos, considera que Dilma não deu resposta satisfatória
aos protestos. "Fui às ruas e de que adiantou?" Ela diz que "não
melhorou nada na educação, na saúde nem na mobilidade urbana".
Entre os estudantes de medicina, a maior reclamação é com o
programa Mais Médico, que promete ser a principal bandeira do PT tanto no plano
federal quanto em São Paulo. Júlia Vella, 20 anos, no primeiro ano da Faculdade
de Medicina do ABC, acha que a "importação" de médicos cubanos
contribui para a desvalorização dos profissionais brasileiros. "Primeiro
eles deveriam dar mais condições de trabalho", afirma Júlia, que pretende
votar em Aécio Neves nas eleições de 2014.
Fonte: Poder & Política
PP poderá sair da base de Wagner
O Partido Progressista (PP) que tem como
principal líder em nível estadual, o deputado federal Mario Negromonte, poderá
seguir nas eleições do próximo ano, caminho diferente do governador Jaques
Wagner (PT). O site Bahia Notícias divulgou matéria sobre conversa
mantida com o presidente estadual do PP, na qual ele revelou que será feita uma
consulta a todos os integrantes da sigla na Bahia e a “decisão consensual” será
levada para o governador “Está havendo uma reação da base, com confusão,
conflito. Cada um quer um nome para governador. “Como presidente do partido
quero ouvir o que a maioria quer”, disse. Membros do PP consultados pelo site,
incluindo membros do governo que preferiram o anonimato, revelaram que o nome
de consenso seria o do vice-governador Otto Alencar, mas já ouviram de todos os
lados que o chefe da Casa Civil, Rui Costa, foi escolhido pelo “técnico do
time”. As consultas dentro do PP devem durar até dezembro, após o prazo que o
PT definiu para divulgar o nome do candidato à sucessão de Wagner. Segundo
Negromonte, a decisão será levada ao chefe do Executivo “para ele definir o que
prefere”.
Escassez de cacau em 2020
O mundo terá uma escassez de
cacau – matéria-prima do chocolate – dentro dos próximos sete anos, devido a
uma forte demanda global, avisam especialistas. Eles ainda têm uma data marcada
para a crise, dia 2 de outubro de 2020.
“Haverá uma falta de chocolate e
não existe solução para esse problema. Sete anos, é o que achamos que nos
resta”, afirma o especialista Angu Kennedy.
Gigantes do ramo apontam que não há plantações de cacau suficientes no
globo para atender a crescente demanda de cacau, relata o jornal britânico
‘Daily Star’. Os especialistas avisam
que seria preciso outro planeta para suprir a carência de cacau. “Precisamos outro planeta terra se
continuar com esse ritmo. O problema é que a área usada pelas plantações está
cada vez diminuindo mais. Estamos destruindo tudo”, fala Kennedy.
O preço do chocolate deve
aumentar durante os próximos anos, assim como o cacau vai se tornar mais
difícil de encontrar. Como resultado,
grandes marcas de chocolate vão preencher cada vez mais suas barras de
chocolate com nozes e frutas, por serem mais baratas. “Se plantar um cacau, este produzirá
amêndoas em quatro anos, o que significa que os produtores têm que esperar
quatro anos para lucrar. Consequentemente, eles vão se perguntar ‘para que
plantar? ’” Há uma pequena projeção de crescimento no consumo de cacau na
Europa e na América, mas na Ásia a projeção é estrondosa, afirma Kennedy.
Informações do Índia Express.Tradução:
Mercado do Cacau.
È recomendável usar o 13º para quitar dívidas
Responsável
por injetar R$ 143 bilhões na economia brasileira neste ano, o décimo terceiro
salário deve ser usado com cautela pelos trabalhadores. Em vez dos presentes de
Natal, o dinheiro extra recomendam especialistas, deve ser empregado para pagar
dívidas ou poupado para aliviar o impacto das despesas que costumam pressionar
o orçamento familiar depois do ano-novo. Segundo Gilberto Braga, professor do
Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec), a prioridade para o décimo
terceiro deve ser a quitação de dívidas, principalmente o cartão de crédito
rotativo e o cheque especial. “Essas são as modalidades com taxas de juros mais
altas. Quanto mais rápido o consumidor conseguir se livrar dessas obrigações,
melhor”, recomenda. O consultor de varejo Alexandre Ayres acredita que o
próprio momento econômico justifica o uso prioritário do décimo terceiro no
pagamento de dívidas. “O endividamento dos consumidores não só está alto, como
tem crescido de forma consistente neste ano. Sem dúvida, o uso mais prudente
para o salário extra é a quitação de dívidas”, explica. Depois do pagamento das
dívidas, o décimo terceiro deve ser usado como reserva para as despesas de
início de ano. De acordo com Braga, o planejamento ajuda a reduzir o peso de
gastos como materiais escolares, renovação de matrículas escolares e impostos
como o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e o Imposto
Predial e Territorial Urbano (IPTU), cobrados nos primeiros meses do ano em
alguns estados e municípios.
Fonte: Agencia
Brasil
Assinar:
Comentários (Atom)