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segunda-feira, 27 de abril de 2020

Brasil - Maia diz que prioridade da Câmara é votar medidas emergenciais




Rodrigo Maia diz que prioridade da Câmara é votar medidas ...

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu hoje (27) que a agenda prioritária da Casa deve focar na votação de projetos e medidas emergenciais voltadas para o combate aos impactos econômicos e sociais da pandemia do novo coronavírus (covid-19). Maia, que não falava com a imprensa desde o dia 16 de abril, disse que passou o período refletindo, e afirmou que não é o momento de polêmicas, que o Parlamento não pode ser um vetor de crises com o Poder Executivo.
"O papel da Câmara [dos Deputados] nos próximos dias é que a gente volte a debater, de forma específica, a questão do enfrentamento ao coronavírus”, disse Maia após ser questionado sobre os pedidos de investigação contra o governo, após a saída do ex-juiz Sergio Moro  do cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública.
Maia usou como argumento para defender a votação de projetos relacionados ao coronavírus, as projeções de consultorias econômicas de que os impactos econômicos da pandemia devem gerar uma queda de até 10% do Produto Interno Bruto (PIB, todos os bens e serviços prodizidos no país) este ano.
“Isso [a pandemia] vai gerar um aumento do desemprego no Brasil. Já se projeta um aumento da taxa [de desemprego] na ordem de 16%, o que vai significar mais 4, 5 milhões de desempregados; aumento da economia informal, que vai chegando a 50% dos empregos no nosso no país. São números muito dramáticos em relação a vida, empregos e renda dos brasileiros”, disse.
Rodrigo Maia disse ainda que ouviu de especialistas na área de saúde que o número de mortes causadas pelo coronavírus deve aumentar nos próximos dias. Segundo o deputado, a Câmara deve focar em debater o envio de recursos para estados e municípios aumentarem o número de leitos de UTI e citou a situação dos estados do Amapá, Pará, Pernambuco e São Paulo.
“É fundamental que isso [a votação] avance rápido para que a gente não tenha um colapso no sistema de saúde. Devemos voltar para a agenda que eu acredito que é a agenda que preocupa todos os brasileiros. Não que os outros temas não possam existir, mas como eu disse, a gente precisa ter paciência para ouvir, refletir e analisar tudo aquilo que os parlamentares e a sociedade encaminham”, defendeu.
CPIs e impeachment:
O presidente da Câmara evitou falar sobre os pedidos de aberturas de comissões parlamentares de Inquérito (CPIs) para investigar as acusações do ex-ministro da Justiça de que o presidente Jair Bolsonaro queria usar politicamente a Polícia Federal, e disse que o custo do aumento na crise política seria a aceleração nos indicadores de desemprego e do PIB.
“Ela [crise política] impacta fortemente a confiança dos atores econômicos e dos que financiam a dívida brasileira. É legitimo a sociedade e parlamentares, parte deles tentar repercutir CPIs e outros instrumentos, mas acho que a Câmara deve, sob a minha presidência, respeitando a posição de outros parlamentares, ter a paciência e o equilíbrio para tratar do que é mais importante, a vida dos brasileiros e a renda”, afirmou.
Ao comentar a saída de Sergio Moro do Ministério da Justiça, Maia disse que era um “problema” do Executivo. “Nomear e exonerar é problema do governo. Se tem problemas na forma de nomear, você tem uma investigação proposta pelo [procurador-geral da República, Augusto] Aras”, disse Maia.
Questionado sobre o aumento no número de pedidos de impeachment contra opresidente Jair Bolsonaro, Mais disse que não poderia comentar por ser o “juiz” que vai decidir sobre a questão.
“Quando se trata de um tema sobre o impeachment, eu sou o juiz. Não posso ficar comentado temas em que a decisão é minha, de forma independente. Então, é uma questão que a gente tem de tomar muito cuidado”.
Edição: Fernando Fraga/Agencia Brasil


domingo, 26 de abril de 2020

Ipiaú – Prefeita prorroga até 04 de maio os decretos com medidas contra a covid-19




Prefeita Maria prorroga até 4 de maio os decretos com medidas ...
Prefeita Maria prorroga até 4 de maio os decretos com medidas ...

A prefeita Maria das Graças prorrogou até o dia 04 de maio todos os decretos que visam combater a disseminação do novo coronavírus em Ipiaú (ver decreto). Com isso, estão mantidas as suspensões anteriores, inclusive as de fechamento do comércio, bares, restaurantes e demais atividades não classificadas como essenciais para esse momento de Emergência em Saúde Pública. Até sexta-feira (24), o município de Ipiaú já tinha confirmado 21 casos positivos da covid-19.

Giro Ipiaú

Novo comunicado da secretaria da saúde de Gandu




COMUNICADO COVID MATÉRIA

A Secretaria Municipal da Saúde informa à população que a paciente MARA AMORIM que havia feito o teste rápido para o Covid-19 no último dia 21, realizou a contra prova pelo LACEN (Laboratório Central da Bahia) testando positivo para o Novo Coronavírus, confirmando o teste anterior.  Sendo assim, o caso entra para estatística oficial da SESAB (Secretaria Estadual da Saúde) e Secretaria Municipal da Saúde do município.
A Secretaria informa ainda que desde o primeiro teste rápido realizado pela paciente, todas as providências e protocolos exigidos pela OMS (Organização Mundial da Saúde) foram adotados pelo município. Com essa informação oficial, as medidas já adotadas permanecem. No entanto, o Comitê Gestor de Enfretamento ao Coronavírus está monitorando e avaliando diariamente o cenário de evolução da doença no município e outras medidas restritivas poderão ser adotadas caso sejam necessárias.

ASCOM/Prefeitura de Gandu.


Salvador - Major Denice é escolhida pré-candidata a prefeita pelo PT



Bahia.Ba
Favorita desde que teve seu nome ventilado pelo governador Rui Costa, Major Denice foi homologada neste domingo como pré-candidata do PT à prefeitura de Salvador. Correndo por fora mais com apoio fortes dentro da legenda, ela venceu a disputa interna com nomes como o ex-ministro Juca Ferreira, o deputado estadual Robinson Almeida, a secretária estadual Fabya Reis e a socióloga Vilma Reis. A decisão foi tomada pela legenda em uma videoconferência.
“Mulher, negra, mãe, nascida no bairro do São Gonçalo do Retiro na nossa capital, Denice é psicóloga com mestrado pela UFBA, fundadora e coordenadora da Ronda Maria da Penha”, descreveu o presidente estadual do PT, Eden Valadares, em nota. Denice Santiago Santos do Rosário comandou a ronda Maria da Penha e se lança na sua primeira experiência eleitoral.
Para Eden Valadares, com a diversidade de nomes lançados no processo sucessório de Salvador, “estou certo, o PT sai mais unido e fortalecido”. ”Com enorme capacidade de liderança, articulação política e social, e um carisma do tamanho do seu sorriso, Denice tem a cara, a voz e o coração do PT e de Salvador. Parabéns e boa sorte, companheira!”, completou Eden.
Bahia.ba

Brasil - Moro diz ser alvo de 'fake news nas redes e no WhatsApp'




Moro diz ser alvo de 'campanha de fake news nas redes e no WhatsApp'

“Tenho visto uma campanha de fake News nas redes sociais e em grupos de whatsapp para me desqualificar”, afirmou, neste domingo, 26, o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. "Não me preocupo; já passei por isso durante e depois da Lava Jato. Verdade acima de tudo. Fazer a coisa certa acima de todos", disse.
O ministro tem sido ativo nas redes sociais desde que deixou o governo, e reiterado acusações e críticas ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido). No sábado, 25, Moro compartilhou uma campanha do Ministério da Justiça. “Faça a coisa certa, pelos motivos certos e do jeito certo” foi o lema de campanha de integridade que fizemos logo no início no MJSP”, afirmou.
Em seguida, no mesmo dia, foi a vez de Bolsonaro dizer, em seu Twitter: "A Vaza Jato começou em junho de 2019. Foram vazamentos sistemáticos de conversas de Sérgio Moro com membros do MPF. Buscavam anular processos e acabar com a reputação do ex-juiz. Em julho, PT e PDT pediram prisão dele. Em setembro, cobravam o STF. Bolsonaro, no desfile, fez isso", diz a mensagem, que acompanha uma imagem do presidente ao lado de Moro".
Moro respondeu. "Sobre reclamação na rede social do Sr. Presidente quanto à suposta ingratidão: também apoiei o PR quando ele foi injustamente atacado. Mas preservar a PF de interferência política é uma questão institucional, de Estado de Direito, e não de relacionamento pessoal".
Ao anunciar a saída do cargo, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, acusou na sexta-feira, 24, o presidente Jair Bolsonaro de tentar interferir politicamente no comando da Polícia Federal para obter acesso a informações sigilosas e relatórios de inteligência. "O presidente me quer fora do cargo", disse Moro, ao deixar claro que a saída foi motivada por decisão de Bolsonaro.
Em seguida, o ex-ministro da Justiça exibiu mensagens que, segundo ele, demonstram a pressão do presidente para a troca de Valeixo. No conteúdo gravado no WhatsApp, o presidente mostra uma notícia sobre investigações contra deputados aliados para exigir a troca do diretor-geral da PF.
Moro também exibiu uma conversa com a deputada federal Carla Zambelli, em que ela pede para que o ministro aceite uma vaga no STF em setembro, e também a troca na PF, pelo diretor da Abin. "Vá em setembro para o STF. Eu me comprometo a ajudar. A fazer o JB prometer".
"Prezada, não estou à venda", respondeu Moro.

Bastidores do Poder

Brasil - Após Moro sair, crise no governo pressiona Guedes



Após Moro sair, crise no governo pressiona Guedes - Portal Projeta

Considerado nos bastidores a "bola da vez" da fritura no governo, o ministro da Economia, Paulo Guedes, entrou em atrito com colegas na Esplanada e expôs sua contrariedade com o plano econômico anunciado na semana passada para o período pós-pandemia do coronavírus. Em conversa ríspida com o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, no Palácio do Planalto, acusou o ex-auxiliar de atrapalhar a atuação do Banco Central na crise e na política de juros. O diálogo foi trocado quando os dois ministros, agora desafetos, se encontraram para o pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro, na sexta-feira, depois da demissão de Sérgio Moro do Ministério da Justiça e da Segurança Pública. A desavença envolvendo o outro "superministro" do governo coloca mais lenha na fogueira da crise política que o presidente enfrenta.
Depois de Luiz Henrique Mandetta, demitido da Saúde, e de Moro, Guedes entrou no processo de "fritura" deflagrado por uma ala do governo por insistir no discurso de manutenção da sua política de ajuste fiscal. O presidente, como mostrou o jornal O Estado de S. Paulo, está disposto a dar um "cavalo de pau" no seu governo e aposta no Plano Pró-Brasil, baseado em obras e investimentos com dinheiro público, para recuperar o País na fase pós-pandemia. Essa mudança de rumo envolve ainda a aproximação com parlamentares do Centrão, bloco informal do Congresso que não gosta de Guedes e defende o aumento dos gastos públicos.
Nos bastidores, a área econômica vê uma articulação de Marinho com parlamentares para colocar em Guedes o carimbo de insensível com os pobres. O ministro da Economia tem rebatido as críticas ao dizer a interlocutores que partiu dele próprio a ideia de criação do auxílio emergencial aos trabalhadores informais, combinando com presidente para subir o valor e chegar aos R$ 600. As especulações no mercado sobre uma possível saída de Guedes aumentaram após as demissões de Mandetta e de Moro terem sido motivadas pela interferência do presidente nas duas pastas. A pergunta que agora se faz no meio político é se Guedes vai aceitar uma ingerência de Bolsonaro em suas ações. Os dois ex-colegas de Esplanada não aceitaram.
Apesar da pressão, o ministro tem dito a interlocutores que não há nenhuma intenção de deixar o cargo, mas também não pretende mudar sua política econômica de aumento dos investimentos via iniciativa privada.
Contraponto:
Auxiliares diretos de Bolsonaro reclamam da "visão fiscalista" do Ministério da Economia e da falta de um contraponto econômico dentro do governo, como havia antes da criação do superministério sob a alçada de Guedes. Após tomar as rédeas da negociação com o Congresso na reforma da Previdência, no ano passado, quando ainda assessorava Guedes, Marinho ganhou a confiança de Bolsonaro. Alçado a ministro, passou a fazer parte de um núcleo de conselheiros mais próximos do presidente.
No encontro de sexta-feira no Planalto, Marinho tentou uma conversa com Guedes, sem sucesso. Segundo apurou o Estado, o ministro da Economia disse ao ex-auxiliar que só conversa com ele no "fórum que ele escolheu", ou seja, em reuniões ministeriais. "Não tenho nada para conversar com você", avisou o ministro. Marinho não foi para o embate.
O ministro da Economia chegou a citar que chamaria o presidente do BC, Roberto Campos Neto, também presente no pronunciamento de Bolsonaro, para mostrar o "estrago" que o Plano Pró-Brasil, anunciado sem a equipe econômica, fez no mercado e no valor das empresas brasileiras, trazendo incertezas para o futuro da economia. No dia do lançamento do plano, o dólar subiu, os juros a longo prazo abriram em alta e a Bolsa caiu. Guedes e sua equipe batizaram, internamente, o plano Pró-Brasil de "PAC do Marinho", numa referência ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) de obras públicas dos governos do PT.
O ministro afirmou a auxiliares que Marinho foi o articulador do programa e foi chamando "um a um" os ministros para comprarem a ideia e emplacar uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) "fura teto de gastos", a regra fiscal que o impede o crescimento das despesas acima da inflação. A interlocutores, o Marinho negou que Guedes tenha falado na sua frente sobre BC e nega o rompimento.
A expectativa em parte do governo é de que haverá uma convergência de ideias em torno da necessidade dos investimentos públicos para a retomada econômica após a crise, o que está sendo feito no mundo todo devido ao aumento da aversão ao risco. O maior exemplo, na avaliação dos defensores desse quadro, é decisão da Boeing de desistir de comprar a Embraer.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

quinta-feira, 23 de abril de 2020

10 detalhes que você precisa saber sobre cuidados com a Covid-19



Coronavírus (Covid-19): O que os pais precisam saber – ONU Brasil

O momento é de divulgar informação segura para que todos possam agir com tranquilidade e segurança, evitando a propagação do Coronavírus.
Acompanhe a seguir algumas dicas:

1.       O vírus entra no organismo pelos olhos, nariz e boca.
2.       É fundamental evitar os abraços, mas não a demonstração de carinho com os olhos e outras formas de expressão. Seja criativo para demonstrar afeto.
3.       O isolamento social é provisório e necessário para reduzir a propagação do vírus.
4.       Lave as mãos várias vezes ao dia e o uso do álcool gel é para sujeiras não visíveis. Lave antes e depois de ir ao banheiro, quando for manusear alimentos etc. Procedimentos que devem ser habituais e não só para este momento.
5.       Use lenços descartáveis para espirros, tosse etc. O que também deveria ser um hábito diário.
6.       Fique atento à tosse, espirro, dor de garganta e algum problema gastrointestinal.
7.       Ao longo do tempo o próprio organismo vai criar recursos para se proteger.
8.       Um maior número de vírus no organismo faz aumentar os sintomas no organismo.
9.       Evite aglomerações e atenda as orientações das autoridades.
10.   Para os equipamentos que são usados com muita frequência, como celulares, tablets e computadores a limpeza não deve ser feita com álcool gel, porque existem produtos específicos para esse tipo de limpeza, por exemplo, o limpa telas ou similares. 


24 de abril - Dia Nacional de Libras




24 de abril: Dia Nacional de Libras

Nesta sexta-feira, dia 24 de abril, celebra-se o Dia Nacional de Libras (Língua Brasileira de Sinais), meio de comunicação utilizado pelas comunidades surdas no país. De acordo com estudos do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), quase 10 milhões de pessoas no Brasil apresentam algum grau de deficiência auditiva.
Formado por gestos, sinais e expressões, o sistema possui natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria. No Brasil, a Libras foi reconhecida como forma legal de comunicação pela Lei federal n°10.436 de 2002 e, depois, regulamentada pelo decreto nº 10.436 de 2005, que incluiu, dentre suas determinações, a inserção da língua como disciplina obrigatória nos cursos de formações de professores para o exercício do magistério, em nível médio e superior.
A data comemorativa foi instituída, principalmente, como uma maneira de destacar as dificuldades em acessibilidade enfrentadas por esses cidadãos, que encontram obstáculos desde a socialização ao mercado de trabalho.

Roberto Carlos comandará live especial no Dia das Mães



Roberto Carlos diz ser fã de O Outro Lado do Paraíso e emplaca ...
Roberto Carlos anunciou nesta quinta-feira (23) que comandará uma live especial no Dia das Mães, celebrado no próximo dia 10 de maio. Será o segundo show virtual do cantor durante o isolamento social - a primeira transmissão aconteceu no dia 19 de abril. Segundo comunicado, o espetáculo "atende a centenas de milhares de pedidos dos fãs".
"Pela primeira vez na história as mães estão longe dos filhos e netos, por conta da quarentena. A live marcada para o dia 10 de maio irá unir a família em torno do programa e desta forma RC presenteará todas as mamães com a canção 'Lady Laura' (música feita para a mãe de Roberto) e outros grandes sucessos", disse o comunicado divulgado pela assessoria de imprensa do artista.
Ainda não foram divulgados horários e detalhes sobre como será a live - por exemplo, se terá transmissão na TV Globo ou no Globoplay, como aconteceu na primeira vez. De acordo com a assessoria de Roberto Carlos, as informações serão divulgadas na próxima semana.

Correio 24 Horas

Wenceslau Guimarães – Atenção servidores públicos municipais




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