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quarta-feira, 22 de abril de 2020

Bolsonaro quer colocar pastor da Igreja Universal no lugar de Maia




Bolsonaro quer substituir Maia por pastor da igreja de Edir Macedo ...

A estratégia do presidente Jair Bolsonaro para formar uma base de sustentação parlamentar passa pela eleição para o comando da Câmara, hoje nas mãos de Rodrigo Maia (DEM-RJ), seu desafeto. Ao tentar atrair o Centrão com a oferta de cargos - que vão de diretorias do Banco do Nordeste a secretarias em ministérios -, Bolsonaro também procura construir uma candidatura à sucessão de Maia.
Nos bastidores, o presidente se movimenta para impulsionar a campanha do deputado Marcos Pereira (SP) (foto) nessa disputa, marcada para fevereiro de 2021. Vice-presidente da Câmara, Pereira comanda o Republicanos, partido que recentemente abrigou o senador Flávio Bolsonaro e o vereador Carlos Bolsonaro, ambos do Rio. Os dois se filiaram temporariamente, enquanto o Aliança pelo Brasil não consegue as assinaturas suficientes para sair do papel.
Pastor licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus, Pereira é um dos postulantes do Centrão ao comando da Câmara. A bancada evangélica leva hoje o título de principal avalista de Bolsonaro no Congresso. Outro candidato que conta com a simpatia do presidente é o deputado Arthur Lira (AL), líder do PP e réu em processo por corrupção passiva. A ideia de Bolsonaro é observar, mais adiante, qual dos dois será fiel a seu projeto e terá mais viabilidade.
Maia e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), não poderão concorrer à reeleição, se não houver mudanças de regras. Motivo: a Constituição impede que os presidentes da Câmara e do Senado sejam reconduzidos aos cargos na mesma legislatura. Antes da crise do coronavírus, no entanto, havia uma articulação nesse sentido, principalmente por parte de Alcolumbre, que encomendou até parecer jurídico. Bolsonaro, por sua vez, está convencido de que precisa construir uma alternativa a Maia. Cabe ao presidente da Câmara autorizar ou não a tramitação de qualquer pedido de impeachment na Casa.
Cargos:
Em outra frente para buscar apoio, o Planalto decidiu apressar a entrega de cargos a partidos do Centrão, como mostrou o Estado. Bolsonaro impôs, porém, um filtro: os indicados não podem ter trabalhado em administrações do PT. Além disso, o Planalto vai monitorar as redes sociais de todos.
O DEM perderá o comando da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e da Parnaíba (Codevasf), que deve ser entregue ao PP de Lira e do senador Ciro Nogueira (PI). Pelo acerto dos últimos dias, o PL de Valdemar Costa Neto ficará com o Banco do Nordeste. O governo também prometeu ao partido de Valdemar a Secretaria Nacional de Vigilância Sanitária, cargo que formula estratégias de combate ao coronavírus. O Republicanos, por sua vez, poderá ocupar uma secretaria no Ministério do Desenvolvimento Regional. Pereira foi ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços na gestão de Michel Temer.
Bolsonaro fará nova rodada de conversas nos próximos dias. Nesta quarta-feira, ele receberá o deputado Baleia Rossi (SP), presidente do MDB. Amanhã a audiência será com o prefeito de Salvador, ACM Neto, que dirige o DEM.
No domingo, porém, ao participar de manifestação que defendia o fechamento do Congresso e do Supremo Tribunal Federal, o presidente atacou o que chamou de velha política. "Nós não queremos negociar nada. Nós queremos ação pelo Brasil", disse ele, em cima da caçamba de uma caminhonete, diante do Quartel-General do Exército.
Para o deputado Efraim Filho (PB), líder do DEM na Câmara, as divergências devem ser arquivadas neste momento. "Falar em intervenção militar, por um lado, e impeachment, por outro, é um desserviço para o Brasil. Já temos crise de saúde, crise econômica e uma nova crise política não seria bem-vinda", afirmou. "Precisamos de um pacto de união nacional para enfrentar a covid-19. Não é hora de disputa política nem de discursos agressivos", avaliou Baleia.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Senado aprova PL que amplia beneficiários do auxílio emergencial




Ampliação do auxílio emergencial para mais trabalhadores será ...

O Plenário do Senado Federal, em sessão remota, aprovou por unanimidade (81 votos) o texto substitutivo do PL 873/2020, que amplia o auxílio emergencial de R$ 600 previsto na Lei nº 13.982/2020 para categorias de trabalhadores ainda não contempladas e que tenham perdido renda em função da pandemia do novo coronavírus.
Com a decisão, o Congresso Nacional incluiu mais de vinte categorias na lista do benefício, entre eles extrativistas, assentados da reforma agrária, artesãos, profissionais da beleza (como cabeleireiros), ambulantes que comercializem alimentos, diaristas, garçons, motoristas de aplicativos, taxistas e catadores de recicláveis.
O texto aprovado proíbe que instituições financeiras façam descontos ou compensações sobre o valor do auxílio emergencial, mesmo que o beneficiário esteja em débito com a Caixa Econômica Federal ou outra instituição responsável pelo pagamento do auxílio.
O substitutivo proíbe a recusa de concessão do auxílio emergencial a trabalhador civilmente identificado sem CPF ou título de eleitor regularizado e estabelece, também, mecanismos de regularização do CPF.
O projeto original é do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e foi aprovado na casa por unanimidade. A proposta foi alterada na Câmara dos Deputados e, por isso, o texto substitutivo teve que voltar à apreciação do Senado. Com a nova votação no Senado, o projeto agora deve ser sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro.

*Com informações da Agência Senado


TSE suspende cancelamento de 2,5 milhões de títulos eleitorais




TSE suspende cancelamento de 2,5 milhões de títulos eleitorais ...

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu hoje (22) suspender o cancelamento de 2,5 milhões de títulos de eleitores que não compareceram ao processo de revisão biométrica. A suspensão ocorreu devido ao período de isolamento provocado pela pandemia do novo coronavírus. Com a medida, os eleitores estarão aptos a votar nas eleições de outubro. 
Segundo o TSE, a suspensão do cancelamento ocorreu em 11 estados. Os eleitores que estavam com pendências no documento deverão resolvê-las após as eleições. 
O primeiro turno será realizado no dia 4 de outubro. Cerca de 146 milhões de eleitores estarão aptos a votar para eleger prefeitos, vice-prefeitos e vereadores nos 5.568 municípios do país.

Edição: Bruna Saniele/Agencia Brasil


Como aconteceu o “Descobrimento” do Brasil – Parte l




Como aconteceu o descobrimento do Brasil?

O Descobrimento do Brasil foi o resultado de diversas expedições marítimas realizadas pelos navegadores portugueses.
Quando chegaram aqui as treze caravelas lideradas por Pedro Álvares Cabral, eles acreditaram que era grande monte.
Depois de algumas excursões acharam que se tratava de uma ilha e só mais tarde descobriram que, na verdade, estavam em um novo continente.
Portugal X Espanha:
O contexto da época do Descobrimento do Brasil era as Grandes Navegações e Descobrimentos Marítimos. Nos séculos XV e XVI, Portugal e Espanha se lançaram ao mar, com o fim de buscar novas terras e metais preciosos.
Portugal foi o pioneiro nas grandes viagens marítimas, pois estava voltado para o Atlântico e, portanto, desfrutava de posição privilegiada.
Além disso, havia ali um centro de estudos de navegação, com o intuito de se reunirem navegadores, cosmógrafos, cartógrafos, mercadores e aventureiros.
Os principais feitos portugueses que antecederam o descobrimento do Brasil foram:
  • 1415 – chega à ilha de Ceuta, no Norte da África.
  • 1419 – ocupa o arquipélago dos Açores.
  • 1434 – dobra o cabo do bojador.
  • 1444 – descobre o arquipélago de Cabo Verde.
  • 1488 – Bartolomeu Dias dobra o Cabo da Boa Esperança.
  • 1498 – Vasco da Gama atinge Calicute, na costa oeste da Índia.
Apesar do pioneirismo português, a Espanha, logo no início de sua aventura marítima, descobriu a América com Cristóvão Colombo.
A expedição de Cabral:
Na esquadra que aportou no Brasil havia experientes navegadores, além disso uma numerosa tripulação.
Na verdade eles queriam era chegar às Índias para negociar tratados comerciais, em virtude do sucesso da viagem feita por Vasco da Gama (1498).
As caravelas saíram do Rio Tejo, em Lisboa, no dia 9 de março de 1500, visto que levavam mantimentos para mais de dezoito meses.
Eram treze embarcações com 1400 homens a bordo, que fariam o Descobrimento do Brasil. Tudo estava sob o comando de Pedro Álvares Cabral, já que tinha como destino as Índias.
Pouco antes da partida, foi rezada uma missa no Mosteiro de Belém, sendo benzida uma bandeira com as armas do reino. O próprio rei a entregou nas mãos a Cabral.
No dia 22 de março os navegantes contornaram a Ilha de Cabo Verde e seguiram para Oeste, atravessando o Oceano Atlântico.
A comunicação entre os navios era feita por disparos de canhão e isso evitava que se perdessem uns dos outros.

Continua a seguir...

Como aconteceu o “Descobrimento” do Brasil – Parte ll


O Descobrimento do Brasil ocorreu na época das Grandes Navegações


O Dia do Descobrimento:
A esquadra de Cabral navegou por aproximadamente 3600 quilômetros em um mês e encontrou os primeiros sinais de terra.
No dia 22 de abril de 1500, chegaram ao Brasil as caravelas portuguesas, ao sul do atual litoral baiano, no local chamado de Porto Seguro.
No início eles acreditaram que se tratava de um grande monte, sendo que o chamaram de Monte Pascoal.
E no dia 26 de abril foi celebrada por Frei Henrique de Coimbra a primeira missa no Brasil.
Pero Vaz de Caminha redige então uma carta ao rei Dom Manoel relatando o descobrimento das terras. Cabral determina então que um dos navios retorne a Portugal com a notícia.
Depois que deixou as terras recém-descobertas, Cabral seguiu em direção à Índia.
Como havia dúvida se a terra descoberta se tratava de um continente ou de uma grande ilha, alterou o nome para Ilha de Vera Cruz.
Com a exploração realizada por outras expedições portuguesas, descobriram que era um continente. A nova terra então passou a ser chamada de Terra de Santa Cruz.
Apenas com a descoberta do pau-brasil em 1511, o local passou a ser chamada de Brasil.
O Descobrimento do Brasil aconteceu no período das grandes navegações, época em que Portugal e Espanha exploravam o oceano em busca de novas terras.
Um pouco antes da descoberta do Brasil, Cristóvão Colombo, navegando pela Espanha, havia chegado à América (1492).
De acordo com este acordo, seriam de Portugal as terras recém-descobertas a leste da linha imaginária. Essa linha era de 370 léguas a Oeste das ilhas de Cabo Verde.
À Espanha tocariam as terras a oeste desta linha.
Após o Descobrimento do Brasil, Portugal continuava dando prioridade ao comércio com as Índias.
É que as especiarias que os portugueses compravam lá valiam muito no comércio da Europa. Eram cravo, pimenta, canela, noz-moscada, gengibre etc.
No Brasil, Portugal só se empenhava no extrativismo do pau-brasil, madeira que produzia uma tinta vermelha que tinha valor comercial.
Apenas a partir de 1530, com a expedição organizada por Martin Afonso de Souza, Portugal iniciou a colonização da nova terra.
Você sabia?
O Brasil foi descoberto numa quarta-feira.
Quando os portugueses aportaram, os índios, em vez de atacarem, recepcionaram os desbravadores com uma dança.
O nome Brasil é mais antigo que a árvore pau-brasil. Provém da palavra celta bress, origem do inglês bless, que quer dizer abençoar.
Você curtiu conhecer um pouco mais sobre a história do nosso descobrimento? Então não deixe de ler também sobre como o Brasil se tornou uma colônia de povoamento.


terça-feira, 21 de abril de 2020

Gandu – Deputado federal Marcelo Nilo será entrevistado nesta quarta-feira no Crítica e Autocrítica da Gandu FM e TV Gandu




Polícia Federal faz operação contra deputado estadual Marcelo Nilo ...

Nesta quarta-feira (22), durante o programa Crítica e Autocrítica, o deputado federal Marcelo Nilo (PSB), estará concedendo uma entrevista ao comunicador Luiz Fernando, que por sua vez deverá formular perguntas a respeito da crise enfrentada pelos brasileiros, devido a pandemia da Covid-19, além de assuntos relacionados à política baiana.
Além da entrevista com o nobre parlamentar federal, outras informações importantes também serão trazidas, a exemplo de noticias atualizadas do ganduense que está desaparecido no centro oeste do Brasil e novidades no site da emissora.
É importante que os ouvintes possam está atentos, para tirar suas dúvidas além de ficarem muito bem informados (as).


ACM Neto dispara contra incrédulos e políticos que ficam brigando em meio à pandemia




ACM Neto dispara contra incrédulos e políticos que ficam brigando ...

Durante entrevista coletiva online que anunciou a abertura de mais 39 leitos de terapia intensiva para a assistência às pessoas com a COVID-19 em Salvador, na manhã desta terça-feira (21/04), o prefeito ACM Neto criticou duramente as pessoas que insistem em promover aglomerações.
“Se quiser pegar o coronavírus é problema seu, mas não transmitam para outras pessoas”, desabou o gestor ao ser questionado e concordar com a opinião do secretário estadual de Saúde, Fábio Vilas-Boas. Também em tom de desabafo, o auxiliar do governador Rui Costa desafiou ontem os incrédulos, através das redes sociais: “Em meio à fase mais crítica da pandemia na Bahia, será que essas pessoas que pregam o relaxamento do isolamento social aceitam assinar um termo renunciando o acesso a leitos de UTI e ventilação mecânica para si, para seus pais e seus filhos???”, questionou Vilas-Boas.
ACM Neto lembrou que boa parte da população sofre com problemas respiratórios e podem ser contaminadas por essas pessoas. Reafirmou também que as medidas recomendadas pelos especialistas vão continuar, pois a prioridade são as vidas das pessoas. Neto anunciou que os governos municipal e estadual vão realizar “decretos conjuntos”, pois estão alinhados.
Na coletiva, o prefeito também não aliviou para os políticos que brigam em meio à pandemia e não priorizam os aspectos científicos. “Se depois que passar essa crise os políticos quiserem se matar, que se matem. Mas agora não. Agora é hora de união para enfrentar essa crise”, defendeu ACM Neto.

Informe Baiano

Brasil segue EUA e deixa de apoiar medida da ONU contra Covid-19




FOTOS: A visita de Jair Bolsonaro aos Estados Unidos | VEJA

A Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou, na noite desta segunda-feira (20), um acordo de cooperação internacional que visa garantir o acesso global a medicamentos, vacinas e equipamentos médicos para enfrentar a pandemia de coronavírus. Apenas Brasil, Estados Unidos e outros 12 países, entre os 193 membros da ONU, deixaram de patrocinar a resolução. Normalmente, os países votam as resoluções durante encontros promovidos pelo órgão. Devido à pandemia, a assembleia mudou as regras de votação e agora faz circular um rascunho do documento entre os estados-membros.
Se um único país apresentar objeções à resolução dentro do prazo de avaliação, ela é derrubada.Cada país pode endossar a proposta como patrocinador ou co-patrocinador. Países que não escolhem uma dessas opções mas também não apresentam objeções à resolução estão, em tese, apoiando o texto.Na prática, entretanto, deixar de expressar uma posição clara sobre a questão demonstra falta de entusiamo pela causa. Neste momento de pandemia de coronavírus, entretanto, de acordo com diplomatas ouvidos, a posição representa uma aceitação de mau grado. Folha apurou que esse foi o caso do Brasil.
O texto da resolução, apresentada à Assembleia Geral pelo governo do México, "reafirma o papel fundamental" da ONU na coordenação de uma resposta global à pandemia e "reconhece o papel de liderança crucial desempenhado pela Organização Mundial da Saúde".Os EUA sob a liderança de Donald Trump têm chocado com a OMS durante a pandemia. Na semana passada, o presidente americano suspendeu os repasses feitos pelo país à instituição. Na ocasião, o líder do país que hoje lidera o ranking em número de casos e de mortes causadas pelo coronavírus disse que o órgão "falhou em seu dever básico e deve ser responsabilizada".Trump disse ainda que a organização promoveu desinformação criada pela China sobre o vírus -o que, segundo o republicano, provavelmente levou a um surto maior do que o previsto.
Endossar neste momento a resolução da ONU seria, então, uma medida contraditória.Apesar de os EUA não terem apresentado objeções à resolução adotada nesta segunda, a Folha apurou que o país buscou uma articulação com outros estados-membros para não ser o único a deixar de endossar a resolução.O Brasil foi um dos convocados para aderir a essa coalizão. A Venezuela, os EUA e o Brasil são os únicos países das Américas a não patrocinar o projeto.O presidente Jair Bolsonaro também já teve rusgas com a OMS. Em março, ele tirou de contexto fala do diretor-geral da organização, afirmando que Tedros Adhanom Ghebreyesu tinha voltado atrás em suas posições e defendido que as pessoas "têm que trabalhar", contrariando assim as recomendações de distanciamento social.
A frase completa de Tedros, na ocasião, foi: "Cada indivíduo é importante, cada indivíduo é afetado pelas nossas ações. Qualquer país pode ter trabalhadores que precisam trabalhar para ter o pão de cada dia. Isso precisa ser levado em conta".O alinhamento entre Brasil e Estados Unidos frente à resolução da ONU por cooperação internacional é mais um dos episódios em que as posturas de Bolsonaro e Trump em relação ao coronavírus apresentam semelhanças.Ambos estão em conflito com governadores estaduais, defendem a reabertura da economia em um prazo que especialistas apontam como prematuro e perigoso e minimizaram a gravidade da pandemia em suas primeiras semanas - Bolsonaro continua nesta toada.
Procurado pela Folha, o Ministério das Relações Exteriores disse que o Brasil se "uniu ao consenso" dos demais estados-membros para demonstrar apoio ao texto apresentado."Informamos que a referida resolução foi aprovada por procedimento silencioso, sem objeção da delegação brasileira, que acompanhou o consenso dos demais países", disse, em nota, o Itamaraty.
Além de Brasil e EUA, Austrália, Coreia do Norte, Eslovênia, Gabão, Hungria, Irã, Paquistão, República Democrática do Congo, Romênia, Rússia, Somália e Venezuela também não patrocinaram a resolução da ONU. Nenhum dos países apresentou objeções ao projeto.

Poder & Política

Brasil tem 43 mil casos de coronavírus e 2,7 mil mortes registradas




Brasil tem 43 mil casos de coronavírus e 2,7 mil mortes ...

O Ministério da Saúde divulgou hoje (21) novos números sobre a pandemia do novo coronavírus (covid-19) no país. De acordo com levantamento diário feito pela pasta, o Brasil tem 43.079 casos confirmados da doença e 2.741 mortes foram registradas. A taxa de letalidade está em 6,4%. Nas últimas 24 horas, o ministério registrou 2.498 novos casos e 166 mortes.
A Região Sudeste registra 23.133 (53,7%) casos confirmados da doença. Em seguida, aparecem as regiões Nordeste, com 10.868 (25,2%); Norte, com 4.431 (10,3%); Sul, com 2.991 (6,9%), e Centro-Oeste, com 1.656 (3,8%).
Em 11 de março, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou situação de pandemia de coronavírus em todos os países. O termo é usado quando uma epidemia – grande surto que afeta uma região – se espalha por diferentes continentes com transmissão sustentada de pessoa para pessoa.

Divulgação/ Ministério da Saúde
Edição: Fábio Massalli/Agencia Brasil


Quem tem auxílio emergencial negado pode fazer nova solicitação




Quem tem auxílio emergencial negado pode fazer nova solicitação ...

O cidadão que tiver o auxílio emergencial de R$ 600,00 negado pode agora contestar o resultado da análise e pedir novamente o benefício diretamente pelo aplicativo ou site do programa. A atualização nas plataformas foi feita a partir desta segunda-feira (20), informou a Caixa Econômica Federal.
No aplicativo ou no site, quem receber o aviso de “benefício não aprovado” pode verificar o motivo e fazer uma contestação. Se o aviso for de “dados inconclusivos”, o solicitante pode fazer logo a correção das informações e entrar com nova solicitação, de acordo com a Caixa.
A responsável por informar o motivo do auxílio emergencial não ter sido aprovado é a Dataprev, estatal federal de tecnologia que analisa os dados informados pelo solicitante. O resultado é depois homologado pelo Ministério da Cidadania.
Para ter direito ao auxílio é preciso atender aos critérios estabelecidos pela legislação, como não ter emprego formal, não receber outro benefício do governo (com exceção do Bolsa Família), não ter renda familiar mensal maior que  R$ 3.135,00 ou R$ 522,50 per capita (por pessoa), entre outros. As condições completas são descritas no site do programa.
Segundo a Caixa, responsável pelos pagamentos, as principais inconsistências nos dados informados pelos solicitantes são:

Marcação como chefe de família sem indicação de nenhum membro;
• falta de inserção da informação de sexo;
• inserção incorreta de dados de membro da família, tais como CPF e data de nascimento;
• divergência de cadastramento entre membros da mesma família;
• inclusão de alguma pessoa da família com indicativo de óbito.

Os trabalhadores informais que possuem Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, o CadÚnico, têm sua elegibilidade para receber o auxílio emergencial analisada automaticamente pela Dataprev.
Nesse caso, se tiver o auxílio negado mesmo acreditando ter direito ao benefício, o trabalhador também pode recorrer diretamente no aplicativo do auxílio emergencial ou no site do programa, informou a Caixa.

Edição: Aline Leal/Agencia Brasil