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quarta-feira, 22 de maio de 2019

Maia diz que não aceitará ataques do governo contra Legislativo



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Após ter rompido publicamente com o líder do governo na Câmara, major Vitor Hugo (PSL-GO), por críticas que teriam sido feitas por ele ao Congresso, o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que não irá mais aceitar um tratamento desrespeitoso por parte de representantes do governo em relação ao Legislativo. Maia evitou responsabilizar o presidente Jair Bolsonaro pelo comportamento, mas disse que ele dá "sinais trocados".
Sobre o episódio com o líder do governo, Maia afirmou não ter ficado "zangado com ninguém", mas voltou a dizer que uma charge compartilhada por Vitor Hugo há cerca de dois meses no grupo de Whatsapp do PSL, atacou a Câmara institucionalmente e foi "desrespeitosa". A mensagem associava a negociação do governo com o Congresso a sacos de dinheiro. Maia teve acesso à sátira.
"A publicação é desrespeitosa, mas não foi só ele. Tem secretários de alguns ministérios que também postaram e nós não vamos aceitar esse tipo de tratamento de alguns membros do poder Executivo e seus representantes em relação ao poder Legislativo", disse.
Vitor Hugo, porém, afirmou que a intenção da charge não era ser um ataque ao Parlamento, mas sim, uma forma de chamar atenção sobre a percepção que a sociedade tem do deputados e senadores. "A minha exortação no grupo do PSL era para que a gente conseguisse mudar a percepção da sociedade em torno de nós parlamentares. Parte da população brasileira só acredita que há diálogo com emendas ou dinheiro envolvido. A existência da charge expressa o que uma parte da população pensa sobre o Congresso", explicou.

Bastidores do Poder


Governo usa reserva e evita novo contingenciamento em ministérios




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A equipe econômica usou parte de uma reserva de emergência criada no fim de março para evitar um novo contingenciamento (corte) no Orçamento. Segundo o Relatório Bimestral de Receitas e Despesas, divulgado hoje (22) pelo Ministério da Economia, o governo decidiu usar R$ 1,64 bilhão da reserva para recompor as verbas dos Ministérios da Educação (MEC) e do Meio Ambiente (MMA).
O MEC receberá R$ 1,588 bilhão. O MMA, R$ 56,6 milhões. O governo decidiu queimar ainda R$ 2,167 bilhões da reserva para evitar contingenciamentos adicionais em outros órgãos do Executivo.
Com a medida, a reserva de emergência foi reduzida para R$ 1,562 bilhão. Essa será a gordura que o governo terá para evitar um contingenciamento adicional no Orçamento no próximo relatório, no fim de julho.
Originalmente, o governo teria de cortar R$ 2,181 bilhões do Orçamento por causa da revisão para baixo do crescimento da economia. Ao queimar as reservas, no entanto, o governo evitou o bloqueio no Poder Executivo. Apenas os Poderes Legislativo, Judiciário, do Ministério Público e da Defensoria Pública da União sofrerão bloqueio de verbas, totalizando R$ 14,62 milhões.
Enviado a cada dois meses ao Congresso Nacional, o Relatório Bimestral de Receitas e Despesas orienta a execução do Orçamento Geral da União com base na revisão dos parâmetros econômicos e das receitas da União. Caso as receitas caiam, o governo tem de fazer novos bloqueios para cumprir a meta de déficit primário – resultado negativo nas contas do governo sem os juros da dívida pública – de R$ 139 bilhões para este ano.
A previsão para o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos) caiu de 2,2% para 1,6% em relação ao relatório anterior, divulgado em março. A estimativa para a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) saltou de 3,8% para 4,1% em 2019.
Também contribuiu para evitar novos contingenciamentos a revisão da projeção de receitas. A equipe econômica revisou as receitas para cima em R$ 711,3 milhões, graças a receitas extraordinárias, como royalties de petróleo (+ R$ 3,582 bilhões), dividendos de estatais para a União (+ 1,656 bilhão) e concessões para a iniciativa privada (+ R$ 286,7 milhões).
No caso dos royalties, a valorização da cotação internacional do petróleo e o pagamento de uma dívida da Petrobras com a União foram os principais responsáveis pela alta nas projeções. Os ganhos com as receitas extraordinárias ajudou a compensar a queda da arrecadação de tributos, estimada em R$ 5,459 bilhões.
O contingenciamento adicional no Poder Executivo também foi evitado porque o governo revisou em R$ 1,222 bilhão para baixo gastos obrigatórios, dos quais se destacam as despesas com pessoal e encargos sociais (- R$ 1,148 bilhão) e os gastos com a Previdência Social (-R$ 1 bilhão) e subsídios e subvenções (- R$ 555,1 milhões). Outras despesas obrigatórias foram revisadas para cima, fazendo a estimativa total das despesas obrigatórias cair R$ 1,222 bilhão em relação ao relatório anterior.
Edição: Valéria Aguiar/Agencia Brasil


STF abre exceções para fornecimento pelo SUS de remédio sem registro



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Por 9 votos a 1, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (22) que, apesar de ser proibido o fornecimento de remédios sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), é possível que, em casos excepcionais, a Justiça determine o fornecimento do medicamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), uma vez observadas algumas condicionantes.
Os ministros concederam parcialmente o recurso de uma paciente de Minas Gerais que buscava reverter decisão da Justiça estadual segundo a qual o Poder Público, em nenhuma hipótese, teria a obrigação de fornecer gratuitamente um medicamento sem registro pela Anvisa.
Prevaleceu o entendimento do ministro Luís Roberto Barroso no caso. Ele confirmou a proibição de o Poder Público fornecer medicamentos sem registro pela Anvisa, mas ressalvou que, em casos excepcionais, como os das doenças raras e ultrarraras, por exemplo, o cidadão pode pleitear na Justiça que o SUS pague pelo tratamento com tais remédios. A decisão final serve para todos os casos judiciais do tipo, sob os efeitos da chamada repercussão geral.

Agencia Brasil

terça-feira, 21 de maio de 2019

Gandu – 21º São João Antecipado do Falhado, vai movimentar o próximo final de semana




Gandu – Mães de Água Preta recebem linda homenagem





Na ultima sexta-feira [17], a secretaria da educação do município em parceria com vereadores e comercio comerciantes, promoveu uma grande festa para as mães do Povoado de Novo Horizonte [Água Preta].
De início, o evento seria dedicado as mães dos alunos [as] das escolas, Padre Vieira e Centro Comunitário Vera Lúcia, que tem o comando do competente professor Marcelo Pinheiro e equipe. Mas, para prestigiar a todas rainhas da localidade, o convite foi estendido a todas sem excessão.
Além do secretário da educação, professor Wendell Leite, estiveram presentes, os vereadores, Bozó [PHS], Uziel [PROS], Bilisco [PTB] e Gil Calheira [PSC] e o vice-prefeito Jojó da Farmácia [Dem], que representou o prefeito Leonardo Cardoso [PP], que se encontrava em uma missão oficial do município.
A programação iniciou com uma apresentação de alunos e alunas das escolas locais em homenagem as suas mães. Na sequencia, foram apresentada em um telão, lindas mensagens em forma de canções que emocionaram a todo público presente.
Além de belas homenagens, cada mãe presente receberam uma presente das mãos das autoridades persentes ao evento e se deliciaram com um cardápio variado para encerrar uma noite inesquecível com chave de ouro.

Itamari - Caminhada marca o dia nacional de combate a hipertensão.



A imagem pode conter: 1 pessoa, sorrindo, em pé e atividades ao ar livre

O Núcleo de Apoio a Saúde da Família , NASF , do Município de Itamari, realizou mais uma atividade especial com o Grupo Hiperdia. Desta vez , os componentes do grupo , fizeram uma caminhada em torno da quadra poliesportiva e diversas atividades.
As ações foram coordenadas pela Educadora Física , Jeane Braga. Figuras importantes estiveram presentes , a exemplo do Secretário Municipal de Saúde, Pedro Vieira.
A hipertensão, na grande maioria dos casos, não tem cura, mas pode ser controlada. Nem sempre o tratamento significa o uso de medicamentos, sendo imprescindível a adoção de um estilo de vida mais saudável, como mudança de hábitos alimentares, redução do consumo de sal, atividade física regular, não fumar, consumo de álcool com moderação, entre outros.

Prefeitura Municipal de Itamari
Trabalhando por Você!


Cidadania - CNS e CGU abrem inscrições para curso online de Participação e Controle Social




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Conselheiros nacionais, estaduais, distritais e municipais de saúde já podem fazer inscrições para as novas turmas do curso Participação e Controle Social. Para participar, é necessário preencher o formulário online até 30 de maio. As turmas se iniciam no dia 3 de junho, na modalidade Ensino à Distância (EaD).

O curso é realizado pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS), por meio da Comissão Intersetorial de Orçamento e Financiamento (Cofin), em parceria com a Controladoria Geral da União (CGU), a Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz), a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) e a Controladoria Geral do Estado de Minas Gerais (CGE-MG).

Faça a inscrição para o curso de Participação e Controle Social
Metodologia.

O curso está estruturado em dois módulos: o básico, que aborda, entre outros temas, a participação e controle social vinculados aos desafios da democracia participativa, acesso à informação, orçamento. Já o módulo temático aborda as questões de participação e controle social no âmbito do SUS, apresentando o conhecimento técnico necessário para a compreensão do orçamento e do financiamento da Saúde.

Cada módulo tem 20h/aula, sendo que o segundo módulo será oferecido para os participantes que obtiverem nota igual ou superior a 60. O objetivo é fortalecer a participação social como um dos principais elementos para a construção de mudanças no país.

Para isso, o curso busca favorecer a atuação conjunta de órgãos de controle, escolas de governo e sociedade civil para construção permanente de conhecimento técnico, no intuito de promover a capacitação continuada de conselheiros municipais, estaduais e distritais de Saúde.

Os participantes que obtiverem aprovação mínima de 60% receberão certificado de participação. O tempo para conclusão do curso é de sessenta dias. O curso Participação e Controle Social integra o projeto Saúde em Ação, desenvolvido pelo CNS e CGU, que foi reconhecido internacionalmente como uma das principais experiências de inovação social da América Latina.

O projeto visa promover uma integração entre o controle interno e o controle social de políticas públicas no país. Ele inclui os cursos de formação e participação do controle social para de conselheiros de saúde e a Plataforma Rede Conselhos SUS.

Enviado pela nossa amiga e conceituada leitora. Valéria Rocha [Gandu-Ba]


Toda quarta tem atendimento com Cardiologista na sua Clínica Torres






Dayane Pimentel diz que Bolsonaro não vende ilusão com proposta de Reforma da Previdência






"O governo do presidente Jair Bolsonaro não vende ilusão; pelo contrário, quer resgatar a esperança, ajustar as contas e mudar o rumo econômico", disse a presidente do PSL na Bahia, deputado federal Professora Dayane Pimentel, em resposta às declarações do deputado federal Marcelo Ramos (PR/AM) a respeito da proposta de Reforma da Previdência, proferidas na manhã desta segunda-feira (20), na Assembleia Legislativa da Bahia.

A parlamentar, que se dirigiu a Brasília ainda nas primeiras horas desta segunda, salientou que "é necessário o apoio do Congresso Nacional para a aprovação da Reforma que, saneará, como demonstrou o ministro da Economia Paulo Guedes, as contas públicas".

Gastos

A deputada federal ressaltou que a estimativa é que a Previdência Social deve consumir R$ 767,8 bilhões em 2019. As previsões constam da proposta enviada à Câmara "Esse montante é 'apenas' três vezes mais do que o destinado para educação, saúde e segurança pública juntos", apontou a Professora Dayane Pimentel.

A parlamentar do PSL enfatiza que a Reforma minimizará os impactos da Previdência sob o orçamento e permitirá que as aposentadorias continuem sendo pagas. "A situação é dramática. A Previdência deve ter um rombo de R$ 309,4 bilhões neste ano. Em 2018, o déficit foi de R$ 288,8 bilhões", salientou Dayane Pimentel.

Crédito foto: Ascom / Dep. Fed. Professora Dayane Pimentel


Opositores se juntam em ação contra Bolsonaro




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Representantes de dez partidos, entre eles PSDB, PDT, PT e Cidadania, se reuniram na noite desta segunda-feira, 20, em São Paulo, para organizar o lançamento do movimento "Direitos Já, Fórum pela Democracia". O objetivo é formatar um grupo suprapartidário de oposição ao governo Jair Bolsonaro. A iniciativa acontece a poucos dias de manifestação pró-governo, marcada para o próximo domingo, e num momento em que a oposição organizada dos partidos de esquerda e de centro-esquerda ainda é tímida no Congresso.
O encontro foi organizado pelo escritor Fernando Guimarães, do PSDB, e pelo advogado Marco Aurélio Carvalho, do PT. O movimento começou como um grupo de WhatsApp que ultrapassou 200 integrantes de vários partidos. Segundo eles, a ideia agora é lançar um manifesto e organizar um ato no Tuca, o teatro mantido pela PUC em São Paulo. Ainda não existe uma data fechada para isso.
"A ideia é ver se a gente quebra o gelo e atua com uma plataforma comum", disse o advogado Pedro Serrano, que cedeu seu apartamento para o encontro. Carvalho seguiu na mesma linha e defendeu a busca por uma "pauta comum". "O que nos une é maior do que aquilo que nos divide", disse ele.
Entre os cerca de 40 convidados, estavam políticos como o ex-ministro Aloizio Mercadante, o ex-prefeito Fernando Haddad e o vereador Eduardo Suplicy, todos do PT; o ex-ministro da Justiça José Gregori, o ex-senador José Aníbal e o vereador tucano Daniel Anneberg, pelo PSDB; o candidato derrotado do PSOL à Presidência, Guilherme Boulos, o presidente do PV, José Pena; José Gustavo, porta voz da Rede; além de lideranças do PDT, Cidadania, PSOL e PCdoB e dirigentes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), UNE e do movimento negro.
Os participantes disseram que não foram representando seus partidos. Vários deles não têm cargo relevante de direção nas siglas. Mas se comprometeram a levar o que foi discutido para suas respectivas legendas.
"Uma mistura dessas só vi nas Diretas-Já", disse Gregori, ao encontrar Suplicy no elevador. Os convidados que chegavam ao evento recebiam um broche onde se lia "Direitos Já". Garrafas de vinho tinto e branco faziam companhia a sanduíches.
Os planos de união não evitaram, porém, algumas reações mais ásperas. Durante sua fala, o advogado Celso Antonio Bandeira de Mello afirmou que Bolsonaro foi eleito "devido à influência dos Estados Unidos" e que, neste sentido, era preciso ter consciência de quem está "do outro lado". O tucano André Franco Montoro se irritou e interrompeu o advogado. "Não vamos começar com teoria da conspiração aqui. O governo foi legitimamente eleito. Se for assim, vou me levantar e vou embora", criticou ele, que acabou permanecendo no encontro.
Bastidores do Poder