terça-feira, 21 de maio de 2019
Dayane Pimentel diz que Bolsonaro não vende ilusão com proposta de Reforma da Previdência
"O governo do presidente Jair
Bolsonaro não vende ilusão; pelo contrário, quer resgatar a esperança, ajustar
as contas e mudar o rumo econômico", disse a presidente do PSL na Bahia,
deputado federal Professora Dayane Pimentel, em resposta às declarações do
deputado federal Marcelo Ramos (PR/AM) a respeito da proposta de Reforma da
Previdência, proferidas na manhã desta segunda-feira (20), na Assembleia
Legislativa da Bahia.
A parlamentar, que se dirigiu a Brasília ainda nas primeiras horas desta segunda, salientou que "é necessário o apoio do Congresso Nacional para a aprovação da Reforma que, saneará, como demonstrou o ministro da Economia Paulo Guedes, as contas públicas".
Gastos
A deputada federal ressaltou que a estimativa é que a Previdência Social deve consumir R$ 767,8 bilhões em 2019. As previsões constam da proposta enviada à Câmara "Esse montante é 'apenas' três vezes mais do que o destinado para educação, saúde e segurança pública juntos", apontou a Professora Dayane Pimentel.
A parlamentar do PSL enfatiza que a Reforma minimizará os impactos da Previdência sob o orçamento e permitirá que as aposentadorias continuem sendo pagas. "A situação é dramática. A Previdência deve ter um rombo de R$ 309,4 bilhões neste ano. Em 2018, o déficit foi de R$ 288,8 bilhões", salientou Dayane Pimentel.
A parlamentar, que se dirigiu a Brasília ainda nas primeiras horas desta segunda, salientou que "é necessário o apoio do Congresso Nacional para a aprovação da Reforma que, saneará, como demonstrou o ministro da Economia Paulo Guedes, as contas públicas".
Gastos
A deputada federal ressaltou que a estimativa é que a Previdência Social deve consumir R$ 767,8 bilhões em 2019. As previsões constam da proposta enviada à Câmara "Esse montante é 'apenas' três vezes mais do que o destinado para educação, saúde e segurança pública juntos", apontou a Professora Dayane Pimentel.
A parlamentar do PSL enfatiza que a Reforma minimizará os impactos da Previdência sob o orçamento e permitirá que as aposentadorias continuem sendo pagas. "A situação é dramática. A Previdência deve ter um rombo de R$ 309,4 bilhões neste ano. Em 2018, o déficit foi de R$ 288,8 bilhões", salientou Dayane Pimentel.
Crédito foto: Ascom /
Dep. Fed. Professora Dayane Pimentel
Opositores se juntam em ação contra Bolsonaro

Representantes
de dez partidos, entre eles PSDB, PDT, PT e Cidadania, se reuniram na noite
desta segunda-feira, 20, em São Paulo, para organizar o lançamento do movimento
"Direitos Já, Fórum pela Democracia". O objetivo é formatar um grupo
suprapartidário de oposição ao governo Jair Bolsonaro. A iniciativa acontece a
poucos dias de manifestação pró-governo, marcada para o próximo domingo, e num
momento em que a oposição organizada dos partidos de esquerda e de
centro-esquerda ainda é tímida no Congresso.
O
encontro foi organizado pelo escritor Fernando Guimarães, do PSDB, e pelo
advogado Marco Aurélio Carvalho, do PT. O movimento começou como um grupo de
WhatsApp que ultrapassou 200 integrantes de vários partidos. Segundo eles, a
ideia agora é lançar um manifesto e organizar um ato no Tuca, o teatro mantido
pela PUC em São Paulo. Ainda não existe uma data fechada para isso.
"A ideia é ver se a gente quebra o gelo e atua com
uma plataforma comum", disse o advogado Pedro Serrano, que cedeu seu
apartamento para o encontro. Carvalho seguiu na mesma linha e defendeu a busca
por uma "pauta comum". "O que nos une é maior do que aquilo que
nos divide", disse ele.
Entre os cerca de 40 convidados, estavam políticos como o
ex-ministro Aloizio Mercadante, o ex-prefeito Fernando Haddad e o vereador
Eduardo Suplicy, todos do PT; o ex-ministro da Justiça José Gregori, o
ex-senador José Aníbal e o vereador tucano Daniel Anneberg, pelo PSDB; o
candidato derrotado do PSOL à Presidência, Guilherme Boulos, o presidente do
PV, José Pena; José Gustavo, porta voz da Rede; além de lideranças do PDT,
Cidadania, PSOL e PCdoB e dirigentes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB),
UNE e do movimento negro.
Os participantes disseram que não foram representando
seus partidos. Vários deles não têm cargo relevante de direção nas siglas. Mas
se comprometeram a levar o que foi discutido para suas respectivas legendas.
"Uma mistura dessas só vi nas Diretas-Já",
disse Gregori, ao encontrar Suplicy no elevador. Os convidados que chegavam ao
evento recebiam um broche onde se lia "Direitos Já". Garrafas de
vinho tinto e branco faziam companhia a sanduíches.
Os planos de união não evitaram, porém, algumas reações
mais ásperas. Durante sua fala, o advogado Celso Antonio Bandeira de Mello
afirmou que Bolsonaro foi eleito "devido à influência dos Estados
Unidos" e que, neste sentido, era preciso ter consciência de quem está
"do outro lado". O tucano André Franco Montoro se irritou e
interrompeu o advogado. "Não vamos começar com teoria da conspiração aqui.
O governo foi legitimamente eleito. Se for assim, vou me levantar e vou
embora", criticou ele, que acabou permanecendo no encontro.
Bastidores do Poder
Bolsonaro avalia participação em protesto favorável ao seu governo

O
presidente Jair Bolsonaro considera participar, no próximo domingo (26), de
manifestações convocadas no país inteiro em apoio ao seu mandato. O
movimento, que é também contrário ao Congresso e ao STF (Supremo Tribunal
Federal), tem sido defendido, nas redes sociais, pelos filhos do presidente e
por parlamentares do PSL, partido de Bolsonaro. Segundo relatos feitos à
reportagem, o presidente indicou, em conversas reservadas, a disposição de
comparecer, mas afirmou que ainda não havia tomado uma decisão.
A
presença dele é defendida pelo núcleo ideológico do Palácio do Planalto,
formado por seguidores do escritor Olavo de Carvalho. Para eles, a participação
do presidente seria um gesto importante a seus apoiadores. O grupo moderado,
que é composto pelos militares, no entanto, considera a ida de Bolsonaro um
erro. Para eles, o presidente sofrerá um desgaste independentemente da adesão
do público. Conforme publicou a Folha de S.Paulo, no domingo (19), a avaliação
é de que manifestações de pequeno porte seriam associadas a perda de capital
político. Se foram amplas e em tom beligerante, têm potencial para elevar a
tensão do Executivo com o Judiciário e o Legislativo.
Os
atos, que estão sendo convocados sob o mote de que "corruptos querem
sabotar o governo e destruir o Brasil", afastaram os grupos que estiveram
à frente das manifestações pelo impeachment de Dilma Rousseff. Em nota
divulgada na noite desta segunda (20), o Vem Pra Rua afirmou que não aderiu aos
atos porque respeita "o equilíbrio institucional entre os poderes da
República". "A democracia não pode prescindir de poderes fortes e
independentes."
Mais
cedo, nas redes sociais, o deputado Kim Kataguiri (DEM-SP), um dos líderes do
MBL (Movimento Brasil Livre), afirmou que o grupo não defende e nem vai
participar das manifestações de domingo "por uma razão muito
simples".
"Duas pautas principais das manifestações são a
invasão ou fechamento do Congresso, o que por si só já é uma medida
antiliberal, anticonservadora e antirrepublicana. E outra, da mesma maneira, é
o fechamento do STF", disse.
Apoiadores de Bolsonaro contrários às convocações
beligerantes estão atuando para tentar mudar a pauta da manifestação. O esforço
é que o movimento seja de apoio à reforma da Previdência e ao pacote anticrime
do ministro da Justiça, Sergio Moro.
Bastidores
do Poder
Comissão do senado derruba portaria que limita acesso à mamografia no SUS
A
Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE) decidiu nesta terça-feira (21)
derrubar a Portaria 61/2015 do Ministério da Saúde (MS) que limitou o acesso de
mulheres de 40 a 49 anos aos exames de mamografia para detecção precoce de
câncer de mama no Sistema Único de Saúde (SUS). Pela portaria do MS, somente
mulheres de 50 a 69 anos de idade podem fazer o rastreamento mamográfico na
rede pública. De autoria do senador Lasier Martins (Pode-RS), o projeto de
decreto legislativo, PDS 377/2015, que possibilitou a decisão, segue para o
plenário da Casa em com urgência para análise.
A relatora da proposta na
comissão, senadora Leila Barros (PSB-DF), avaliou que a portaria do Ministério
da Saúde é ilegal e afronta a Lei 11.664/2008, que assegura a mamografia a
todas as mulheres a partir dos 40 anos de idade. Ainda em defesa da derrubada
da portaria do Ministério da Saúde, a senadora argumentou que o câncer de mama
é uma doença grave, sendo a primeira causa de morte por câncer entre as
brasileiras, em 2019, segundo estimativa do Instituto Nacional de Câncer
(Inca), 59,7 mil novos casos devem surgir no país.
Sem
falar no impacto financeiro da medida no relatório, Leila Barros explicou que
está afastada a hipótese de criação de nova despesa, tendo em vista que os
custos dos exames já deveriam estar provisionados e previstos na legislação
orçamentária federal, por se tratar de uma norma de 2008.
Mesmo depois de
representantes do governo sinalizarem a intenção de alterar o decreto para
assegurar o rastreamento mamográfico a mulheres com menos de 50 anos, os
senadores consideraram importante que o Senado dê andamento ao projeto que
busca sustar a norma hoje em vigor.
Agencia Brasil
Campanha contra trabalho infantil começa amanhã dia 22 com tuitaço
Começa
amanhã (22), com um tuitaço, a campanha do Dia Mundial contra o Trabalho
Infantil, celebrado em 12 de junho. Este ano, tem como lema “Criança não deve
trabalhar, infância é para sonhar”. A iniciativa é organizada pelo Fórum
Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI) e tem como
realizadora a Rede Nacional de Combate ao Trabalho Infantil.
Por
meio do hashtag
#infanciasemtrabalho, os organizadores pretendem, a partir das 10h
de amanhã, sensibilizar e motivar uma reflexão da sociedade sobre as
consequências do trabalho infantil e a importância de garantir para crianças e
adolescentes o direito de brincar, estudar e sonhar – vivências que, segundo a
entidade, são próprias da infância e que contribuem para o seu desenvolvimento.
“Todos
os anos a gente segue uma campanha que é global, que acontece no dia 12 de
junho. E em cada campanha a gente traz um slogan para distingui-la das demais.
Este ano, buscamos, com este lema, reafirmar o direito da criança ao brincar e
do adolescente ao lazer”, disse à Agência Brasil Isa Oliveira,
secretária-executiva do FNPETI.
“Dessa forma, pretendemos
mostrar que esse tipo de exploração é uma violação aos direitos fundamentais
que impede a vivência plena da infância”, acrescentou. Segundo ela, a campanha a
ser lançada amanhã culminará em uma grande mobilização dia 12 de junho, no
Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.
A Constituição Federal só
permite trabalho a partir dos 16 anos, desde que não seja em condições
insalubres, perigosas ou no período noturno. A partir dos 14 anos só é
permitido trabalho na condição de aprendiz, por meio de contrato especial,
desde que com o propósito de oferecer ao jovem formação profissional compatível
com a vida escolar.
Como
denunciar:
Há
vários canais por meio dos quais é possível denunciar casos de exploração de
trabalho infantil. Um deles é o Conselho Tutelar.
“Também é possível fazer
denúncias por meio do Disque 100 e pelo aplicativo Proteja Brasil, bem como
pelo Ministério Público do Trabalho; pela Superintendência Regional do Trabalho
e por unidades de assistência social como Cras, no âmbito municipal, e os Creas
(Centros de Referência)”, sugere Isa Oliveira.
Agencia
Brasil
segunda-feira, 20 de maio de 2019
Gandu – Futebol feminino movimentou o final de semana no Povoado de Água Preta


Neste domingo [19], as 09
horas da manhã, aconteceu na Arena “Junior Bolão”, uma partida amistosa
envolvendo a equipe denominada “ As Fominhas”, da sede do município contra a
equipe do Povoado Novo Horizonte [Água Preta], o que movimentou a localidade,
reunindo dezenas de pessoas para assistir ao espetáculo proporcionado pelas
atletas.
A partida foi bem disputada até
os últimos 10 minutos do 2º tempo, quando as Fominhas marcaram 02 vezes,
vencendo por 2 X 0, destaque para o golaço da jogadora Kely.
O evento esportivo, teve o
apoio do vereador Bozó [PHS] e do prefeito Leonardo Cardoso [PP], que se
fizeram presentes, incentivando também o futebol feminino. Depois do jogo as
duas equipes se reuniram na residencia de Arlindo, Administrador do Povoado,
onde degustaram de um delicioso cardápio, preparado com muito carinho, por D.
Patrícia, esposa do anfitrião.
Aproveitando as presenças do
vereador e do prefeito, as atletas solicitaram dos mesmos, que continuem dando
apoio a esta modalidade, que ficou por alguns anos sem a devida atenção por
parte do poder público, o que foi respondido positivamente pelos dois
representantes.
No próximo domingo [27], “As
Fominhas”, estarão participando de um torneio em Pirai do Norte e mais uma vez
contará com o apoio de Bozó e Léo.
Gandu - Secretaria da Saúde realiza ação em homenagem aos funcionários da limpeza pública.
A secretaria municipal da saúde de Gandu
promoveu neste domingo (19), através da Vigilância em Saúde do Trabalhador, um
evento em comemoração ao dia do gari, celebrado no último dia 16 deste mês.
Ações como aferição de pressão arterial, testes rápidos, avaliação nutricional,
auriculoterapia, distribuição de preservativos, exercícios ocupacionais e
outros, foram realizadas com os funcionários da limpeza pública da empresa RBR,
que presta serviço de coleta na cidade.
Um
café da manhã também foi servido para os participantes, o evento contou ainda
com a presença do prefeito Leonardo Cardoso, o deputado estadual Aderbal
Caldas, o vice Jojó e o secretário municipal da Infraestrutura Virgílio Filho.
No final, alguns funcionários que apresentaram problemas de saúde, foram
encaminhados para tratamentos mais específicos nas unidades de saúde.
ASCOM/Prefeitura de Gandu.
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