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terça-feira, 18 de outubro de 2016

Governo ainda não nomeou conselhos das principais estatais do país



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Apesar de Michel Temer ter assumido a Presidência há cinco meses, os conselhos de administração das mais importantes estatais do país ainda estão vagos.
No BNDES, o principal banco estatal de financiamento a longo prazo, cinco das dez vagas estão em aberto.
Segundo informações da Folha de S.Paulo, nos colegiados de dez das maiores empresas públicas, 20% das cadeiras continuam sem representantes.

Nesta segunda-feira (17), palacianos se reuniram para destravar as nomeações. São esses órgãos que aprovam políticas de longo prazo e analisam balanços para o governo.

Sindicatos querem greve geral contra reforma da Previdência



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Em reunião nesta segunda-feira (17), os dirigentes das principais centrais sindicais do país decidiram, em conjunto, organizar uma greve geral nacional contra a reforma da Previdência Social do governo de Michel Temer.
Segundo informações da coluna Painel da Folha de S.Paulo, o ato foi aprovado por unanimidade pelas centrais sindicais.
Nesta quarta-feira (19), os sindicalistas voltam a se reunir na sede da CUT para definir os detalhes e data da paralisação.
De acordo com a publicação, a reunião contou com a presença do deputado Paulinho da Força (SD-SP), um dos articuladores do impeachment.


Com informações da Rede Brasil

Resultado do Fla-Flu é suspenso até o julgamento – Parte l



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O resultado do clássico entre Fluminense e Flamengo está suspenso provisoriamente. O tricolor carioca entrou no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) nesta segunda-feira com o pedido de anulação do jogo, alegando que houve interferência externa na arbitragem de Sandro Meira Ricci no lance que anulou o gol de Henrique.
O presidente do tribunal, Ronaldo Piacenti, confirmou que até o julgamento, o placar de 2 a 1 para o rubro-negro não pode ser contabilizado na tabela do Campeonato Brasileiro. "Terá um asterisco (na tabela). Na verdade, o resultado não foi homologado e aguarda a decisão do pleno do STJD", explicou o presidente do STJD, Ronaldo Piacenti, em entrevista à rádio CBN.
Piacenti explicou que a decisão do tribunal deve acontecer o mais rápido possível e que tudo deve ser solucionado até a primeira quinzena de novembro. "Já determinei a intimação do Flamengo para se manifestar em até dois dias. Depois, vou intimar a Procuradoria para se manifestar em dois dias e vão ser ouvidas as testemunhas. Já será colocada na próxima pauta e vai ser o mais rápido possível. Acredito que seja na primeira quinzena de novembro", projetou.
Responsável por definir se o resultado da partida será valido ou não, Piacenti preferiu não opinar o que pensa sobre o assunto. "Não posso opinar, pois vou julgar o processo. O que posso adiantar é que é prematuro falar, pois temos prova de vídeo e uma questão de leitura labial feita por uma emissora e isso vai nos autos. O que precisa é analisar se houve interferência na partida. Quando ele muda de opinião e volta ao que era decidido antes, precisamos saber o motivo dessa mudança. Temos que aguardar. Vamos ouvir o árbitro, o assistente, o delegado da partida e os inspetor da partida."
Através de seu site oficial, o Fluminense explicou o motivo de pedir a anulação da partida. "O Fluminense Football Club vem a público confirmar que depois de analisados todos os vídeos, notícias e evidências no lance do gol anulado do zagueiro Henrique, no Fla-Flu, do último dia 13, em Volta Redonda, entende que ficou comprovada a interferência externa. Em razão desse fato, tomou as medidas cabíveis para que o caso seja analisado pelo STJD", informou o clube, em nota.



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Resultado do Fla-Flu é suspenso até o julgamento – Parte ll



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A decisão acontece dias depois de o presidente do Flu, Peter Siemsen, mostrar hesitação no pedido de anulação da partida. Irritado após a partida, o dirigente prometeu acionar o quanto antes a CBF. No dia seguinte, porém, ele amenizou o tom, disse que havia feito declarações no calor do jogo e afirmou que iria pensar melhor no assunto.
A polêmica no Fla-Flu teve início aos 39 minutos do segundo tempo. O árbitro marcou impedimento no gol do zagueiro Henrique no primeiro momento - o gol decretaria o empate de 2 a 2 na partida. Depois da marcação, ele recuou e validou o gol. E, por fim, anulou novamente. A discussão do lance causou longos 13 minutos de paralisação até a decisão final, irritando jogadores e diretoria do Fluminense.
O resultado ganhou repercussão não apenas por se tratar de um clássico. Com o triunfo, o Flamengo reduzira a vantagem para o líder Palmeiras, que havia empatado com o Cruzeiro na mesma rodada. A diferença caíra para apenas um ponto - mas voltou a aumentar para quatro ao fim da rodada do fim de semana. Com a decisão do STJD, a diferença subiu para sete pontos.
A polêmica ganhou novo combustível na manhã de domingo, quando o programa Esporte Espetacular, da Rede Globo, publicou reportagem que comprovaria a interferência externa na atuação de Sandro Meira Ricci. Segundo leitura labial efetuada por um especialista consultado pelo programa, o inspetor da arbitragem Sérgio Santos teria dito ao juiz: "A TV sabe. A TV sabe que não foi [gol válido]".
Em seguida, ele afirma para os jogadores que se reuniam em volta do árbitro que "não sei mais de nada, não sei mais nada". Logo na sequência, Sandro Meira Ricci faz um sinal de positivo com a cabeça e o assistente (que havia apontado impedimento inicialmente) afirma: "pode deixar".
A leitura labial ainda mostra o assistente falando para Sandro Meira Ricci: "Presta atenção, ainda tem gente aqui (reclamando da confusão), presta atenção, o gol é impedido, é impedimento". A decisão foi tomada após uma conversa final entre o árbitro e seus assistentes. "Pra mim, está impedido. Dá o impedimento", disse o auxiliar Emerson Carvalho.
O árbitro Sandro Meira Ricci e seus assistentes Emerson Augusto de Carvalho e Marcelo Carvalho Van Gasse são todos do quadro da Fifa e atuaram juntos na Copa do Mundo de 2014, no Brasil.


Giro Esportivo

Força Sindical e demais centrais realizarão hoje ato contra juros



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As centrais sindicais Força Sindical, CUT, UGT, CSB, NCST e CTB realizarão hoje (dia 18), às 10 horas, um ato contra os juros altos em frente à sede do Banco Central na Avenida Paulista, 1.804, em São Paulo.
A manifestação será realizada no dia que o Copom (Comitê de Política Monetária) começa definir a nova taxa Selic (taxa básica de juros). Hoje, a taxa básica está em 14,25%.
“Não tem cabimento manter os juros em patamares estratosféricos quando a economia nacional atravessa uma severa recessão, com empresas fechando e o desemprego assustando a todos”, alerta Paulo Pereira da Silva, Paulinho, presidente da Força Sindical.

Agenda: Protesto contra os juros altos
Data: terça-feira, dia 18
Horário: 10 horas
Local: em frente ao Banco Central
Endereço: Avenida Paulista, nº 1.804 - São Paulo.


Ascom Força Sindical

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Gandu – Prefeito Eleito se encontra em Brasília tratando de assuntos profissionais



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O prefeito eleito, Léo de Neco (PP), depois de comemorar a sua vitória nas urnas para o prefeito e candidato a reeleição, Djalma Galvão (PT), se apresentou em seu setor de trabalho enquanto servidor público federal em Brasília, para tratar da sua licença definitiva para poder trassar planos para a nova gestão que se iniciará no próximo dia 1º de janeiro de 2017.
Por certo, aproveitando a sua estadia na capital federal, o jovem prefeito deverá manter contatos com segmentos do governo federal, devido sua boa relação com parlamentares que já conviveu profissionalmente no congresso, a exemplo Do presidente da câmara, deputado Rodrigo Maia (Dem RJ).

Nas redes sociais, Dr. Leonardo soltou uma nota de esclarecimento que publicaremos a seguir na integra:

“Meus queridos amigos e amigas,
Estou em Brasília...
descansando?
Que Nada! De volta aos trabalhos, organizando para oficializar a Licença e retornar para Gandu na próxima semana em definitivo!
Estamos agora entrando em uma nova etapa.
A escolha da equipe de transição e do novo governo!
Peço a todos que se tranquilizem, que, estamos estudando e analisando os melhores nomes para realizarmos o melhor governo que Gandu já viu.

Assim que as equipes estiverem formadas vamos anunciar nas redes sociais e comunicar a impressa para que todos tomem conhecimento da nova equipe”.

Dr. Marcos Araújo foi demitido do hospital de Gandu



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No último sábado 15 de Outubro, Dr. Marcos de Araújo Filho, médico há 46 anos no município, com dedicação exclusiva no Hospital Municipal, ex vereador, ex vice Prefeito por dois mandatos, foi comunicado por telefone, pelo Dr. Luís Argolo, diretor do Hospital João Batista Assis, que estaria demitido por ordem do Prefeito Sr. Djalma Galvão, do seu trabalho no Hospital. Como existe um contrato em vigor, de nº 176/16, para atendimento no PSF do Bairro Teotônio Calheira, também já demitido, e no Hospital Municipal, com duração de 5 meses , entre 1º de agosto e 31 de dezembro do ano corrente, no valor de R$ 157.500,00 (cento e cinquenta e sete mil e quinhentos reais) e já com inadimplência de 2 meses e meio e, constando no seu artigo VII que os recursos para estes pagamentos são oriundos do Fundo Municipal de Saúde, é necessário esclarecer que já foram enviadas as notas fiscais referentes aos meses em aberto e os valores não foram cobertos, o que caracteriza desvio de recursos de suas verdadeiras finalidades. Este contrato vigente veio substituir o anterior, de nº 013/16, celebrado em 4 de janeiro do ano corrente, no governo do Sr. Ivo Peixoto, que prevaleceria até 31 de dezembro deste ano, e que, no mês de junho, já no governo atual, só foi honrado o valor referente ao atendimento do PSF, ficando o valor do atendimento hospitalar descoberto, e o mês seguinte , julho, totalmente descoberto. Por esta razão, propuseram ao Sr. Dr. Marcos o novo contrato, 176/16, acima referido, diluindo nele o que deixou de ser pago do contrato inicial, mas também não honrado.

Sendo assim, depois de diversas tentativas amigáveis de recebimento, sem sucesso, a cobrança estará sendo ajuizada ainda nesta semana e o Sr. Prefeito terá que prestar contas destes recursos desviados para outras finalidades, infringindo a lei de responsabilidade fiscal. 

Fonte: Dr. Marcos Neto, via Blog do Zebrão

Ex-candidato a prefeito de Camamu morto a tiros é enterrado



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O ex-candidato a prefeito de Camamu, no baixo sul da Bahia, Joilson de Lima Oliveira (PV), de 44 anos, foi enterrado na manhã deste domingo (16). Ele foi assassinado a tiros na manhã de sábado (15), dentro da distribuidora de bebidas da qual era proprietário (veja aqui). O cortejo fúnebre foi acompanhado por uma multidão. De acordo com informações da Polícia Militar, Joilson foi morto por dois homens em uma motocicleta vermelha, que entraram no estabelecimento, e atiraram contra a vítima. Ele foi socorrido por pessoas da família para o Hospital Municipal de Camamu, mas não resistiu aos ferimentos. Após o crime, os suspeitos fugiram, foram perseguidos pela polícia até o distrito de Travessão, mas conseguiram escapar. Os criminosos ainda são procurados pela polícia. Ainda não há informações sobre a motivação do crime. Joilson deixa três filhos.


Bahia Noticias

Impasses travam delação premiada de Marcelo Odebrecht



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O comportamento amistoso do empresário Marcelo Odebrecht, mantido desde o início da negociação de delação premiada com a força-tarefa da Operação Lava Jato, mudou nas últimas duas semanas. Quem frequenta a carceragem da Polícia Federal em Curitiba diz ter encontrado o “Príncipe” – como o empreiteiro é conhecido pelos colegas de cárcere – colérico. A mudança de comportamento seria reflexo das dificuldades de seus advogados em fechar o acordo de delação nos moldes como o empresário planejou. Três pontos travam o acerto para uma colaboração premiada com a Lava Jato.
O primeiro é o tempo de prisão. Marcelo Odebrecht diz já ter permanecido tempo demais preso. Por isso, em troca do acordo, pediu para ficar dois anos e meio preso, descontado o um ano e quatro meses já cumprido. A proposta foi rejeitada pela força-tarefa da Lava Jato. Para eles, o empresário precisa ficar pelo menos mais dois anos e meio em regime fechado. Primogênito de Emílio Odebrecht, que assumiu a condução das negociações da delação, o empreiteiro está detido, em Curitiba, desde 19 de junho de 2015.
Acusado de ser um dos líderes do esquema de cartel e corrupção na Petrobrás, Marcelo Odebrecht vislumbrava que suas propostas fossem integralmente aceitas pela força-tarefa. O empresário disse a terceiros, segundo apurou o Estado, que deixaria a mesa de negociações se a força-tarefa não aceitasse a redução do prazo de prisão em regime fechado e negasse uma saída temporária no Natal e no ano-novo.


Poder & Política 

De volta à oposição após 13 anos, PT ainda tenta achar discurso oposicionista



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De volta à oposição no Congresso após 13 anos à frente do Palácio do Planalto, o PT ainda não afinou o discurso. Após a cassação de Dilma Rousseff, o partido tenta encontrar a melhor maneira de se contrapor ao governo Michel Temer, que tem tido uma alta taxa de fidelidade da base aliada nas votações. Na Câmara, o partido se viu obrigado a abrir espaço na liderança da minoria para deputados que antes eram vistos como coadjuvantes. Também se reaproximou de aliados históricos, como PCdoB e PDT, e petistas adotaram discursos mais alinhados com a esquerda.
"Estamos numa condição muito minoritária, é difícil a gente ter uma vitória sobre o governo neste momento", disse o deputado Carlos Zarattini (PT-SP). Nos últimos meses, a nova oposição foi "tratorada" no plenário pela base governista. Conseguiu impor seis horas de obstrução na votação do projeto de lei que retira da Petrobras a obrigação de ter de investir nos campos do pré-sal, mas teve pouca força de reação para impedir a aprovação, em primeiro turno, da PEC do Teto - a primeira grande medida do ajuste fiscal de Temer no Congresso. Desgastado, o PT tinha a prerrogativa de reivindicar a liderança da minoria, mas aceitou dividir a tarefa num esquema de rodízio com PCdoB e PDT. Petistas do Senado admitem que não estavam preparados para se tornar oposição e que, apesar de o impeachment ter durado quase nove meses, não houve qualquer planejamento.
"Estamos trocando o motor com o carro em funcionamento", afirmou a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). "A gente teve que fazer essa reorganização com o bonde andando", disse o líder do PT na Casa, Humberto Costa (PE).


Agencia Brasil