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quarta-feira, 20 de abril de 2016

Sandro Régis diz que PT critica Câmara mas esquece que afundou o país na maior crise da história




Rebatendo declarações de deputados petistas que insistiam na sessão plenária desta terça-feira, 19, em criticar a Câmara de Deputados pela votação favorável ao impeachment da presidente Dilma Rousseff, o líder da Oposição na Assembleia Legislativa, o democrata Sandro Régis, reagiu de forma dura lembrando que o país foi atirado na maior crise econômica, política e moral  da sua história, graças à gestão ineficiente do Partido dos Trabalhadores que também,  protagonizou, segundo ele, um dos maiores escândalos de corrupção do mundo, a partir do esquema criminoso montado na Petrobras. "O PT não enxerga um palmo adiante do seu próprio nariz",  criticou Sandro Régis, lembrando os 11 mil desempregados que o governo petista criou e a desqualificação internacional do Brasil, com manchetes no mundo inteiro como o país com o maior índice de corrupção.
Régis contrapôs os ataques aos deputados que votaram a favor do impeachment e a ao vice Michel Temer dizendo que um governo que não alcança sequer 30% de uma Câmara de 513 parlamentares, demonstra que fracassou e perdeu o respeito e a credibilidade da população e de seus representantes legítimos. Ele lembrou que o Congresso Nacional foi eleito e representa o povo brasileiro e que Temer foi escolhido e votado pelo PT. "Temer só não serve mais porque não atende ao PT?" questionou, ironizando que além de ter sido amigo de Lula, Michel Temer foi tão bom para os petistas que foi escolhido para ser o vice da presidente Dilma em seus dois mandatos consecutivos. 


Ascom Liderança da Oposição na ALBA

Aleluia desafia Rui Costa a defender eleições gerais




“Governador Rui Costa, se a sua proposta é dar um golpe na Constituição Federal com novas eleições presidenciais, atropelando o legítimo processo de impeachment, que se façam então eleições gerais este ano. O senhor topa?”, provoca o deputado federal José Carlos Aleluia (DEM-BA) diante do posicionamento do governante baiano em defesa de novo pleito por causa do inevitável afastamento da presidente Dilma Rousseff por crimes de responsabilidade.
“O que propõe Rui Costa é um verdadeiro casuísmo golpista! O impeachment da presidente Dilma está de acordo com o prescrito na Constituição Federal, que estabelece também a substituição do mandatário afastado pelo vice”, assinala Aleluia.
Para o parlamentar, a ideia do governador baiano de reunificar o país com novas eleições é mais uma tentativa petista de desinformação, porque não há nenhuma cisão no Brasil. “A votação maciça de mais de dois terços dos deputados federais pelo impeachment no último domingo correspondeu à vontade da grande maioria dos brasileiros, expressa em todas as pesquisas de opinião”.
“O governador Rui Costa subestima a inteligência dos conterrâneos de Rui Barbosa, o “Águia de Haia”, observa o presidente estadual do Democratas. Na avaliação de Aleluia, Rui Costa revela desespero ao  reproduzir a ladainha de novas eleições, lançada pelo PT e aliados numa tentativa inócua de desestabilizar o constitucional processo de impeachment da presidente Dilma, que já se tornou irreversível.
“Se não for por isso, Rui, levante a bandeira das eleições gerais, abrindo mão do restante de seu mandato. Eu também topo as eleições gerais, se você tiver coragem de defendê-las”, desafia Aleluia. O deputado democrata sugere que, se for para ficar no governo sem trabalhar, lamentando a falta da madrinha Dilma, Rui Costa deve acompanhar ela e renunciar. “O povo baiano precisa de um governante disposto a defender os interesses da Bahia e não os malfeitos de um projeto criminoso de poder”.

Ascom Democratas



A pluralidade como opção – Por João Carlos Gonçalves (Juruna) - Parte l




Nesses dias quentes que se seguem à votação do impeachment na Câmara dos Deputados e nos separam, sem dúvida, do fim do governo Dilma Rousseff para o início do governo Michel Temer, pesa na sociedade – e, naturalmente, dentro da Força Sindical a preocupação com os rumos da economia e das políticas sociais. Tenho manifestado, em textos publicados na mídia, em debates os mais diversos e em conversas no dia-a-dia com companheiros minha preocupação sobre o futuro. “Independentemente de quem ocupe a Presidência da República nos próximos meses, o foco do movimento sindical deve ser a luta pela manutenção de políticas como a da valorização do salário mínimo”, registrei, antes da decisão da Câmara, em artigo que foi reproduzido em sítios de internet e grupos de discussão.
Com total consciência da gravidade da situação que enfrentamos, me vejo no dever de me dirigir, agora, particularmente aos filiados e dirigentes da nossa Força Sindical. É recorrente, em momentos de crise política como este, a emergência de rumores de que este ou aquele sindicato, por não concordarem com a opinião política de alguns de nossos dirigentes, abandonarão nossa Central, criada com muita luta e união. O que acontece agora já aconteceu antes.
Todos sabem minha posição política em defesa da continuidade do governo da Dilma Rousseff. Não é segredo para ninguém minha participação em atos em defesa do governo que ela ainda representa.
Em primeiro lugar, afirmo que, mesmo em posição política oposta a muitos dos dirigentes da Força, a começar pelo presidente Paulinho, jamais, em momento algum, sofri censuras, pressões ou represálias por manifestar minha posição dentro da central. Mais do que isso, minha convivência com esses companheiros que defendem posições políticas diferentes, por vezes contrárias à minha, é e sempre foi perfeitamente harmoniosa e proveitosa. Isso se chama prática de democracia interna, e é isso que, nos mais diferentes níveis de decisão e discussão, da base ao comando, a Força pratica.

Continua a seguir...


A pluralidade como opção – Por João Carlos Gonçalves (Juruna) - Parte ll




A democracia interna e o respeito à pluralidade de pensamentos são, sem dúvida, uma das grandes forças da Força.
Isso é possível porque quando se trata da Central estamos acima de nossas diferenças políticas. Quando se trata da Força Sindical estamos unidos em defesa dos interesses dos trabalhadores.
Sei que a convivência com pessoas de diferentes correntes políticas nem sempre é fácil e que, em momentos como o que passamos hoje, há uma grande tensão em torno disso. Mas, pela minha própria experiência como secretário-geral, sei, e quero afiançar, que há honesta disposição por parte da nossa direção nacional em exercitar essa convivência da melhor maneira. Isso, para mim, é uma verdadeira atitude democrática. É um respeito ao nosso ideal de pluralidade firmado há 25 anos, no primeiro congresso da Força Sindical.
Em nossa história atravessamos momentos difíceis, que muitas vezes dividiram opiniões na Central. Passamos pela histórica privatização da Telebrás, pela eleição do presidente Lula e vivemos agora por esta situação em que parte dos sindicalistas da Força defende o mandato de Dilma e outra parte defende o Impeachment. Tenho confiança que passaremos por isso, mais uma vez, juntos.
Abandonar a Central por não aceitar divergência política seria trair nossos princípios fundamentais. Na Força Sindical sempre houve espaço e liberdade para todos. Não por isso somos desprovidos de ideologia. Ao contrário, exercemos uma convivência intensa com representantes de diversos partidos, sempre com os olhos na realidade.
Certa vez, por ocasião de um evento do 1º de Maio, afirmei que “orquestrar esta pluralidade ideológica é um duro trabalho. Ela se faz presente no dia a dia da Central, e não nos divide, pelo contrário, nos alimenta. Treina nossos ouvidos e nossa capacidade de pensar sem dogmas. Mantém nossos pés no chão”.
Esta afirmação cabe perfeitamente hoje, 19 de abril de 2016. Por isso, conclamo a todos os diretores a contribuir ao debate político dentro da Central. O debate só nos engrandece. Todos construímos a Central e, assim, a Força é de todos nós!


João Carlos Gonçalves (Juruna) é metalúrgico, secretário-geral da Força Sindical e vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo

Reino gay: dois leões machos reencenam ‘Brokeback Mountain’ na savana




Em um safári na África, dois leões machos adultos foram fotografados no que parece ser um acasalamento.
Animais foram “flagrados” pela advogada belga Nicole Cambré durante o passeio. Segundo o guia da excursão, esse comportamento atípico estava se repetindo ao longo da última semana
Leões pareciam se acasalar, mesmo com a presença de uma fêmea nas proximidades
Esta é a primeira vez que animais dessa espécie são flagrados em um ato homossexual
Leões não pareciam estar disputando território, mas sim se divertindo
Biólogos já notaram comportamentos semelhantes em mais de 450 espécies, como flamingos, besouros, pinguins, coalas, gatos, corujas, golfinhos e javalis e agora nesses leões do Parque Kwando, em Botsuana
Os cientistas alertam que, apesar de as fotos mostrarem uma possível intimidade, ainda é cedo para tirar conclusões sobre um comportamento homoafetivo dos bichos e, mesmo que seja, ninguém tem nada a ver com isso

Fonte(s) Detroit News Time/
Imagen(s) Nicole Nambré



    

terça-feira, 19 de abril de 2016

19 de Abril — Dia do Índio




Todo ano, aos dezenove dias do mês de abril, a sua escola organiza algum evento em homenagem ao Dia do Índio ou, ao menos, seu professor de história pede a você algum trabalho sobre esse tema. Pois bem, mas você se lembra do motivo pelo qual o Dia do Índio é celebrado em 19 de abril?
Bom, para começar, apenas nos países do continente americano o Dia do Índio é celebrado nessa data. No restante do mundo, os povos indígenas são homenageados no dia 09 de agosto desde o ano de 1995, uma determinação das Organizações das Nações Unidas (ONU). Em países como México, Chile e Brasil, convencionou-se determinar a comemoração do Dia do Índio em 19 de abril em respeito à realização do Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. Esse congresso foi realizado no México, em 1940, e, como o próprio nome “indigenista” indica, tratou dos problemas relacionados com a situação dos povos indígenas nas Américas (do Norte, Central e do Sul); por isso recebeu o nome de “interamericano”.
Entre a segunda metade do século XIX e a primeira metade do século XX, houve um interesse crescente de estudiosos pelas culturas indígenas. Esses estudiosos receberam o nome de etnólogos, termo que vem de “etnos”, que significa “povo”. A etnologia contribuiu para que muitos aspectos da forma de organização social dos índios passassem a ser respeitados e recebessem incentivos estatais para a sua preservação. A data simbólica de 19 de abril, sugerida no congresso mencionado acima, serviu como pontapé inicial para que a cultura indígena fosse valorizada também pelo público não especializado, isto é, as pessoas que não estudam cientificamente a história e a vida das tribos etc. No caso específico do Brasil, o acatamento da sugestão do dia 19 de abril veio em 1943, sob o governo de Getúlio Vargas, em forma de decreto-lei. Nessa época, Vargas governava de forma autoritária (na chamada ditadura do Estado Novo), de modo que as leis não eram apreciadas pelo Congresso Nacional, mas passavam a vigorar na forma de decreto.
O texto do decreto-lei pode ser lido a seguir:
“O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, usando da atribuição que lhe confere o artigo 180 da Constituição, e tendo em vista que o Primeira Congresso Indigenista Interamericano, reunido no México, em 1940, propôs aos países da América a adoção da data de 19 de abril para o "Dia do Índio",
Decreta:
Art. 1º É considerada - "Dia do Índio" - a data de 19 de abril.
Art. 2º Revogam-se as disposições em contrário.
Rio de Janeiro, 2 de junho de 1943, 122º da Independência e 55º da República.”
Getúlio Vargas
Percebe-se que, no parágrafo de apresentação do texto, há uma referência ao Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, que havia sugerido, como dissemos, a data para a comemoração. Assim, até os dias de hoje, os povos indígenas são homenageados, no Brasil, nessa data.

Por Me. Cláudio Fernandes


Gandu – Família teve poupança bloqueada na justiça pela prefeitura ilegalmente




Na edição anterior, publicamos o artigo: (http://blogdobozogandu.blogspot.com.br/2016/04/exclusiva-prefeitura-de-gandu-bloqueia.html). Nele, expomos a situação de uma família que teve sua conta poupança bloqueada na justiça, pela prefeitura de Gandu, durante a gestão de Ivo Peixoto (PCdoB) e Djalma Galvão (PT), devido a um débito de IPTU de um pequeno terreno que possuem no loteamento M. Libânio, próximo a Renovação ll. Em um trecho, escrevemos o seguinte:
“Que é legal, isso não se discute, apenas gostaríamos de saber da procuradoria do município, se estão agindo assim com proprietários de grandes patrimônios?”.

Acontece que durante todo dia desta segunda-feira (18), vários foram os telefonemas, nos parabenizando por ter levado ao conhecimento público,uma atitude tão ditatorial e desumana praticada pelo então prefeito e sua assessoria jurídica. Entre dezenas de leitores, que nos telefonaram, tivemos a honra de receber uma ligação de um renomado jurista ganduense, que hora trabalha em outro estado, onde na oportunidade, nos repassou com conhecimento de causa, que o novo Código de Processo Civil (CPC), traz em seu artigo 8533 inciso X, que fica proibida a justiça, em bloquear contas poupança a baixo de 40.000,00 (quarenta mil reais), devido a débito com tributos. sendo assim, esta família ganduense, foi lesada pelo poder público, pois em sua conta havia somente pouco mais de 1.500,00 (mil e quinhentos reais). Segundo o profissional em direito, “a vítima tem prazos para oferecimento de embargos, se assim não fizer preclui o prazo. Por isso, teria que ter procurado um Advogado, mas se assim o fez o valor será desbloqueado com certeza”.
Estamos tentando entrar em contato com os cidadãos em questão, para que estes possam ser orientados por um advogado, visto que a procuradoria jurídica do município, nem da câmara de vereadores, com certeza, não irão de encontro as decisões dos chefes.


Comunicado do SINSERG




O Sindicato dos Servidores Públicos de Gandu, por meio do seu presidente e demais diretores, vem através deste comunicar que nesta quarta-feira (20), o advogado trabalhista e previdenciário, Dr. Nelson Martins Quadros Filho, estará atendendo na sede do Sindicato, a partir das 13:30.
O servidor interessado, compareça ao local do atendimento, ou ligue para o contato: 73 99975 6502.

Adeilton Leal (Bozó) - Presidente


Vem aí o maior evento de MMA do interior da Bahia 3º Gandu Fight Night




Ingressos à venda em Gandu:
CT de Artes Marciais - Rua Antonio Coelho 192 - Eliseu Leal - Rua do Ginásio;
Distribuidora Doces Silva - Centro - Próximo ao GBarbosa;

Blog Ganduzao - Rua Antonio Coelho 107 - Eliseu Leal.

Governo da Bahia se nega a nomear concursados e oposição se reúne com TCE para saber os motivos




A bancada de Oposição na Assembleia Legislativa se reuniu na manhã de ontem, segunda-feira, 18, com o presidente do Tribunal de Contas da Bahia (TCE), conselheiro Inaldo da Paixão Santos Araújo, para levantar informações sobre a atual situação financeira do Executivo e entender os motivos alegados perlo governador Rui Costa para não contratar os cerca de 800 agentes aprovados em concurso para a Polícia Civil. Na audiência com o titular do TCE, da qual participaram o líder da bancada, Sandro Régis (DEM) e os deputados Adolfo Viana, (PSDB), Sidelvan Nóbrega (PRB ), Luciano Simões (PMDB) e Alan Sanches (DEM), ficou constatado que apesar de o governador ter anunciado que estaria aguardando parecer da Procuradoria Geral do Estado (PGE) e do Tribunal de Contas para saber quantos delegados e policiais poderia nomear, até o momento nenhuma consulta do Executivo nesse sentido havia sido encaminhada à instituição. Os parlamentares sugeriram encaminhar eles próprios a consulta com o objetivo de agilizar o processo, mas foram informados pelo presidente Inaldo da Paixão que o regimento do TCE estabelece que as consultas só podem ser formalizadas através dos poderes Executivo ou Legislativo. A bancada decidiu, então, encaminhar ofício ao presidente da Casa, Marcelo Nilo, solicitando a formalização dessa consulta através do Legislativo, ainda nesta segunda-feira.
“Diante do grave quadro de insegurança que enfrentamos hoje no Estado, a nossa preocupação não é atacar o governo, mas buscar soluções para que a nomeação desses agentes seja efetivada e eles possam contribuir e reforçar o combate à violência na Bahia”, disse o tucano Adolfo Viana, lembrando que a Oposição vem se empenhando em contribuir nesse sentido, tanto que no início desse mês votou favoravelmente ao projeto do Executivo que transfere os gastos com inativos e pensionistas para os respectivos poderes Legislativo, Judiciário ou Ministério Público (MP-BA). O líder Sandro Régis lembrou que o governador tem alegado que não chama os concursados devido ao seu limite prudencial e que por isso a Oposição aprovou sem obstruções o projeto, depois de ter a informação que a matéria resolveria esse problema. “Como até agora os concursados não foram nomeados entendemos que está havendo é má vontade do governador com essas contratações”, reforçou, anunciando que na próxima semana, dia 27, a bancada de Oposição vai se reunir com o procurador geral do Estado, Paulo Moreno Carvalho, para tratar também desse assunto.


Fonte: Liderança da Oposição na ALBA