Social Icons

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

ACM Neto autoriza reforma de 332 casas em Itapuã




Na manhã do último sábado (27), o prefeito ACM Neto (Dem), autorizou o início da reforma de 332 casas na comunidade da Soronha, no bairro de Itapuã, através do programa Morar Melhor. O projeto é tocado pelas secretarias de Promoção Social e Combate à Pobreza e a de Infraestrutura, comandadas por Bruno Reis e Paulo Fontana, respectivamente. Os dois secretários estiveram no evento ao lado do prefeito e do deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB). O parlamentar federal enalteceu a atuação do aliado no campo social com a recuperação de moradias, mas disse a Neto, ex-deputado federal, que está fazendo falta em Brasília “nesses tempos de crise”.
Além de Reis, Lúcio e Fontana, outro peemedebista que ‘colou’ com Neto no evento do programa Morar Melhor foi o diretor de habitação da prefeitura, Gustavo Ferraz, pré-candidato pelo PMDB a prefeito de Lauro de Freitas. Antes da Soronha, a equipe da prefeitura esteve no KM 17, no mesmo bairro de Itapuã, onde foram entregues mais de mil títulos de posse de terra aos moradores da região.


Fonte: Bocão News

Mensagens a todas as mulheres






Apesar de conselhos de Lula e PT, Dilma não deve mudar agenda econômica




Apesar dos ataques do comando do PT à agenda econômica do Planalto e da conversa de Lula para que defina de que lado está, Dilma Rousseff não dá sinais de que poderá ceder.
Segundo a coluna Poder, da Folha de S. Paulo, aliados da presidente avaliam que, com uma aprovação na faixa dos 10%, é preferível investir em uma medida impopular, mas estruturante, como a reforma da Previdência, do que acatar as propostas do partido, que, na sua opinião, não ajudam o país a sair da crise.

Dilma deve investir na agenda internacional. Além da Cúpula de Segurança Nuclear, em Washington, ela deve ir duas vezes à ONU, em Nova York, em abril, para participar da assinatura do acordo climático de Paris, além de estar presente uma sessão especial de combate às drogas.

América Latina vive o fim da era dourada da esquerda no poder – Parte l




A derrota de Evo Morales no referendo boliviano, a quem muitos viam como o último moicano da esquerda bolivariana, marca uma mudança de ciclo evidente na América Latina, que começou com a vitória de Mauricio Macri na Argentina. Depois de anos de grande crescimento e inclusão social, a crise econômica e uma sociedade latino-americana nova, com gerações exigentes que demandam mais e melhor democracia e não toleram a corrupção nem o poder absoluto, estão derrubando um a um quase todos os Governos da região.
A Argentina viveu o início do eixo bolivariano, com a reunião de Mar del Plata de 2005, que marcou uma década de afastamento dos EUA e de políticas contrárias à ortodoxia econômica. O país austral também marcou o final, com a derrota do kirchnerismo em novembro passado, depois de 12 anos no poder. Só três semanas depois foi a vez das eleições na Venezuela, que representaram o princípio do fim do chavismo no poder com a conquista de dois terços do Parlamento pela oposição. Agora a Bolívia também diz não à continuidade de Morales depois de 2019. O presidente equatoriano, Rafael Correa, também com problemas, anunciou que não tentará a reeleição em 2017.  E em poucas semanas, em abril, o Peru deve concluir o ciclo com a saída de cena de Ollanta Humala e o provável regresso de um Fujimori ao poder.
O Brasil, por outro lado, vive uma crise política econômica e política permanente, e o Partido dos Trabalhadores, que governa o país há quase 13 anos, corre sérios riscos de não fazer um sucessor para a presidenta Dilma Rousseff em 2018, quando o ex-presidente Lula, que governou o país de 2003 a 2010, poderia se candidatar novamente. Mas, denúncias de corrupção ininterruptas na mídia que atingem o próprio Lula e outros membros do partido, além de uma recessão que já entra no seu segundo ano, reduzem as chances de que esse intento seja bem-sucedido.
Algo parece evidente: na América Latina há correntes de fundo. Nos anos noventa triunfou o liberalismo. O início do século XXI chegou com um forte grito anti-neoliberal. Agora há uma guinada à direita? Ninguém parece corroborar com essa tese. Os dados indicam, na verdade, que os cidadãos latino-americanos, sobretudo as novas gerações, depois de conseguir uma maior inclusão social e um aumento da classe média, querem mais, e se tornaram muito críticos com o poder. Reconhecem as conquistas de seus Governos mas não se conformam.

Continua a seguir...

América Latina vive o fim da era dourada da esquerda no poder – Parte ll




Morales, por exemplo, tem boa avaliação, poderia ganhar as eleições, mas quando esta semana perguntou-se se a população lhe permitiria mais uma reeleição, a ideia foi rechaçada com 51,3%. Querem mudança. Na Argentina, aconteceu algo parecido. Cristina Fernández de Kirchner tinha uma alta avaliação, mas, quando quis mudar a Constituição para poder continuar, perdeu em 2013 as eleições intermediárias, propostas quase como um plebiscito. Os dados indicam, na verdade, que os cidadãos latino-americanos, sobretudo as novas gerações, depois de conseguir uma maior inclusão social e um aumento da classe média, querem mais, e se tornaram muito críticos com o poder.
Em todos os países há uma linha comum: os protestos exigem maior transparência, luta contra a corrupção e uma troca geracional. A Bolívia foi o país com maior crescimento econômico do eixo bolivariano. No entanto, como aconteceu a seus correligionários, diante do enfrentamento da economia e do surgimento de casos de corrupção, optou por defender-se recorrendo a um discurso do qual os cidadãos parecem já cansados: uma conspiração orquestrada pelos EUA.
O fim da década dourada das matérias-primas também tem muito a ver com esta mudança de ciclo. As economias latino-americanas cresceram, entre 2003 e 2012, acima de 4%, segundo dados da CEPAL. Desde os anos sessenta, a região não registrou um período tão intenso. No entanto, as previsões do Fundo Monetário Internacional destacam que a economia latino-americana acabará 2016 com uma recessão do 0,3%. A queda das matérias-primas é a principal causa. Entre 2011 e 2015, a queda dos preços dos metais e da energia (petróleo, gás e carvão) foi de quase 50%, segundo a CEPAL. Só em 2015, os produtos energéticos caíram 24%.
Estes anos de bonança e Governos de esquerda mudaram muitas coisas no continente. Durante a década de ouro, entre 2002 e 2012, os níveis de pobreza caíram de 44% para 29%, enquanto que os de pobreza extrema diminuíram de 19,5% para 11,5%, com um aumento considerável das classes médias. Também houve um aumento notável do gasto público. E isso implicou em inclusão social. Uma amostra: entre 1999 e 2011, segundo a Unesco, o nível de escolarização inicial passou de 55% a 75%. No entanto, os cidadãos não se conformam. Querem mais e melhor. E tudo indica que quase nenhum Governo ficará em pé diante desta onda.


Por Carla Jiménez

Graviola – A fruta dos diabéticos




Graviola é uma planta originária das Antilhas, onde se encontra em estado silvestre. É conhecida em quase todo o nosso país, embora seja mais comum nas regiões quentes e úmidas; na Amazônia, ela nasce de forma espontânea, sendo cultivada principalmente nos estados do Nordeste. É cultivada também no México e na Flórida (USA). Encontra-se na Índia e África tropical.
Existem relatos antigos do uso desta planta com fins medicinais, pelos índios dos Andes e da Amazônia. Para problemas respiratórios na forma de chá e para verminose as sementes esmagadas eram deglutidas. Hoje, suas propriedades terapêuticas são reconhecidas, sendo a principal hipotensora, devido a sua ação diurética, mas existem muitas outras, como antiinflamatória, antireumática, antiespasmódica e antitussígena. Doutor Flávio Rotman em seu livro “A cura popular pela comida”, se refere como um efeito exótico da graviola, o hipoglicemiante, mas outros autores citam esta indicação sem nenhuma estranheza.
O sabor da graviola para alguns, é muito adocicado, mas outros a apreciam dizendo que traz um sabor especial a salada de frutas. No entanto, é simplesmente deliciosa sobre a forma de refrescos e sorvetes. Recomenda-se que seja  consumida quando bem madura. O suco tem efeito medicinal destacado nos estados febris e também em caso de diarréia, devido ao alto teor de vitamina C encontrado nos frutos. No caso de bronquites e tosses resistentes, o chá por decocção das flores e brotos é o mais indicado.
Em 1997 surgiu na imprensa mundial a notícia de que médicos americanos estariam usando o chá de folhas da graviola associado ao tratamento quimioterápico, com a finalidade de aumentar o efeito desta terapia, admitindo que o chá agia diminuindo a resistência das células cancerosas às drogas. Embora esteja sendo divulgado, ainda não houve comprovação científica desta ação, devido à dificuldade encontrada de isolar um princípio ativo da planta que repetisse o mesmo efeito esperado em animais doentes, sendo assim impossível sintetizá-lo quimicamente. Na literatura de fitoterapia existem trabalhos com graviola desde 1976, nos quais já foram isolados mais de quatorze compostos denominados annonácios, mas quando utilizados isoladamente não reproduzem o efeito esperado que é a atividade anticancerígena.


Texto do Jornal Corpo Mente - Feira de Santana – BA

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Mensagem de Reflexão - Saber Viver




Não sei se a vida é curta ou longa para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido,se não tocarmos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
colo que acolhe,
braço que envolve,
palavra que conforta,
silencio que respeita,
alegria que contagia,
lágrima que corre,
olhar que acaricia,
desejo que sacia,
amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo,
é o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela não seja nem curta,
nem longa demais,
mas que seja intensa,
verdadeira,
pura enquanto durar.
Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.

(Cora Coralina)



Contos & Causos - Sobretudo do seu Nascimento




Esta, aconteceu lá pelos idos de 1900 em guaraná de rolha na localidade de Ulha Negra, até então município de Bagé. Na estação da viação férrea do lugar, o agente ferroviário era o Sr. Nascimento, índio velho criado a campo e que por força política foi parar no cargo.
O trem costumava passar pela estação por volta de 15:00h, todos os dias; e em pleno mês de dezembro neste horário o trem estava ali parado, o calor era insuportável e o seu Nascimento estava vestindo um capote de lã, comprado no Uruguai, e por baixo do quepe vermelho e do dito capote o suor corria. Chegou então um conhecido de seu Nascimento e perguntou:
- Pelo amor de Deus seu Nascimento, o Sr. não está com calor ?
- Tô que não me aguento mais índio véio.
- E porque então não tira o capote?
- Não posso.
- Não pode por quê? A bombacha está rasgada?
- Não, é ordi.
- Mas que ordem é esta seu Nascimento?
- Pois como eu sei que tu sabe lê eu vô te mostrá.
Puxou do bolso então uma circular da viação férrea e entregou ao amigo, que leu.
"Fica determinado que a partir desta data, todo o funcionário e agente ferroviário, deverá usar uniforme, sobretudo em horário de passageiros."


Enviado pelo leitor, Amândio Reis ( Vitória da Conquista Ba)

Festa de São José 2016





Empréstimos é resultado da má gestão do governo do PT, diz Sandro Régis




O líder da oposição na Alba, deputado Sandro Régis (DEM) deixou claro que se posicionará contra aos projetos enviados  pelo Executivo à Assembleia Legislativa, pedindo autorização para contratar  novos empréstimos. São na verdade três Projetos de Lei que já se encontram em tramitação em caráter de urgência na Alba, um de 300 milhões de dólares, enviado no dia 19 desse mês e os outros dois enviados nesta quinta-feira, 25, sendo um de 150 milhões de euros e o outro de 200 milhões de dólares, totalizando nada menos que R$ 2,5 bilhões.
"O que entendemos claramente é que por conta da falta de planejamento financeiro, o governo quer sair com o pires na mão contratando operação de crédito em bancos nacionais e estrangeiros para cobrir os rombos da má gestão dos 9 anos do governo petista", disse Sandro Régis, lembrando que em outubro de 2015 foi aprovado na Alba, com voto contrário da oposição, um projeto de lei autorizando o Executivo a fazer empréstimo junto ao BIRD, no valor de US$ 400 milhões. "O que aconteceu com essa operação de crédito? " questionou o líder, observando que o governo recentemente contingenciou por decreto, R$ 600 milhões originários da fonte de recursos de operação de crédito externo e agora, contraditoriamente, solicita novos empréstimos destinados aos mesmos programas.
"Isso só comprova a falta de planejamento de um governo que parece cego em tiroteio", disparou o democrata, frisando que a oposição sempre se colocou contra a projetos de empréstimos em regime de urgência, sem discussão nas comissões técnicas e sem a apresentação de um plano de trabalho mostrando onde os recursos serão, de fato, aplicados. " É a casa Legislativa emitindo cheque em branco ao poder Executivo", concluiu.


Ascom Liderança da Oposição