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sábado, 27 de fevereiro de 2016

Pesquisa CNT/MDA mostra Aécio na frente de Lula em 2018




A pesquisa CNT/MDA divulgada nesta quarta-feira (24) aponta o tucano Aécio Neves com 24,6% das intenções de voto para as eleições presidenciais de 2018 em um cenário estimulado – quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados. Na sequência, aparecem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com 19,1% e Marina Silva, com 14,7%.
Este primeiro cenário mostra ainda Jair Bolsonaro com 6,1% das intenções de voto, seguido por Ciro Gomes, com 5,8%, e com uma taxa de brancos e nulos de 19,6% e indecisos de 10,1%.
Em um cenário com o tucano Geraldo Alckmin na disputa, o ex-presidente Lula tem 19,7%, seguido por Marina Silva, com 18%. Já o tucano registra 13,8%. Ciro Gomes tem 7,4%, Bolsonaro, 6,3%. Brancos e nulos somam 24,2% e indecisos, 10,6%.
No terceiro cenário proposto pela pesquisa, com a inclusão de José Serra pelo PSDB, Lula repete 19,7%, seguido por Marina por 17,8% e Serra com 14,5%. Ciro tem 7,2%, Bolsonaro, 6,4%. Os que devem anular ou votar em branco somam 24,1% e os indecisos, 10,3%.
Em cenários estimulados de segundo turno, o tucano Aécio Neves venceria Lula com 40,6% contra 27,5%. Votos brancos e nulos somam 25,7% e indecisos 6,2%.
Lula também ficaria atrás de Ciro Gomes (29,1% contra 28,2%), numa eleição com grande parcela de brancos e nulos (34,3%), além de 8,4% de indecisos. Marina Silva (36,6%) venceria Lula (26,3%), com votos em branco e nulos em 30% e indecisos em 7,1%.
Na avaliação de votos espontâneos o tucano Aécio Neves aparece com 10,7% das intenções, seguido por Lula com 8,3% e Marina Silva com 3,9%. Bolsonaro tem 3,2% das intenções de voto, Dilma aparece com 1,6%, Serra, 1,3% e Alckmin 0,8%.
Foram ouvidas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 unidades da federação, das cinco regiões. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança.


Poder & Política


    

PT ameaça se afastar de Dilma Rousseff, diz colunista




O Partido dos Trabalhadores (PT) tem deixado evidente que não tolera a presidente Dilma Rousseff. Segundo o colunista Vinicius Torres Freire, da Folha de S. Paulo, a divergência ficou ainda mais explícita no reinício do ano político. Freire destaca que, nesta semana, o partido ficou enfurecido com a mudança na lei do pré-sal e planeja lançar um programa econômico de oposição.
A situação pode causar a desmoralização do PT, caso o partido aceite as críticas, ou em resultar em derrotas cruciais do governo no Congresso, já que sem o PT dificilmente passarão as reformas que Dilma venha e propor. O partido não tem alternativa "a não ser permanecer no governo e fazer um jogo de esquerda "para a galera"", refere a coluna.
Segundo a publicação, o PT do Rio, onde acontece nesta sexta (26) e sábado (27) uma reunião do partido, praticamente declarou Dilma Rousseff "persona non grata".
Rui Falcão, presidente do PT, divulgou uma nota na qual qualifica a mudança no pré-sal de "retrocesso". "O PT marchará ao lado das demais forças progressistas, dos movimentos populares e sindicais contra este ataque à soberania nacional e ao nosso desenvolvimento independente", completa o petista. O colunista destaca ainda que o motivo maior do atrito é a promessa de reforma da política econômica, que inclui uma vaga reforma da Previdência e um teto para o gasto público, medida que pode redundar em contenção do reajuste do salário mínimo e das aposentadorias.

Mesmo que ainda seja vaga a intenção, a reforma será detonada nesta sexta (26) por um plano alternativo do PT, ou seja, um programa econômico de oposição ao governo da presidente petista.

FGTS deve liberar mais R$ 8 bilhões para crédito imobiliário




O Conselho Curador do FGTS deve aprovar nesta sexta-feira (26) a aplicação de mais R$ 8 bilhões para a linha de crédito pro-cotista. Uma das operadoras da linha, a Caixa informou que já foi aplicado integralmente o orçamento de R$ 700 milhões para 2016.
"A reabertura dos financiamentos pela linha aguarda suplementação de recursos pelo Ministério das Cidades, que será discutida em reunião pelo Conselho Curador do FGTS, prevista para esta sexta-feira", disse o banco estatal em nota. O presidente da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), José Carlos Martins, disse que a suspensão das operações pela Caixa nessa linha é temporária e deve ser revertida após reunião do conselho do FGTS.
"Os recursos se esgotaram antes de nova liberação do Conselho. Amanhã devem ser autorizados R$ 8 bilhões", informou.
Desde o ano passado, a linha pro-cotista tem sido utilizada para suprir a falta de recursos da poupança para crédito imobiliário. Em 2015, foram liberados R$ 4,9 bilhões a mais para essa linha, que tinha cerca de R$ 800 milhões disponíveis inicialmente. As regras fixadas no ano passado previam o uso dessa linha para imóveis de até R$ 400 mil, valor utilizado pela Caixa nas operações até recentemente. Originalmente, esses financiamentos alcançavam R$ 750 mil.
A Caixa financiava até 85% do valor dos imóveis, pelo prazo máximo de 360 meses. As taxas de juros efetivas variavam entre 7,85% e 8,85% ao ano.



Ascom Força Sindical 

Conheça a história do pinguim-rei que ia ao mercado no Japão – Parte l




Há algum tempo, várias matérias têm sido publicadas na internet a respeito de um pinguim que morava com uma família no Japão e que tinha o peculiar hábito de ir sozinho ao mercado de peixes do bairro para buscar suas refeições. Infelizmente, hoje o pinguim já está morto, mas sua história é tão curiosa que resolvemos compartilhá-la aqui no MegaCurioso. Em 1996, o programa Real TV (1996-2001) exibiu uma matéria que comoveu muita gente: a história de Lala, um pinguim-rei macho criado por uma família no Japão.
A matéria – que você pode assistir abaixo – mostrou como o animal fazia sozinho viagens até uma peixaria local em busca do almoço, normalmente composto de cavala ou sardinha. Ele ainda vestia uma mochila com formato de pinguim, que usava para trazer o jantar para casa. No caminho de volta, Lala ainda fazia um pit stop na casa de um vizinho para ganhar um banho refrescante. Se naquela época a internet fosse do jeito que é hoje, esse provavelmente seria o tipo de coisa que se tornaria viral no Facebook. Mas a história do pinguim começou muito antes disso, e de uma forma muito mais fantástica.
Cerca de dez anos antes de a matéria ter ido ao ar, Yukio Nishimoto, patriarca da família, estava admirando um recém-comprado pinguim empalhado na casa de um amigo pescador, que trabalhava com pesca de arrastão de atum entre a África do Sul e a Austrália. Pouco tempo depois, ao recolher a rede de arrasto de seu barco, esse amigo puxou junto um pinguim-rei ferido, e em vez de lançar o animal de volta no mar, onde provavelmente seria devorado por tubarões, ele decidiu trazê-lo de presente para Yukio.
O pescador atou os tornozelos da ave a uma estrutura do barco e o alimentou diariamente por três meses com uma parte dos peixes que capturava, antes de regressar para o Japão. Quando voltou para casa, atracou na cidade de Shibushi – extremo sul da ilha de Kyushu – e levou o pinguim de presente para seu amigo, dizendo a Yukio que ele poderia empalhar o pássaro quando esse morresse. Obviamente, isso não aconteceu, porque logo todos os integrantes da família Nishimoto se afeiçoaram ao animal.



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Conheça a história do pinguim-rei que ia ao mercado no Japão – Parte ll




Eles tentaram devolver a criatura à natureza algum tempo depois, mas Lala se recusou a abandonar seu novo lar. O pinguim então ganhou um quarto com ar-condicionado, e a família fez um esquema com os proprietários de uma peixaria local para que seu bicho de estimação tivesse almoço e janta garantida todos os dias. Os Nishimoto também se preocuparam em colocar um espelho no cômodo da ave, para que ela acreditasse que não estava sozinha, pois muitos desses animais ficam abatidos em cativeiro por causa da solidão.
Que fim levou Lala, o pinguim-rei?
Depois da matéria, a família recebeu várias propostas de pessoas interessadas em comprar o pinguim, mas todas foram recusadas. Infelizmente, apesar de não termos encontrados provas concretas, é muito provável que Lala já tenha morrido. Quando foi adotado, em 1986, ele já tinha cerca de 4 anos, o que significa que no ano em que a matéria foi exibida, 1996, o pet dos Nishimoto já estava com 14 anos (ele estava havia dez anos com a família, diferente do que é dito no início da reportagem da Real TV).
Os pinguins-rei vivem em média 30 anos em seu habitat natural, mas Lala possuía esporos de mofo nos pulmões, o que talvez possa ter encurtado sua vida. Ainda assim, em 2011 houve um relato de que o animal ainda estava vivo e havia sobrevivido a um terremoto na região em que morava. Mas temos certeza de uma coisa relacionada ao fim do animal: Yukio garantiu que quando Lala morresse, ele não seria empalhado, mas receberia um funeral apropriado.

Fonte: Mega Curiosos


sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Gandu - Vereador entrega comenda ao superintendente da SEINFRA Ba




Reconhecendo os relevantes serviços prestados a  Gandu e região, pelo superintendente da Secretaria de Infraestrutura do Estado da Bahia, doutor Silvano Ragno, o vereador, Uziel Barreto (PROS), entregou nesta quarta-feira (24), nas mãos do homenageado, uma comenda que representa uma moção de aplausos de sua autoria e aprovada por unanimidade por todos 13 parlamentares ganduenses. Emocionado, Dr. Silvano, agradeceu a lembrança do edil, que segundo o mesmo, há anos vem lhe procurando para a implantação do sistema de energia elétrica através do programa "Luz para todos". Ainda em seus cometários, Dr. Silvano, lembrou do saudoso deputado, Osvaldo Souza, que também era seu amigo particular, além de ser um grande nome da política baiana.
Depois de ter pousado para a foto oficial, o membro do governo estadual, solicitou a suas competentes auxiliares que afixasse a placa na parede dos seu escritório.
"Para mim que estou nesta função há anos, é muito gratificante saber que um município importante como Gandu, reconhece os nossos humildes serviços prestados no cumprimento dos nosso deveres na função que ocupamos". Concluiu Dr. Silvano.

Veja a seguir um pouco do histórico deste exemplar homem público:
Silvano Ragno é um Italiano formado na Universidade de Perúgia que veio para a Bahia no início dos anos 70. É engenheiro de produção, chegando ao Brasil em 1967 e veio para nosso estado trabalhar na Companhia de Energia Elétrica da Bahia (CEEB), que posteriormente foi encampada pela Coelba, depois de ter trabalhado na carioca, Rio Ligt.

Exerceu diversas funções, entre elas, a de coordenador de acompanhamento de obras, coordenador adjunto, diretor de energia e de superintendente de energia, cargo que ocupa até os dias de hoje pela sua eficiência e competência.

Sandro Régis prestigia homenagem e destaca trabalho social de Maria do Rosário




O líder da Oposição na Assembleia Legislativa da Bahia, deputado Sandro Régis (DEM), prestigiou na manhã desta quinta-feira, 25, a homenagem prestada à Maria do Rosário Vianna Magalhães, mãe do prefeito de Salvador, ACM Neto, que recebeu a Comenda 2 de Julho, maior reconhecimento do Legislativo Estadual concedido a cidadãos que atuam e prestam relevantes serviços em favor do desenvolvimento da Bahia. A condecoração, proposta pelo deputado Marcell Moraes (PV), foi aprovada por unanimidade na Casa.
Sandro Régis destacou o significativo trabalho social de Maria do Rosário, iniciado mesmo antes do filho ACM Neto tornar-se prefeito da capital baiana. "Hoje, como gestora do Parque Social, Rosário vem desenvolvendo um extraordinário trabalho de empoderamento de comunidades, possibilitando a inclusão social e vida mais digna a centenas de famílias", disse o democrata, ressaltando que as ações de educação e de empreendedorismo social geridas por Rosário, contribuem de forma decisiva para o desenvolvimento sustentável da Bahia. "É um reconhecimento justíssimo", reforçou.


Ascom Deputado Sandro Regis

Aleluia cobra ação do governo contra a violência




O presidente estadual do Democratas, deputado federal José Carlos Aleluia, lamentou o ocorrido com o correligionário João Gomes, presidente do diretório municipal de Ilhéus, baleado numa tentativa de assalto, no bairro do Stiep, nesta quarta-feira (24). O tiro atingiu o pé de Gomes, mas ele passa bem. “Já que o governador Rui Costa e sua segurança pública não conseguem evitar que os cidadãos baianos sejam vítimas da bandidagem que, pelo menos, cumpram o dever de investigar e punir o autor do crime”, disse.
Para Aleluia, a falta de segurança pública no estado é um problema que não tem a devida atenção do governador Rui Costa. “Hoje em qualquer cidade baiana é perigoso sair de casa para ir à padaria. Enquanto os baianos são assaltados e assassinados diariamente, o governador Rui Costa, depois de um ano de gestão, ainda não apresentou um plano eficaz de combate à violência. Triste Bahia”.



ASCOM Democratas 

Testemunho indireto colhido apenas no inquérito não basta para levar réu a júri popular – Parte l




O estado democrático de direito não admite que uma pessoa seja levada ao júri popular apenas com base em informações colhidas no inquérito policial, não confirmadas em juízo nem submetidas ao contraditório e ao exercício da ampla defesa. Com esse entendimento, a Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou recurso do Ministério Público do Rio Grande do Sul e manteve decisão do Tribunal de Justiça daquele estado que havia livrado do júri um cidadão acusado de homicídio qualificado. Na decisão de pronúncia (que submete o réu a julgamento pelo júri), revertida pelo Tribunal de Justiça, o único elemento de prova considerado pelo juiz foi extraído do inquérito: o depoimento de uma testemunha indireta, que ouvira uma vizinha dizer que o crime teria sido cometido pelo réu. A vizinha não confirmou a informação à polícia e depois não foi localizada para ser interrogada em juízo.
Evitar o erro: O relator do recurso, ministro Rogerio Schietti Cruz, disse que, embora a competência para julgar crimes dolosos contra a vida seja do tribunal do júri, a preocupação de evitar o erro judiciário levou o sistema a instituir uma fase prévia de instrução, perante o juiz e com as garantias do contraditório e da ampla defesa, de modo que só sejam submetidos a julgamento “os casos em que se verifiquem a comprovação da materialidade e a existência de indícios suficientes de autoria”. Segundo ele, essa fase de instrução “funciona como um filtro pelo qual somente passam as acusações fundadas, viáveis, plausíveis, idôneas a serem objeto de decisão pelo juízo da causa” – que é o conselho de jurados populares.


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Testemunho indireto colhido apenas no inquérito não basta para levar réu a júri popular – Parte ll




Risco: Em seu recurso, o Ministério Público sustentou que o artigo 155 do Código de Processo Penal, que impede o juiz de condenar com base em provas obtidas exclusivamente no inquérito policial, não se aplicaria ao júri popular, já que este não precisa fundamentar sua decisão. No entanto, para Rogerio Schietti, o fato de os jurados não terem de explicitar os motivos de seu convencimento “incrementa o risco de condenações sem o necessário lastro em provas colhidas sob o contraditório judicial”.
“Com maior razão – até porque não são exteriorizadas as razões que levam os jurados a decidir por eventual condenação –, a submissão do réu a julgamento pelos seus pares deve estar condicionada à produção de prova mínima e, diga-se, judicializada, na qual tenha sido garantido o devido processo legal, com o contraditório e a ampla defesa que lhe são inerentes”, disse o relator. 
Schietti destacou ainda a fragilidade do testemunho indireto, quando a pessoa depõe não sobre o que viu, mas sobre o que ouviu dizer. Embora o Brasil – diferentemente, por exemplo, dos Estados Unidos – não proíba esse tipo de depoimento, o ministro afirmou que ele deve ser tratado com extrema cautela, pois, além de pouco confiável, dificulta o exercício da defesa pelo réu, que “não tem como refutar, com eficácia, o que o depoente afirma sem indicar a fonte direta da informação trazida a juízo”.
Ao concluir seu voto – seguido de forma unânime pelos demais integrantes da Sexta Turma –, Schietti lembrou que, enquanto não ocorrer a prescrição, o Ministério Público poderá oferecer outra denúncia contra o acusado, desde que surjam novas provas.



Fonte: STJ - Superior Tribunal de Justiça