Social Icons

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Aleluia exalta valores da independência e da liberdade do 2 de Julho



“O 2 de Julho simboliza a celebração da independência e da liberdade da Bahia e do Brasil. Esses valores exaltados nesta data magna precisam estar mais presentes no cotidiano brasileiro”, afirmou o deputado federal José Carlos Aleluia, presidente estadual do Democratas, que não pode estar presente pessoalmente no cortejo cívico deste ano. O parlamentar participou da sessão da Câmara Federal que reduziu a maioridade penal para 16 anos na madrugada desta quinta-feira, votando a favor, e ficou sem voo para voltar a Salvador.
Para Aleluia, a independência e a liberdade, conquistadas definitivamente para o Brasil na Bahia à custa do sangue e da bravura de tantos baianos, vivem abaladas nos últimos anos diante de um governo petista que se submete a uma entidade política supranacional, como o Foro de São Paulo.
“Criado por Lula e os ditadores Fidel Castro e Hugo Chávez, o Foro de São Paulo tem como objetivo submeter as nações latino-americanas, pelas vias do populismo, a um poder totalitário, sem espaço para a democracia e a liberdade", explicou o parlamentar baiano..
Aleluia assinalou que o recente fato de senadores brasileiros, em missão democrática, terem sido escorraçados da Venezuela sem nenhum ato de repúdio da presidente Dilma Rousseff à truculência do governo venezuelano evidenciou claramente a subjugação dos petistas aos interesses do organismo multinacional.
“O pior é que a utopia deles são as ditaduras miseráveis de Cuba e da Venezuela, onde quem discorda do regime é preso ou morto. Mas o povo que comemora o 2 de Julho jamais permitirá que o PT acabe com a independência e a liberdade do Brasil”, afirmou Aleluia.

Ascom Democratas



Após manobra de cunha câmara aprova redução da maioridade penal - Parte l



Uma “pedalada regimental” do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), os deputados aprovaram, no início da madrugada desta quinta-feira (2) a redução parcial da maioridade penal. A proposta teve 323 votos a favor, 155 contrários  e 2 abstenções. A matéria ainda precisa ser apreciada em segundo turno para depois seguir ao Senado. Na madrugada de quarta-feira (1º), o plenário da Câmara havia rejeitado o substitutivo do deputado Laerte Bessa (PR-DF) à proposta de emenda à Constituição (PEC) 171/93, que previa a responsabilização penal de jovens de 16 e 17 anos para crimes graves e/ou hediondos. O substitutivo de Bessa, elaborado em comissão especial, previa que adolescentes responderiam penalmente como adultos em crimes hediondos (homicídio qualificado, latrocínio, sequestro, estupro, entre outros), tráfico de drogas, casos de terrorismo, lesão corporal grave e roubo qualificado.
No entanto, após a derrota da madrugada, o presidente da Câmara articulou junto às bancadas da bala, evangélica e ruralista a apreciação de um novo texto, mas com conteúdo parecido ao que foi rejeitado. De forma conjunta, as bancadas do PSD, PSDB, PHS e PSC apresentaram, na tarde de quarta, uma emenda aglutinativa reduzindo a maioridade penal apenas em casos de crimes hediondos, homicídio doloso (intencional) e lesão corporal seguida de morte. A proposta também determina que os jovens de 16 e 17 anos comecem a cumprir as medidas sócio-educativas em unidade de internação específica e, ao chegar aos 18 anos, eles seriam transferidos para o sistema prisional comum. A proposta começou a ser votada na noite de quarta-feira e a sessão da Câmara se prolongou até o início da madrugada desta quinta (2).
Apesar de bem semelhante à proposta rejeitada pela madrugada, a matéria apresentada é um pouco mais branda, já que excluiu a responsabilização penal explícita nos casos de tráfico de drogas e lesão corporal grave. “Os que votaram contra a redução da maioridade penal deram uma verdadeira autorização para que esses marginais [jovens de 16 e 17 anos condenados] continuem matando”, afirmou o líder do PSC, André Moura.



Continua a seguir...

Após manobra de Cunha, câmara aprova redução da maioridade penal - Parte ll



A manobra de se apreciar uma emenda aglutinativa semelhante a um texto já reprovado em plenário foi classificada por alguns deputados como “golpe” ou  “pedalada regimental”. A líder do PCdoB, Jandira Feghali (RJ), disse que a “pedalada regimental” pode criar um precedente perigoso. Ela afirmou que as mudanças regimentais podem gerar precedentes que hoje servem a um lado, mas, no futuro, poderão ser utilizado por outros. “Se hoje serve a alguns, amanhã servirá a outros. Ganhar no tapetão não serve a ninguém”, declarou.
O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) foi irônico e disse que “se a Câmara hoje fosse o Brasileirão, o presidente da Câmara seria o Fluminense”, em referência às várias viradas de mesa que beneficiaram o time carioca nos anos de 1990. “Eu considero essa sessão uma farsa. Uma afronta ao regimento. Hoje nós temos que reduzir as discussões dos critérios mínimos de democracia. Na calada da noite, arma-se um golpe. O parlamento vive hoje uma noite tenebrosa”, complementou o líder do Psol, Chico Alencar (RJ).
Até o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, criticou a manobra de Cunha. “Matéria constante de proposta de emenda rejeitada ou havida por prejudicada não pode ser objeto de nova proposta na mesma sessão legislativa”, afirmou.
Os defensores da redução da maioridade penal, no entanto, classificaram como “normal” a manobra do presidente da Câmara. Eles alegaram que, como a PEC 171/93 não foi rejeitada, ainda havia a possibilidade de se apresentar emendas que poderiam ser incorporadas ao texto original. Cunha declarou que a emenda é legal e tinha respaldo no regimento.
“A população não se sentiu representada pelo resultado da votação. O que mais recebi foram mensagens de pessoas dizendo que deputado anda com segurança, não é assaltado e, por isso, não se preocupa com a violência”, disse o deputado Efraim Filho (DEM-PB).


Escreve Congresso em Foco

Nota de repúdio da Força Sindical Bahia



A Força Sindical Bahia está atenta às inúmeras facetas que castigam a vida do trabalhador baiano, de qualquer categoria. Por isso, a entidade repudia, de forma veemente, o assédio moral sofrido por Oscar Cezar Ferreira Magalhães, Geofísico Sênior da Petrobras.  Alvo de perseguição, o trabalhador foi suspenso das suas atividades por 10 dias sem ao menos ter direito de defesa.
No dia 29 de junho 2015, ao chegar ao trabalho, Oscar foi informado por telefone pelo Gerente Geral da UO-BA, Sr. Luis Antonio Costa Carneiro, do seu afastamento sob alegação de quebra do Código de Ética e Normas da Empresa, sem apresentarem por escrito qual o fato que originou a grave punição. Sequer foi instalada uma comissão para apurar os fatos e prestar qualquer esclarecimento.
Esta é uma atitude muito comum nos tempos da ditadura e não podemos permitir, em uma sociedade democrática, tal afronta aos direitos de um funcionário da Petrobras, que sempre assumiu suas responsabilidades em mais de 30 anos de serviços prestados à empresa. Oscar Magalhães teve negado até o direito de se defender após a conclusão do processo administrativo, visto que foi apresentado um relatório final sobre a suspensão já com a sanção disciplinar, a qual ele não teve como se defender.
Essa postura é, claramente, arbitrária. O cidadão trabalhador tem o direito de fazer reivindicações e expressar suas opiniões sem que seja punido por isso. A Central entende que o trabalhador, à revelia, foi acusado, julgado e condenado injustamente. Solicitamos imediatamente a revogação da punição, o retorno do funcionário às suas atividades, que o trabalhador possua amplo direito de defesa e que sejam respeitados os seus direitos. 


Mônica Céo, Assessora Técnica

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Empresário que sofreu tentativa de homicídio se recupera e conta seu drama


Noticia 19500

O empresário Luis Carlos Nascimento, popularmente conhecido em Ipiaú como Luis da Pousada, se recupera bem de uma tentativa de homicídio sofrida no interior de seu estabelecimento comercial, localizado à rua Atahyde Ribeiro, no centro da cidade.
No último dia 15 de junho, a companheira da vítima, Lucidalva Jesus Viana da Silva disparou contra ele um tiro, no momento em que o empresário dormia.  Em contato com o Ipiaú on Line, Luis revelou ter passado por horas de terror durante a madrugada, com os pés e mãos amarrados. " Só pedia a Deus para não entrar em desespero", disse. O revólver 32 utilizado no crime, ao contrário do que chegou a ser divulgado no dia, não era de propriedade dele.
Ainda conforme Luis, não houve qualquer discussão entre o casal. Lucidalva teria feito o disparo de forma calculada e o deixou sangrando para morrer durante várias horas.  Ao raiar do dia, percebendo que se esgotavam suas forças, resolveu fazer a ela um último apelo pela sua vida. Demonstrando certo arrependimento e a pedido da vítima, Lucidalva ligou para a polícia, achando que estava ligando para o SAMU.
Luís Carlos chegou a perder cinco litros de sangue.  Durante o atendimento de emergência, sofreu uma parada cardíaca e depois permaneceu vários dias internado na UTI de uma clínica particular da cidade. Uma vez salvo, ele caminha lentamente, mas mostra boa recuperação. “Agora é vida nova", comentou.
Lucidalva se encontra presa no Conjunto Penal de Jequié e deverá responder por homicídio qualificado com intenção de matar. A polícia investiga a possibilidade de outras pessoas estarem ligadas ao crime.


Ipiaú on Line

Salvador - Desfile do 02 de Julho será teste político para as eleições de 2016




Como uma das datas históricas em que os políticos vão às ruas da capital baiana para testar a popularidade, o Dois de Julho deste ano poderá ser mais um termômetro eleitoral para quem vai disputar cargos eletivos no próximo ano. A data marca a independência da Bahia das forças portuguesas que queriam manter a província como colônia, ocorrida somente em 2 de julho de 1823, quase um ano após ter sido concretizada a independência do país, ocorrida em 7 de setembro de 1822. O governador Rui Costa (PT) estará presente no início do desfile, no bairro da Lapinha, por volta das 8h de amanhã, e participa da homenagem aos heróis da independência do Dois de Julho no 2º Distrito Naval, às 13h30. Pela tarde, o chefe do Executivo baiano acompanhará a chegada do cortejo no Campo Grande, às 16h30. Como forma de promover a festividade, o governo estadual lançou um vídeo institucional de campanha pela data com o hino ao Dois de Julho como música de fundo. A peça publicitária é encerrada com um afago aos baianos: “A independência da Bahia acontece todos os dias e é feita por todos os baianos”. O prefeito ACM Neto (DEM) também participará dos festejos. Segundo a assessoria de comunicação do prefeito, ele estará às 9h na Lapinha para o início do desfile e seguirá o cortejo com o povo. “É a data mais significativa da Bahia e um orgulho para os baianos e para todos os brasileiros”, lembrou o democrata. Leia mais na Tribuna.


Aparecido Silva, Tribuna.

Em plenário, Solla defende rompimento com o PMDB




O deputado federal Jorge Solla (PT-BA) aconselhou a presidente Dilma Rousseff (PT) a romper a aliança com o PMDB. O petista, em discurso no Plenário da Câmara nesta terça-feira (30) lamentou que na votação da Redução da Maioridade Penal os líderes do PMDB mais uma vez tenham agido na contramão das articulações realizadas por membros do governo. “Estava em curso uma negociação com o PSDB para uma proposta alternativa à redução da maioridade penal, que poderia ter dado bons frutos, mas o presidente Eduardo Cunha entrou em cena, ameaçou o PSDB e trouxe os tucanos na gaiola para uma posição mais retrógrada, mais prejudicial à sociedade. Até o PDT, que em seu programa de televisão defendia a manutenção da maioridade aos 18 anos, depois da pressão do PMDB mudou de postura”, disse. Segundo Solla, “o PMDB é o principal adversário do governo”, já que “trabalha dia e noite pra boicotar e para constranger o governo e para atacar o Partido dos Trabalhadores”. O deputado reclamou ainda da atuação do PMDB na CPI da Petrobrás – presidida pelo deputado Hugo Mota (PMDB-PB). “O que se faz lá sob o comando do PMDB, articulado ao PSDB e ao DEM, é atacar o Partido dos Trabalhadores única e exclusivamente. Não ouvimos ninguém que possa comprometer o PMDB, PSDB ou DEM”, disse. Solla lembrou que em quatro meses de CPI, até o momento não foram ouvidos os operadores do PMDB no esquema, como o executivo Júlio Camargo, o policial Jayme Careca, além do executivo da Camargo Correia Pietro Bianchi – a PF apreendeu na casa de Bianchi planilhas com repasses de propinas a políticos do PSDB e DEM apreendidas no âmbito da Operação Castelo de Areia. O executivo é investigado na Lava-Jato por ter realizado repasses de propina via contratos de consultoria, mesmo já fora da Camargo Corrêa.


Politica Livre

Lâmpada incandescente de 60 watts deixa de ser vendida a partir desta quarta-feira




A venda das lâmpadas incandescentes de 60 watts, aquelas de luz amarela, será suspensa nesta quarta-feira (1). As de 25 e 40 watts deixarão de ser produzidas a partir desta terça (30), mas poderão ser comercializadas por mais um ano. As lâmpadas de potência acima de 75 watts deixaram de ser comercializadas desde junho de 2014. A medida atende ao cronograma estabelecido pela Portaria Interministerial 1007 dos Ministérios de Minas e Energia, da Ciência, Tecnologia e Inovação e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. A portaria de dezembro de 2010 fixou índices mínimos de eficiência luminosa para fabricação, importação e comercialização das lâmpadas incandescentes de uso geral em território brasileiro. Com a suspensão das vendas, o consumidor passa a ter três opções de lâmpadas domésticas: fluorescentes compactas, incandescentes halógenas e LED. Apesar de serem mais caras, tais lâmpadas consomem menos energia e têm maior durabilidade. A mudança leva em conta a eficiência energética, principalmente no momento em que o Brasil sofre de escassez de chuvas, o que deixa os reservatórios das usinas hidrelétricas em níveis baixos.


Bahia Noticias

Após julgamento, Ramon e Amaral estão liberados para jogar o Ba-Vi



O Vitória não vai ter desfalques do tribunal para encarar o Bahia, sábado (4), no Barradão, pela 10ª rodada da Série B.Em julgamento no Superior Tribunal de Justiça Desportiva na noite desta terça-feira (30), o volante Amaral e o zagueiro Ramon foram punidos com um jogo por conta das expulsões no triunfo por 2 a 0 sobre o ABC-RN, mas que já foi cumprido automaticamente diante do Paysandu, na última rodada, quando o Leão foi derrotado por 1 a 0.Com 16 pontos, o time Rubro-negro ocupa a sexta colocação na Série B.


Bahia Esportes

Câmara rejeita PEC da redução de maioridade penal – Parte l




Depois de um dia tumultuado, com protestos dentro e fora do Congresso Nacional, a Câmara dos Deputados rejeitou na madrugada de terça (30) o texto principal da PEC 171, que reduziria a maioridade penal de 18 para 16 anos para alguns crimes. Foram apenas 303 votos a favor. Como se tratava de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), era necessários 308 votos. Um total de 184 deputados foi contrário à redução. Três se abstiveram. Favorável à redução, o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), determinou que os manifestantes fossem retirados das galerias. O texto discutido na Câmara reduziria de 18 para 16 anos a maioridade penal para crimes hediondos, homicídio doloso, tráfico de drogas, lesão corporal grave ou seguida de morte e roubo com causa de aumento de pena, como o uso de arma. O governo quer que o prazo máximo de internação de menores que cometem crimes hediondos passe de três para oito anos. A proposta tramita no Senado, que começou a discutir o tema em plenário na sessão de ontem.
O texto rejeitado era um substitutivo apresentado na comissão especial que discutiu o tema. Com a rejeição, os deputados votarão o texto original, que determina a redução da maioridade penal para todos os tipos de crime. A sessão, que durou cerca de cinco horas, foi marcada por discussões acaloradas. "Reduzir a maioridade penal aumenta a violência na sociedade. Não diminui. É ineficaz", afirmou Valente. "Não somos vingadores. Somos legisladores. Temos que garantir o futuro da nossa juventude. O mesmo Estado que não acolhe, que não dá educação, cultura, lazer, não pode ser o Estado da punição", disse Ivan Valente (PSOL-SP).
Integrante da chamada "bancada da bala", o deputado Alberto Fraga (DEM-DF), coronel da reserva da Polícia Militar, criticou texto escrito pelo grupo parlamentar contrário à redução da maioridade penal. "Quem escreveu isso aqui ou fumou maconha estragada ou não sabe o que diz", afirmou da tribuna o deputado.
Ao concluir seu discurso, Fraga foi alvo de manifestação de estudantes que acompanham a sessão nas galerias do plenário. Outros deputados da "bancada da bala", todos vestindo camisetas pretas onde se lê "redução da maioridade penal já", reagiram. O Capitão Augusto (PR-SP) olhou para os manifestantes e friccionou os dedos insinuando recebimento de dinheiro.

Continua a seguir...