quinta-feira, 7 de maio de 2015
Por que algumas pessoas têm pedras nos rins
Existem indícios de que a humanidade convive com cálculos
urinários, também conhecidos como cálculos renais ou pedras nos rins, desde a
antiguidade. Mas hábitos alimentares incorretos têm tornado o problema cada vez
mais frequente na população.
"A quantidade de pessoas com cálculos renais vem
aumentando ao longo dos anos, chegando a afetar 1 em cada 11 pessoas",
explica Alexandre Danilovic, urologista
do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São
Paulo).
Os maiores vilões, segundo ele, são os alimentos calóricos e
com excesso de sal, além da baixa ingestão de líquido e falta de exercícios
físicos. Ficar sem se hidratar é arriscado para quem tem casos de pedras nos
rins na família ou já enfrentou o problema: "Um estudo mostrou que se a
população francesa consumisse 2 litros de água por dia por pessoa, o gasto com
tratamento de problemas relacionados a pedras nos rins cairia pela
metade", conta Danilovic.
Renan e Cunha querem derrubar veto na lei que restringe fusão de partidos
Um dos dispositivos vetados é relacionado à lei que restringe
a fusão de partidos. Trecho rejeitado por Dilma garantia a parlamentares prazo
de 30 dias para se filiarem a legenda criada por fusão sem o risco de perder o
mandato. O Congresso Nacional realiza nesta terça-feira (5), às 19 horas,
sessão para analisar vetos presidenciais a projetos de lei. A análise estava
prevista para a última terça-feira (28), mas foi adiada a pedido do presidente
do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL). Um dos dispositivos vetados é
relacionado à lei que restringe a fusão de partidos (13.107/15).
O trecho vetado da lei concedia prazo de 30 dias para os
parlamentares mudarem para um partido criado por meio de fusão, sem a punição
de perda do mandato. A justificativa da presidente Dilma Rousseff para o veto
foi a de que isso daria aos partidos resultantes de fusão o mesmo caráter de
partidos novos. O tema divide opiniões na Câmara. O líder do DEM e autor do
projeto que originou a Lei 13.107, deputado Mendonça Filho (PE), criticou o
veto por impedir que parlamentares de outras legendas se transfiram para os
partidos que surgirem de fusões.
O presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), também se manifestou
contra o veto e disse que tentará derrubá-lo, por acreditar que prejudica o
PMDB. Já o líder do governo, deputado José Guimarães (PT-CE), defendeu a
decisão de Dilma. “O veto moraliza, impede o troca-troca, sem abrir janela para
nada. Isso fortalece o funcionamento dos partidos”, afirmou.
Outro veto a ser debatido é o veto total ao Projeto de Lei
4846/12, que inclui as campanhas educativas sobre a correta destinação dos
resíduos sólidos entre as ações que, para receberem recursos da União, dependeriam
da elaboração de plano estadual ou municipal de resíduos sólidos. O objetivo da
proposta era ampliar o acesso de estados e municípios a recursos da União
destinados a campanhas educativas relacionadas à gestão de resíduos. O Poder
Executivo argumentou, no entanto, que a exigência de inclusão dessas campanhas
nos planos de resíduos seria uma exigência desproporcional, “o que poderia
levar a um efeito contrário daquele pretendido pela medida”.
Na sessão de terça-feira, o Congresso também poderá analisar vetos
ao novo Código de Processo Civil.
Congresso em Foco
Senado adia votação do projeto que regulamenta PEC das Domésticas
Brasília - Sem acordo com o governo, o Senado adiou para hoje
a votação do projeto que regulamenta os novos direitos dos empregados
domésticos. A proposta será decidida no voto, sem a concordância do Palácio do
Planalto, que não aceita a redução da alíquota patronal para o INSS de 12% para
8%, sob o argumento de que haverá perda na arrecadação de R$ 700 milhões por
ano. O sindicalista Jorge Ednar Francisco, presidente do Sindicato dos Trabalhadores
Domésticos do ABC, associado da Força Sindical, acompanha a tramitação da
proposta em Brasília. Outro ponto de discórdia é a multa de 40% sobre o saldo
do FGTS nas demissões sem justa causa. O governo prefere que o pagamento seja
feito no ato do desligamento do trabalhador. Já o relatório da senadora Ana
Amélia (PP-RS), que será votado pelo plenário da Casa, sugere o recolhimento
mensal de uma alíquota de 3,2% — como forma de diluir a indenização ao longo do
contrato.
Além dessa multa, as novas regras vão tornar obrigatório o
recolhimento de 8% para o FGTS dos empregados domésticos. Eles também terão
direito a seguro-desemprego, salário-família, banco de horas e adicional
noturno, entre outros. O texto da relatora Ana Amélia recupera a proposta de
regulamentação aprovada pelo Senado em julho 2013 e enviada à Câmara dos
Deputados no mesmo ano. Foi costurada pelo senador Romero Jucá (PMDB-RR), na
comissão mista que tratou do tema. Na Câmara, o projeto foi alterado por
iniciativa do governo, que manteve a contribuição previdenciária em 12% e o
pagamento da multa de 40% no ato da demissão. Depois de se reunir com líderes
dos partidos por cerca de uma hora e meia, o presidente do Senado, Renan
Calheiros (PMDB-AL), decidiu encerrar as discussões ontem e concluir a votação
hoje. O Ministério da Previdência enviou representantes para o encontro.
O governo está equivocado com o seu cálculo atuarial. Com a
regulamentação dessa matéria, vamos estimular a formalização de sete milhões de
empregadas domésticas. Isso vai ser fundamental para esvaziar as demandas
judiciais e aumentar a arrecadação do governo. Amanhã (hoje), vamos concluir
essa discussão, no voto — disse Renan.
Presente na reunião, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) disse
que o PT e o governo vão brigar pela manutenção do pagamento da multa de 40% na
demissão por justa causa, e a alíquota de 12% de contribuição para o FGTS por
parte dos empregadores.
Vamos manter essa posição para impedir demissões em massa.
Estamos preocupados com a manutenção de direitos trabalhistas e com a saúde da
Previdência — disse Lindbergh Farias.
Ascom Força Sindical
terça-feira, 5 de maio de 2015
Diretor da Gandu FM volta a afirmar que 02 vereadores ficavam com parte do valor do contrato entre câmara e emissora

O renomado comunicador e diretor da Gandu FM, Luiz
Fernando, reafirmou durante o programa critica e autocritica nesta terça (05),
que o ex-presidente Uziel Barreto (PROS), estaria baixando o nível com as
constantes denuncias ao executivo durante as sessões. Este seria o motivo pelo qual seus pronunciamentos não fossem reproduzidos no seu programa e, que o parlamentar deve não está tomando o
remédio. Segundo o radialista, sua empresa "Luiz Fernando comunicação e
Eventos" é organizada e emite notas fiscais eletrônicas e que os 2.900,00
(dois mil e novecentos reais) do contrato com a câmara era depositado na conta da
empresa e que sentava na mesa do seu escritório, tirava 1.800 e devolvia o
restante para 02 vereadores, que segundo o mesmo, recebia para fazer parte da
bancada de Uziel. chegando a afirmar que Uziel tá querendo IBOPE e que não é
ele que vai levantar defunto, depois voltou atras e disse que não estava ali
pra promover vereador que esta mal para as eleições, retirando o adjetivo
defunto, confirmou que o contrato atual é de 3.200,00 (três mil e duzentos
reais) e que não tem nada de errado nisso e que o atual presidente José Antonio Jú (PMDB) lhe paga na integra não
fazendo acordos por fora com outros vereadores.
Para Luiz Fernando, seria importante mesmo que a câmara
investigasse mesmo porque, quem erra tem que pagar pelo erro e que Uziel não
venha pra cima dele dando uma de santo e de honesto. Finalizando seu comentário, voltou a afirmar que não fala mais sobre o
assunto e disse que falou apenas de Uziel e não dos demais vereadores.
Mas para a população, fica uma Incógnita, quem seria estes 02
edis que recebiam parte destes recursos?
Na tarde desta terça feira, encontramos com o vereador Junior
Umburanas (PTN), que nos afirmou que também
é a favor que se investigue, inclusive, colocando sua vida pública a disposição de quem queira investiga-lo.
Hildécio enfatiza contraditório entre reajuste aplicado pela Embasa e o proposto aos servidores públicos

Na tarde desta segunda-feira (04), o deputado Hildécio
Meireles (PMDB), em pronunciamento na Assembleia Legislativa, comentou a
resolução nº 001/2015 da Agência Reguladora de Saneamento Básico do Estado da
Bahia (AGERSA), que autoriza a Empresa Baiana de Águas e Saneamento (EMBASA) a
proceder um reajuste anual de 9,97% das tarifas de água e esgoto nos municípios
onde atua.
De acordo com o parlamentar, a EMBASA é uma pessoa jurídica
de direito privado e economia mista que tem o Governo do Estado como seu
principal acionista. Além disso, a empresa alegou que o reajuste foi com base,
entre outros parâmetros, na inflação. “A Embasa alega o reajuste tendo em vista
a correção prevista em lei anual que se deu com base na variação da inflação,
corrigido pelo IPCA, e outros parâmetros, como a elevação dos custos fixos, a
exemplo da energia, um dos principais insumos da prestadora”, ressaltou o
deputado.
Hildécio aproveitou a oportunidade para destacar que todos os
argumentos utilizados valem para reajustar o preço público, no entanto para
reajustar o salário do servidor público, não foi levado em consideração nenhum
desses índices. “Na verdade, nem o índice inflacionário foi levado em
consideração, já que na proposta do Poder Executivo o reajuste proposto aos
vencimentos dos servidores públicos é na ordem de 6,41%, parcelados. A partir
de 1º de maio 3,5%, e a partir de 1º de novembro 2,81%”, detalhou.
Segundo o peemedebista, o reajuste total não cobre nem a
inflação do ano passado. “O governo está usando dois pesos e duas medidas para
reajustar preços praticados pelas empresas que ele próprio é o maior acionista.
Ou seja, nestes casos, vale corrigir pela inflação, por exemplo. Porém, na hora
de reajustar os vencimentos daqueles que são a razão de ser do serviço público,
daqueles que oferecem à população os serviços de saúde, de educação, de
segurança pública, esses não têm o direito de ter nem o índice inflacionário para
corrigir os seus salários”, finalizou.
Fonte: Ascom do deputado estadual Hildécio Meireles (PMDB)
Servidores rechaçam reajuste parcelado e ganham apoio da Oposição
Depois de enterrarem simbolicamente a proposta de reajuste do
governo numa manifestação que percorreu o Centro da cidade, das Mercês ao Campo
Grande, os servidores da área de saúde, acompanhados
do presidente do Sindsaúde - Sindicato dos Trabalhadores da Saúde do Estado da
Bahia, foram buscar o apoio da Bancada de Oposição na Assembleia Legislativa.
Os servidores foram recebidos pelo líder Sandro Régis (DEM) e praticamente toda
a bancada oposicionistas que ouviram atentamente e tomaram conhecimento da
insatisfação da categoria. "Estamos aqui para pedir o apoio da Oposição
desta Casa e dizer que rechaçamos a proposta do governo. Não aceitamos reajuste
parcelado e muito menos retroativo a março", disse categoricamente o
presidente do Sindsaúde, Sílvio Roberto dos Anjos.
De forma unânime os deputados de oposição mostram-se
solidários aos servidores e garantiram esforços na tentativa de aprovarem a
emenda de bancada de bancada propondo pagamento do reajuste em parcela única de
6,41%, em janeiro, data base dos servidores públicos. Durante o encontro, que
contou com a participação de servidores
do Hospital Otávio Mangabeira, Hospital Roberto Santos e técnicos da Vigilância
Epidemiológica, o líder Sandro Régis
assegurou que mobilizará 10O por cento a bancado para o embate no plenário. O
deputado Pablo Barrozo (DEM), chamou a atenção para o fato de o governo
desrespeitar uma conquista importante do funcionalismo estadual ao
desconsiderar a data base da categoria e propor reajuste parcelado. O deputado Adolfo Viana (PSDB) reforçou
dizendo que a proposta não reajusta os salários dos servidores, apenas repõe a
inflação, com perdas do acumulado de janeiro a abril. "Sem falar que mais
de 30% dos servidores ganham salário base abaixo do mínimo, o que além de
imoral é ilegal", frisou o democrata Luciano Ribeiro.
Comunicação Liderança da Oposição
Aleluia: “Aumento da água é pimenta de Rui nas maldades de Dilma”
“Para amargura do povo baiano, o governo Rui Costa bota
pimenta nas maldades da presidente Dilma ao aumentar a tarifa da água em 9,8%”,
critica o deputado federal José Carlos Aleluia, presidente estadual do
Democratas. “Se já não bastassem os consecutivos reajustes da luz, consequência
das barbeiragens de Dilma, o trabalhador tem agora mais um serviço essencial
com reajuste acima da inflação”, reclama.
Para Aleluia, está sobrando para a população pagar a conta do
rombo da má gestão do PT. “A Embasa, concessionária estatal de abastecimento de
água e saneamento, tem prestado um péssimo serviço e, nem por isso, o governo
petista tem deixado de lhe premiar com reajustes que chegam a ser o dobro do
índice da inflação dos últimos anos”.
O parlamentar cita o exemplo do INPC Geral: “De abril de 2011
pra cá, o INPC variou 28,87%, enquanto a tarifa da água na Bahia aumentou muito
mais no mesmo período". Na opinião de Aleluia, ao não impedir mais este
abusivo aumento da água, o governador Rui Costa bota ainda mais pimenta nas
maldades da presidente Dilma e demonstra não ter a mínima piedade com o bolso
do povo baiano.
Ascom Deputado federal Aleluia (Dem)
Maluf tem carteira furtada ao visitar a sede do PT
O que era para ser uma simples visita de cortesia acabou
virando caso de polícia na tarde de hoje na capital do país.
O fato ocorreu quando o deputado Paulo Maluf, membro da base
governista, saia de uma breve visita à sede do Partidos dos Trabalhadores e se
deu conta de que teve sua carteira surrupiada.
“Já ia chegando no carro, quando fui pegar a carteira para
dar um dinheiro ao flanelinha que estava vigiando meu carro e notei que minha
carteira havia sumido”, diz o parlamentar.
Maluf disse que chegou a ver de relance algo semelhante a um
trombadinha trajando uma camisa da CUT pulando o muro de trás da sede da
agremiação.
“Ainda tentei correr atrás dele, mas o cara foi mais rápido”,
lamenta.
Apesar do ocorrido, Maluf descartou a possibilidade de
prestar queixa na delegacia.
“Sou aliado do governo Dilma, mas não sou maluco. Se eu for
na delegacia, tenho grandes chances de ficar preso”, brincou
Joselito Muller
Rede de Articulação de Mulheres e EACMA realizam “Jornada Sem Medo de Ser Mulher"
Acontecerá nos dias 7 e 8 de maio a “Jornada Sem Medo de Ser
Mulher-Instrumentos para o combate à violência contra a mulher” em Ilhéus,
Bahia. O projeto realizado pela Escola Agrícola Margarida Alves (EACMA), foi
contemplado pelo edital Março Mulher, da Secretaria de Políticas para as
Mulheres (SPM).
Na jornada serão atendidas, moradoras de comunidades negras
tradicionais e/ou assentamentos de Reforma Agrária vinculados aos movimentos de
luta pela terra, sindicatos de trabalhadores rurais e associações, nos
municípios de Ibirapitanga, Camamu, Igrapiúna, Una, Santa Luzia e Camacan.
Na ocasião ocorrerão a conferencia Estado Patriarcal, raízes
da violência Contra a Mulher que será conduzida por Fabiana Andrade do
Movimento Mulheres em Luta (MML) e a oficina Lei Maria da Penha e as redes de
enfretamento a violência contra a mulher, por Saskya Lopes, do núcleo Ser
Mulher da UESC.
O projeto culminará numa Vigília na cidade de Camamu, no dia
08 de maio, na praça Dr. Pirajá Silva, a partir das 08 horas da manhã.
Assessoria de Comunicação EACMA/Escola Agrícola Comunitária
Margarida Alves
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