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sábado, 4 de abril de 2015

Empresários e trabalhadores se unem pela recuperação da indústria de transformação



Coletiva de lançamento acontece na segunda-feira. A participação da indústria de transformação no PIB que, na década de 80, era de 35% despencou para 12% em 2014. Sem mudanças urgentes vai cair ainda mais. A gravidade da situação levou à união de empresários e trabalhadores que estruturaram a Coalizão Indústria - Trabalho para a Competitividade e o Desenvolvimento.
Segunda-feira, 06, será realizado, no Palácio de Convenções do Anhembi – Auditório Celso Furtado (Rua Dr. Milton Rodrigues, s/n – Portão 35), às 14h, o lançamento da Coalizão Indústria - Trabalho, com entrevista coletiva de representantes da indústria e dos trabalhadores.
Diversas entidades de classe empresariais, centrais sindicais e sindicatos de trabalhadores estarão presentes, tendo como principais porta-vozes o presidente da ABIMAQ / SINDIMAQ, Carlos Pastoriza e o presidente do Conselho de Administração da Gerdau Jorge Gerdau, entre os empresários. Pelas centrais de trabalhadores estarão Miguel Eduardo Torres, presidente da Força Sindical; Ricardo Patah, presidente da União Geral dos Trabalhadores; e Ubiraci Dantas de Oliveira, presidente da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil.


Coletiva Coalizão Capital Trabalho

Brasil - Operação Cala-Boca, por Veja



Em novembro passado, o juiz Sergio Moro determinou a prisão de executivos de oito empreiteiras acusadas de saquear os cofres da Petrobras e, com o dinheiro roubado, pagar propina a políticos alinhados ao governo, sobretudo do PT, PMDB e PP. Se o mensalão resultara na prisão da antiga cúpula petista, o petrolão levava à cadeia, sob a suspeita de corromperem agentes públicos, destacados financiadores de campanhas eleitorais. Batizada de Juízo Final, essa etapa da Operação Lava-Jato era a aposta dos investigadores para chegar ao comando do maior esquema de corrupção do país.
Em depoimentos formais, delatores e operadores já haviam dito que os cofres da empresa eram surrupiados como forma de levantar recursos para comprar apoio partidário ao governo. O quebra-cabeça estava quase montado. Faltava, no entanto, que um grande empreiteiro informasse quem ordenara essa transação criminosa. Faltava a identificação do chefe, do cabeça, do responsável pelo desfalque bilionário.
Para esclarecer essa dúvida, o Ministério Público começou a negociar acordos de delação premiada com executivos de construtoras. Já o governo colocou ministros em campo a fim de mantê-los em silêncio. Essa queda de braço se desenrola há quase cinco meses. Investigadores e advogados de defesa compartilham da mesma análise: quanto mais o tempo passa, maior a probabilidade de um empreiteiro de primeira linha contar o que sabe e, portanto, maior a agonia do governo. Mas essa agonia, ao que parece, está perto de acabar.



Revista Veja

Faturamento de firma de Dirceu chega a R$ 39,1 mi




A JD Assessoria e Consultoria, empresa do ex-ministro José Dirceu, faturou R$ 39,1 milhões entre 2006 e 2013, quase R$ 10 milhões a mais que os R$ 29,3 milhões discriminados na quebra de sigilo entregue aos procuradores da Operação Lava Jato. Parte da diferença veio de pagamentos de clientes estrangeiros, não listados no relatório da Receita Federal. A assessoria de Dirceu confirmou ter recebido dos bilionários mexicanos Carlos Slim e Ricardo Salinas, do empresário de comunicação venezuelano Gustavo Cisneros e da espanhola Telefónica. As receitas foram declaradas no imposto de renda, mas os nomes das fontes pagadoras estrangeiras não estão discriminados porque o dinheiro chegou às contas da JD por meio de contratos de câmbio.
 Nesta modalidade, o contribuinte declara os valores recebidos, mas não os dados de quem fez os pagamentos. A origem do dinheiro fica registrada no Banco do Brasil, onde as operações foram realizadas, e no Banco Central. Só é preciso discriminar ao fisco quem fez os pagamentos se cair na malha fina. Dirceu entrou no radar da Operação Lava Jato, que apura um esquema de corrupção na Petrobras, depois que a investigação detectou que sua empresa recebeu R$ 10 milhões de empreiteiras suspeitas de formar cartel para superfaturar obras da estatal.


Escreve Graciliano Rocha, Folha de S. Paulo

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Reflexão para Sexta-feira Santa




O relato da Paixão, segundo João, destaca a liberdade de Jesus, mostrando que é ele quem se entrega por amor a nós.
O autor do IV Evangelho procura apresentar Jesus como Messias e Filho de Deus. Para entrar no sinal definitivo, o da morte na cruz, João inicia e conclui seu relato usando como cenário um jardim.
Começa com a agonia no jardim das oliveiras e termina com o sepultamento no jardim próximo ao Gólgota. João quer com isso recordar o Jardim do Édem onde o Homem disse não a Deus e onde imediatamente foi prometida a redenção, quando Deus falou com a serpente: “Porei hostilidade entre ti e a mulher, entre tua linhagem e a linhagem dela. Ela te esmagará a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar.” Ali estava a árvore do bem e do mal, da autonomia moral, e no Calvário está a árvore da Vida, da subordinação livre e amorosa ao Pai.
O ser humano ou acata a soberania de Deus e lhe é submisso, ou se rebela e transforma o mundo ao seu bel prazer, desordenando o sentido da natureza e proporcionando o caos, mais ético e moral do que outra coisa. Quando Pilatos pergunta ao Senhor sobre sua realeza, Jesus a confirma, acrescentando que veio para dar testemunho da verdade, isto é, ser fiel ao projeto do Pai em relação ao mundo. Ao acrescentar “o meu reino não é deste mundo”, ele desqualifica o poder exercido pela opressão, pela sujeição dos mais fracos, a sociedade dividida entre vencidos e vencedores, entre ricos e miseráveis, e enaltece o amor e o perdão, a inclusão dos marginalizados. Jesus rejeita a cultura e a sociedade onde reina a morte e proclama o Reino da justiça, do amor, da verdade, da paz, enfim, o Reino da Vida.
Jesus aceita a cruz e a transforma em dom de amor, em revelação do Amor de Deus por todos nós. De fato, o sacrifício redentor de Cristo – cuja Paixão celebramos nesta Sexta-feira Santa – é a expressão máxima desse Amor.


Fonte Rádio Vaticana

Cristo Jesus é a nossa Páscoa! - Parte l



A palavra portuguesa “páscoa” é usada para designar a festa dos judeus que, no hebraico, recebe o nome de pesach (passar por sobre). Esse nome surgiu em face da narrativa bíblica em que o anjo da morte, ou o anjo destruidor, “passou por sobre” as casas assinaladas com o sangue do cordeiro pascal, atacando ferozmente as casas dos egípcios e matando a todos os primogênitos de entre eles (Ex 12.21ss). Essa mortandade convenceu faraó de permitir que Israel deixasse o Egito, após 400 anos de servidão naquele país. Por tudo isso, é correto afirmar que a palavra páscoa – desde tempos mais remotos – tem o sentido de libertação e expiação. O sangue do cordeiro teria um papel expiatório, e o êxodo seria a concretização dessa libertação.
A festa da páscoa é o mais importante dos memoriais do Antigo Testamento, sendo o início de uma série de acontecimentos sem precedentes, que culminaram na entrada do povo na Terra Prometida. No entanto, passados mais de 1500 anos daquela primeira celebração, um outro evento importante teve seu lugar na história. Deus visitou os homens, vestido de carne e tal como o cordeiro na noite de páscoa, verteu seu sangue para que nós pudéssemos ser livres do Destruidor. A morte de Cristo, o verdadeiro Cordeiro de Deus, veio a significar uma expiação perfeita e uma libertação muito mais ampla, razão pela qual o apóstolo Paulo refere-se a Cristo como a nossa páscoa (1Co 5.7).
No mundo ocidental, vimos o conceito da páscoa evoluir rapidamente, de modo que ela passou de uma celebração religiosa para uma data meramente comercial. Aproveita-se a época para vender ovos de chocolate, e promociona-se a figura do coelho, e não do cordeiro. Não tenho absolutamente nada contra quem quer que coma chocolate, quer seja na páscoa, quer seja em qualquer outro dia do ano.


 Continua...




Cristo Jesus é a nossa Páscoa! - Parte ll



Pesquisas recentes confirmam que o chocolate do tipo meio-amargo, por exemplo, protege o coração, e consumo rotineiro reduz os níveis da pressão arterial. Nada contra, mas acontece que em tratando-se de páscoa, tem se perdido a essência da representação desse memorial. Já ninguém conhece o sentido e o significado da páscoa.
Libertação e expiação: Estes são os verdadeiros símbolos da Páscoa. Foi isso que Moisés significou para Israel; é isso o que Jesus significa para nós. Deus em Cristo nos libertou! Já passei da morte para a vida! Isso é pascoa. O reconhecimento de que já não devemos estar debaixo de um jugo de escravo, sendo aprisionados por mandamentos humanos, por ordens sem sentido e heresias infundadas, por medo de perder uma cobertura apostólica, a não aceitação dessa deturpação do sacrifício de Cristo na cruz, o olvidar do perdão, da salvação; tudo isso anula o sentido da páscoa. A pascoa cristã não precisa ser apenas uma celebração anual, ela deve ser vivida a cada dia.
Caro amigo: nesse domingo de páscoa, coma bastante chocolate, dê um lindo passeio com a família. Tudo isso é muito bacana! Mas não se esqueça que pascoa é muito mais que um ovo de chocolate e um passeio de fim de semana: é Cristo Jesus, reinando em nossos corações, declarando-nos livres do poder do pecado através do seu sangue. É assim que deve ser celebrada a nossa fé.



Por Leonardo G. Silva 

Gandu - Bagatine foi exonerado pelo prefeito Ivo Peixoto



O ex-presidente da câmara, Gil Marcelo dos Santos Queiroz (Bagatine), foi exonerado do cargo de diretor de esportes, justamente na véspera da sexta-feira da paixão, prova de que o prefeito Ivo Peixoto (PCdoB), não poupa ninguém nem mesmo no período da páscoa. Em seu lugar assumirá Fábio Rodrigues (Bicudão), que atuava como gerente da pasta. Outra novidade é que, o presidente do PCdoB, Wellington Rosas dos Santos, nosso amigo Xeba, será nomeado como Secretário de esportes, função esta, que desde o inicio da sua gestão, o alcaide não havia nomeado ninguém.
Segundo informações, o desgaste de Bagatine com o governo, começou por causa do inicio do campeonato de Bairro, onde o ex-vereador, havia desobedecido as ordens do chefão, que não queria que a competição se iniciasse por agora. Tanto é, que na abertura do campeonato no dia 29/03, o prefeito não compareceu ao estádio. Ainda segundo informações, outro motivo seria o patrocínio da empresa Marley Produções, nos ternos dos clubes, além de uma grande faixa, que foi exposta no gramado antes das partidas. Vale salientar, que a prefeitura se negou a ajudar financeiramente as equipes, tendo o empresário disponibilizado materiais esportivos as mesmas.
Certo é que, com esta decisão, o prefeito Ivo, matou dois “coelhos” com uma paulada só. Primeiro, exonerou mais um que  não estava acostumado a receber ordens e, em segundo lugar garante o partido comunista, sob o seu comando, tentando com isso enfraquecer politicamente, a sua antecessora, Doutora Irismá, que mesmo estando inelegível, goza de grande prestígio junto a uma parcela do eleitorado do atual governo, inclusive de lideranças do partido comunista.



03 de abril, dia da Merendeira



O dia da Merendeira é uma data muito especial. Essas profissionais devem ser consideradas grandes artistas. São elas que transformam simples alimentos em verdadeiras delícias, colocando em cada prato o mais valioso ingrediente: o amor.
Contar com profissionais tão dedicadas e competentes nos dá a tranqüilidade de saber que temos alunos bem alimentados e conseqüentemente mais sadios, o que influência diretamente no processo de aprendizagem. É através da participação na comunidade escolar que podemos promover a transformação social e vislumbrar um futuro melhor para nossos alunos. Por isso, em seu dia, gostaríamos de demonstrar toda nossa admiração e gratidão, a essas pessoas tão queridas que trabalham em nossas escolas e que são educadoras como qualquer funcionário, independente do cargo que ocupam.
Em nome da nossa colega de trabalho, Suely Rosa, que carinhosamente a chamamos de "chefa", fica nosso fraterno abraço, a estas mulheres guerreiras que dignificam o serviço público. 


Sandro Régis parabeniza município Planalto pelos 53 anos de Emancipação Política



O deputado estadual Sandro Régis (DEM) apresentou, na Assembleia Legislativa do Estado, uma moção de congratulações à população e às autoridades do município de Planalto, pela passagem dos 53 anos de emancipação política e administrativa.
 Na oportunidade, o democrata destacou Planalto como um município progressista e que está desenvolvendo bastante a sua economia. "Gostaria de ressaltar a importância do município de Planalto que vem desenvolvendo a sua economia de forma evidente. Uma cidade progressista, com área aproximada de 815 quilômetros quadrados, que tem o cultivo do café, do limão, da cana de açúcar, da mandioca, tem a pecuária e um comércio que só cresce. Presto aqui minha homenagem às autoridades e também à população residente em Planalto pela passagem dos 53 anos de emancipação política", enfatizou Sandro Régis.


 Fonte: Ascom do deputado estadual Sandro Régis (DEM)

Filho de Alckmin morre em acidente de helicóptero na Grande SP



O filho mais novo do governador Geraldo Alckmin (PSDB), Thomaz Rodrigues Alckmin, era um dos cinco ocupantes do helicóptero que caiu nesta quinta-feira, dia 2, em Carapicuiba, na grande São Paulo. O acidente ocorreu às 17h10, em um condomínio localizado na altura do km 26 da Rodovia Castello Branco. Não houve sobreviventes. A aeronave chegou a atingir uma casa em construção, mas ninguém em solo ficou ferido.  Formado em administração de empresas, Thomaz tinha 31 anos e era piloto de helicóptero. Auxiliares do governador informaram, no entanto, que ele estava ocupando o posto de copiloto no momento do acidente. A empresa dona da aeronava, a Seripatri, divulgou nota na qual afirmou que o piloto, cujo nome ainda não foi divulgado, tinha "30 anos de experiência".
Além do piloto e do filho do governador, outras três pessoas que estavam na aeronave morreram. Seus nomes também não foram divulgados até agora. Thomaz era casado e tinha uma filha de 10 anos - Isabella Trombelli Alckmin - fruto de um relacionamento anterior com uma ex-funcionária do Palácio dos Bandeirantes.
Ao ter conhecimento da notícia, Fabíola Trombelli, ex-mulher de Thomaz - ela vive com a filha atualmente na Noruega -, ligou para o próprio governador, que, segundo ela não conseguia falar. "O Dr Geraldo só chorou", afirmou a ex-mulher de Thomaz, em choque, por telefone.  Pessoas ligadas ao governador afirmam que Alckmin tentava convencer o filho a parar de voar. O filho, ainda segundo auxiliares do Palácio, era muito ligado à mãe, dona Lu Alckmin, quem Thomaz considerava "uma espécie de psicóloga". Além dele, Alckmin tem mais dois filhos: Geraldo e Sophia. Em fevereiro do ano passado, Thomaz sofreu uma tentativa de assalto em frente ao Clube Paineiras, no Morumbi - a cerca de 1 km do Palácio dos Bandeirantes, residência oficial do governador. Ele levava a filha de volta para casa, quando o veículo foi cercado por criminosos. Houve troca de tiros entre os seguranças que faziam a escolta de Thomaz e os bandidos.

Em 2004, Thomaz já havia sido vítima de um assalto quando andava de moto na Marginal Pinheiros, na altura do parque Villa-Lobos. Na ocasião, ele tinha saído sem seguranças, quando foi abordado por bandidos. Dois anos antes, policiais militares que faziam a segurança dele na época foram baleados em uma tentativa de roubo ao carro de Thomaz, na Vila Mariana, zona sul da cidade. Um dos policiais, Diógenes Barbosa Paiva, de 38 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu. Três pessoas foram condenadas pelo crime.


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