Social Icons

sábado, 14 de março de 2015

Conar acata denúncia de Aleluia contra propaganda da Petrobras



A representação, feita pelo deputado federal José Carlos Aleluia (DEM-BA), contra a campanha publicitária da Petrobras que apresentava hipocritamente o escândalo de corrupção na empresa como um “desafio a ser superado” foi acatada pelo Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar). O órgão de regulação determinou que o anúncio deverá ser refeito para continuar sendo veiculado na mídia.
Na denúncia feita em fevereiro último, Aleluia alegou o Artigo 23 do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária (CBAP), que determina aos anúncios “não abusar da confiança do consumidor, não explorar sua falta de experiência ou de conhecimento e não se beneficiar de sua credulidade”. Ressaltou ainda a “proposital confusão” promovida pela peça publicitária ao querer relacionar a descoberta dos primeiros poços de petróleo, ou mesmo do Pré-Sal, com as consequências da Operação Lava Jato na empresa.  
“Não se pode querer enganar a opinião pública com uma campanha publicitária milionária tratando o que é corrupção, roubo de dinheiro público, como exemplo de desafio a ser superado pela companhia. Não é desafio, são atos ilícitos que demandam rigorosa apuração e punição dos envolvidos”, afirmou Aleluia, comemorando a decisão do Conar.

Assessoria de Comunicação do deputado Aleluia (DEM)



Câmara aprova texto-base de projeto que regulamenta direitos dos domésticos



Deputados aprovaram proposta que regulamenta direitos como seguro-desemprego, FGTS e horas extras. Regras podem ser modificadas na semana que vem. O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (12), o Projeto de Lei Complementar 302/13, que regulamenta os direitos e deveres do empregado doméstico, concedidos pela Emenda Constitucional 72, como seguro-desemprego, conta no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), pagamento de horas extras, adicional noturno e seguro contra acidente de trabalho. Foram 319 votos a favor e 2 contra.
Aprovado na forma de uma emenda substitutiva da deputada Benedita da Silva (PT-RJ), o texto terá seus destaques analisados na próxima terça-feira (17). O projeto considera empregado doméstico aquele que presta serviços de forma contínua em residências por mais de dois dias na semana. A carga de trabalho é fixada em 44 horas semanais e 8 horas diárias. A redação aprovada acolhe a Convenção 182/99 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e proíbe o trabalho doméstico de menor de 18 anos.
Benedita da Silva comemorou a aprovação. "É um avanço, uma vitória, um resgate histórico, uma luta de séculos. O Brasil ganha com isso, nós ganhamos com isso. Eu fiquei muito feliz não só por ter sido uma trabalhadora doméstica, mas eu sei o quanto elas são importantes nas nossas vidas", disse.
Um dos pontos que deverá ser discutido por meio dos destaques é a alíquota da contribuição patronal. O texto da deputada Benedita da Silva mantém a contribuição patronal em 12% do salário, mas há destaque para retornar a 8%, conforme a versão da comissão mista de regulamentação constitucional. O texto aprovado na Câmara prevê a criação do Simples Doméstico, que será acessado pela internet e, por meio dele, deverão ser prestadas todas as informações trabalhistas, previdenciárias e fiscais necessárias à apuração dos encargos.
Nos debates em Plenário, o deputado Afonso Florence (PT-BA), que é vice-líder do PT, disse que o projeto resgata a cidadania das empregadas. "Precisamos garantir que elas possam ter os mesmos direitos do conjunto da classe trabalhadora", defendeu.

Embora tenha votado a favor, o deputado Moroni Torgan (DEM-CE) lembrou que a matéria ainda vai ser discutida nos destaques para diminuir o impacto sobre o empregador. "Não adiantar ter lei boa e não ter emprego. Tem de ter os dois", disse.


ASCOM Força Sindical

Dicas para aproveitar a casca de ovo



Hoje eu trago algumas dicas para você aproveitar melhor a casa de ovo, diminuindo assim a quantidade de lixo que produz. Se você tem vaso de plantas em casa, ponha as cascas esmagadas na terra para evitar lesmas e lagartas. É que o cálcio presente na casca de ovo deixa a terra menos ácida e afasta os bichinhos.
Se você tem um estômago sensível, mas adora tomar café, coloque uma casca de ovo limpa no filtro da cafeteira, que ela neutraliza a acidez e a bebida não perde o sabor.
Na hora de limpar as panelas, experimente substituir a palha de aço pela casca triturada, é só colocar um punhado na esponja.
E para deixar os dentes e ossos mais fortes, lave as cascas, seque no forno e triture no liquidificador. O pó você guarda num vidro e vai misturando algumas pitadas na farinha de bolos e de pães.

Por Rosana Jatobá



Reforma política para reduzir partidos interessa para quem? - Parte l



Volta e meia o tema da redução da quantidade de partidos políticos volta na agenda de debate da reforma política. Propostas como a cláusula de barreira ou o fim das coligações estão sempre na ponta da língua de alguns comentaristas midiáticos. É bem comum lermos nos editoriais dos matutinos a ideia de que os problemas de governabilidade passam pelos partidos pequenos e nanicos que negociam seus apoios no Congresso Nacional. Mas é isso mesmo? Quantas vezes partidos nanicos da base do governo, contribuíram para algum tipo de crise social ou institucional? Será que a maior fonte de instabilidade na coalizão nacional não estaria justamente no PMDB, o maior partido de todos?
Em sua coluna no Jornal O Globo o jornalista Ilimar Franco abriu a estratégia dos grandes partidos:
Os grandes partidos (PT, PMDB, PSD e PSDB) definiram que o primeiro tema a ser votado na Comissão da Reforma Política será emenda constitucional pelo fim das coligações nas eleições para deputado federal e estadual. O coordenador da comissão, Cândido Vaccarezza (PT-SP), vai começar por aí. A intenção é liquidar com uma dezena de partidos. Uma obviedade precisa ser dita: os maiores beneficiados com o fim dos pequenos partidos serão os grandes partidos. Propor o fim das coligações interessa apenas para os grandes partidos que hoje já estão estabelecidos no cenário nacional. Reparem bem, caros leitores, que a proposta dos grandes partidos é acabar com a possibilidade de coligações apenas para deputados estaduais e federais. Ora, mas qual o motivo para não apoiarem também o fim das coligações majoritárias para presidente e governadores? A resposta é simples: oportunismo.
O que os grandes partidos estão dizendo é o seguinte: partidos nanicos, nós queremos o seu tempo de televisão para eleger nossos candidatos a presidente e nossos governadores. Em troca não lhes daremos nada. Acontece que essa não é uma troca fisiológica, como querem fazer parecer. As coligações são organizadas em geral em torno de projetos e programas políticos para o país e para os estados. Mas apenas quem tem espaço na televisão é o candidato majoritário da coligação, em geral proveniente de um grande partido.


Continua...

Reforma política para reduzir partidos interessa para quem? - Parte ll



A consequência é a grande publicidade feita em torno do partido e do número do candidato, enquanto os outros partidos da coligação permanecem escondidos. Os exemplos nos ajudam: desde 1989 Lula contou com uma coligação em torno de sua candidatura à presidência. Nesses 20 anos em que foi candidato por essa coligação Lula espalhou o número 13 do PT por todos os cantos do país. Espalhou apenas o número 13, embora sua coligação contasse com o 40 do PSB e o 65 do PCdoB entre outros. Como abrem mão de apresentar seus candidatos próprios tendo em vista a perspectiva maior do projeto político, esses partidos coligados acabam tendo pouca abertura para apresentarem suas ideias e seus projetos próprios. Seus candidatos à deputados estaduais e federais dependem, portanto, de coligações proporcionais com o partido do candidato majoritário. Afinal de contas, o candidato majoritário traz sempre um retorno enorme de votos para sua legenda.
Acabar com a possibilidade das coligações proporcionais sem acabar com as coligações majoritárias é um acinte. Ou se acaba com os dois mecanismos, ou não se acaba com nenhum. Na crítica a tentação oligárquica de redução dos partidos políticos, tenho o prazer de permanecer acompanhado do professor Wanderley Guilherme dos Santos. Diz o professor em um ácido livrinho de 1994 (Regresso: máscaras institucionais do liberalismo oligárquico):
Em filosofia política, igualmente, é dificílimo justificar qualquer legislação extinguindo partidos ou impondo barreiras à representação. Não é difícil explicitar o que aqui se entende por democratização. Sustento que será mais democrático o sistema que oferecer maior competição eleitoral e maior competição partidária; de maneira oposta, são oligárquicas as propostas que redundem em subtrair graus de liberdade ao eleitor, em suas escolhas de partidos e candidatos.
Reduzir a quantidade de partidos significa reduzir a competição eleitoral. Propostas com tal teor não contarão nunca com minha simpatia.

Poder & Politica 


Chiquinha revela que deixou "Chaves" por dinheiro



Famosa por conta da personagem Chiquinha, a atriz mexicana Maria Antonieta de las Nieves revelou o motivo que a fez sair do elenco de "Chaves" em 1974.
Em sua autobiografia, a humorista disse que trocou um papel no seriado por um programa solo na TV Azteca, concorrente da Televisa, por conta de uma excelente proposta financeira.
"Honestamente, me deu muito trabalho decidir deixar Chespirito [apelido de Roberto Bolaños], porém se com ele eu ganhava 100 pesos por semana, no canal 13 eu ganharia 2.000 pesos por programa, ou seja, 1.000 pesos por semana", diz no livro "Había una Vez una Niña en la Vecindad" ["Era uma Vez uma Menina na Vizinhança", em português].
Um ano depois, Maria Antonieta se arrependeu de ter deixado "Chaves" e retornou ao projeto. A atriz levou a parceria com Bolanõs na TV até 1995 quando o humorista aposentou seus personagens. "A vida é um caminho de encruzilhadas e muitas vezes toma um caminho errado. Todos cometemos erros", afirmou.
Segundo o "Notícias da TV", a veterana não cogita se aproximar de nenhum dos antigos companheiros de série ainda vivos. A atriz rompeu com a equipe após brigar pelos direitos de sua personagem na Justiça com Bolaños.
"Não sou rancorosa, mas creio que já aprendi. Fiquei desapontada em muitas ocasiões, e nesta idade [64 anos] não quero voltar a ir ao hospital, infartei duas vezes, quando Chespirito e a Televisa me processaram. Fomos uma família muito bonita, nos dávamos bem nos primeiros seis anos, com essa recordação quero ficar", afirmou.


Fonte Noticias da TV

sexta-feira, 13 de março de 2015

Gandu – Perdemos mais um amigo prematuramente



É com muita tristeza, que noticiamos o falecimento do nosso amigo e irmão, Luismar Santos, carinhosamente chamado de Buinha, vítima de um acidente na tarde desta quinta feira (12), quando o automóvel modelo saveiro, que conduzia com destino a Itabuna, envolveu-se em um acidente com uma carreta, próximo ao trevo de Uruçuca.
Buinha foi socorrido por outros motoristas que passavam no momento, entre eles, nosso amigo, Neto, funcionário da CBR e, policiais rodoviários, que acionaram o SAMU, que em seguida o levou para o hospital de base de Itabuna, onde recebeu os primeiros socorros e, logo após  foi transferido para o Hospital Calisto Midlej, onde chegou a dar entrada no centro cirúrgico, mas infelizmente não resistiu.
Buinha deixa esposa, a professora Jeane Dias e sua linda filha, Ana Luíza de 06 anos. para nós, fica um vazio impreenchível e, juntamente com toda família, estamos vivenciando esta dor.


Deputados se reúnem com Secretário de Infraestrutura na próxima terça-feira



O deputado estadual Hildécio Meireles (PMDB) participou nesta terça (10), na Assembleia Legislativa, da terceira reunião ordinária da Comissão de Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico e Turismo da Bahia, onde ficou definido que a audiência pública com secretário de Infraestrutura da Bahia, Marcus Cavalcanti, acontecerá na próxima terça-feira (17) .
De acordo com o parlamentar, a reunião marcará um momento importante para a comissão. "Tivemos a oportunidade de convidar o secretário de Infraestrutura para participar da nossa comissão na próxima terça-feira e, na oportunidade, ele vai explanar sobre o planejamento da secretaria para o exercício de 2015. Neste momento, todos os deputados presentes também poderão tirar dúvidas em relação aos seus interesses específicos”, salientou Hildécio.
O peemedebista afirmou que destacará algumas demandas da região do Baixo Sul durante a audiência com o secretário. “No Baixo Sul, temos muitas demandas na área de infraestrutura, como a questão dos terminais marítimos, das estradas estaduais que precisam de manutenção e reparo, além dos anéis rodoviários. Portanto, teremos uma pauta muito grande e muito rica para ser debatida aqui com o secretário de infraestrutura”, concluiu o deputado.


Fonte: Ascom do deputado Hildécio Meireles (PMDB)


Líder da oposição diz que governo lança programa banco zero‏



Ao tomar conhecimento de que mais dois caixas eletrônicos haviam sido explodidos na madrugada desta quarta-feira, 11, em Salvador , o líder da Oposição, Sandro Régis, ironizou dizendo o governo da Bahia lançou um novo programa no estado: o "Banco Zero". " Parece que o governador Rui Costa quer disputar e superar o seu antecessor Jaques Wagner em número de caixas arrombados e por isso inaugurou o programa Banco Zero", disparou o deputado, lembrando que ao longo dos quase 100 dias de gestão o governo não conseguiu implantar qualquer medida para cessar ou reduzir os ataques aos terminais eletrônicos.
Ele ressaltou que a explosão é a principal modalidade utilizadas pelos bandidos para atacar as instituições financeiras, alguns com troca de tiros com a polícia, colocando em risco a vida dos bancários, de funcionários que trabalham onde os equipamentos estão instalados e da população que utiliza os caixas.
"Isso sem falar que a cada caixa destruído pela ação dos criminosos é menos uma alternativa de serviço para população. É o Banco Zero do governo", batizou Sandro Régis. O parlamentar informou que segundo dados do Sindicato dos Bancários, em 2014 foram registrados 230 ataques a bancos eletrônicos na Bahia, envolvendo 137 municípios que possuem agências. "Se medidas enérgicas não forem adotadas e os bandidos continuarem agindo livremente esse número será facilmente superado em 2015", alertou, observando que só nos dois primeiros meses desse ano foram registrados 51 ataques a bancos, sendo 26 deles ao Banco do Brasil,  13 ao Bradesco  e 7 contra a Caixa Econômica Federal. Somando aos dias do mês de março o número sobe pra 63 ataques.


Assessoria de Comunicação da  Liderança da Oposição 

Hildécio Meireles realiza Encontro Regional em Teolândia e Valença



Elaborar um plano estratégico de reivindicações do Baixo Sul e Recôncavo Sul.  Este é o objetivo dos dois encontros regionais que acontecerão nos próximos dias 13 e 20 de março, nos municípios de Teolândia e Valença, respectivamente. A iniciativa é do deputado estadual Hildécio Meireles (PMDB) que pretende dialogar com representantes da sociedade civil e representantes dos órgãos constituídos, a fim de se chegar a um diagnóstico situacional e assim traçar uma estratégia para as reivindicações feitas em prol da região.
A elaboração do Painel de Reivindicações do Baixo Sul englobará os municípios de Aratuípe, Jaguaripe, Valença, Taperoá, Nilo Peçanha, Cairu, Ituberá, Igrapiúna e Camamu. E apesar de considerados como integrantes do Alto Sul, os municípios de Presidente Tancredo Neves, Teolândia, Wenceslau Guimarães, Gandu, Nova Ibiá, Itamari, Piraí do Norte e Ibirapitanga. Já do Recôncavo Sul, participarão os municípios de Nazaré, Muniz Ferreira, Santo Antônio de Jesus e D.Macedo Costa.
Segundo o parlamentar, esses dois encontros serão muito importantes para a constituição de soluções e medidas que beneficiem o Baixo e Recôncavo Sul de forma mais expressiva. “As reuniões serão constituídas no reflexo das necessidades de melhorias e mudanças pretendidas pela comunidade. Atuarei efetivamente para que, através das minhas indicações ao governador do estado, possamos realizar ações qualificadas que melhorem a região e a vida de toda a população”, destacou o peemedebista.

Ascom deputado Hildecio Meireles