Social Icons

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Mensagem do vereador Junior Matos




Dilma corta 18 bilhões em direitos trabalhistas



Na calada das festas de final de ano, o PT, com apoio da maioria das centrais sindicais, ataca benefícios trabalhistas conquistados a duras penas pelo trabalhador brasileiro. O corte é de 25% em valores. Em direitos, ainda não dá para ter ideia. O objetivo é economizar R$ 18 bilhões às custas da força de trabalho, para compensar o dinheiro fácil que emprestaram para grandes grupos empresariais, especialmente para as empreiteiras do Petrolão. As mudanças serão publicas amanhã, no Diário Oficial da União e uma série de medidas provisórias serão enviadas ao Congresso Nacional, ferindo profundamente o abono salarial, o seguro-desemprego, o seguro-defeso, a pensão por morte e o auxílio-doença. Segundo informou o ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, “todas as mudanças respeitam integralmente todos os benefícios que já estão sendo pagos. [Elas] não se aplicam aos atuais beneficiados, não é retroativo”. Muito obrigado, ministro! Só faltava o estelionato eleitoral ter efeito retroativo!
As medidas foram combinadas, pasmem!, com representantes de centrais sindicais, na tarde do dia  29/12, no Palácio do Planalto. Elas começaram a valer, mas precisam ser aprovadas pelos deputados e senadores para virarem lei. Elas vão causar um corte de aproximadamente R$ 18 bilhões por ano, a preços de 2015. É como se 2 milhões de trabalhadores deixassem de receber um salário mínimo por mês, incluindo décimo-terceiro.
Vejam o absurdo! O PIB do Brasil vai crescer menos de 0,2% e, de acordo com Nelson Barbosa, que assumiu nesta quinta-feira (1º) o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, o corte equivale a 0,3% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) do próximo ano, e vai aumentar ao longo do tempo, de acordo com a maior utilização dos benefícios.
Vale lembrar de que durante a capamha eleitoral, a presidente falou por diversas vezes a seguinte frase:
“Não mexo nos diretos trabalhistas nem que a vaca tursa”


Com informações do Blog do Coronel

Mensagem do vereador Vei da Rádio




Resumo das medidas da presidente Dilma Roussef



• o aumento da carência do trabalhador que tem direito a receber o abono salarial. Antes, quem trabalhava somente um mês e recebia até dois salários mínimos poderia receber o benefício. Agora, o tempo será de no mínimo seis meses ininterruptos.
• pagamento proporcional ao tempo trabalhado, do mesmo modo que ocorre atualmente com o 13º salário, já que pela regra atual o benefício era pago igualmente para os trabalhadores, independentemente do tempo trabalhado.
• o seguro-desemprego também sofrerá alterações: passa de  seis meses para 18 meses o prazo em que o trabalhador pode solicitar o benefício pela primeira vez.
• na segunda solicitação, o período de carência será de 12 meses. A partir do terceiro pedido, a carência voltará a ser de seis meses.
•  o  trabalhador não poderá acumular benefícios
• o governo vai criar uma carência de dois anos para quem recebe pensão por morte. Será exigido tempo mínimo de dois anos de casamento ou união estável para que os dependentes recebam a pensão.
• o auxílio-doença também sofrerá alteração. O teto do benefício será a média das últimas 12 contribuições, e o prazo de afastamento a ser pago pelo empregador será estendido de 15 para 30 dias, antes que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passe a arcar com o auxílio-doença.

As mudanças foram urdidas durante encontro onde estiveram presentes Carlos Eduardo Gabas, secretário-executivo do Ministério da Previdência Social, que foi efetivado nesta segunda-feira (29) à frente da pasta; Paulo Rogério Caffarelli, secretário executivo do Ministério da Fazenda; Miriam Belchior, ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão; e Manoel Dias, ministro do Trabalho e Emprego.


Os trabalhadores foram representados por dirigentes da Central Única dos Trabalhadores, União Geral dos Trabalhadores, Nova Central Sindical dos Trabalhadores, Central dos Sindicatos Brasileiros e Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil. A Força Sindical, de oposição, não participou destas deliberações que dão um golpe de morte nos direitos trabalhistas dos brasileiros.  

Mensagem do deputado Sandro Regis




Mensagem do vereador Josuel da Bela-Vista




quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Mensagem do deputado Sandro Regis




A origem do nome "Réveillon"



A noite que antecede o Ano Novo é chamada no Brasil de "Réveillon", palavra de origem francesa que deriva do verbo réveiller, que, assim como seu sinônimo éveiller, significa "despertar". Esse termo originalmente designava o jantar da noite de Natal; posteriormente, passou a referir-se à ceia da véspera do Ano Novo e, por fim, à própria virada do ano.
 Réveiller e éveiller (assim como seus cognatos italianos risvegliare e svegliare) remontam ao latim vigilare, "estar atento, acordado, estar em vigília", derivado de vigil, "acorado, desperto". Como substantivo, vigil também significa "sentinela", aquele que fica acordado montando guarda.
 O verbo vigilare deu em português o hereditário "velar" (e daí, por derivação e metonimia, o substantivo "vela", cuja etimologia já foi tratada em outra postagem), o semiculto "vigiar" e o adjetivo/substantivo culto "vigilante" (do latim vigilans). Do latim também nos veio "vigília", estado de quem não dorme.
 O curioso é que vigil é da mesma raiz do verbo vigere, "estar vivo, vigoroso" e do substantivo vigor, "vigor, robustez, saúde", que geraram em português "vigor", "vigorar", "vigência", etc.
 Portanto, sob as palavras "vigor", "vigília" e "Réveillon" está o sentido geral de "vida, energia vital". Isso quer dizer que, embora o Réveillon seja, em princípio, a vigília que fazemos à espera de um novo ano, seu significado profundo está ancorado em nossos desejos, renovados a cada início de ano, de saúde, energia, vigor - numa palavra, de vida.

Um maravilhoso 2015 para todos nós!



Mensagem do vereador Junior Matos




Gandu – Prefeito publica lei que trata do plano de cargos e salários do servidor



O prefeito Ivo Peixoto (PCdoB), cumpriu o acordo feito com o SINSERG, sindicato que representa a categoria dos servidores públicos municipais, publicando no diário oficial do dia 28/12, a lei n.º 1286/2014, de 10 de dezembro de 2014 que dispõe sobre a estruturação do plano de cargos e salários dos servidores públicos do município de Gandu, estabelece normas de progressão salarial e dá outras providências.
Vale salientar de que o tão sonhado plano de cargos e salários, foi elaborado e discutido entre governo e sindicato, contando ainda com o apoio unânime do legislativo local, onde o dialogo prevaleceu entre as partes, o que facilitou para que chegassem a um denominador comum. No ultimo dia 30 de outubro, sindicato, prefeitura e câmara de vereadores, realizaram em parceria uma confraternização alusiva ao dia do servidor, momento  em que foi comemorada esta conquista, que está servindo de exemplo para outros municípios.
Com isso, o prefeito encerra o ano de 2015, cumprindo todos seus  compromissos com o funcionalismo municipal, desde o pagamento do décimo  terceiro salário, até a publicação do plano de cargos e salários, que começa a valer a partir de agora.
Para diretoria do SINSERG, 2014 foi um ano em que a categoria conseguiu exito em suas reivindicações e, acredita que o diálogo continuará  com o governo municipal, para que 2015 seja um ano repleto de realizações.