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sábado, 19 de julho de 2014

Paulo Souto critica segurança pública e diz que estado não pode se render a ‘bandidos’



O candidato a governador pela coligação “Unidos pela Bahia”, Paulo Souto (DEM), criticou mais uma vez a política de segurança do governo Jaques Wagner. O democrata associou o episódio de Amargosa, quando a morte de uma criança provocou uma série de atos violentos na cidade, ao modelo de gestão de segurança do PT. “A Bahia não se renderá aos bandidos”, afirmou, durante caminhada na manhã desta sexta-feira (18) no bairro de Pernambués, em Salvador. O ex-governador, que estava ao lado dos parceiros de chapa Joaci Góes (PSDB), postulante a vice, e Geddel Vieira Lima, aspirante ao Senado, também aproveitou para criticar a saúde pública atual. Souto considerou como “precário” o serviço oferecido pelos hospitais do Estado. “Vamos reorganizar as estruturas gerenciais de saúde e aumentar a qualidade dos serviços, o que será muito facilitado pelo trabalho excepcional que a prefeitura está fazendo nessa área, ampliando os programas de atenção básica e de saúde da família”, criticou.

Escreve Bahia Noticias

Candidato governista não compareceu a debate sobre segurança pública



O candidato do PT, Rui Costa, não apareceu no debate promovido ontem pela UFBA, sobre segurança pública, deixando o caminho livre para os outros cinco candidatos falarem à vontade sobre a gestão petista na área. A segurança pública é o principal calo do governo Wagner, seu padrinho político, e os adversários não economizaram nos números e críticas. O democrata Paulo Souto comparou o governo do PT com o seu próprio, que antecedeu Jaques Wagner. “A gente tinha uma média de 2,6 mil homicídios por ano. Agora, a média é de 5 mil por ano. Foram 37 mil homicídios nesses 7 anos de governo. Não é assim com os outros estados”, disse.
Segundo ele, o problema da violência não é por falta de investimento, mas por mau uso do dinheiro. Os outros candidatos concordaram, e continuaram as críticas. “Tivemos um agravamento na criminalidade em nosso estado. Não quer dizer que não se tenha investido, mas esse investimento não conseguiu barrar a violência”, completou Lídice (PSB). “É preciso valorizar os policiais. Vimos os policiais sendo massacrados nessa última greve”, acusou Marcos Mendes, do Psol.
A candidata do PSTU, Renata Mallet, seguiu a mesma linha: “Temos cinco cidades da Bahia entre as dez mais violentas do Brasil. E a população negra é a que mais morre”. Sem o candidato petista para esquentar o debate, o momento menos morno foi protagonizado por Renata e Lídice, quando ambas falavam mal do PT. “Até pouco tempo atrás, o seu partido tinha secretaria neste governo”, provocou Mallet, ao que Lídice retrucou, arrancando gritos e aplausos da plateia: “Quem tem essa obsessão por falar do PT são vocês, que eram todos do PT. Eu nunca fui”.
A ex-prefeita afirmou que só apoiou a candidatura de Wagner em 2006 para derrotar o carlismo, mas disse que o governador “demonstrou incapacidade”. O candidato Da Luz (PRTB) aproveitou para falar do polêmico helicóptero do governador, que foi protagonista dos debates na eleição passada. “O helicóptero gasta R$ 56 mil por dia”, lembrou. Ele criticou as nomeações políticas para secretarias e prometeu transformar o Palácio de Ondina (residência oficial do governador) em um museu.


O poder medicinal da babosa



A babosa (aloe vera) é uma planta medicinal com várias propriedades medicinais: antibacteriano, anti-inflamatório, antifúngico, emoliente, hepático, laxativo, purgante, rejuvenescedor, tônico estomacal, vermífugo. O seu poder é realmente incrível. Queimaduras profundas tratada com esta planta, algumas vezes, conseguem evoluir para uma queimadura de menor grau em poucos dias. A indústria cosmética vê a Aloe vera como base e fitocosmético para vários produtos de beleza, tais como cremes faciais e capilares, limpadores de pele, fortalecedor do couro cabeludo e desodorante. Ajuda ainda a combater a caspa, previne contra as rugas hidratando peles ressecadas e flácidas e, aplicada como loção após a barba, é ótimo suavizante para a pele. Além de tudo isso, a planta também é útil para o tratamento de cortes e feridas, acne, coceiras, manchas na pele, picadas de insetos, dores musculares, problemas digestivos, artrite, sinusite e asma.
Mas atenção: como os seus componentes têm propriedades emenagogos (aumentam o fluxo sanguíneo), não deve ser usada durante a gravidez. Em doses altas, a Aloe vera pode provocar vômitos e se transformar num purgativo drástico, sendo totalmente desaconselhável seu uso em crianças, onde os efeitos colaterais podem ser potencializados. O uso também é não é recomendado em casos de varizes, hemorróidas, afecções renais, enterocolites, apendicites, prostatites e cistites. Enquanto cresce a discussão em torno da indicação da Aloe vera para uso interno, por outro lado, é unânime o reconhecimento das propriedades da planta para uso externo. Sobre a pele, as substâncias contidas na babosa agem formando uma camada protetora e refrescante, com amplo uso cosmético e medicinal.
Os benefícios do suco da babosa ainda são controversos. O suco é extraído da polpa da planta, já que a casca não é recomendada. Dilui-se uma colher de sopa em meio litro de água. Tome de uma a três vezes por dia antes das refeições. A ingestão excessiva do suco da Babosa pode causar dores abdominais e diarréia. Gestantes não devem tomar. Com propriedades antibacterianas, antivirais e antifúngicas, estimula a cicatrização de feridas. Contém ainda vitaminas C e E e  zinco. Usa-se o gel extraído da folha para higienizar o local diariamente. O gel só deve ser usado externamente.
In Natura: aplica-se a folha da Aloe vera diretamente sobre as queimaduras e as feridas, sobre a pele seca, as infecções por fungos e as picadas de insetos.
Pomada: para obter a pomada, extraia o gel das folhas, ferva-o até que forme uma pasta espessa. Guarde em frascos com tampas e em local fresco. O modo de utilizar é o mesmo das folhas.
Tônico: O gel da babosa fermentado com mel e especiarias é empregado como tônico e auxilia contra a anemia, problemas digestivos e hepatite.


Escrito por Medicinaisplantas.com

Só 22% dos brasileiros têm reservas para aposentadoria



No Brasil, embora 47% das pessoas tenham planos para se aposentar, apenas 22%, ou seja, menos da metade, possuem alguma solução contratada. Isso é o que aponta pesquisa mundial da seguradora Aegon, que entrevistou 16 mil pessoas em 15 países. Esta é a primeira vez que o levantamento inclui os brasileiros. Em terras tupiniquins 1.000 pessoas foram consultadas. A pesquisa mostra, ainda, que 27% não têm qualquer plano para a aposentadoria. Na média dos demais países – o que inclui China, Índia, Estados Unidos, Holanda, Canadá, Reino Unido, Suécia, Turquia, Alemanha, Hungria, Espanha, Japão, França e Polônia –, esse percentual chega a 40%.
Na avaliação do professor de macroeconomia da Fipecafi (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras) e planejador financeiro Silvio Paixão, as pessoas não têm reservas para o momento de ‘pendurar as chuteiras’ basicamente por três motivos: 1) porque não é importante para elas; 2) porque não acreditam que vão viver até lá; 3) porque não sobram recursos. A falta de dinheiro é um empecilho para a poupança apontado por 67% dos entrevistados. Numa lista com oito opções que incentivariam a formação de reserva para a aposentadoria, o aumento de salário é o primeiro da lista (46%), seguido por um ambiente econômico mais certo (39%) e incentivo fiscal mais generoso em produtos de aposentadoria e poupança de longo prazo (30%).
“A renda per capita do brasileiro gira em torno de R$ 2.000 por mês. Considerando que ele tenha família, composta por mulher e dois filhos, e que possui quatro grandes preocupações, que são se alimentar, manter um lar, trabalhar e estudar e ter o mínimo de qualidade de vida – que inclui 60% de renda comprometida com pagamentos regulares, como prestações –, não sobra dinheiro para poupar”, explica.
Aliado ao baixo rendimento, a população brasileira “é bastante analfabeta em relação às finanças pessoais”, ou seja, não tem a mínima cultura da poupança e tende a pensar em como sobreviver no momento, e não no futuro, afirma Paixão.


ASCOM Força Sindical

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Gandu – Alguns políticos tentam confundir o eleitorado



Já se foi o tempo em que o eleitor escolhia seus candidatos de acordo suas ideologias. Pouquíssimos continuam seguindo suas origens políticas.
Em Gandu, em sua maioria estão fazendo política de acordo suas conveniências. Como exemplo, podemos citar o peemedebista, José Antônio Jú, que continua acendendo uma vela para dois “santos”. Em 2012 o vereador do PMDB, foi eleito pela oposição, afirmando categoricamente, no início do seu mandato, que honraria os mais de 500 votos recebidos, mesmo residindo em Salvador. Votos estes que na maioria foram de eleitores, que não concordam com o projeto politico administrativo do PCdoB/PT.
Mas bastou ouvir uma proposta tentadora, para sucumbir-se ao poder, na promessa de vim a ser o próximo presidente da câmara, além de benefícios pessoais e empregos para alguns cabos eleitorais.
Desta forma, o parlamentar vem tentando confundir a mente do eleitorado, quando se pronuncia no plenário, criticando o governo do estado, liderado por Jaques Wagner (PT). Hora, como pode um político aderir a um segmento que tem a frente os partidos PCdoB/PT, ter argumentos para criticar o governador da mesma base?
Realmente, é subestimar a inteligência do povo.
Para tentar minimizar sua atitude capitalista e individual, o Edil, deverá apoiar candidatos do seu partido,  liderado por Geddel Vieira Lima, que abdicou de um ministério por não aceitar a forma que vem sendo conduzido o estado da Bahia. Segundo pessoas ligadas ao vereador, Lúcio Vieira Lima e Ildécio Meirelles, serão seus candidatos a deputado federal e estadual respectivamente, enquanto para governador, votará em Paulo Souto (DEM) e Geddel Para o Senado.
Observe quanta incoerência, na esfera estadual o vereador é contra as diretrizes do PCdoB/PT, enquanto no município, é aliado do prefeito Ivo Peixoto (PCdoB), que apoia literalmente todos os candidatos deste segmento.
Análise e tire suas próprias conclusões. Ou será que Jú aderiu ao governo pensando apenas em seus eleitores?


Programação sessão solene 28 de julho




Comerciários de Ilhéus/BA serão vacinados contra a gripe H1N1 dia 20



O sindicato dos Comerciários de Ilhéus estará realizando em sua sede, situada a Rua Coronel Paiva, 99, ao lado do bar Vesúvio e fundo do Teatro Municipal, na próxima terça-feira (20) mais uma etapa da vacinação contra a gripe H1N1, ou influenza A. E para isso a direção da entidade pede aos interessados que levem a carteirinha de sócio e principalmente de vacinação.
A presidente Crismélia Mali, enfatiza que nesta nova etapa serão só 200 doses da vacina, das 8 às 12 horas da manhã, e que devido a uma parceria entre o Sindicato e a Secretaria de Saúde local responsável por disponibilizar a quantidade do medicamento e também os técnicos que executaram o serviço. O Secmi segue com isso, uma das normas de praxe da Força Sindical que é valorizar o bem estar e a saúde dos trabalhadores, promovendo assim ações sociais, educacionais e de cuidar da autoestima e da vida de cada profissional.


ASCOM Força Sindical

Gilmar Rinaldi é anunciado como novo coordenador geral da Seleção Brasileira



Depois do fiasco da seleção brasileira na Copa do Mundo, que selou a saída de toda a comissão técnica e ensejou o fortalecimento de um sentimento de mudança no futebol nacional, à cúpula da CBF concedeu uma aguardada entrevista coletiva na manhã desta quinta-feira. E anunciou a escolha de Gilmar Rinaldi, ex-goleiro tetracampeão em 1994, como coordenador geral da Seleção. Assim que sentou à mesa para falar à imprensa, o presidente José Maria Marin passou a palavra a Alexandre Gallo, coordenador técnico das categorias de base da Seleção. O ex-comandante alvirrubro falou sobre o trabalho que vem sendo desenvolvido desde quando assumiu o cargo, há cerca de um ano e meio, e defendeu a integração entre as seleções sub-20 e a olímpica, com a participação também dos jogadores da principal.
Gallo citou como exemplo o trabalho do algoz brasileiro na última Copa, a Alemanha. De acordo com o coordenador, os alemães já têm uma larga base preparada para o Mundial da Rússia, em 2018. “A Alemanha, hoje, já tem 20 atletas em condições de disputar o mundial 2018. Isso é um trabalho de médio prazo”, afirmou. Após o discurso de Gallo, Marin pediu novamente a palavra para apresentar seu novo coordenador geral, que vinha trabalhando como agente de jogadores. Primeiramente, Gilmar ressaltou que está largando sua atividade de empresário e passará a se ocupar unicamente com o desenvolvimento do futebol nacional. “Larguei a atividade de agente de jogadores, e me dedico exclusivamente à Seleção. Estou voltando a casa”, declarou.

Provavelmente inspirado na evolução do futebol que destruiu o Brasil no Mineirão, Gilmar repetiu várias vezes que idealiza um futebol mais coletivo sendo praticado na Seleção. Algo que vai de encontro à tradição histórica da Canarinha, na qual o talento individual quase sempre prevaleceu. E falou que se incomodou com o que ocorreu antes do jogo contra a Alemanha, quando alguns jogadores usaram um boné com a ‘hashtag’ #ForçaNeymar. Segundo Rinaldi, os jogadores deviam ter dado mais força a quem estava entrando. “O boné deveria ter um #ForçaBernard, ou qualquer outro jogador que estivesse entrando no time”. Por fim, o novo coordenador afirmou que vai tentar convidar a comissão técnica que acaba de deixar o comando da Seleção para dialogar sobre o futuro do futebol brasileiro. “Vou procurar conversar com as pessoas que saíram todos eles têm muita coisa a ajudar nesse momento, e eu vou buscar essa ajuda. Eles podem não estar mais aqui trabalhando, mas esse é o país deles, que eles amam”, pontuou.

Aleluia classifica como justa a punição do TRE a Wagner



“Que a multa de R$ 53 mil que o TRE lhe aplicou sirva de exemplo ao governador Jaques Wagner para que ele não continue a usar a maquina do Estado em benefício de seu candidato”. Assim reagiu o presidente estadual do Democratas, José Carlos Aleluia à noticia da punição do Tribunal Regional Eleitoral a Wagner por ter divulgado uma pesquisa não registrada durante entrevista à Rádio Metrópole, na tentativa de beneficiar o candidato do PT à sua sucessão. “O TRE agiu certo e deu uma multa que, pelos números do mercado, equivale ao preço de uma pesquisa. Espero que a Justiça continue agindo dessa forma. E que o governador consiga ajustar o seu discurso ‘republicano’ com a realidade. É feio usar a máquina pública e o cargo para beneficiar o candidato da preferência pessoal”, finalizou Aleluia.

Escreve Política Livre


Senado aprova projeto que altera Supersimples



Por unanimidade, o Senado aprovou, nesta quarta-feira (16), projeto de lei complementar que altera o regime de tributação das micro e pequenas empresas e universaliza o acesso do setor de serviços ao Simples Nacional, conhecido como Supersimples. Foram 56 votos favoráveis. Texto segue agora para sanção ou veto presidencial.
De acordo com o projeto, já aprovado pela Câmara em junho, o enquadramento de empresas não vai ser mais por categoria, mas, sim, pelo faturamento. Com a mudança, qualquer empresa da área de serviços que fature anualmente até R$ 3,6 milhões vai poder ingressar no regime especial de tributação. As empresas que se enquadrarem no novo sistema vão ser tributadas de acordo com uma nova tabela que vai de 16,93% a 22,45% do faturamento mensal. Além de micro e pequenas de medicina e advocacia, empresas que fabricam refrigerantes e compostos utilizados na produção dessas bebidas foram incluídas no programa. Cerca de 140 segmentos não contemplados anteriormente poderão optar pelo regime simplificado.
O Simples, criado em 2007, é um regime tributário especial que reúne o pagamento de seis tributos federais, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Serviços (ISS). As micro e pequenas empresas incluídas no Simples não pagam uma alíquota para cada tributo. Recolhem numa única guia um percentual sobre o faturamento que é repassado para a União, os governos estaduais e as prefeituras.

Escreve Congresso em Foco