Não basta dizer que é
católico, tem que participar!
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Wenceslau Guimarães: Rua pode desaparecer, recursos vieram e nada foi feito!
Depois das últimas chuvas,
detectamos que o trecho da Rua Benedito Rosário Gomes que está diminuindo,
agora está ainda menor. A via pública, neste setor agora só passa um veículo
por vez. Nesta terça-feira 25/02 registramos novos deslizamentos. Pedras, meios-fios,
e barrancos voltaram a descer para Rua Jordão Edson, pondo em risco os
moradores de ambas as ruas, como também aqueles que passam todos os dias pelos
locais.
Conversamos com moradores da
Rua Jordão Edson que agora temem ainda mais pela integridade física suas, de
suas famílias e residências.
Estamos investigando e
colhendo informações para em breve publicar a captação de recursos por parte da
Prefeitura com o objetivo de recuperar pontos da cidade que foram prejudicados
com incidência de chuvas, inclusive a confirmação de repasse por parte do
Governo Federal de uma quantia considerável e até agora nada foi feito.
Aguardem!
O Manifesto do Cidadão
Juiz eleitoral afirma que adulterar urna eletrônica é mais fácil que infectar computador com vírus – Parte l
O desembargador e juiz
eleitoral aposentado Ilton Dellandréa afirmou, ao analisar a segurança do
sistema eleitoral brasileiro, que o ato de modificar o endereço do voto
registrado em uma urna eletrônica pode ser feito com mais facilidade que a
inoculação de um vírus em um computador. Leia abaixo a íntegra do artigo:
Um computador, por mais
protegido que esteja, é potencialmente vulnerável a vírus e invasões cujos
métodos se aperfeiçoam na mesma proporção dos aplicativos protetores. Desconfio
que algumas empresas proprietárias de antivírus mantêm um setor específico para
criar os que elas próprias, depois, vão eficientemente combater. É a melhor
explicação que encontro para a propagação dessa praga cibernética.
A urna eletrônica usada nas
eleições do Brasil é semelhante a um micro. É programada por seres humanos e seu
software é alterável de acordo com as peculiaridades de cada pleito. Por ser
programável pode sofrer a ação de maliciosos que queiram alterar resultados em
seus interesses e modificar o endereço do voto com mais facilidade do que se
inocula um vírus no seu micro via Internet. Além disto, pode desvendar nosso
voto, pois o número do título é gravado na urna na mesma ocasião e fica a ela
associado.
Há várias formas de se fazer
isto. Por exemplo: é possível introduzir um comando que a cada cinco votos
desvie um para determinado candidato mesmo que o eleitor tenha teclado o número
de outro. Talvez eventuais alterações maliciosas sejam possíveis de serem
detectadas a posteriori. Mas descobrir a fraude depois de ocorrida não adianta.
O importante é prevenir.
A preocupação com a
vulnerabilidade da urna eletrônica é antiga. Pode ser acompanhada no site Voto
Seguro, mantido por técnicos especializados, engenheiros, professores e
advogados que defendem que a urna eletrônica virtual - que não registra em
apartado o voto do eleitor e que será usada nas próximas eleições - admite uma
vasta gama de possibilidades de invasões, sendo definitivamente insegura e
vulnerável.
Continua...
Juiz eleitoral afirma que adulterar urna eletrônica é mais fácil que infectar computador com vírus – Parte ll
Recentemente o engenheiro
Amílcar Brunazo Filho (especialista em segurança de dados em computador) e a
advogada Maria Aparecida Cortiz (procuradora de partidos políticos) lançaram o
livro "Fraudes e Defesas no Voto Eletrônico" (capa acima), pela All
Print Editora, no mínimo inquietante. Mesmo para os não familiarizados com o
informatiquês ele é claro e transmite a idéia de que as urnas eleitorais
brasileiras podem ser fraudadas.
São detalhados os vários
modos de contaminação da urna e se pode depreender que, se na eleição
tradicional, com cédulas de papel, as fraudes existiam, eram também mais fáceis
de ser apuradas porque o voto era registrado. Agora não. O voto é invisível e,
como diz o lema do Voto Seguro: "Eu sei em quem votei, eles também, mas só
eles sabem quem recebeu meu voto", de autoria do engenheiro e professor
Walter Del Picchia, Professor Titular da Escola Politécnica da USP. O livro
detalha a adaptação criativa de fraudes anteriores, como o voto de cabresto e a
compra de votos, e outros meios mais sofisticados, como clonagem e adulteração
dos programas, o engravidamento da urna e outros. Além das fraudes na eleição,
são possíveis fraudes na apuração e na totalização dos votos.
O livro demonstra que a
zerésima - um neologismo para a listagem emitida pela urna antes da votação e
na qual constam os nomes dos candidatos com o número zero ao lado, indicando
que nenhum deles recebeu ainda votos, na qual repousa a garantia de
invulnerabilidade defendida pelo TSE -, ela própria pode ser uma burla porque é
possível se imprimir qualquer coisa, como o número zero ao lado do nome do
candidato, e ainda assim haver votos guardados na memória do computador (página
27). O livro não lança acusações levianas. Explica como as fraudes podem ocorrer
e ao mesmo tempo apresenta soluções, ao menos parciais, como o uso da Urna
Eletrônica Real - que imprime e recolhe os votos dos eleitores em compartimento
próprio - ao contrário da urna eminentemente virtual, que não deixa
possibilidade de posterior conferência. O mais instigante é que os autores e
outros técnicos e professores protocolizaram no TSE pedidos para efetuar um
teste de penetração visando demonstrar sua tese e isto lhes foi negado, apesar
da fundamentação usada.
Continua...
Juiz eleitoral afirma que adulterar urna eletrônica é mais fácil que infectar computador com vírus – Parte lll
O livro cita o Relatório
Hursti, da ONG Black Box Voting, dos EUA, em que testes de penetração nas
urnas-e TXs da Diebold demonstraram que é perfeitamente possível se adulterar
os programas daqueles modelos de forma a desviar votos numa eleição normal
(página 25). Pelo menos 375 mil das 426 mil urnas que serão utilizadas nas
eleições de 2006 são fabricadas pela Diebold. Elas foram, por esses motivos,
recusadas tanto nos EUA quanto no Canadá.
É óbvio que a fraude não
necessariamente ocorrerá. É óbvio que a grande maioria dos membros do TSE e dos
TREs, desde o mais até o menos graduado, é honesta e, por isto, podemos dormir
em paz pelo menos metade da noite. Sei disso porque fui Juiz Eleitoral em Iraí,
Espumoso, Novo Hamburgo (onde presidi o famigerado recadastramento eleitoral,
saudado como um golpe às falcatruas que se revelou frustrante ao abolir a foto
de eleitor no título e abriu o caminho para outras fraudes) e em Porto Alegre.
Era Juiz quando pela primeira vez foi utilizada, no Brasil, a urna eletrônica,
isto em 1996, e não percebi nada de anormal.
Aqueles eram outros tempos e
a novidade da máquina deslumbrava a todos e era tida e havida como segura,
principalmente pela atuação do pessoal encarregado de sua manipulação. Mas
depois que se descobriu que o Poder Judiciário não é imune à corrupção -
veja-se o caso de Rondônia - nada é impossível, principalmente em matéria
eleitoral. Por isto é incompreensível a negativa do TSE em admitir o teste
requerido e, o que é pior, insistir em utilizar a Urna-E Virtual com apoio na
Lei n. 10.740/03, aprovada de afogadilho e sem o merecido debate, ao invés da
mais segura Urna Eletrônica Real.
Se não é certo, em Direito,
dizer que quem cala consente é, todavia, correto dizer que quem obsta o
exercício de um direito é porque tem algo a esconder. Ou, por outra, que há
alguma coisa que aconselha a ocultação. Ou porque - e agora estou me referindo
ao caso concreto - se intui que pode haver algo de podre no seio da urna
eletrônica que poderia provocar severas desconfianças às vésperas do pleito.
Lígia Ferreira/Folha
Política
CONVITE
Os presidentes dos partidos que compõem a “frente
partidária – Jorge aleluia (FPJA): PRP/PTDOB/PSDC/PPL e PPS vêm convidá-lo,
para participar do encontro, no próximo dia 29 (vinte e nove) do mês de março
do ano em curso:
Local: centro de convenções da Bahia, salão xangô;
Horário: a partir das 09 (nove)
horas, com término previsto para as 13:00 (treze) horas:
Assunto: eleições 2014,
palestras elucidativas.
Sua presença é
indispensável, dela dependerá o nosso sucesso.
Salvador, 24 de fevereiro de
2014.
Antônio Albino
Presidente Regional
PSDC/Bahia
Ministro diz que Dirceu montou quadrilha para garantir ‘governabilidade’
O ministro do Supremo
Tribunal Federal (STF) Luiz Fux afirmou nesta quarta-feira, 26, que José
Dirceu, como ministro chefe da Casa Civil, orquestrou uma “quadrilha estável e
duradoura” que tinha como objetivo obter recursos destinados a garantir o apoio
à “governabilidade do país”. O relator rejeitou o pedido de Dirceu e mais
outros oito condenados de absolvê-los do crime de formação de quadrilha no
processo do mensalão. Fux, como relator dos embargos infringentes, é
responsável pelo primeiro voto no julgamento dos recursos. Se a posição do
relator prevalecer, Dirceu permanecerá preso em regime inicialmente fechado e
perderá o direito, ao menos por ora, de trabalhar fora da cadeia em Brasília. O
relator detalhou a atuação do ex-chefe da Casa Civil. Segundo Fux, há “farta”
prova dos autos de que Dirceu cometeu formação de quadrilha. Ele disse que as
atividades ilícitas dele foram praticadas por mais de dois anos e que o
ex-ministro participava ativamente das reuniões partidárias em que se decidiam
os acordos com os partidos da base aliada. Fux disse ainda que José Dirceu
conhecia as operações de empréstimo fictício realizados no Banco Rural,
instituição que também concedeu outro empréstimo a ex- esposa dele Ângela
Saragoça. “A ex- esposa logrou obter, por intermédio de membros da quadrilha,
um emprego. O apartamento dessa senhora foi adquirido por Rogério Tolentino
(outro condenado no processo), que agiu com o intuito de auxiliar o primeiro
réu”, destacou. Segundo o relator, nada era praticado “isoladamente, mas em
concerto”. E destacou que era Dirceu quem “batia o martelo” em relação aos
temas apurados nos autos.
Agência Estado
Alunos de medicina poderão ter estágio obrigatório no SUS
Os estudantes de medicina
terão de fazer estágio obrigatório no Sistema Único de Saúde (SUS). O estágio
será na atenção básica, em urgência e emergência, e corresponderá a 30% da
carga horária prevista para o internato da graduação.
Além disso, os alunos
passarão a cada dois anos por avaliação obrigatória e classificatória para
programas de residência médica. Essas são algumas das mudanças curriculares
apresentadas hoje (26) pelo Conselho Nacional de Educação (CNE).
No documento apresentado
nesta quarta-feira, o CNE estabelece seis anos para a graduação, descartando as
possibilidades apresentadas inicialmente pelo governo de que o curso tivesse a
duração de oito anos.
A reformulação das
diretrizes curriculares faz parte da Lei 12.871/2013, que instituiu o Programa
Mais Médicos, no ano passado. O CNE ainda está recebendo as últimas sugestões e
têm um mês para apresentar a versão definitiva ao Ministério da Educação (MEC). As diretrizes atuais foram definidas em 2001.
Pelas novas diretrizes, 35%
da carga horária da graduação deverão ser voltadas à prática. Dessa carga, 30%
serão no SUS. O restante da carga horária deverá incluir clínica médica,
cirurgia, ginecologia-obstetrícia, pediatria, saúde coletiva e saúde mental.
Quanto à avaliação dos alunos, será nacional, sob a responsabilidade do
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Poder & Política
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Gandu – Candidato denuncia suposto favorecimento em REDA da saúde
Nesta terça (25), recebemos
em nossa redação, o jovem Ganduense, Gustavo Souza Costa. Relatando-nos o que já
prevíamos que iria acontecer no processo seletivo para vagas no SAMU. Segundo Gustavo,
o que publicamos na semana passada, aconteceu em verso e prosa, Durante a
realização do REDA. Pra começar não houve aplicação de provas escritas. E,
durante as entrevistas realizadas no colégio polivalente, que tiveram a frente a assistente social do Município,
Senhora Cristina Barbalho e a própria secretaria da Saúde, Rosângela Rodrigues,
ficou nítida a falta de fiscalização, tendo o Vereador Uziel Barreto (PROS),
chegado quase no final dos trabalhos. Ainda segundo Guga, a maioria dos
aprovados, foi de pessoas com ligação com o Prefeito Ivo Peixoto (PCdoB), ou
com algum aliado.
Ainda segundo o denunciante,
sua documentação foi entregue como solicitado, através de currículos e experiências.
Em seu currículo, constam os seguintes cursos: Brigadista, socorrista, primeiros socorros, mecânica e um curso com duração de seis meses no Hospital Sara em
Salvador. Ainda foi apresentado pelo denunciante, suas experiências comprovadas
em carteira e certificado, nas empresas: Mendes Junior, Odebrecht, Mazza, onde
por duas vezes, atuou como presidente da CIPA (comissão interna de prevenção a
acidentes), dentre outras.
Gustavo Costa afirmou, que
nesta quarta feira (26), irá procurar a FM Vitória, para tentar um espaço para “botar
a boca no trombone”, bem como também irá apresentar denuncias ao Ministério
Público Estadual.
Wenceslau Guimarães - População interdita estrada
Segundo informações,
moradores da Região do Iraque iniciaram logo nas primeiras horas desta terça
feira (25), manifestação na principal estrada da zona rural do município, que
dá acesso à Sede, a estrada do Povoado do Cocão. O bloqueio acontece nas
proximidades do Povoado do Alto de Paulo Bispo. Os primeiros movimentos
iniciaram antes das 6h da manhã, a única exceção de passagem até agora, foi da
ambulância do município que necessitou de tábuas para conseguir passar, pois,
foram abertas valas na estrada além de queima de pneus.
Alguns manifestantes
entraram em contato conosco e disseram que o motivo principal da manifestação é
a falta de cumprimento por parte do prefeito Nestor Vicente (PDT), de promessas de
campanha, dentre as quais melhorias nas estradas da região. As más condições
das vias vêm trazendo grande sofrimento para população, principalmente agora
com as chuvas comuns nesta época do ano.
Com informações de O
Manifesto do Cidadão
Assinar:
Comentários (Atom)


