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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Em queda, IGP-10 registra inflação de 0,3% em fevereiro


O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) registrou inflação de 0,3% em fevereiro deste ano, taxa inferior à observada em janeiro (0,58%). Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), que calcula o indicador, o IGP-10 acumula inflação de 0,88% no ano e de 5,57% em 12 meses.
A queda do índice foi puxada por uma inflação menor dos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo. A taxa caiu de 0,55% em janeiro para 0,07% em fevereiro. Por outro lado, a inflação dos preços no varejo, medidos pelo Índice de Preços ao Consumidor, subiu de 0,76% para 0,82% no período.

Também teve alta a inflação medida pelo Índice Nacional de Custo da Construção, que passou de 0,36% em janeiro para 0,7% em fevereiro. O IGP-10 é calculado com base em preços coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.

Veto ao projeto que regula a criação de Municípios será definido em votação aberta


O veto ao projeto que cria regras para a criação de novos municípios será analisado pelos parlamentares na próxima terça-feira, 18 de fevereiro. Deputados e senadores deverão decidir se mantêm a posição manifestada durante as votações na Câmara e no Senado ou se apoiam, em votação aberta, a decisão do governo. O voto aberto na apreciação dos vetos foi aprovado no final de 2013.
 Para alguns parlamentares, o voto secreto no caso de vetos é uma forma de os parlamentares se protegerem de possíveis pressões do governo. No entanto, o próprio autor do texto, senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), discorda. O Projeto de Lei do Senado (PLS) 98/2002 foi aprovado em outubro de 2013, mas foi vetado integralmente pela presidente Dilma Rousseff. Segundo o governo, o projeto contraria o interesse público por causa do aumento de despesas sem a criação de receitas equivalentes. Para o Executivo, haverá impacto negativo na sustentabilidade fiscal e na estabilidade macroeconômica.
 No entanto, o senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), discorda dessa tese. Para ele, não haverá aumento de despesas. Para ele, ocorrerá apenas uma nova distribuição dos recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O senador também contesta o argumento de que surgiriam, em pouco tempo, centenas de novas cidades. Para ele, as exigências contidas no projeto – como número mínimo de habitantes, estudo de viabilidade e plebiscito na área em questão – são rígidas e podem até evitar a criação de Municípios onde não há necessidade.
 Essa visão é reforçada por estudos da Confederação Nacional de Municípios (CNM). Para a entidade, a matéria dificulta bastante a criação de novos Municípios. Pelos dados da Confederação, 45,2% dos atuais Municípios brasileiros não atenderiam à determinação, e não poderiam chegar à fase de realização do estudo de viabilidade, que é uma das etapas do processo. Ainda segundo estudos feitos pela CNM, os Municípios se desenvolveram mais a partir da emancipação política do que na época em que eram distritos.

Congresso em Foco

Cenários eleitorais mudam onde Dilma venceu com folga


O cenário favorável que a presidente Dilma Rousseff teve na eleição de 2010 em seis Estados - onde sua vantagem sobre o rival José Serra (PSDB) no 1º turno superou um milhão de votos - dificilmente se repetirá na sua tentativa de reeleição em outubro. Além de Minas Gerais e Pernambuco, onde os prováveis candidatos Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB) certamente terão votações expressivas, outros Estados, como Bahia, Ceará, Rio e Maranhão apresentam hoje um quadro bastante diverso do que existia quatro anos atrás.
Em 2010, a Bahia deu 2,7 milhões de votos de vantagem a Dilma. No Ceará, ela conseguiu outros 2,1 milhões. Pernambuco (1,97 milhão), Minas Gerais (1,75 milhão), Maranhão (1,63 milhão) e Rio de Janeiro (1 milhão) completaram o quadro, garantindo-lhe folga de 11,27 milhões de votos sobre o rival. Além disso, aliados de Serra acusaram Aécio - que era candidato ao Senado - de não se empenhar por ele na briga presidencial no Estado. E Campos apoiou o PT em Pernambuco.
Nos outros quatro Estados, o principal problema hoje é a proximidade cada vez maior do PMDB com o PSDB. Na Bahia, a legenda articula uma frente de oposição a Dilma que inclui o DEM. Além disso, o PSB de Campos terá candidatura própria entre os baianos. No Rio, Sérgio Cabral (PMDB) deu palanque a Dilma em 2010 mas este ano, sem o mesmo prestígio da época, tenta fazer seu sucessor - e, diante da candidatura de Lindhberg Faria (PT), avança nas conversas com o PSDB.
O mesmo ocorre no Ceará, onde o líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira quer ser candidato ao governo mas sente-se preterido pelo PT. Assim, tenta também uma aliança ao menos informal com o PSDB de Tasso Jereissati. No Maranhão, o PT tenta não melindrar o clã Sarney, que ainda está sem um nome forte para disputar a sucessão da governadora Roseana Sarney (PMDB). Mas o diretório regional do PT deve vetar uma aliança com o PMDB.
Em 2010, a eleição foi ao segundo turno e Dilma venceu por 46,9% dos votos válidos, contra 32,6% de Serra. Para este ano, o ideal para o PT seria liquidar a fatura no 1º turno. O próprio partido avalia que, no 2º, o cenário é menos seguro.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Reflexão - Trabalhe pela sua Liberdade


Com uma vida sempre tão agitada será que temos mesmo liberdade, podemos realmente afirmar que somos livres para fazermos o que nos dá vontade? Se pensarmos mais profundamente podemos ver que nossa autonomia é bem restrita e condicionada. Com horários estipulados para cada atividade, ainda temos que nos vestir e falar de acordo com cada ocasião, pois não queremos ser hostilizados por alguns intimidantes olhares. Em um mundo regrado pelos padrões, ficar fora deles pode muitas vezes custar muito caro. Ser magro, acordar cedo, fazer hora extra, comprar aquela roupa, fazer regime, estamos rodeados de convenções que nem sempre se encaixam em todo o mundo. Mais importante que seguir o que muitas vezes está imposto, é perceber a melhor maneira de se inserir sem ser prejudicado. Olhar intimamente para dentro e conhecer o que de fato nos faz feliz pode ajudar a perceber qual o melhor caminho que se deve seguir. Obviamente vivemos em sociedade onde muita coisa deve ser respeitada, mas sua vontade tem que ser devidamente considerada. Até que provem o contrário só temos uma vida para ser vivida, se deixarmos de ser o que realmente somos porque pode entrar em choque com a sociedade, é a maior prova do bloqueio da nossa liberdade. Devemos escolher sempre a felicidade, mesmo que possa parecer um pouco fora da nossa realidade, fique ao lado da sua verdadeira liberdade!

Gandu – Jovem Ganduense morre vítima de infarto


O comunicativo jovem Fábio Denner Ferreira da Silva, de 33 anos, morreu nesta sexta-feira (14) em Itabuna, vitimado por um infarto quando estava no centro da cidade. Fabinho como era chamado pelos Ganduenses, trabalhava no Bradesco, como corretor de seguros e, é filho da conhecida contadora Ró do marisco.
Segundo informações, uma equipe do SAMU chegou depois do Corpo de Bombeiros e tentou socorrer o rapaz o levando para o Hospital, mas o mesmo veio a óbito.
O corpo de Fabinho será velado na Câmara de Vereadores de Gandu, devendo ser sepultado neste sábado (15).

Nossos sinceros sentimentos de pesar a nossa amiga Ró e demais familiares.  

Gandu – Prefeitura vai abrir licitação para produtos da merenda escolar


No próximo dia 24 de fevereiro, será realizada na sede do governo municipal, uma licitação para a aquisição de produtos alimentícios para a merenda escolar.
Durante o primeiro ano de governo do Prefeito Ivo Peixoto (PCdoB), estes produtos foram fornecidos por uma empresa de propriedade de familiares da ex- secretária da educação, Leila Borges (PT), que por vários dias, foi constatado por nossa reportagem, a falta de merenda escolar, sobre tudo nas escolas da zona rural do município.
Desta vez espera-se que a empresa vencedora, que deverá ser a mesma, ou outra de aliados partidários, possa cumprir com seu papel de fornecer adequadamente a merenda as nossas crianças.
Estamos de olho.


Gandu - Festa em louvor a São José



Não basta dizer que é católico tem que participar!

Copa: governo prevê gastar R$ 1,170 bi com segurança


O governo federal prevê que o plano de segurança pública para a Copa do Mundo custará R$ 1,170 bilhão e envolverão 100 mil profissionais de segurança e defesa civil (sem considerar o contingente das Forças Armadas).
Estão incluídos agentes federais (da ABIN, da Força Nacional, e das polícias Federal e Rodoviária Federal), estaduais (policiais militares e civis, e bombeiros) e municipais (guardas civis e agentes de trânsito), segundo a Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos (Sesge) do Ministério da Justiça, responsável pelo planejamento. "A maior parte do montante foi investido em equipamentos que ficarão de legado para os Estados", disse o secretário Andrei Rodrigues, da Sesge.
]Além da construção de 14 Centros Integrados de Comando e Controle (12 regionais e dois nacionais, em Brasília e no Rio), os Estados vão receber 27 Centros de Controles Móveis (caminhões equipados que ficarão nas proximidades dos estádios), 12 imageadores aéreos (equipamentos instalados em helicópteros, capazes de captar e transmitir imagens em tempo real para os centros de controle), robôs para detonação de explosivos e 36 Plataformas de Observação Elevadas (com 12 câmeras de alta resolução capazes de captar, tratar e transmitir imagens).

A quantidade de chefes de Estado que virão ao Brasil ainda não está fechada, mas a Sesge já trabalha com a presença dos presidentes dos países dos BRICs (Rússia, Índia, China e África do Sul), já que a reunião de cúpula do grupo foi marcada para logo depois da final da Copa, em Fortaleza. Mandatários de EUA, Israel, Irã e países em conflito serão classificados como de alto risco, e terão esquema de segurança especial.

No país da copa, pacientes são atendidos no chão na emergência de hospital.


RIO — Pacientes atendidos no chão e até na bancada dos armários. As cenas registradas por profissionais de saúde do Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, foram enviadas ao Conselho Regional de Medicina do Rio (Cremerj). As imagens feitas na sala vermelha da emergência, no último dia 03, segundo o presidente da entidade, Sidnei Ferreira, mostram um problema que tem sido frequente na unidade: a superlotação. Segundo Ferreira, a situação é agravada com a falta de recursos humanos. Para os médicos, a emergência deveria ser referenciada — fechar a porta de entrada — até que o déficit de pessoal seja suprido.
A sala vermelha da emergência — que recebe pessoas graves — tem capacidade para atender de 10 a 12 pacientes. No entanto, não são raras as vezes que o lugar abriga de 25 a 30 doentes. Os casos de pacientes deitados no chão são de pessoas que sofreram uma parada cardíaca ou estavam com a pressão muito baixa. Elas precisavam ser atendidas deitadas, mas não havia leitos disponíveis. Segundo os médicos, a emergência ficou ainda mais sobrecarregada após a desativação de 12 leitos de clínica médica pela falta de médicos, enfermeiros e auxiliares de enfermagem.
Os atendimentos na bancada ou no chão não são pontuais. Eles já se tornaram rotina. A sensação é a pior possível. Os pacientes atendidos dessa maneira não têm a menor dignidade — contou o profissional de saúde.
Com informações do Jornal O Dia


Horário de verão acaba no próximo domingo


Na madrugada do próximo domingo (16) termina o horário de verão, e os relógios devem ser atrasados em uma hora nos estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. A medida começou a valer no dia 20 de outubro do ano passado.

]No Brasil, o horário de verão foi instituído pela primeira vez no verão de 1931/1932, pelo então presidente Getúlio Vargas. A medida é adotada sempre nesta época do ano, quando os dias são mais longos por causa da posição da Terra em relação ao Sol, e a luminosidade natural pode ser melhor aproveitada, reduzindo o consumo de energia nos horários de pico e evitando o uso de energia gerada por termelétricas, que é mais cara e mais poluente do que a gerada pelas hidrelétricas. Também no fim do ano há um aumento na demanda por energia, resultante do calor e do crescimento da produção industrial por causa do Natal.