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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Sem-terra iniciam encontro nacional em Brasília


O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) iniciou nesta segunda (10) o 6º Congresso Nacional do movimento, no Ginásio Nilson Nelson. O encontro vai até sexta-feira (14). Com o tema Lutar, Construir Reforma Agrária Popular, 15 mil trabalhadores e trabalhadoras de 23 estados irão participar do congresso, além de 250 convidados internacionais, segundo os organizadores. O evento marca também os 30 anos de criação do MST. A história do movimento foi lembrada na abertura, com a participação de 1.500 militantes.
O principal objetivo do congresso é discutir e fazer um balanço da atual situação do movimento, traçar novas formas de luta pela terra, reforma agrária e transformações sociais, segundo Marina dos Santos, integrante da Direção Nacional do MST. Durante os quatro dias, serão debatidos os desafios de organização do movimento, o papel político dos assentamentos, a participação da mulher e dos jovens, ato político em defesa da reforma agrária e atividades culturais.
Na tarde de quarta- feira (12) haverá uma marcha em defesa da reforma agrária e uma festa em comemoração aos 30 anos do movimento. Para quinta-feira (13), está programado ato político pela reforma agrária, com a participação de movimentos sociais, intelectuais e partidos políticos.


Lula enfrentará rivais para poupar Dilma até a Copa


O fato de Luiz Inácio Lula da Silva voltar a usar sua tradicional barba é apenas um item do plano estratégico já traçado entre os petistas neste período de pré-campanha: o ex-presidente tomará a linha de frente dos embates públicos com os adversários até o fim da Copa do Mundo, em meados de julho. A ideia é criar a imagem de que sua sucessora e pré-candidata à reeleição, Dilma Rousseff, está concentrada na administração do País e na realização do evento esportivo.
Anteontem, em Ribeirão Preto, durante um evento do pré-candidato petista em São Paulo, Alexandre Padilha, Lula já foi para cima do presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa. Além de críticas sobre a atuação do magistrado no julgamento do mensalão, os petistas veem Barbosa como possível adversário na sucessão de outubro. Por ser juiz, ele poderá se desincompatibilizar do cargo e se filiar a um partido até abril - o prazo de outros candidatos é outubro do ano anterior, pelo menos 12 meses antes do 1.º turno. "Se quer fazer política, entre para um partido. Mostre a cara", disse o ex-presidente.
Além de rodar o Brasil fazendo campanha para os candidatos petistas a governos estaduais, como já fez no fim de semana com Padilha, Lula vai usar a internet para travar a disputa política em torno de temas espinhosos para o PT, como a defesa da gestão Fernando Haddad na capital paulista, o desempenho da economia, a regulação da grande mídia, o combate à corrupção, a reforma política e a própria Copa do Mundo.
Nos primeiros meses, por causa de algumas viagens internacionais, as ações vão se concentrar no Sudeste. Na sexta-feira, ele deve participar de um evento com Fernando Pimentel, ministro do Desenvolvimento, que lançará sua pré-candidatura do PT ao governo de Minas. A prioridade do ex-presidente são os cinco maiores colégios eleitorais do País: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Bahia.


MPT defende que há ilegalidades na contratação dos profissionais do Mais Médicos


O procurador do Ministério Público do Trabalho (MPT), Sebastião Caixeta, reiterou hoje (10), logo após ouvir depoimento da médica cubana Ramona Rodriguez, que há ilegalidades na contratação dos profissionais do Programa Mais Médicos, independentemente da nacionalidade deles. Ramona, que abandonou o programa, apresentou ao procurador o contrato de trabalho assinado entre ela e o governo cubano. Chamaram a atenção de Caixeta, relator do inquérito, cláusulas do contrato que exigem que os cubanos do programa não se relacionem afetivamente com pessoas de outras nacionalidades e que exigem dos cubanos confidencialidade sobre a atuação no programa. Durante o depoimento, que durou cerca de uma hora, Ramona também disse que há um assessor cubano na capital paraense, estado onde trabalhava, a quem os profissionais da ilha deveriam pedir autorização para sair do município. O contrato também especifica os valores a serem recebidos pelos cubanos. U$ 400 seriam convertidos e pagos mensalmente aos médicos, e U$ 600 seriam depositados em uma conta em Cuba. Destes U$ 600, a família teria acesso mensalmente a U$ 50, e o restante só poderia ser recebido ao fim do programa.

Agencia Brasil

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Gandu – Fortes chuvas deixa Centro da Cidade alagado



No ultimo sábado (08), a Rua Landulfo Alves, no Centro, ficou completamente alagada. Algumas lojas quase foram invadidas pela agua, por causa das “bocas de lobo” estar todas entupidas.

Este é um problema antigo, devido à tubulação ter sido feita para Gandu há 50 anos, permanecendo até os dias de hoje. Vale salientar que não devemos culpar a atual administração, mas, deve-se pensar urgentemente em uma solução.   A mesma situação também acontece na Rua Castro Alves (Rua do INSS). 

Pesquisa aponta: ACM Neto bate gestão de Wagner e tem aval do eleitor para ser candidato


A pesquisa realizada pelo Instituto Séculus em parceria com o Bahia Notícias mostra que o eleitor soteropolitano daria o aval para o prefeito ACM Neto (DEM) largar a gestão municipal, com pouco mais de um ano de mandato, e concorrer para o governo do Estado. Uma das perguntas feitas para o eleitorado de Salvador foi se o mesmo votaria em no democrata, caso ele decidisse brigar para assumir o posto ocupado hoje pelo chefe do Executivo baiano, Jaques Wagner (PT). Nada menos que 43,2% dos entrevistados afirmaram que votariam em ACM Neto. O gestor ainda poderia correr atrás de outros 22,5%, que responderam “provavelmente votaria”. Já 8,3% disseram que a decisão dependeria dos outros nomes no páreo. Não votaria de jeito nenhum foi à opção de 17,7% dos pesquisados e 6% afirmaram: “ainda é cedo para decidir”. Apenas 2% responderam que não sabiam.

O levantamento também foi a campo saber como é a avaliação da gestão dos governantes responsáveis por resolver problemas dos soteropolitanos, baianos e brasileiros. Neste quesito, ACM Neto bate o governador Jaques Wagner. O prefeito de Salvador teve a gestão classificada como ótima por 26,6% dos entrevistados, boa por 27,3%, enquanto 32,1% disseram que o trabalho merece apenas um regular. Na outra ponta, 6,4% responderam que a gestão é ruim e 5,3% péssima. O restante – 2% - não opinou. Em relação ao governador da Bahia, a pesquisa no âmbito estadual teve um patamar da classificação regular parecido para a gestão de Wagner: 33,5%. No entanto, apenas 8,5% consideraram o trabalho do petista como ótimo e 17,8% bom. Wagner ainda recebeu avaliações negativas com um porcentual maior que Neto, ao somar 12,8% dos entrevistados com a resposta ruim e 19,2% péssimo. Já a presidente Dilma Rousseff (PT) foi bem avaliada pelos baianos, com o comando considerado por 23,5% dos entrevistados como ótimo, 31,4% bom e 29,2% regular. Já 6,4% classificaram a condução do governo federal como ruim e 4,2% péssima. A pesquisa foi realizada de 4 a 6 de fevereiro, com 780 eleitores, de todas as classes sociais, sexos e áreas de atuação. Os pesquisadores fizeram o levantamento na capital baiana e nas ilhas que fazem parte da cidade. Na avaliação estadual, as entrevistas foram colhidas entre 2 e 6 de fevereiro, com 2 mil 290 pessoas, em 72 cidades baianas, de 26 territórios de identidade. A margem de erro, em ambas, é de 3,9 pontos porcentuais. (Bahia Noticias)

Gandu - Festa em louvor a São José


Não basta dizer que é católico tem que participar!

Pesquisa Séculus/Bahia Notícias: Souto lidera e bate Geddel; Rui Costa fica atrás de Lídice


A pesquisa para governador da Bahia, realizada pelo Instituto Séculus em parceria com o B N, mostra uma corrida com a oposição na liderança com certa tranquilidade. Dois cenários pré-definidos foram colocados para o eleitor opinar, um com Paulo Souto (DEM) como candidato da oposição, e o outro com Geddel Vieira Lima, no mesmo posto. Os outros nomes são aqueles já definidos: o chefe da Casa Civil e candidato da base governista, Rui Costa (PT) e a postulante do PSB, senadora Lídice da Mata. No primeiro universo, Paulo Souto aparece com larga vantagem, com a preferência de 40,8% dos entrevistados. Logo depois vem Lídice, com 12,2%. Em terceiro está o petista, com 10,1%. Os que ainda não sabem ou não opinaram somam 25,2% e aqueles que não votariam em nenhum dos três totalizam 11,4%. No segundo cenário aparece o motivo para a dor de cabeça do prefeito ACM Neto (DEM), que teria até dito a Geddel que o ex-ministro seria candidato, mas ouviu de Souto – melhor nas pesquisas internas – que a chama tinha reacendido. O peemedebista lidera a disputa no levantamento, com a preferência de 23,7% dos pesquisados. No entanto, a pontuação dele é quase metade da atingida pelo democrata, além do fato de que os adversários crescem. Lídice continua em segundo lugar, agora com 15,2%. Rui Costa passa para 13,7%. Sobe também o número de indecisos – que não sabem ou não opinaram – com soma total de quase 29%. Não votariam em nenhum dos três 18,2% dos pesquisados.
O eleitorado baiano também participou da espontânea, quando não é dada nenhuma opção e o consultado escolhe o nome que preferir. O prefeito ACM Neto (DEM) aparece como o mais lembrado, com 13,5% das intenções de voto, apesar de já ter se colocado fora da disputa. Em segundo vem o governador Jaques Wagner (PT), com 11,4%, mesmo com o fato de não poder tentar nova reeleição. Logo depois vem Souto (4,5%). Geddel aparece mais atrás, com 2,8% da preferência. O peemedebista ainda garante que a oposição pontue mais que Rui Costa (2,5%). A partir daí, o cenário mostra novidades. O senador Walter Pinheiro (PT), que perdeu a indicação para o chefe da Casa Civil de Wagner, pontua melhor com 3,3%. O vice-governador e pré-candidato ao Senador, Otto Alencar (PSD), também sai na frente de Rui, com 2,7%. O presidente da Assembleia, Marcelo Nilo (PDT), que queria concorrer para governador e agora luta para ser vice, surge com a preferência de apenas 0,8% dos entrevistados, empatado com o nome especulado para vice na chapa da oposição, João Gualberto (PSDB). O inusitado é que ambos ficam atrás do apresentador Zé Eduardo (Bocão), escolhido por 0,9%, e também do prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (PSDB), com 1,3%.
Bahia Noticias

Alckmin deixa Aécio sozinho em São Paulo


Faltando apenas quatro meses para o início oficial da campanha presidencial, o senador Aécio Neves, provável candidato do PSDB, ainda não conseguiu atrair o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, para seu projeto de poder.
Desde que começou em agosto, em Ribeirão Preto, sua jornada para se tornar conhecido no Estado, que representa o maior colégio eleitoral do País, até esse fim de semana em Araçatuba e São Carlos, o senador realizou 13 encontros em cidades paulistas. O governador não participou de nenhum e, segundo informações do Palácio dos Bandeirantes, não deve participar dos próximos, que acontecerão em Santos e na região do ABC. A ausência de Alckmin tem sido alvo de críticas reservadas da cúpula nacional do PSDB e até mesmo de dirigentes paulistas do partido. Segundo um secretário do governador, o distanciamento de Alckmin em relação a Aécio está forçando o senador a montar uma estrutura paralela no Estado.
Na primeira etapa das viagens no segundo semestre do ano passado, o governador alegava que estava ausente para não melindrar o ex-governador paulista José Serra, que também pleiteava a vaga de candidato. A partir do momento que Serra desistiu de concorrer, aliados de Aécio passaram a pressionar Alckmin por mais engajamento. Questionado sobre a ausência do governador em mais dois encontros regionais do PSDB no interior de São Paulo essa semana, Aécio afirmou que o momento da "convergência" ainda vai chegar. "O que eu faço aqui é agenda partidária. Esse é um evento do PSDB. O Alckmin está viajando pelo Estado inaugurando obras. Em um determinado momento haverá a convergência."
Para agradar o governador tucano, Aécio aproveitou sua passagem pelo Estado para rebater a sequência de críticas feita pelo ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha, provável candidato do PT ao governo paulista.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Médicos cubanos vivem de cesta básica


Cubanos do programa federal Mais Médicos, responsáveis pelo atendimento em unidades básicas de saúde nas periferias de grandes cidades e no interior do País, têm trabalhado sem receber o dinheiro da ajuda de custo prometido pelas prefeituras. Para driblar o atraso, eles improvisam repúblicas, vivem de cestas básicas, recebem "vale-coxinha" e pagam do próprio bolso, a passagem de ônibus para fazer visitas do Programa Saúde da Família (PSF).
Embora o Ministério da Saúde pague as bolsas, cabe às prefeituras arcar com os custos de moradia, alimentação e transporte. A cláusula é uma exigência do governo federal para a participação no programa.
"Em Cuba, disseram que teríamos facilidades que não estamos encontrando aqui. Prometeram, por exemplo, que haveria um carro nas unidades para levar para as visitas domiciliares, mas isso não existe. Temos de pegar ônibus e pagamos a passagem", diz uma médica cubana que atende em uma UBS da capital paulista.
Os médicos têm despesa extra de pelo menos R$ 24 com as tarifas. "Parece pouco, mas faz diferença porque recebemos só US$ 400, e o custo de vida aqui é alto", afirma. A bolsa em torno de R$ 900, ante a de R$ 10 mil paga a profissionais de outras nacionalidades, foi um dos motivos apresentados por Ramona Matos Rodríguez, de 51 anos, para abandonar o programa, no Pará, na semana passada.
Os médicos reclamam também do vale-refeição. "São R$ 180 por mês, dá R$ 8 por dia de trabalho. Onde você almoça em São Paulo com esse dinheiro?", pergunta um médico trazido por meio do convênio entre a Organização Pan-americana de Saúde (Opas), o governo federal e o governo cubano, que fica com a maior parte da bolsa.
Nenhum cubano ouvido na capital quis ter seu nome divulgado com medo de represálias. Eles receberam um comunicado oficial da Secretaria Municipal da Saúde que os proíbe de conceder entrevista sem autorização.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Sem concluir o primeiro, governo deve lançar PAC 3 em abril


As obras da primeira e segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) ainda seguem, mas o governo federal já prepara a terceira edição para ser executada a partir de 2015. A nova etapa deve ser lançada neste ano eleitoral no mês de abril, com perfil social e urbano, a fim de atender às demandas da população. O PAC 3 teria sido inspirado pelas manifestações de rua ocorridas a partir de junho do ano passado, que pediam melhorias nos serviços públicos, principalmente de transporte. Mobilidade urbana em grandes e médias cidades é um dos pontos centrais do programa em elaboração, que deverá ter destaque também para a adaptação de rodovias que façam o contorno de cidades e a pavimentação de vias urbanas para aliviar o trânsito local. Outro empreendimento almejado é a expansão de redes de telecomunicações para oferecer uma banda larga melhor, com a ampliação do PAC Cidades Digital. A ideia é melhorar tanto a oferta de internet banda larga quanto à velocidade.
 Informações de O Globo.