segunda-feira, 7 de janeiro de 2019
Bahia - Com menos 100 PMs nas ruas, número de homicídios dispara em Salvador e RMS
14 homicídios foram registrados
na capital baiana e região metropolitana de Salvador neste final de semana,
entre o sábado (05) e domingo (06). A Polícia Civil incluiu na estatística a
morte Ebester Alves, 39 anos, que deu entrada no Hospital Geral de Camaçari
(HGC) no dia 17 de novembro de 2018, ferido na cidade de Dias D’ávila.
Vale lembrar que o Estado está
sem 100 policiais militares. Isso porque o governador Rui Costa autorizou a ida
dos policiais para o Ceará, que enfrenta uma onda de violência por parte das
facções criminosas.
A maioria das ocorrências foram
na capital, com todas as vítimas do sexo masculino e idades entre 17 e 48 anos.
Os bairros de Salvador onde ocorreram as mortes são: Rio Sena, São Marcos
Fazenda Coutos I, Rótula do Abacaxi, Fazenda Grande do Retiro, Caixa D’água,
Pero Vaz, Parque São Cristóvão, Pirajá e Alto da Terezinha. Na RMS, os crimes aconteceram
em Dias D’Ávila, com três casos e Candeias.
Os casos serão investigados pelas
delegacias territoriais e Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP).
O número de homicídios – 14 – não
era tão alto desde o final de semana dos dias 8 e 9 de dezembro, quando 22
óbitos foram registrados em Salvador e região metropolitana. No final de semana
passado, 12 homicídios foram registrados. No anterior, 9. Antes, foram 7.
PTN News
Bahia - Após envio de policiais ao Ceará, bandidos fazem a festa em Salvador e explodem caixas eletrônicos
Dois caixas eletrônicos de um supermercado que fica localizado no
bairro da Mata Escura foram explodidos na madrugada desta segunda-feira, 7.
De acordo com a assessoria da Polícia Militar, homens fortemente
armados utilizaram dois veículos durante a explosão. Ainda de acordo com a
assessoria, o supermercado fica na rua Direta da Mata Escura.
Três viaturas da polícia foram até o local, mas os homens já
haviam fugido. A área foi isolada e uma equipe da perícia foi acionada.
Não há informações de quantos homens participaram da ação, nem se
alguma quantia foi levada.
Fonte: Bahia Now
Presidente do Ibama pede exoneração após posts de Bolsonaro e Salles

Um dia
depois de ter se tornado alvo em redes sociais do presidente Jair Bolsonaro
(PSL) e do novo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, que questionaram o
valor do contrato para aluguel de veículos no órgão, a presidente do Ibama,
Suely Araújo, pediu exoneração do cargo nesta segunda-feira (7). Ela aguardava
ser substituída pelo indicado por Bolsonaro, o procurador da União Eduardo
Fortunato Bim, mas decidiu antecipar a saída.
Nomeada em
2016 pelo presidente Michel Temer (MDB) e indicada pelo então ministro do Meio
Ambiente, Sarney Filho, Suely, urbanista, advogada e cientista política tem uma
longa carreira ligada ao tema ambiental, tendo sido consultora legislativa na
Câmara dos Deputados desde 1991. Ela dá aulas de graduação em gestão de
políticas e publicou estudos sobre licenciamento ambiental, política nacional
de resíduos sólidos e proteção à biodiversidade.
O
pedido de exoneração foi encaminhado ao ministro Salles na manhã desta segunda.
"Considerando que a indicação do futuro presidente do Ibama, sr. Eduardo
Bim, já foi amplamente divulgada na imprensa e internamente na instituição ainda
em 2018, antes mesmo do início do novo Governo, entendo pertinente o meu
afastamento do cargo permitindo assim que a nova gestão assuma a condução dos
processos internos desta Autarquia", escreveu Suely no ofício.A reportagem
apurou que Suely afirmou a interlocutores que ficou indignada com as postagens
deste domingo, pois não foi procurada previamente por Salles para que
explicasse o valor do contrato, de R$ 28,7 milhões.
O Ibama é autarquia vinculada ao Ministério do Meio
Ambiente. Em nota no domingo, Suely explicou que o valor corresponde ao total
gasto pelo órgão com aluguel de 393 camionetes "adaptadas para atividades
de fiscalização, combate a incêndios florestais, emergências ambientais, ações
de inteligência, vistorias técnicas etc". Segundo Suely, o contrato vale
para as 27 unidades da Federação e inclui os gastos com "combustível,
manutenção e seguro, com substituição [dos veículos] a cada dois anos".
"A acusação sem fundamento evidencia completo
desconhecimento da magnitude do Ibama e das suas funções. O valor estimado
inicialmente para esse contrato era bastante superior ao conseguido no final do
processo licitatório, que observou com rigor todas as exigências legais e foi
aprovado pelo TCU [Tribunal de Contas da União]", escreveu Suely na nota.
Após um tuíte do ministro Salles, o presidente Bolsonaro
postou e depois apagou em uma rede social, no domingo: "Estamos em ritmo
acelerado, desmontando rapidamente montanhas de irregularidades e situações
anormais que estão sendo e serão comprovadas e expostas. A certeza é: havia
todo um sistema formado para principalmente violentar financeiramente o
brasileiro sem a menor preocupação!".
Com
informações da Folhapress.
Atriz famosa foi ameaçada de morte após denunciar agressão de ex-marido

Luiza
Brunet teve quatro costelas quebradas, um olho estourado e o psicológico
destruído pelo ex-marido, o bilionário Lírio Parisotto, em 2016. Em entrevista
à coluna da Marina Caruso, do jornal 'O Globo', a ex-modelo revelou que
foi bastante atacada por mulheres após denunciar agressões.
"Fui
chamada de vagabunda, piranha, trambiqueira. E, principalmente, pelas mulheres.
[...] Fui agredida por elas. Movi ação contra duas que pesaram mais pesado e
estou sendo ameaçada de morte", revelou.
"Quando
estava na Suíça, recebi ameaça de uma suposta Suzi Cortez, via direct message,
no Instagram. Não sei se é um usuário fake, mas já tomei as medidas
cabíveis", afirma.
Nas ameaças, a suposta "Suzi" escreveu:
"Pare de tocar no nome dele ou você vai ter problemas comigo, mando te
matar".
Luiza participou na posse de Jair Bolsonaro, ocorrida na
última terça-feira (1º). Como uma porta-voz contra a violência doméstica, a ex-modelo
acredita que para diminuir o índice de agressões, é preciso "abrir um
diálogo com o poder público".
Famosidades
Estimativa para Selic no fim de 2019 passa de 7,13% para 7,00% ao ano

Os economistas do mercado financeiro alteraram suas projeções
para a Selic (a taxa básica) para o fim de 2019. O Relatório de Mercado Focus
trouxe nesta segunda-feira, 7, que a mediana das previsões para a Selic este
ano passou de 7,13% para 7,00% ao ano. Há um mês, estava em 7,50%.
Já a
projeção para a Selic no fim de 2020 seguiu em 8,00%, igual ao visto quatro
semanas atrás. No caso de 2021, a projeção também seguiu em 8,00%, igual ao
verificado um mês antes.
Em 12 de dezembro, o Comitê de Política Monetária (Copom)
anunciou a manutenção, pela sexta vez consecutiva, da Selic em 6,50% ao ano.
Ao mesmo tempo, o BC indicou que a Selic tende a
permanecer no atual nível - o mais baixo da história - pelo menos nos primeiros
meses do governo de Jair Bolsonaro.
Entre as indicações, o colegiado avaliou que, desde o encontro
anterior, de outubro, houve alta do risco de a ociosidade na economia produzir
inflação abaixo do esperado.
Para o
grupo dos analistas consultados que mais acertam as projeções (Top 5) de médio
prazo, a mediana da taxa básica em 2019 seguiu em 6,50% ao ano ante 7,25% de um
mês antes. No caso de 2020, seguiu em 8,00% e, para 2021, permaneceu em 8,00%.
Há um mês, estavam em 8,00% em ambos os casos.
Em
um ambiente de inflação baixa e atividade ainda fraca, os economistas do
mercado financeiro esperam pela manutenção da Selic (a taxa básica) no atual
patamar, de 6,50% ao ano, até outubro de 2019, quando o Banco Central daria
início a um novo ciclo de alta de juros.
Conforme o Sistema de Expectativas de Mercado do
relatório Focus, divulgado nesta segunda, a projeção é de que a Selic suba de
6,50% para 6,75% em outubro.
Depois, em dezembro de 2019, a taxa passaria para 7,00%
ao ano. Conforme o Sistema de Expectativas, a Selic seguiria subindo até abril
de 2020, quando atingiria 8,00% ao ano, encerrando o ciclo de alta.
Com
informações do Estadão Conteúdo.
Saiba o que 2019 pode reservar para Lula

Preso desde
abril de 2018, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve enfrentar em
2019 mais um ano de duras batalhas na Justiça. Condenado
em segunda instância pelo TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) no
caso do tríplex, da Operação Lava Jato, Lula cumpre pena de 12 anos e um mês de
prisão na sede da PF (Polícia Federal), em Curitiba. Seus advogados de defesa
trabalham em recursos apresentados às Cortes superiores para que a pena seja
reduzida ou até mesmo, em um cenário improvável, anulada.
O
principal argumento usado pela defesa de Lula é a de que não existem provas dos
crimes pelos quais ele foi condenado. O site UOL consultou a opinião de
alguns advogados sobre a possibilidade de redução de pena ou soltura de Lula.
Eles acreditam que dificilmente a pena venha a ser revertida pelas instâncias
superiores, isto é, pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) ou pelo STF
(Supremo Tribunal Federal).
"Nesses
tribunais não se discute matéria de fato, se há prova do crime ou não há",
afirma João Paulo Martinelli, advogado criminalista e professor do curso de
pós-graduação em direito penal do IDP-São Paulo.
Trazida
em 2018, a possibilidade de prisão domiciliar para Lula causou desconforto
entre a equipe de advogados. Amigos, correligionários e familiares estariam
pressionando o ex-presidente a aceitar o pedido de cumprimento da pena em
regime domiciliar. O ex-ministro da Justiça e um dos advogados do PT, Eugênio
Aragão, afirmou ao UOL que Lula resiste à ideia.
"Pelo
menos até onde eu conversava com ele, ele resistia", diz Aragão -e
completa: "mas claro que a redução da pena ele vai aceitar".
"É difícil falar em tendência, mas que é possível
haver uma redução, é possível. O STJ pode entender que, no cálculo da pena,
tenha havido algum erro da aplicação da lei", diz o advogado.
Lula cumpre pena de oito anos e quatro meses pelo
crime de corrupção passiva e de três anos e nove meses por lavagem de
dinheiro. Caso o STJ aceite o pedido de redução de pena feito pela defesa, as
penas cairiam para um total de cinco anos (dois anos de corrupção passiva
e três por lavagem de dinheiro). Outras duas ações penais da Lava Jato
investigam supostos crimes cometidos por Lula e se encontram em fases
processuais avançadas. Eventuais novas condenações impossibilitariam a redução
de pena ou prisão domiciliar do ex-presidente.
Um
dos processos é o do sítio de Atibaia (SP), que investiga se Lula foi
beneficiado por reformas feitas na localidade por empreiteiras. O outro
investiga se Lula recebeu, como vantagem indevida da Odebrecht, um terreno para
a suposta instalação de uma propriedade do Instituto Lula. Os seus advogados de
defesa negam as acusações. Ambas as condenações podem agravar o caso de Lula e
fazer sua pena aumentar.
"No caso do Lula, a primeira ação dele levou quatro
ou cinco meses para ser julgada no TRF-4. A defesa até reclamou que era rápido
demais", lembra Badaró.
Em 2019, o ex-presidente também deve ser figura central
no debate sobre a legalidade da prisão em segunda instância, impulsionados por
medidas prometidas pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) e pela inclusão do tema
como pauta do STF.
Bolsonaro faz amanhã a segunda reunião ministerial
Uma
semana depois de assumir o governo, o presidente Jair Bolsonaro volta a reunir
amanhã (8) os 22 ministros. Ele quer ouvir cada um sobre os planos para este
mês, eventuais propostas de enxugamento e perspectivas.
Também estará em discussão o
texto da reforma da Previdência que deverá ser apresentado ao Congresso
Nacional.
Na
semana passada, o ministro da Economia, Paulo Guedes, recebeu a tarefa de
Bolsonaro para elencar os principais pontos do texto que o governo pretende
encaminhar aos parlamentares neste semestre.
Para o presidente, a
proposta ideal deve incluir a fixação de idade mínima, de forma gradual, para
aposentadoria. Assim, os homens teriam piso de 62 anos e mulheres, 57.
Outra
missão repassada a todos os ministérios foi uma lista de medidas que cada
ministro pretende colocar em prática já nas próximas semanas e uma varredura
nas contas de cada pasta e análise, principalmente, dos gastos feitos nos
últimos dias da gestão Michel Temer.
A equipe de Bolsonaro
identificou "uma movimentação incomum de exonerações e nomeações e
recursos destinados a ministérios".
Com isso, o recado para os
ministros foi o levantamento de atos e gastos dos últimos 30 dias. Pelo menos
parte desses relatórios deve ser apresentada no encontro desta terça-feira.
Agencia
Brasil
domingo, 6 de janeiro de 2019
Maradona é internado em Buenos Aires com sangramento intestinal
O
craque argentino Diego Maradona foi internado em Buenos Aires nesta sexta-feira
com um sangramento intestinal. Segundo informações do diário esportivo Olé, o
atual técnico do Dorados de Sinaloa, do México, descobriu o problema enquanto
realizava exames médicos de rotina na clínica Olivos. Apesar do susto, Maradona
não corre risco de morte e deve receber alta hospitalar em breve.
Depois
de assinar a renovação de contrato com o Dorados, Maradona se dirigiu à clínica
para realizar exames médicos exigidos pela Federação Mexicana de Futebol para
treinadores que atuam no país. O ex-jogador relatou aos médicos que sentia um
incômodo gástrico. Ao ser submetido a uma endoscopia, os médicos detectaram um
pequeno sangramento no intestino.
Maradona
tem 58 anos e está em férias na Argentina, onde passou a festas de fim de ano.
O ex-jogador está na clínica acompanhado de três filhos, Giannina, Jana e Diego
Maradona Jr.
O
ex-meia está no futebol mexicano desde o ano passado. A equipe dirigida por ele
disputa a segunda divisão do futebol local.
O
ex-camisa 10 da seleção argentina já teve outros problemas de saúde no passado,
a mais grave delas em 2004. Maradona permaneceu internado em estado grave na
Argentina por 12 dias na UTI para se recuperar de uma crise de pressão alta.
Caderno
dos Esportes
Enquanto Rui Costa envia policiais para o Ceará, bandidos incendeiam escola Estadual na Bahia
Na
madrugada deste último sábado (5), bandidos invadiram uma escola Estadual no
município de Rodelas e incendiaram por completo a unidade de ensino (Colégio
Estadual Dulcina Cruz Lima).
Essa
ação criminosa ocorreu após o Governador Rui Costa (PT), deslocar 100 policiais
para o estado do Ceará.
Diante
dessa ação, a unidade não tem mais condições de iniciar o ano letivo.
Fonte:
Bahia Now
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