sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
Mercado de trabalho melhora, mas desemprego não cai, diz Ipea
A
melhora do mercado de trabalho ao longo de 2017 é generalizada e deverá se
manter em 2018, mas isso não levará necessariamente a uma queda na taxa de
desemprego.
A análise está na Carta de Conjuntura, do Instituto de Pesquisa
Econômica Aplicada (Ipea), cuja seção sobre mercado de trabalho foi divulgada
há pouco.
A explicação para o desemprego não cair é o ritmo de crescimento da força de trabalho (a população economicamente ativa, PEA). A força de trabalho é formada tanto pelos desempregados em busca de trabalho quanto pelos empregados. A população ocupada vem crescendo, mas o número de pessoas que voltaram a procurar emprego e não encontraram cresce mais rapidamente, engordando a população desocupada.
Como a taxa de desemprego é a medida do total da população desocupada em relação ao total da força de trabalho, o indicador não baixa. Nas contas dos pesquisadores Maria Andréia Parente Lameiras e Sandro Sacchet de Carvalho, que assinam a seção da Carta de Conjuntura n. 37, a taxa de desemprego do trimestre móvel encerrado em outubro deveria estar em 11,6%, abaixo dos 12,2% efetivamente registrados, se o crescimento da força de trabalho no prazo de um ano se desse no mesmo ritmo da média histórica.
Os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad-C), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que, no trimestre móvel até outubro, a força de trabalho avançou 2,4% ante igual período de 2016 - a taxa média de crescimento interanual é de 1,4%, segundo os pesquisadores do Ipea. Segundo Lameiras e Carvalho, uma das explicações para o crescimento acelerado seria uma "mudança na composição" de quem está fora da força em relação a sua disponibilidade para trabalhar.
“Há uma parcela dos indivíduos fora da força de trabalho que declara que teria disponibilidade para trabalhar se tivesse oportunidade. Esse grupo tem uma maior tendência de transitar para dentro da força de trabalho do que o grupo que reporta não ter disponibilidade para trabalhar", diz um trecho do artigo.
Conforme os pesquisadores, esse grupo constitui "um componente latente da oferta de trabalho". "O mesmo vale para o grupo de trabalhadores denominados como ''subocupados'', ou seja, aqueles que estão trabalhando menos horas que o desejado. Os dados mostram que esse grupo também está crescendo", diz o artigo publicado na Carta de Conjuntura.
Para 2018, a tendência na muda. Na avaliação dos pesquisadores do Ipea, as perspectivas para o mercado de trabalho "são de continuidade da expansão da ocupação e dos rendimentos possibilitada pela aceleração do ritmo de crescimento da atividade econômica". O rumo da taxa de desemprego dependerá da força de trabalho. "A desaceleração nas taxas de crescimento da PEA podem exercer uma descompressão maior sobre o nível de desemprego", diz outro trecho do artigo.
Os pesquisadores ponderam, ainda, que a composição do crescimento econômico esperado em 2018 não é exatamente favorável a uma melhora forte no mercado de trabalho. Isso porque o crescimento da atividade deverá vir da retomada do consumo das famílias. Esse tipo de crescimento costuma gerar "menos benefícios sobre a ocupação formal do que os obtidos casos o crescimento fosse liderado pelo aumento dos investimentos", dizem Lameiras e Carvalho, que esperam manutenção nas taxas de crescimento dos salários reais.
A explicação para o desemprego não cair é o ritmo de crescimento da força de trabalho (a população economicamente ativa, PEA). A força de trabalho é formada tanto pelos desempregados em busca de trabalho quanto pelos empregados. A população ocupada vem crescendo, mas o número de pessoas que voltaram a procurar emprego e não encontraram cresce mais rapidamente, engordando a população desocupada.
Como a taxa de desemprego é a medida do total da população desocupada em relação ao total da força de trabalho, o indicador não baixa. Nas contas dos pesquisadores Maria Andréia Parente Lameiras e Sandro Sacchet de Carvalho, que assinam a seção da Carta de Conjuntura n. 37, a taxa de desemprego do trimestre móvel encerrado em outubro deveria estar em 11,6%, abaixo dos 12,2% efetivamente registrados, se o crescimento da força de trabalho no prazo de um ano se desse no mesmo ritmo da média histórica.
Os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad-C), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que, no trimestre móvel até outubro, a força de trabalho avançou 2,4% ante igual período de 2016 - a taxa média de crescimento interanual é de 1,4%, segundo os pesquisadores do Ipea. Segundo Lameiras e Carvalho, uma das explicações para o crescimento acelerado seria uma "mudança na composição" de quem está fora da força em relação a sua disponibilidade para trabalhar.
“Há uma parcela dos indivíduos fora da força de trabalho que declara que teria disponibilidade para trabalhar se tivesse oportunidade. Esse grupo tem uma maior tendência de transitar para dentro da força de trabalho do que o grupo que reporta não ter disponibilidade para trabalhar", diz um trecho do artigo.
Conforme os pesquisadores, esse grupo constitui "um componente latente da oferta de trabalho". "O mesmo vale para o grupo de trabalhadores denominados como ''subocupados'', ou seja, aqueles que estão trabalhando menos horas que o desejado. Os dados mostram que esse grupo também está crescendo", diz o artigo publicado na Carta de Conjuntura.
Para 2018, a tendência na muda. Na avaliação dos pesquisadores do Ipea, as perspectivas para o mercado de trabalho "são de continuidade da expansão da ocupação e dos rendimentos possibilitada pela aceleração do ritmo de crescimento da atividade econômica". O rumo da taxa de desemprego dependerá da força de trabalho. "A desaceleração nas taxas de crescimento da PEA podem exercer uma descompressão maior sobre o nível de desemprego", diz outro trecho do artigo.
Os pesquisadores ponderam, ainda, que a composição do crescimento econômico esperado em 2018 não é exatamente favorável a uma melhora forte no mercado de trabalho. Isso porque o crescimento da atividade deverá vir da retomada do consumo das famílias. Esse tipo de crescimento costuma gerar "menos benefícios sobre a ocupação formal do que os obtidos casos o crescimento fosse liderado pelo aumento dos investimentos", dizem Lameiras e Carvalho, que esperam manutenção nas taxas de crescimento dos salários reais.
Em reunião, centrais reafirmam unidade contra reforma da Previdência
Em reunião realizada na manhã da quinta-feira (14) na sede da
CUT, em São Paulo, as centrais sindicais (CUT, CTB, CSB, Força Sindical, Nova
Central, UGT, CSP-Conlutas, Intersindical e CGTB) chegaram a consenso sobre a
principal bandeira da classe trabalhadora no país na atualidade: “Se botar para
votar (a reforma da Previdência), o Brasil vai parar!”
O secretário-geral da Força Sindical, João
Carlos Gonçalves, o Juruna, reafirma a unidade das centrais em torno do combate
à PEC 287. “A reunião foi positiva porque garantiu a unidade das centrais e
agora temos mais tempo para nos preparar melhor e ganhar mais deputados e
parcelas da sociedade contra a reforma”, diz. Também para ele o adiamento
da votação pelo governo é uma vitória parcial.
“Parcial porque, se deixasse, os deputados
e o governo poderiam votar este ano. Como vai para o ano que vem, fica mais
difícil, porque tem que passar nas duas Casas e em ano eleitoral. Nesse final
de ano estava prevalecendo o toma lá dá cá, o governo comprando votos, e mesmo assim
não conseguiu”, destaca Juruna.
O presidente da Câmara mantém o otimismo,
pelo menos publicamente. “A minha convicção é que quando essa votação começar
no dia 19, nós teremos no plenário próximo a 320, 330 votos para aprovar a
reforma da Previdência”, previu Rodrigo Maia depois de se reunir com o relator
da proposta.
A reunião entre as centrais na sede da CUT teve a participação
do sindicato dos Condutores e dos Metroviários de São Paulo, que reafirmaram o
compromisso de parar se a reforma da Previdência for para votação.
Ascom Força Sindical
Gandu: Vagno Correa cogita candidatura em 2020

“Segundo foi publicado no Blog Ganduzão, o
jovem “Vagno Corrêa”, funcionário público” bem relacionado é
pré-candidato a vereador em 2020, essa sua decisão é devido a vários pedidos de
amigos e familiares.
Hoje amadurecida a idéia, o meu objetivo é alcançar êxito,
comentou;
Quero realizar um mandato que visa formação de
plataforma política com base na opinião das pessoas creio que seja um bom
caminho, e com base nestas informações, estaremos atendendo diretamente às
necessidades de cada região.
É preciso planejamento estratégico. Sonho com uma Gandu
tendo melhor qualidade de vida, uma cidade de todos.
“Sou Pré-Candidato a Vereador e com ajuda de Deus e do Povo.
Fonte: Ganduzão
Relações desarticuladoras

O
secretário de Relações Institucionais, Josias Gomes, na ânsia de arrumar apoios
para sua candidatura a deputado federal, vai terminar prejudicando à reeleição
do governador Rui Costa (PT).
Em menos de dez dias, já conseguiu desagradar a dois
ex-prefeitos de Itabuna, o “companheiro” Geraldo Simões e Claudevane Leite, o
Vane do Renascer.
Josias quer colocar os seus nos cargos do governo e tirar os
nomeados de Vane e Simões. “Todo leite será derramado se o governador não abrir
os olhos”, diz um membro do diretório municipal do Partido dos Trabalhadores.
Se o relacionamento entre Geraldo e Gomes não era bom, agora
desandou de vez. As relações de Josias com a base aliada são desarticuladoras.
Outro ponto que vem causando desgaste a Josias é o não
cumprimento das promessas, o que pode causar problemas na votação da Lei
Orçamentária Anual (LOA) de 2018.
Deputados da base estão irritados com o chefe da Serin. Josias
estaria prometendo o céu e não estrega nem um pedacinho dele.
Ao Bahia Notícias, um parlamentar fez o seguinte desabafo: “Há
esse ruído na base porque houve compromissos de nomeação de cargos e, até
então, nada. Estamos chegando ao final do ano e essas nomeações não saíram do
papel”.
Alguns deputados já defendem a imediata saída de Gomes da
secretaria estadual de Relações Institucionais, sob pena do indispensável bom
relacionamento entre o Executivo e Legislativo degringolar.
A sabedoria popular costuma dizer que “dois sentidos não assam
milho”. Josias quer cuidar simultaneamente da articulação política do governo e
da sua campanha.
Aliás, essa insatisfação com Josias, ex-geraldista de
carteirinha, hoje adversário político do ex-alcaide de Itabuna, já faz um bom
tempo.
Fonte:
O Busílis/Crédito: Marco Wense
Coronel quer ser senador
Entrevistado
por Val Cabral, nesta quinta-feira (14), na rádio Difusora, o deputado estadual
Ângelo Coronel deixou bem claro que é candidatíssimo ao Senado da República.
O parlamentar, que é presidente da Assembleia Legislativa, com
seu estilo “sem papas na língua”, parece não ter nenhuma dúvida da sua presença
na chapa majoritária governista.
Como são duas vagas para o Senado, e uma já é do petista Jaques
Wagner, o Coronel foi indagado sobre a acirrada concorrência envolvendo o PSB,
PR, PCdoB e o PDT.
O PP fica de fora com a permanência de João Leão como candidato
a vice-governador de Rui Costa (PT), que busca o segundo mandato via instituto
da reeleição.
Coronel, que é do PSD do senador Otto Alencar, respondeu dizendo
que seu partido tem 82 prefeituras e mais de quinhentos vereadores, sem falar
nos deputados estadual e federal.
Ao citar todo esse, digamos arsenal político do PSD, o Coronel
manda um recado com ingredientes de advertência e, até certo ponto, de ameaça
de rompimento caso não seja o escolhido.
É evidente que o PSD é o mais forte nessa reivindicação de
integrar a majoritária. Percentualmente diria que a chance é de 60%, ficando
40% para dividir entre o PDT, PSB, PR e PCdoB.
O PDT quer indicar o deputado federal Félix Júnior, o PR o
também parlamentar Ronaldo Carletto, o PCdoB a deputada Alice Portugal e o PSB
a já senadora Lídice da Mata (reeleição).
O Coronel, caso seja preterido, não terá dificuldades em se
aproximar da oposição, já que o PSD faz parte do Centrão, um grupo de legendas
que apoia o governo Temer.
É bom lembrar que a executiva nacional do PSD, presidida pelo
ministro Gilberto Kassab, da Ciência, Tecnologia e Comunicações, ainda vai se
reunir para tratar da posição do partido em cada estado.
Uma
coisa ficou bem clara na entrevista do Coronel: sua disposição de se candidatar
a senador seja pelo governismo ou, quem sabe, na chapa encabeçada por ACM Neto
(DEM).
Fonte:
O Busílis
Gandu - Prefeitura inaugura neste domingo o Posto de Saúde de Tararanga
O Posto de Saúde de
Tararanga está novinho e pronto para atender a população! Antes estava
abandonado e esquecido, Hoje o Posto foi totalmente reformado com Recursos
Próprios! A Inauguração é neste Domingo a partir das 8 horas da manhã e a
Prefeitura ainda vai levar para você diversos serviços:
– Atendimento médico;
– Glicemia,
– Aferição de Pressão;
– Atendimento
Odontológico;
– Confecção do Cartão do
SUS;
– Sinebahia com confecção
de RG;
– Cadastro do CAD Único –
Atividades do NASF Participe! Neste domingo os serviços da Prefeitura vão até
você! Inauguração do Posto de Saúde de Tararanga! Compromisso com a Saúde,
Respeito por você!
quinta-feira, 14 de dezembro de 2017
Gandu – Vereador diz que doará 13º caso venha a receber e fala sobre projeto que vai isentar pequenos agricultores de dívidas junto ao Banco do Nordeste.
Nesta quinta-feira (14), o vereador Bozó (PHS), foi o
entrevistado durante o programa Critica e autocríticas, da Gandu FM, sob o
comando do radialista Luiz Fernando. Na oportunidade, o edil falou a respeito
do Projeto de Lei nº 0015/2017 que institui o Programa Municipal de apoio de crédito
da agricultura familiar no município, que foi aprovado nas comissões e agora
segue para votação no plenário.
O projeto de iniciativa do prefeito Leonardo Cardoso
(PP), que isenta 173 famílias vinculadas ao PRONAF (Programa Nacional de
Fortalecimento da Agricultura Familiar), de um débito junto ao Banco do
Nordeste no valor de 561.299,98 (quinhentos e sessenta e um mil duzentos e
noventa e nove reais e noventa e oito centavos), servirá para incentivar ainda
mais os produtores da agricultura familiar no município.
Durante a entrevista, na qual o vereador prefere a participação
dos ouvintes, além de prestar contas do mandato, citando a quantidade de projetos de lei e indicações de sua autoria, surgiram questionamentos referentes à doação mensal que faz do
seu salário de servidor público e a respeito da decisão do STF (Supremo Tribunal
Federal), que garante aos agentes políticos o direito de receber o 13º salário
e 1/3 de férias a partir de 2018, caso haja dotação orçamentária, dentro do
valor do mesmo duodécimo repassado a câmara, proposta que foi aprovado pela
câmara municipal, pela maioria dos seus membros, com exceção dos edis: Cicynho
(PT), que estava ausente a sessão e a vereadora Ana Rita (PCdoB), que moveu recentemente
uma ação na justiça, para que a mesa da casa eleve o salário dos vereadores, ao
teto que passaria de 06 mil reais, mas que afirmou em seu pronunciamento, que
votaria contra a decisão do STF, justamente por não ter sido atendida no pleito
anterior.
Em suas palavras, Bozó afirmou que é melhor receber um
valor com a legalidade do ato do que receber propina e, para a surpresa de
todos, Bozó anunciou que em dezembro de 2018, se Deus permitir e a câmara tiver
dotação orçamentária, estará realizando ao vivo na Gandu FM, a doação total do
13º salário e 1/3 de férias, que juntos totalizam a quantia de 5.169,00 (cinco
mil e cento e sessenta e nove reais), as comunidades da Renovação 2 e ao
Povoado de Água Preta, para serem investidos no social das respectivas comunidades,
nas presenças dos seus líderes comunitários.
Para Bozó, sem a legalidade do ato, não seria possível
receber esta quantia para doar aos que mais precisam, fazendo um desafio a quem
votou contra e ainda tentou jogar os colegas contra a população, que faça o
mesmo e repasse para alguma causa social, mesmo por que, caso tenha dotação
todos terão o direito de receber, independente de ter votado contra ou a favor.
Com esta posição, colegas de bancada, a exemplo de
Fábio de Raquel (PHS) e Gil Santana (PDT), entraram no AR ao vivo, ressaltando a
atitude de Bozó e se dispondo a também direcionar o valor, assim como o colega
Cicynho, que faz parte da bancada de oposição, também fez questão de
parabenizar o colega pela atitude acertada, além de outros ouvintes que também
se manifestaram com mensagens de apoio e incentivo ao parlamentar.
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