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terça-feira, 26 de setembro de 2017

Governo liberou R$ 65 mi a deputados no dia de 2ª denúncia contra Temer



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A liberação de recursos por parte do governo volta à cena em meio à segunda denúncia contra o presidente Michel Temer. O deputado Alessandro Molon, da Rede Sustentabilidade, fez um levantamento que apontou um aumento de 126% entre os valores liberados em agosto, um mês antes da nova acusação, e setembro, quando se confirmou a última "flechada" do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
De acordo com informações da rádio CBN, no dia em que Temer foi denunciado por obstrução de justiça e organização criminosa, 14 de setembro, o Planalto liberou R$ 65 milhões em emendas parlamentares. Foi o dia mais "vantajoso" para os políticos, até agora, durante o mês.
A liberação prosseguiu no dia 19 de setembro, um dia antes de o Supremo Tribunal Federal (STF) concluir o julgamento que liberou o envio da denúncia para a Câmara.
Molon afirma que vai ao Ministério Público denunciar, mais uma vez, estar havendo compra de votos com o objetivo de barrar a denúncia contra Temer. "Os primeiros sinais do governo mostram que ele vai tentar repetir esse comportamento. Nós vamos denunciar ao Ministério Público e fiscalizar dia a dia. Lamentavelmente, tudo indica que o que o governo quer é garantir votos liberando emendas, algo inteiramente antirrepublicano, inclusive criminoso", destacou.
Se em agosto, ainda conforme o levantamento, a média diária foi de R$ 4 milhões liberados, em setembro esse montante subiu para R$ 8,6 milhões, mais que dobrou.
O fato de o Ministério do Planejamento ter informado que o governo terá R$ 1 bilhão a mais para as emendas parlamentares só fez crescer a desconfiança entre os parlamentares da oposição. A pasta, no entanto, negou qualquer vínculo com o momento político.

Informou que, com a aprovação da nova meta fiscal, teve autorização para trabalhar com um déficit maior, e que é obrigada a destinar o montante para as emendas, que são impositivas.

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Curiosidades - Qual lugar no mundo é permitido casar com mortos?



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A França é um dos poucos países do mundo que conta com uma legislação que permite o casamento póstumo, ou seja, permite que uma pessoa viva se case com um morto. Essa lei ficou conhecida no mundo todo depois que uma francesa se casou com o namorado que já estava morto há um ano.
O casal estava de casamento marcado, mas o rapaz acabou falecendo num acidente de carro em novembro de 2008. Magali Jaskiewicz e Jonathan Goerge já moravam juntos havia seis anos e já tinham duas filhas. Eles chegaram a dar entrada nos papéis do casamento antes do jovem morrer.
Depois da morte do parceiro, Magali Jaskiewicz fez uso de um artigo do código civil francês que permite o casamento com uma pessoa falecida desde que o casal já tivesse dado início ao processo formal para concretizar a união.
O casamento póstumo é permitido na França, mas é raro. Existem apenas algumas dezenas de casos registrados na história do país.
Para conseguir realizar esse tipo de união é preciso esperar que o processo passe por várias instâncias legais. No caso de Magali Jaskiewicz e Jonathan Goerge, o casamento teve autorização e aconteceu em cerimônia realizada na Prefeitura do vilarejo de Dommary-Baroncourt, no leste da França. Após a cerimônia, a mulher passou a ser considerada oficialmente como viúva.

Fonte: Curiosidades.com


Policia Militar realiza palestra sobre prevenção ao suicídio em Gandu.




Dando continuidade ao ciclo de palestras, policiais militares da 60ª CIPM Gandu realizaram ontem um encontro com os alunos da Escola Municipal Elodia Veloso sobre a importância de ações de prevenção ao suicídio. A iniciativa integra a campanha Setembro Amarelo.
O mês de setembro foi escolhido pela Associação Internacional de Prevenção ao Suicídio para alertar sobre a importância de ações preventivas ao suicídio.
A atividade policial militar é de elevado nível de estresse devido ao combate à criminalidade para manutenção da ordem pública. Os policiais ficam expostos a situações extremas, o que aumenta a vulnerabilidade física e mental desses profissionais, expondo-os ao risco do suicídio.
Os militares também realizaram um “bate papo” informal com os alunos, onde foram discutidos assuntos como cidadania, malefícios das drogas e atualidades.


Ascom 6ª CIPM 

Imbassahy é visto como opção do PMDB a Geddel na Bahia



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A prisão do ex-ministro Geddel Vieira Lima abriu uma brecha para a aproximação entre o PMDB, do presidente Michel Temer, e o ministro tucano Antônio Imbassahy (BA), da Secretaria de Governo. Criticado por integrantes da base governista e até xingado, Imbassahy está sendo visto como uma possibilidade do partido para concorrer ao Senado em 2018. O ministro avalia trocar de legenda, já que não tem garantia de disputar a vaga pelo PSDB. O titular da Secretaria de Governo foi sondado por diferentes partidos – PTB, PRB, PPS – e flertou com o DEM, ao qual era filiado quando comandou o governo da Bahia e a prefeitura de Salvador. Agora, no entanto, pode se tornar, com aval de Temer, o homem do Planalto a ajudar a reerguer o PMDB na Bahia e preencher o vácuo de poder deixado pelo clã Vieira Lima.
“Imbassahy começou a voltar os olhos para o PMDB. Ele pensa que com Michel e (o senador Romero) Jucá (presidente nacional do PMDB) consegue vencer a resistência de Lúcio (Vieira Lima)”, disse o deputado Benito Gama, presidente do PTB na Bahia e um dos que convidaram o ministro. “Ele não avançaria nisso sem anuência do Michel.” Geddel presidia o diretório estadual e secretariava o diretório nacional, mas pediu afastamento por 60 dias após a Polícia Federal apreender R$ 51 milhões em apartamento em Salvador. Nos maços de dinheiro, segundo a PF, havia digitais do ex-ministro. Seu irmão, o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), desconversa sobre a possibilidade de filiação do ministro. “Não estou à frente desse assunto. Não gostaria de emitir opinião e ser desautorizado.”


Fonte: Estadão

Wagner pede que Fachin não envie inquérito a Sergio Moro



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O ex-governador da Bahia, Jaques Wagner (PT) pediu ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, o “arquivamento imediato” das investigações relativas ao crime de organização criminosa. Segundo a defesa de Wagner só existe contra ele uma citação na delação premiada do dono da UTC Ricardo Pessôa, na qual o empresário fala que fez apenas doações legais sem relação com ilícitos.
Quando a Procuradoria-Geral da República apresentou a denúncia do chamado quadrilhão do PT, solicitou que o inquérito de Wagner fosse enviado ao juiz federal Sergio Moro, da 13ª Vara em Curitiba.
Na petição da defesa, o ex-governador afirma que o inquérito não pode ser enviado a Curitiba porque ele agora possui foro privilegiado, por ter sido nomeado secretário de Desenvolvimento Econômico da Bahia em janeiro. A defesa pede que, caso seja negado o arquivamento, os autos sejam remetidos ao Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região.

Fonte: Bocão News


1º Seminário de Cacauicultura em Gandu




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Bahia marca no fim, Grêmio perde e deixa de ser vice-líder



Bahia marca no fim, Grêmio perde e deixa de ser vice-líder

O Grêmio já não é mais o principal perseguidor do líder Corinthians. Neste domingo (24) o Tricolor gaúcho perdeu para o Bahia, na Fonte Nova, e caiu uma posição na tabela do Brasileirão. A derrota em Salvador chegou no último minuto, em lance onde Edilson escorregou e Allione se jogou. Rodrigão, na cobrança, garantiu o 1 a 0.
A queda de uma posição na classificação acontece após 12 rodadas. Desde 13 de julho, quando venceu o Flamengo fora e casa, o Grêmio estava logo abaixo do Corinthians.
O empate em Salvador, combinado com a vitória do Santos diante do Atlético-PR, no sábado, é que muda o cenário. O time alvinegro soma 44 pontos e o Grêmio tem dois a menos. O Corinthians segue isolado na ponta, com 54 pontos.

Giro Esportivo



Atlético-MG perde para o Vitória e torcida escolhe técnico como vilão



Atlético-MG perde para o Vitória e torcida escolhe técnico como vilão

Aos 23 minutos do segundo tempo o lateral direito Yago fez o segundo do Vitória sobre o Atlético-MG, no Independência. O resultado de 3 a 1, pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro tirou a equipe baiana da zona do rebaixamento e colocou o técnico atleticano, Rogério Micale, numa situação delicada dentro do clube.
O gol do triunfo do Vitória aconteceu no minuto seguinte à segunda troca do Galo, com a saída de Fred e a entrada de Rafael Moura. A torcida que já estava na bronca com o treinador, que minutos antes havia trocado Adilson por Otero, escolheu Micale como o vilão da noite. Aos gritos de burro o Atlético perdeu mais uma vez como mandante, a sétima em 13 jogos neste Brasileirão.
Atuando como mandante, se esperava um Atlético agressivo nos primeiros minutos de jogo. Mas quem chegou e marcou foi o Vitória, logo aos dois minutos. O volante Fillipe Soutt teve muita liberdade na intermediária e achou Neilton, que entrou sozinho na área e bateu na saída de Victor, para fazer o primeiro gol da noite.
Pelo fato de jogar em casa e precisa dos três pontos para não deixar o G-6 ficar ainda mais distante, o Atlético ficou a maior do primeiro tempo com a bola nos pés. Mas ter o controle da partida não significou que muitas chances foram criadas. Nos primeiros 45 minutos o Galo teve 63% de posse de bola, mas finalizou somente três vezes A única certa foi a de Cazares, para empatar o jogo. O Vitória finalizou duas vezes na etapa inicial e marcou na única que acertou, com Neilton.
Pedido por alguns torcedores, Otero foi a primeira alteração de Rogério Micale na partida. A surpresa foi a escolha de Adilson para deixar o jogo. Ao colocar um meia no lugar de um volante, Micale abriu de vez o Atlético. Como o Vitória estava muito recuado, desde o primeiro tempo, Luan foi fazer a função de volante. Ao invés de melhorar, o Atlético piorou e sofreu o segundo gol. Trellez fez o terceiro no final do segundo tempo e fechou o jogo com a vitória da equipe baiana.
Se na rodada passada o Vitória foi derrotado pelo São Paulo e viu o adversário deixar a zona de rebaixamento, os resultados deste domingo colocaram a equipe paulista novamente entre os últimos colocados do Campeonato Brasileiro. Como o São Paulo empatou o clássico e o Vitória venceu o Atlético, em Belo Horizonte, o Vitória termina a 25ª rodada fora da zona de rebaixamento e deixa o São Paulo lá.

Giro Esportivo



Reforma política e denúncia contra Temer estão em pauta nesta semana



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O recebimento da denúncia contra o presidente Michel Temer pelos crimes de organização criminosa e obstrução de Justiça e a conclusão dos debates da reforma política dominarão a pauta da Câmara dos Deputados nesta semana. As sessões do plenário estão marcadas para começar a partir das 11h30 de terça-feira (26).
Até o momento, não há definição se a Câmara dividirá a denúncia e fará análises separadas. Isso porque a acusação do Ministério Público Federal também envolve os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha e da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco.
“O entendimento, a Secretaria-Geral da Mesa trará com solidez. A primeira impressão é de que é sim possível haver essa análise conjunta, e a solução que for dada pela Câmara dos Deputados terá acompanhada a questão dos ministros. A autorização da Câmara, é focada, no meu entender, na responsabilidade do presidente. Os ministros já podem ser investigados pelo Supremo Tribunal Federal”, disse o líder do DEM, deputado Efraim Filho.
Para começar a tramitação na Câmara, a denúncia entregue na noite da quinta-feira (21) precisa ser lida no plenário em sessão com quórum de pelo menos 51 deputados. Segundo o regimento interno, lida a denúncia, cabe ao primeiro-secretário da Câmara, deputado Giacobo (PR-PR) comunicar ao presidente Temer sobre o recebimento da denúncia. Paralelamente, a peça segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
A expectativa do presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) é de que a votação no plenário aconteça no início de outubro. A expectativa do parlamentar é decidir sobre a denúncia “o mais rápido possível, mas respeitado o regimento”.


Poder & Política

Arquivamento de denúncia contra Temer deve beneficiar Padilha e Franco



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A segunda denúncia contra o presidente Michel Temer não deve ser "fatiada" pela Câmara dos Deputados. No mesmo processo em que o peemedebista é acusado, pela Procuradoria-Geral da República (PGR), de obstrução de justiça e organização criminosa, constam os ministros Eliseu Padilha, da Casa Civil, e Moreira Franco, da Secretaria-Geral. Para o Planalto, no caso de haver uma divisão da denúncia, o trabalho do governo teria de ser dobrado para conseguir barrar, com o apoio do Congresso, o prosseguimento das investigações relacionadas tanto a Temer quanto aos ministros. Um desgaste duplo.
“Seria um trabalho dobrado. Teríamos que conversar duas vezes com cada deputado. Isso ampliaria o desgaste e as cobranças”, resumiu um dos participantes da reunião entre Temer e integrantes da articulação política do governo, durante reunião, na noite desse domingo (24), no Palácio do Jaburu.
Assim como o presidente da República, a denúncia criminal contra os ministros precisa ser autorizada pela Câmara dos Deputados antes de prosseguir para o Supremo Tribunal Federal (STF). Técnicos da área jurídica da Câmara estão avaliando o caso, mas uma decisão final cabe ao presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Ele, segundo informações do blog do Gerson Camarotti, no portal G1, já teria sinalizado que não fatiará a denúncia. Já citou, inclusive, uma jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF) nesse sentido.
"A denúncia deve correr junta. É jurisprudência do Supremo. Ministros só serão autorizados pela Câmara em crimes conexos ao do presidente. Se não tivesse o Michel, eles seriam julgados diretamente pelo Supremo", disse Maia.
Em todo caso, a tensão iniciada na semana passada, entre Maia e líderes do partido do presidente, o PMDB, mantém o Planalto em alerta. O presidente da Câmara não poupou críticas aos "cabeças" da legenda, acusando-os de estarem impedindo o crescimento do Democratas, ao convencer dissidentes do PSB, já visados pelo DEM, a filiarem-se à sigla.
No entanto, no encontro de ontem, Temer garantiu estar tudo bem entre ele e Maia, com quem teria falado no sábado (23), em razão do aniversário de 77 anos do peemedebista.
Com a denúncia sendo mantida em conjunto, uma possível decisão da Câmara de arquivar o processo envolvendo o presidente também resultaria no arquivamento da investigação contra os ministros. O advogado do ministro Eliseu Padilha, Daniel Gerber, defendeu a manutenção da denúncia unificada. Já a defesa de Moreira Franco se pronunciou, por meio de assessoria, e disse que “decisão judicial não se discute. Se cumpre”.

Bastidores do Poder