terça-feira, 28 de julho de 2015
Ponto de vista – Salve 28 de julho, aniversário de Gandu
Hoje, 28 de julho de 2015,
Gandu completa 57 anos de emancipação política e administrativa, mas do que uma
simples data de aniversário, este dia serve para lembrar a todo aquele que
pensa em ingressar na vida pública, ou que já faz parte da história do nosso
município, refletir sobre o que já foi realizado e, em que podemos colaborar
para que nossa cidade, volte a um lugar de destaque na política estadual e
nacional.
Acreditamos e afirmamos
sempre que temos oportunidade, de que cada gestor deu a sua contribuição para o
desenvolvimento desta, que é sem sombras de dúvidas, a capital desta
micro-região. Mas, será que com esforços redobrados e uma maior atenção as causas públicas, não poderíamos está além do que nos encontramos hoje?
Infelizmente, ainda existem
pessoas que preferem continuar fazendo uma política da época da ditadura e, não
aceitam o contraditório nem tão pouco, nenhum tipo de questionamento. Também
existem daqueles que torce para que os que se encontram no poder, não tenham
condições de desenvolver ações que possam vir a beneficiar os munícipes.
Hoje, a atual administração,
que tem a frente o prefeito Ivo Peixoto (PCdoB), está a reinaugurar as novas
instalações da sede própria da prefeitura municipal, o que sem nenhum tipo de
ressentimento, achamos interessante e de
muita valia para uma cidade. Baseado neste pressuposto é que fizemos questão de
participar deste ato público, ao contrário de alguns correligionários e
participantes do atual governo, que em
anos anteriores, agiam de maneira bem diferente, como por exemplo,
quando da oportunidade das inaugurações: Requalificação do Lago Azul, entrega
de 300 casas populares, calçamento da Bela Vista e inauguração do Colégio
Modelo Luiz Eduardo Magalhães (atual CETEP), quando o hoje líder do governo na
câmara, Emetério Palma (PCdoB), a ex-secretária da educação e hoje coordenadora
do 'Mais Educação", Leila Borges (PT), a atual controladora do município,
Marta Cabral (PT), dentre outros, se vestiram de preto e ficaram de costas para
as autoridades presentes, como forma de protesto.
Que neste 28 de julho,
possamos refletir e com estes absurdos de um passado, não tão muito distante,
nós que formamos a frente de partidos de oposição, possamos sim fazer oposição,
mas uma oposição consciente a um governo ou a um segmento político, mas nunca
nos opor aquilo de benéfico para a nossa população. Sejamos sábios e humildes,
para que assim possamos entender o clamor que vem do povo. Gandu precisa de
você, político, de você administrador e empresário, de você cidadão. Mas
sobretudo, nossa cidade precisa ser administrada por alguém que realmente ame
esta terra.
Adeilton
Leal (Bozó), é servidor público e está presidente do SINSERG e do PHS 31
Gandu, 57 anos de História - Parte l

Gandu é um município
brasileiro do estado da Bahia. Sua população, de acordo com o IBGE (estimativa
em 2013), é de 32.814 habitantes. Está situada na Microrregião de
Ilhéus-Itabuna, dentro da Mesorregião do Sul Baiano. Oficialmente, em 1903,
quem primeiro visitou essas matas foi o Coronel Barachisio Lisboa acompanhado
do engenheiro Horácio Lafer e Mesquita, reivindicando-as para o município de
Santarém (Ituberá). No dia 6 de maio daquele mesmo ano, tal reivindicação era
afinal reconhecida pelo governo do estado da Bahia. E quando o pequeno veleiro
aportava no cais de Santarém (Ituberá), levando notícia tão importante e
esperada, o lar do velho Barachísio Lisbôa era enriquecido com o nascimento que
tomou, em razão das alegrias do evento, o nome de Vitória Libânio, tal
personagem era a esposa de Manoel Libânio Da Silva Filho " Maneca
Libânio", a quem muito devem o comércio, a política e toda a sociedade
ganduense.
Logo depois, Joaquim
Monteiro da Costa se fixou na Fazenda Paó. Na mesma, época migravam para esse
território Manoel Cirilo de Carvalho e D. Rosalina Moura de Carvalho, formando
a Fazenda Gavião na vila nova de Nova Ibiá e Salustiano Borges, donatário da
fazenda Bom Jardim. Em abril de 1904, um negro cortês e de jeito nobre -
Fulgêncio Alves da Palma iniciava na zona do Braço do Norte, o plantio da
fazenda Jenipapo.
Ainda no começo do século,
precisamente no primeiro trimestre de 1907, visando investir na produção
cacaueira, vindo da cidade de Areia, hoje Ubaíra, chegavam nestas matas José
Amado Costa e Gregório Monteiro da Costa, mais conhecido este como Góes Monteiro,
ambos lavradores em busca de solo fértil para a cultura do cacau. José Amado
Costa se fixou nesta área, comprando uma fazenda e levantando casa em frente de
um pé de pequí, onde nas noites frias da terra chuvosa e úmida, dormia um
corujão onde construída a igreja matriz São José, sugerindo ao migrante o nome
"Corujão" para a fazenda adquirida.
Esta é a origem histórica
desta cidade, que nasceu sob a sombra daquele majestoso pequí existente onde é
hoje a praça São José.
Quanto ao Gregório Monteiro
da Costa irmão do principal desbravador, plantou mais adiante suas primeiras
roças de cacau no lugar que tomou o nome de Paiol para ser convertido
posteriormente, acreditamos que por corruptela de assalariados agrícolas, no
designativo simples e atual de "Paó". Outra versão é a de que o nome
decorreria dos trinos de um pássaro com semelhante som, ou da existência de
muitos pássaros com essa nome sempre em revoada no local.
Continua a seguir...
Gandu, 57 anos de História - Parte ll

Em 1919, Corujão já era um
arraial de 37 palhoças e 15 casas de taipa. A construção de casas de taipas e
palhoças para abrigar a população local, contribuiu para a formação do arraial
"Corujão". O desenvolvimento desse arraial proporcionou o surgimento
da vila nomeada de "Gandu", tomando o mesmo nome do rio Gandu que o banha
e tem nascente na serra da "pedra-chata". Habitavam muitos jacarés
guandus nesse rio e nas lagoas da época, por isso a inspiração do nome atual da
nossa cidade. Pois os dois rios que banham essa cidade eram "habitat"
natural desses jacarés. E é por isso também que a bandeira ganduense tem como
símbolo um jacaré. O vocábulo Gandu veio do tupi candua ou candu = (Caa =
‘mato’+ u = ‘rio’), (o ü que o luso atolado transformou em y = ‘rio’), isto é,
“caaú” , eufonicamente “candu ou gandu” que significa ‘rio do mato’;
Em 6 de Agosto de 1920, a
vila pertencente a Ituberá, tornou-se distrito. Este foi crescendo com o
trabalho do seu povo a ponto de levantar um movimento para sua emancipação
política, tendo a frente grandes nomes da terra, liderados pelo deputado
estadual Nelson David Ribeiro (nome dado ao hospital da cidade).
Essa luta não foi em vão e,
através do decreto estadual n°1008 de 28 de Julho de 1958, no governo de Manoel
Libânio da Silva, foi concretizada a emancipação política de Gandu, tornando-se
distritos dessa cidade, os povoados de Nova Ibiá e Itamari, que pertenciam ao
município de Ituberá.
Em 1958, com o Decreto
Estadual nº 1.008, de 28 de julho do mesmo ano, foi criado o município de
Gandu, desmembrado, assim, de Ituberá e constituído dos distritos de Gandu
(sede), Nova Ibiá e Itamari” (Hoje, Nova Ibiá e Itamari são municípios)".
Fonte Municípios Brasileiros
Sandro Régis felicita Gandu pelo 57º aniversário de emancipação política
O deputado estadual Sandro
Régis (DEM) apresentou, nesta segunda-feira (27), na Assembleia Legislativa do
Estado, uma Moção de Congratulações ao município de Gandu pelo 57º aniversário
de emancipação política, comemorado amanhã (28).
Gandu fica situa-se na
mesorregião do Sul Baiano e na microrregião de Ilhéus–Itabuna e fica distante
da capital do estado por 295 km, através da importante rodovia BR-101. Com uma
população de 32.814 habitantes, a economia de Gandu é movida por um pujante e
crescente comercio, pela produção agrícola de cacau, banana e mandioca, pela
fruticultura e também pela pecuária leiteira e de corte, e serviços médicos –
hospitalares.
“Nesta importante data quero
parabenizar todos os habitantes de Gandu. Aproveito para enaltecer também a
garra e o sentimento desenvolvimentista do seu povo, que mesmo diante da grave
crise do cacau, que abalou toda a região, não esmoreceu, e faz o município
olhar firme e confiante para o futuro”, ressaltou Sandro Régis.
Fonte: Ascom do deputado
estadual Sandro Régis (DEM)
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