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quinta-feira, 30 de abril de 2015

Por unanimidade, Supremo inocenta Paulinho da Força



Por 4 votos a zero, a 1ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) absolveu o deputado federal Paulo Pereira da Silva, presidente do Solidariedade, da acusação de ter usado irregularmente recursos do Banco da Terra.
A acusação foi feita em 2002, quando Paulinho da Força foi candidato a vice-presidente na chapa encabeçada por Ciro Gomes. Anos antes, a central Força Sindical, presidida por Paulinho, havia desenvolvido um programa de assentamento de trabalhadores rurais com recursos do Banco da Terra.
“Depois de 13 anos, o STF fez Justiça e me absolveu por unanimidade. A acusação tinha claramente motivação política e eleitoral”, desabafou Paulinho.


Ascom Força Sindical

Votações no Congresso Nacional Medidas Provisórias 664 e 665‏




Aos sindicatos, federações e confederações filiadas,
Às direções estaduais da força sindical
Companheiras e companheiros,

Como é do conhecimento de todos, o Congresso Nacional votará, nos dias 5, 6 e 7 de maio próximos, as Medidas Provisórias nº 664 e 665 enviadas pelo governo federal com novas regras para acesso a benefícios trabalhistas como Abono Salarial, Seguro Desemprego e Auxílio Doença, todas lesivas aos interesses dos trabalhadores e pensionistas. Nossa mobilização será fundamental para que os deputados e senadores derrotem as medidas do chamado pacote fiscal da presidente Dilma. Assim sendo, convocamos os dirigentes e ativistas dos sindicatos, federações e confederações filiadas para comparecerem a Brasília para engrossar a corrente do sindicalismo de lutas e negociações contra as Medidas Provisórias 664 e 665. Ao mesmo tempo, conclamamos as Direções Estaduais da Força Sindical que se empenhem ao máximo para organizar delegações dos Estados para acompanhar os debates e votações no Congresso Nacional. Pedimos que até a próxima 2ª feira, 5 de maio, sejam transmitidas à Secretaria Geral da Força Sindical a relação dos companheiros que participarão da vigília em Brasília. Favor usar fax (11) 3348-9056 e o endereço eletrônico secgeral@fsindical.org.br para remessa.
Contando com a participação e mobilização de todos, despedimo-nos reiterando nossas cordiais saudações.

Atenciosamente,

 Miguel Eduardo Torres/Presidente

João Carlos Gonçalves (Juruna)/Secretário-geral

Preço da gasolina é ‘justo’, diz presidente da Petrobras




O presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, classificou de “justo” o atual preço dos combustíveis no Brasil. Segundo ele, os valores praticados estão dentro da média do mercado mundial, com exceção dos Estados Unidos, e são praticados conforme os custos e margens operacionais da companhia. Bendine participa desde 10h30 de audiência pública em conjunto das comissões de Infraestrutura e de Assuntos Econômicos. Ele dá explicações aos senadores sobre a atual situação econômica da petrolífera.
O executivo explicou que os americanos operam num quadro volátil, com preços mudando constantemente nas bombas, o que não acontece no Brasil, que adota um modelo mais estável.
“Nossa gasolina não é tão mais cara, quando se compara em unidades de dólar, ao do mercado em geral, como o europeu [...] Hoje estamos numa condição justa de colocação de preços de derivados e não temos perspectiva de volatilidade em relação a isso”. afirmou.
Aldemir Bendine reconheceu que atualmente a Petrobras trabalha com nível de endividamento acima do ideal. São R$ 351 bilhões de dívida bruta. Para quitar seus compromissos, informou, a companhia precisaria operar por cinco anos. A direção quer baixar este período para 2,5 anos. Parte do prejuízo de R$ 21 bilhões anunciado pela companhia, segundo Bendine, foi causado pela desvalorização cambial e pela queda no preço do barril de petróleo. Ele lembrou que o barril chegou a US$ 114 em meados de 2014, caindo para menos de US$ 50 no fim do ano. Para 2015, a empresa trabalha com o barril na casa dos US$ 70 e com o dólar a R$ 3,30.
O presidente da estatal informou ainda que a atual diretoria assumiu em 9 de fevereiro e, desde então, vem trabalhando dar credibilidade à companhia. Os próximos desafios, segundo ele, são a elaboração do novo planejamento estratégico, que deve estar concluído nos próximos 40 dias, e a reorganização administrativa da empresa, baseada numa nova governança.


Congresso em Foco

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Gandu – Numeros comprovam que não procede queda de receita afirmada pelo prefeito durante entrevista na Gandu FM




Durante a paralisação dos professores o governo municipal, sempre apresentou números alegando queda de receita. Observem no comparativo abaixo, que não procede, quando o prefeito Ivo Peixoto (PCdoB), afirmava que a culpa seria do governo federal, que havia diminuído o valor do repasse para o município.

Comparativo mesmo período 2014/2015 – Transferência da união para a educação:
Janeiro/2014 – R$ 888.634,00
Janeiro/2015 – R$ 1.044.853,00
Um aumento de exatos R$ 156.218,00;

Fevereiro/2014 – R$ 1.311.285,00
Fevereiro/2015 – R$ 1.549.280,00
Um aumento de R$ 237.995,00;

Março/2014 – R$ 886.772,00
Março/2015 – R$ 972.736,00
Aumento de R$ 85.964,00.

No 1º. trimestre do ano, Janeiro, fevereiro e março, foram repassados para a educação:
1º trimestre 2014 – 3.086.691,00
1º trimestre 2015 – 3.566.869,00
Um aumento de quase meio milhão de reais, ou R$ 480.178,00.

Repasse anual:
2012 – R$ 9.141.662,00 c/ 4.764 alunos
2013 – R$ 9.933.363,00 c/ 4.603 alunos
2014 – R$ 11.387.861,00 c/ 4.648 alunos
2015 - R$ 12.780. 571,00 c/ 4.570 alunos

Nos meses de janeiro e fevereiro de 2015, o governo municipal só repassou para a educação, 18,92% dos 25% exigidos pela Constituição Federal, que no seu artigo 212 diz: “A União aplicará, anualmente, nunca menos de dezoito, e os Estados, o Distrito Federal e os municípios vinte e cinco por cento, no mínimo, da receita resultante de impostos, compreendida a proveniente de transferências, na manutenção e desenvolvimento do ensino.”
Dos 60% aplicou 54,01% correspondente a R$ 1.511.987,00, faltando aplicar R$ 167.717,53 não cumprindo a legislação vigente. Este deve ter sido o motivo, que levou o governo a não apresentar as folhas de pagamento, com o devido carimbo do TCM. 
Por tanto nobre prefeito, o senhor pode até ter convencido seus súditos e algumas pessoas que não buscam o conhecimento, mas a nós e a maioria da população não. Inclusive, está provado de que, quem deixou de repassar o devido para a educação, não foi o governo federal, mas sim vossa excelência, como mostram os números a cima e, lembre-se, matemática é uma ciência exata.












Gandu - Vagno Correa realizou torneio na região dos Macacos



    

Neste domingo (27), o pré-candidato a vereador, Vagno Correa, realizou um torneio de futebol  na região dos Macacos, onde contou coma participação de equipes daquela localidade e das regiões  da Laranjeira e Pedreira.
a competição teve o apoio do empresário Marley Medrado, que também se fez presente mas, devido as fortes chuvas que caíram durante todo o dia, não foi possível acontecer a grande final entre os times da Laranjeira X Pedreira, sendo a premiação dividida entre as duas equipes em comum acordo dos seus respectivos dirigentes.
Certo é que, os desportistas ficaram contentes com o evento esportivo, esperando que nos próximos dias, os organizadores possam promover outras competições deste nível.

Ilhéus - Bebeto Galvão aparece liderando pesquisa para prefeito



Uma pesquisa realizada em Ilhéus sobre a sucessão municipal mostrou que o deputado federal Bebeto Galvão (PSB) está em posição bastante confortável. Na pesquisa estimulada Bebeto aparece liderando com 24,8%, já o segundo colocado é Mário Alexandre (PSD), com 9,2%, seguido da Professora Carmelita (PT), que apareceu com 7,4%.
O quarto colocado é o ex-candidato a prefeito Jorge Luiz (PSOL), que apareceu 6,7, seguido do prefeito Jabes Ribeiro (PP), 4,5%, e do vice-prefeito Caca Colchões (PMDB) 4,2%.

Políticos do Sul da Bahia


Bahia - Deputados de Oposição prestam solidariedade aos soteropolitanos



Em pronunciamento na Assembleia Legislativa, o líder da Oposição, Sandro Régis (DEM), prestou solidariedade - em nome de toda a bancada oposicionistas -  às famílias das vítimas soterradas pelos deslizamentos de terra causados pelas fortes chuvas que atingiram Salvador nesta segunda-feira. "O momento é de pesar e solidariedade", destacou o deputado, lembrando que o índice pluviométrico dos últimos dias superaram a média mensal que é de 309mm. ¨Do dia primeiro até ontem o volume de chuvas atingiu 329mm", informou Régis, lembrando que as intervenções e investimentos realizados pela prefeitura ao longo de 2014 e início de 2015 evitaram que o temporal que castigou a cidade causasse uma tragédia ainda maior.
Segundo o democrata,  o prefeito ACM Neto trabalhou duro para reduzir os riscos do período chuvoso, investindo cerca de R$ 200 milhões em obras de manutenção e prevenção, apenas em 2014. "Foi o maior investimento com recursos próprios feito na história da cidade", observou Régis, ressaltando que só nos primeiros meses desse ano a prefeitura aplicou mais de R$ 40 milhões em serviços de drenagem, desobstrução da rede e na construção e recuperação de escadarias drenantes. " Infelizmente Salvador é uma cidade de difícil topografia, com inúmeras encostas e problemas crônicos de escoamento", disse.  Sandro Régis informou que a prefeitura iniciará de imediato outros projetos de prevenção às chuvas,  a exemplo da requalificação do alto e baixo Trobogy, obra já licitada e com investimento de R$ 150 milhões.


Assessoria de Comunicação   Liderança da Oposição 

Aleluia: “Interesse nacional está acima dos partidários na questão elétrica”



“A questão energética não pode se restringir a partido A ou B até porque os elétrons não são vermelhos nem azuis”, disse ironicamente o deputado federal José Carlos Aleluia, manifestando seu entendimento de que o tema é de interesse nacional e não lhe cabe qualquer tipo de disputa partidária, durante o seminário Energia Competitiva no Nordeste, realizado nesta terça-feira (28), na Fieb. Para Aleluia, a crise energética por que passa o Brasil é consequência da falta de modelo adequado e financiamento. Ele apontou erros das políticas governamentais para o setor que se acumulam desde o regime militar. “Para piorar, temos agora que conviver com uma presidente que não falou a verdade. Prometeu luz mais barata e agora nos empurra goela abaixo um racionamento  com bandeira vermelha, que sacrifica o bolso do povo brasileiro”.
O parlamentar baiano criticou o modelo atual de leilão. “É irracional e decidido por quem não conhece o setor. Por isso erram nas decisões”. Aleluia assinalou que o Brasil queimou R$ 120 bilhões para esconder o atual racionamento. “Disseram que o Tesouro Nacional iria pagar esta conta, mas não é possível. Surgiu um ministro da Fazenda com juízo que fechou a torneira e tiveram que aumentar a tarifa”.
Na opinião de Aleluia, o Nordeste precisa de um modelo com hidroelétricas, energia eólica, um sistema térmico eficiente para dar base de sustentação, discutir a energia nuclear e começar a pensar a geração distribuída sem muitos impostos para liberar os consumidores do monopólio. Sugeriu também que o BNDES se dedique mais ao financiamento do setor elétrico.

Ascom do deputado federal Aleluia (Dem)



Efeito panelaço: Dilma desiste de falar na TV no 1º de Maio



Presidente foi alvo de protestos em todo o país na última vez em que utilizou a cadeia de rádio e televisão para um discurso. Sem discurso, a presidente Dilma Rousseff desistiu pela primeira vez de recorrer à rede nacional de TV e rádio em 1º de maio
Alvo de panelaços em cidades de todo o país na última vez em que utilizou a cadeia de rádio e televisão para um pronunciamento, no Dia Internacional da Mulher (em 8 de março), a presidente Dilma Rousseff desistiu de fazer o tradicional discurso em rede nacional no 1º de Maio, Dia do Trabalho. A decisão foi comunicada nesta segunda-feira pelo ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva.
É a primeira vez, desde que Dilma assumiu a Presidência em 2011, que ela não fará falará na TV no Dia do Trabalho. O panelaço de 8 de março durante o discurso da presidente precedeu uma série de protestos pelo país, que reuniram mais de 1,8 milhão de pessoas nas ruas contra o governo federal no dia 15 de março, no maior protesto contra um presidente na história da democracia brasileira, e 675.000 manifestantes em 12 de abril.
O ministro Edinho Silva negou que a presidente tenha desistido de um novo pronunciamento por temer nova reação semelhante. Justificou que Dilma desistiu de televisão e rádio porque prefere falar pelas redes sociais. "A presidente vai dialogar com os trabalhadores, com a sociedade brasileira, pelas redes sociais. É uma forma de valorizarmos outros meios de comunicação", afirmou o ministro.
"A presidenta não teme nenhuma forma de manifestação oriunda da democracia. Neste momento entendemos que a melhor forma de comunicação, até para que outros meios [sejam valorizados], são as redes sociais", disse.
De acordo com o ministro, o modelo em que a comunicação por meio da internet será feito ainda não foi fechado. Ele disse ainda que a avaliação sobre esse ponto foi tomada de forma unânime pela coordenação política do governo.


Poder & Politica


Segundo o senador Ataídes, Lula quer dissociar-se de Dilma para voltar ao poder




O senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) criticou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por ter feito afirmações contraditórias em relação à presidente Dilma Rousseff, e avaliou que Lula age assim porque quer dissociar sua imagem da imagem da presidente para tentar voltar ao poder nas eleições de 2018.
Segundo Ataídes Oliveira, Lula afirmou, em 14 de abril, que os críticos de Dilma não chegam a seus pés em termos de caráter, honestidade e competência. Porém, 10 dias depois, o ex-presidente afirmou que Dilma deveria mostrar para o que foi eleita para o segundo mandato.
O senador alega, no entanto, que tudo o que a presidente Dilma tem feito de errado é culpa de Lula, porque ela segue a cartilha do ex-presidente. Prova disso, de acordo com Ataídes Oliveira, é que 5 dos 7 ministros demitidos por Dilma haviam sido herdados do ex-presidente. Além disso, também foi no governo de Lula que começaram o rombo na Petrobras e a tendência do Executivo de gastar mais do que arrecada.



(Senado)