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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Gandu – Campeonato de futebol máster não será realizado


Há seis anos que o estádio municipal está com as portas fechadas para a prática do esporte. No governo anterior, começou uma reforma que a passos de tartaruga se estende até os dias de hoje, a única realização na praça de esportes, que aconteceu rapidinho, foi o acordo entre a ex- prefeita de Gandu, Irismá Silva (PCdoB) e o ex- Prefeito do Município de Teolândia, Antônio Junior (PMDB), onde em um toque de mágica, o estacionamento, do macaxeirão, se transformou em um trevo que dar acesso a um posto de combustível de propriedade do peemedebista.
Quanto aos campeonatos, somente promessas. No ano de 2013, o campeonato tão propagado pelo atual prefeito durante a campanha eleitoral e, logo após sua posse, foi realizado na Cidade vizinha de Nova Ibiá. Este ano, no entanto, por ser um ano eleitoral e de copa do mundo, esperava-se que o alcaide, se sensibilizasse e, autorizasse seus subordinados realizarem os campeonatos que anteriormente aconteciam frequentemente. Tais como: O campeonato de Bairros, o amador e o tradicional, campeonato de veteranos. Mas pelo que se pode observar apenas o campeonato de Bairros poderá sair do papel.
Segundo alguns desportistas, nesta terça feira (25), o Chefe do Executivo municipal, batel o martelo, anunciando que o tão esperado campeonato de máster não acontecerá mais este ano, alegando falta de recursos financeiros. Ora, como é que um governo que faz um contrato no valor de 350.000,00 (trezentos e cinquenta mil reais), com uma empresa de marketing e propaganda, pode alegar falta de recursos, para um simples torneio de futebol?
Que os senhores desportistas e dirigentes de clubes, tirem suas conclusões.







Gandu – Prefeito se reúne com bancada governista


Nesta quarta feira (26), o Prefeito Ivo Peixoto (PCdoB), reuniu-se com os Vereadores que dão sustentação ao governo. Segundo informações, também estava presente um profissional de direito de outro centro. Entre os assuntos não poderia faltar o projeto da EMBASA, que a todo custo o Alcaide Municipal quer aprovar já neste 1º semestre.
Até ai nada de anormal, uma reunião entre o chefe do executivo e sua bancada. Acontece que um fato chamou a atenção. O Vereador Jai das Casas Populares (PSDC), que há poucos dias reuniu-se com os diretórios, estadual e municipal do seu partido e, garantiu que não tinha nenhum vinculo com o governo e, que não se venderia em respeito ao seu eleitorado, com isso continuaria independente no parlamento, estava presente a reunião.
Na maioria das vezes ações falam mais do que palavras e, serão as ações que dirão na verdade, se realmente a suposta “compra de passe” publicado no blog do Zebrão, procede.
Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos.



Gandu - Festa em louvor a São José



Não basta dizer que é católico, tem que participar!

Wenceslau Guimarães: Rua pode desaparecer, recursos vieram e nada foi feito!


Depois das últimas chuvas, detectamos que o trecho da Rua Benedito Rosário Gomes que está diminuindo, agora está ainda menor. A via pública, neste setor agora só passa um veículo por vez. Nesta terça-feira 25/02 registramos novos deslizamentos. Pedras, meios-fios, e barrancos voltaram a descer para Rua Jordão Edson, pondo em risco os moradores de ambas as ruas, como também aqueles que passam todos os dias pelos locais.
Conversamos com moradores da Rua Jordão Edson que agora temem ainda mais pela integridade física suas, de suas famílias e residências.
Estamos investigando e colhendo informações para em breve publicar a captação de recursos por parte da Prefeitura com o objetivo de recuperar pontos da cidade que foram prejudicados com incidência de chuvas, inclusive a confirmação de repasse por parte do Governo Federal de uma quantia considerável e até agora nada foi feito. Aguardem!
O Manifesto do Cidadão

Juiz eleitoral afirma que adulterar urna eletrônica é mais fácil que infectar computador com vírus – Parte l


O desembargador e juiz eleitoral aposentado Ilton Dellandréa afirmou, ao analisar a segurança do sistema eleitoral brasileiro, que o ato de modificar o endereço do voto registrado em uma urna eletrônica pode ser feito com mais facilidade que a inoculação de um vírus em um computador. Leia abaixo a íntegra do artigo:
Um computador, por mais protegido que esteja, é potencialmente vulnerável a vírus e invasões cujos métodos se aperfeiçoam na mesma proporção dos aplicativos protetores. Desconfio que algumas empresas proprietárias de antivírus mantêm um setor específico para criar os que elas próprias, depois, vão eficientemente combater. É a melhor explicação que encontro para a propagação dessa praga cibernética.
A urna eletrônica usada nas eleições do Brasil é semelhante a um micro. É programada por seres humanos e seu software é alterável de acordo com as peculiaridades de cada pleito. Por ser programável pode sofrer a ação de maliciosos que queiram alterar resultados em seus interesses e modificar o endereço do voto com mais facilidade do que se inocula um vírus no seu micro via Internet. Além disto, pode desvendar nosso voto, pois o número do título é gravado na urna na mesma ocasião e fica a ela associado.
Há várias formas de se fazer isto. Por exemplo: é possível introduzir um comando que a cada cinco votos desvie um para determinado candidato mesmo que o eleitor tenha teclado o número de outro. Talvez eventuais alterações maliciosas sejam possíveis de serem detectadas a posteriori. Mas descobrir a fraude depois de ocorrida não adianta. O importante é prevenir.
A preocupação com a vulnerabilidade da urna eletrônica é antiga. Pode ser acompanhada no site Voto Seguro, mantido por técnicos especializados, engenheiros, professores e advogados que defendem que a urna eletrônica virtual - que não registra em apartado o voto do eleitor e que será usada nas próximas eleições - admite uma vasta gama de possibilidades de invasões, sendo definitivamente insegura e vulnerável.
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Juiz eleitoral afirma que adulterar urna eletrônica é mais fácil que infectar computador com vírus – Parte ll


Recentemente o engenheiro Amílcar Brunazo Filho (especialista em segurança de dados em computador) e a advogada Maria Aparecida Cortiz (procuradora de partidos políticos) lançaram o livro "Fraudes e Defesas no Voto Eletrônico" (capa acima), pela All Print Editora, no mínimo inquietante. Mesmo para os não familiarizados com o informatiquês ele é claro e transmite a idéia de que as urnas eleitorais brasileiras podem ser fraudadas.
São detalhados os vários modos de contaminação da urna e se pode depreender que, se na eleição tradicional, com cédulas de papel, as fraudes existiam, eram também mais fáceis de ser apuradas porque o voto era registrado. Agora não. O voto é invisível e, como diz o lema do Voto Seguro: "Eu sei em quem votei, eles também, mas só eles sabem quem recebeu meu voto", de autoria do engenheiro e professor Walter Del Picchia, Professor Titular da Escola Politécnica da USP. O livro detalha a adaptação criativa de fraudes anteriores, como o voto de cabresto e a compra de votos, e outros meios mais sofisticados, como clonagem e adulteração dos programas, o engravidamento da urna e outros. Além das fraudes na eleição, são possíveis fraudes na apuração e na totalização dos votos.
O livro demonstra que a zerésima - um neologismo para a listagem emitida pela urna antes da votação e na qual constam os nomes dos candidatos com o número zero ao lado, indicando que nenhum deles recebeu ainda votos, na qual repousa a garantia de invulnerabilidade defendida pelo TSE -, ela própria pode ser uma burla porque é possível se imprimir qualquer coisa, como o número zero ao lado do nome do candidato, e ainda assim haver votos guardados na memória do computador (página 27). O livro não lança acusações levianas. Explica como as fraudes podem ocorrer e ao mesmo tempo apresenta soluções, ao menos parciais, como o uso da Urna Eletrônica Real - que imprime e recolhe os votos dos eleitores em compartimento próprio - ao contrário da urna eminentemente virtual, que não deixa possibilidade de posterior conferência. O mais instigante é que os autores e outros técnicos e professores protocolizaram no TSE pedidos para efetuar um teste de penetração visando demonstrar sua tese e isto lhes foi negado, apesar da fundamentação usada.

Continua...

Juiz eleitoral afirma que adulterar urna eletrônica é mais fácil que infectar computador com vírus – Parte lll


O livro cita o Relatório Hursti, da ONG Black Box Voting, dos EUA, em que testes de penetração nas urnas-e TXs da Diebold demonstraram que é perfeitamente possível se adulterar os programas daqueles modelos de forma a desviar votos numa eleição normal (página 25). Pelo menos 375 mil das 426 mil urnas que serão utilizadas nas eleições de 2006 são fabricadas pela Diebold. Elas foram, por esses motivos, recusadas tanto nos EUA quanto no Canadá.
É óbvio que a fraude não necessariamente ocorrerá. É óbvio que a grande maioria dos membros do TSE e dos TREs, desde o mais até o menos graduado, é honesta e, por isto, podemos dormir em paz pelo menos metade da noite. Sei disso porque fui Juiz Eleitoral em Iraí, Espumoso, Novo Hamburgo (onde presidi o famigerado recadastramento eleitoral, saudado como um golpe às falcatruas que se revelou frustrante ao abolir a foto de eleitor no título e abriu o caminho para outras fraudes) e em Porto Alegre. Era Juiz quando pela primeira vez foi utilizada, no Brasil, a urna eletrônica, isto em 1996, e não percebi nada de anormal.
Aqueles eram outros tempos e a novidade da máquina deslumbrava a todos e era tida e havida como segura, principalmente pela atuação do pessoal encarregado de sua manipulação. Mas depois que se descobriu que o Poder Judiciário não é imune à corrupção - veja-se o caso de Rondônia - nada é impossível, principalmente em matéria eleitoral. Por isto é incompreensível a negativa do TSE em admitir o teste requerido e, o que é pior, insistir em utilizar a Urna-E Virtual com apoio na Lei n. 10.740/03, aprovada de afogadilho e sem o merecido debate, ao invés da mais segura Urna Eletrônica Real.
Se não é certo, em Direito, dizer que quem cala consente é, todavia, correto dizer que quem obsta o exercício de um direito é porque tem algo a esconder. Ou, por outra, que há alguma coisa que aconselha a ocultação. Ou porque - e agora estou me referindo ao caso concreto - se intui que pode haver algo de podre no seio da urna eletrônica que poderia provocar severas desconfianças às vésperas do pleito.


Lígia Ferreira/Folha Política

CONVITE


Os presidentes dos partidos que compõem a “frente partidária – Jorge aleluia (FPJA): PRP/PTDOB/PSDC/PPL e PPS vêm convidá-lo, para participar do encontro, no próximo dia 29 (vinte e nove) do mês de março do ano em curso:
Local: centro de convenções da Bahia, salão xangô;
Horário: a partir das 09 (nove) horas, com término previsto para as 13:00 (treze) horas:
Assunto: eleições 2014, palestras elucidativas.
Sua presença é indispensável, dela dependerá o nosso sucesso.

Salvador, 24 de fevereiro de 2014.
Antônio Albino
Presidente Regional PSDC/Bahia


Ministro diz que Dirceu montou quadrilha para garantir ‘governabilidade’


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux afirmou nesta quarta-feira, 26, que José Dirceu, como ministro chefe da Casa Civil, orquestrou uma “quadrilha estável e duradoura” que tinha como objetivo obter recursos destinados a garantir o apoio à “governabilidade do país”. O relator rejeitou o pedido de Dirceu e mais outros oito condenados de absolvê-los do crime de formação de quadrilha no processo do mensalão. Fux, como relator dos embargos infringentes, é responsável pelo primeiro voto no julgamento dos recursos. Se a posição do relator prevalecer, Dirceu permanecerá preso em regime inicialmente fechado e perderá o direito, ao menos por ora, de trabalhar fora da cadeia em Brasília. O relator detalhou a atuação do ex-chefe da Casa Civil. Segundo Fux, há “farta” prova dos autos de que Dirceu cometeu formação de quadrilha. Ele disse que as atividades ilícitas dele foram praticadas por mais de dois anos e que o ex-ministro participava ativamente das reuniões partidárias em que se decidiam os acordos com os partidos da base aliada. Fux disse ainda que José Dirceu conhecia as operações de empréstimo fictício realizados no Banco Rural, instituição que também concedeu outro empréstimo a ex- esposa dele Ângela Saragoça. “A ex- esposa logrou obter, por intermédio de membros da quadrilha, um emprego. O apartamento dessa senhora foi adquirido por Rogério Tolentino (outro condenado no processo), que agiu com o intuito de auxiliar o primeiro réu”, destacou. Segundo o relator, nada era praticado “isoladamente, mas em concerto”. E destacou que era Dirceu quem “batia o martelo” em relação aos temas apurados nos autos.

Agência Estado

Alunos de medicina poderão ter estágio obrigatório no SUS


Os estudantes de medicina terão de fazer estágio obrigatório no Sistema Único de Saúde (SUS). O estágio será na atenção básica, em urgência e emergência, e corresponderá a 30% da carga horária prevista para o internato da graduação.
Além disso, os alunos passarão a cada dois anos por avaliação obrigatória e classificatória para programas de residência médica. Essas são algumas das mudanças curriculares apresentadas hoje (26) pelo Conselho Nacional de Educação (CNE).
No documento apresentado nesta quarta-feira, o CNE estabelece seis anos para a graduação, descartando as possibilidades apresentadas inicialmente pelo governo de que o curso tivesse a duração de oito anos.
A reformulação das diretrizes curriculares faz parte da Lei 12.871/2013, que instituiu o Programa Mais Médicos, no ano passado. O CNE ainda está recebendo as últimas sugestões e têm um mês para apresentar a versão definitiva ao Ministério da Educação (MEC).  As diretrizes atuais foram definidas em 2001.
Pelas novas diretrizes, 35% da carga horária da graduação deverão ser voltadas à prática. Dessa carga, 30% serão no SUS. O restante da carga horária deverá incluir clínica médica, cirurgia, ginecologia-obstetrícia, pediatria, saúde coletiva e saúde mental. Quanto à avaliação dos alunos, será nacional, sob a responsabilidade do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

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