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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

É grave estado de saúde de jovem baleado por PMs durante protesto


Permanece em estado grave, o jovem de 22 anos baleado por policiais militares no último sábado (25), durante protesto contra gastos públicos com a Copa do Mundo. Fabrício Proteus Nunes Fonseca Mendonça Chaves foi socorrido pelos próprios policiais e levado à Santa Casa, no centro. De acordo com boletim médico divulgado hoje (27) pelo hospital, ele está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e o quadro é estável. O rapaz foi atingido por um tiro no tórax e outro no pênis.
Fabrício e outro rapaz foram abordados por dois policiais militares por volta das 22h30 na Rua da Consolação, segundo informações da Polícia Militar (PM). A Secretaria de Segurança Pública informou que o jovem baleado tinha artefatos explosivos na mochila. Ao reagir à abordagem com um estilete, levou dois tiros. O caso está sendo investigado pela Corregedoria da PM e pela Polícia Civil.
O outro jovem tentou fugir, mas foi capturado e levado para o 4º Distrito Policial (DP), no bairro Consolação. Para investigar o caso, o delegado requisitou exame pericial no local e nos objetos apreendidos, além de exames nos policiais militares envolvidos.
O protesto contra os gastos públicos na Copa do Mundo de Futebol partiu da Avenida Paulista por volta das 17h de sábado (25) e no início da noite chegou ao centro da cidade, onde houve confronto entre policiais e manifestantes. De acordo com registros das delegacias locais, 135 pessoas foram detidas. Doze eram adolescentes. Todos foram liberados na madrugada de domingo (26) após prestar depoimento.
Os detidos respondem por crimes como dano, apreensão de objetos irregulares, lesão corporal, resistência, porte de arma e de droga, dano qualificado e furto. A manifestação, marcada para o dia da festa dos 460 anos da cidade, foi a primeira de 2014, ano da Copa do Mundo no Brasil. São Paulo é uma das cidades-sede da Copa e receberá o jogo de abertura.

Poder & Política 

Estádios de Copa custam três vezes mais que o previsto


O custo das arenas para a Copa do Mundo deste ano já supera em mais de três vezes o valor estimado pela CBF à FIFA, quando o Brasil apresentou o projeto para sediar a competição.
Segundo o Estadão, em outubro de 2007, o País informou que os estádios custariam cerca de US$ 1,1 bilhão, cerca de R$ 2,6 bilhões. A última estimativa oficial, contudo, indica que o valor já alcançou os R$ 8,9 bilhões.
O relatório foi produzido por Hugo Salcedo, que coordenou a primeira inspeção, entre agosto e setembro de 2007. Na altura, a FIFA considerou o orçamento “bem preparado” e afirmou que “não havia dúvidas” sobre o compromisso do Brasil de atender às exigências de um Mundial.
"A CBF atualmente estima que os investimentos relacionados com a construção e reformas de estádios estão em US$ 1,1 bilhão", escreveu a FIFA em seu informe. O Estadão indica que a entidade esteve apenas em 5 das 18 cidades que naquele momento se candidatavam a hospedar um estádio para a Copa.
Porém, já na época, a FIFA não escondia que o trabalho de reforma e construção das infraestruturas seria um desafio. “Os padrões e exigências da FIFA vão superar em muito qualquer outro evento realizado na história do Brasil em termos de magnitude e complexidade. Nenhum dos estádios no Brasil estaria em condições de receber um jogo da Copa nos atuais estados”, alertou em 2007. "A FIFA deve prestar uma especial atenção nos projetos”, sublinhou.
O time de inspeção deixou ainda um reparo ao Maracanã, o maior estádio da nação. “Não atende às exigências. Um projeto de renovação mais amplo teria de ser avaliado”.
A Copa terá início dia 12 de junho, na Arena de São Paulo, numa partida que colocará o Brasil frente à Croácia.

Informações do Estadão 

Ministro anuncia que País vai propor controle da internet global em maio


Depois da revelação que a Agência Nacional de Segurança (NSA) dos Estados Unidos espionava autoridades governamentais de todo o mundo, incluindo a presidente Dilma Rousseff, além de bisbilhotar segredos de empresas, o governo brasileiro passou a cobrar publicamente uma mudança de comportamento. Internamente, o Brasil decidiu acelerar a criação de mecanismos internos para garantir a segurança cibernética do País, com o envolvimento direto dos Ministérios das Comunicações e da Ciência e Tecnologia. O ministro Marco Antônio Raupp, da Ciência e Tecnologia, reconhece que a vulnerabilidade brasileira é enorme, já que a imensa maioria dos bancos de dados tem sua sede nos Estados Unidos, que também detém a maior tecnologia de equipamentos da área.  Em entrevista ao Estado, Raupp diz que hoje os Estados Unidos praticamente são donos de todo o controle dos dados que percorrem a rede. Ele informa que o Brasil está ampliando seu sistema de segurança interna, através de criptografias e criação de bancos de dados próprios, entre outras ações. O ministro revela, entretanto, que o governo brasileiro quer uma ação maior para o setor. Além de se alinhar com outros países como a Alemanha para pressionar o governo americano contra as ações de espionagem, o Brasil também quer propor uma espécie de compartilhamento na gestão da internet em todo o mundo. A proposta é a de descentralizar esse papel exercido hoje informalmente pelos Estados Unidos. Raupp revela que a proposta será levada para a mesa de negociações em maio, na conferência internacional que será realizada no Brasil e que já tem confirmada a participação dos Estados Unidos. “Não sei se (os Estados Unidos) topam ou não topam”, diz Raupp. “Mas temos que colocar ideias na mesa. Por que não vai topar? A força do nosso argumento é o princípio da coisa, que seria o de a internet ter um sistema que respeite os direitos de todos os que participam. Porque a internet é uma construção coletiva”, afirma.

Informações do Estadão 

Gandu - Prefeito têm preferencia por nome para sua sucessão


A saída oficial do Dr. Vinicius Cruz da Secretaria de finanças, pegou muitos de surpresa, menos o Prefeito Ivo Peixoto (PCdoB), que inegavelmente é uma pessoa que trabalha com planejamentos. Segundo pelo o que se pode observar Vinicius, que também é sobrinho do Prefeito, abdicou do cargo, pela incompatibilidade com sua profissão, porém, continua participando de todas as decisões importantes tomadas pelo Gestor. Segundo rumores, Vinicius seria o preferido para suceder seu próprio tio, que apesar de já ter admitido que possa ser candidato à reeleição, ainda não tem certeza se concorrerá ao pleito em 2016, ou por se tratar de um jovem, o sobrinho poderá vim a ser o candidato natural, depois de um suposto segundo mandato do próprio tio.
Preferimos não opinar, mesmo porque se trata de suposições e não de um fato concreto e, política é semelhante às nuvens, olhamos e vemos de um formato, mas em um piscar de olhos se transforma. Mas, cabe aos aliados que sonham em suceder o comunista aceitar ou não a ideia. Certo é que daqui pra frente, todos presenciarão o Dr. Vinicius Cruz, como uma sombra do Prefeito Ivo Peixoto. 
O tempo se incumbirá de mostrar se estamos certos ou errados.  


Heraldo Rocha cobra eficiência


O Democrata Heraldo Rocha cobra eficiência no combate à dengue na Bahia, recentemente o Ministério da Saúde advertiu o Estado para iminência de epidemia, enquanto que o Governo Estadual ignora e afirma estar tudo sobre controle.
“Temos recebido denuncias de várias localidades, inclusive em Itabuna onde tivemos um óbito decorrente da dengue” diz Rocha. A situação tem se agravado a cada dia. “E se a epidemia de dengue se confirmar, como as pessoas serão atendidas no interior? Já que várias pessoas têm denunciado a demora de atendimento, de seis a oito horas! Isto é um absurdo!” Questiona Heraldo Rocha.

ASCOM Heraldo Rocha 

Projeto de Pinheiro quer proibir greves.


O caro eleitor baiano sabe que um representante seu no Congresso está envolvido na proposição de um projeto que é um verdadeiro golpe autoritário na Constituição? Pois é. Segundo o blog de Juca Kfouri, o senador baiano Walter Pinheiro (PT) é autor, junto com os colegas de Senado Marcelo Crivella (PRB-RJ) e Ana Amélia (PP-RS), do projeto de lei 728/2011, que proíbe greves no país durante os jogos da Copa do Mundo.
De acordo com o mesmo comentarista esportivo, o ex-presidente da OAB do Rio de Janeiro, Wadih Damous, ficou tão horrorizado com a proposta do senador baiano e seus pares que usou sua página no Facebook para qualificar a proposta de “AI-5 do futebol”. Além disso, o projeto inclui o “terrorismo” no rol de crimes com punições duras e penas altas para quem “provocar terror ou pânico generalizado”.
Nas palavras do próprio Damous: “Esse monstrengo, se virar lei, suspende a Constituição e, ao criar o tipo penal, totalmente aberto, de terrorismo, sepulta, de vez, o direito constitucional à manifestação pública”. O advogado lembra que o Estado brasileiro afirma que não se “curvará” à OEA para processar e punir torturadores, descumprindo tratados internacionais firmados pelo Brasil.
No entanto, observa se “ajoelha” diante da FIFA, “submetendo-se a aprovar leis de exceção ao nosso ordenamento constitucional”. Pinheiro e seus colegas são da base do governo Dilma Rousseff (PT) no Senado. A população tem ou não tem motivos para retomar os protestos de junho por ocasião dos jogos da Copa, cuja realização enterrou pilhas de recursos públicos que poderiam ter sido usados, por exemplo, na educação e na saúde?



Força de trabalho diminui no Nordeste em dez anos


A força de trabalho diminui na região Nordeste, de acordo com números calculados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). O banco de dados, baseado em pesquisas populacionais do IBGE, aponta que, em dez anos, a população economicamente ativa (formada por quem trabalha ou quem procura emprego) de 55,7% para 51,8% da população em idade ativa. Apesar de o Nordeste ter provocado a queda da taxa no país, teve crescimento econômico acima da média nacional. "É um certo paradoxo", avalia a pesquisadora do IPEA Ana Luíza Neves. Na análise do mesmo período, o percentual cresceu no Sudeste, no Centro-Oeste e no Norte, com leve queda no Sul. Já a partir de 2009, a força de trabalho diminuiu em todas as regiões e a queda nordestina foi a maior. Um dos motivos da diminuição se deve a jovens que retardam o ingresso no mercado para estudar mais ou porque não acreditam nas chances de conseguir uma ocupação.

 Informações da Folha.

Sob tensão com PSB, Rede retoma projeto partidário


No momento em que a Rede Sustentabilidade da ex-ministra Marina Silva vive um clima de acirramento na relação com o PSB do governador Eduardo Campos nos dois maiores colégios eleitorais do País, São Paulo e Minas Gerais, o grupo dos "marineiros" decidiu retomar a coleta de assinaturas para tirar a legenda da "clandestinidade" e ampliar os limites do projeto. Congelado desde outubro de 2013, quando Marina anunciou sua filiação e de militantes de seu grupo ao PSB, o processo só agora está sendo retomado. O objetivo é coletar e validar mais 40 mil assinaturas para que a Rede atinja a marca das 492 mil exigida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Só depois disso a agremiação passará a existir legalmente. Em paralelo, a estratégia é tentar eleger em outubro uma bancada ideológica de parlamentares pelo PSB para depois pedir o registro oficial da legenda.
Além do PSB, alguns "filiados" da Rede estão espalhados em outros partidos como o PPS, PDT e PROS. Segundo Bazileu Margarido, membro da executiva nacional, o grupo deve lançar oito candidatos a cargos majoritários - quatro ao Senado e quatro ao governo estadual.
Enquanto isso não acontece, porém, a Rede opera de forma precária e praticamente sem nenhuma sintonia nos Estados com os "parceiros" da sigla de Campos. A estrutura da Rede em São Paulo, maior colégio eleitoral do Brasil, é espartana. Embora tenha alugado recentemente uma sala na Rua da Glória, no bairro da Liberdade, para funcionar como sede, o "partido" ainda não sabe como pagará os aluguéis. Só no plano nacional o grupo conseguiu registrar o CNPJ por meio de liminar. "Estamos agora regularizando a nossa situação bancária", diz Bazileu.
Ele revela que os militantes serão convidados a contribuir. Os detentores de mandato, pelo estatuto, são obrigados a doar 5% do salário.
A palavra filiados só poderá ser usada quando a sigla for legalmente registrada. Outros 650 interessados no projeto estão em uma fila para terem suas fichas abonadas. Esses números são irrisórios se comparados aos quase 250 mil filiados do PV, o pequeno partido que abrigou o projeto de poder de Marina em 2010. O PT da presidente Dilma Rousseff, por exemplo, conta atualmente com 1,7 milhão de filiados.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Piso nacional dos professores subirá 8,32% em 2014


O piso nacional dos professores de educação básica deverá ser fixado este ano em R$ 1.697,39, para uma jornada de 40 horas semanais. O valor é calculado com base na comparação da previsão de custo por aluno anunciada em dezembro de 2012 (R$ 1.867,15) com a de dezembro do ano passado (R$ 2.022,51). A portaria com o novo valor ainda não foi publicada, porém, segundo o Ministério da Educação (MEC), isso deve acontecer ainda neste mês. A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) diz que o reajuste ficou aquém do que a entidade estimava 15%. Em nota, a CNTE argumentou que “dados já consolidados do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB), até novembro de 2013, apontam crescimento do valor mínimo de aproximadamente 15%. A Confederação Nacional de Municípios estima que, para o reajuste de 8,32%, haverá aumento de R$ 4,151 bilhões no pagamento do magistério. Com isso, a média do comprometimento das receitas do FUNDEB com salários dos professores irá para 79,7%.

Governo criará ação para tratar manifestos contra a Copa


A presidente Dilma Rousseff pretende reunir-se logo que retornar de Cuba com os ministros José Eduardo Cardozo (Justiça), Celso Amorim (Defesa) e Aldo Rebelo (Esportes) para tratar de uma estratégia do governo federal diante dos protestos contra a realização da Copa da Fifa no Brasil. De acordo com informação de auxiliares da presidente, ainda em Lisboa, onde desceu de surpresa e pernoitou antes de seguir para Havana, Dilma foi informada de que os protestos contra a Copa feitos no sábado, 25.
Cardozo está de férias. De acordo com sua assessoria, ele deve retornar ao trabalho amanhã, 27. E já encontrará uma série de demandas envolvendo a segurança da Copa, maneiras de evitar que os tumultos se espalhem pelo País e formas de conter a ação violenta contra as manifestações por parte das polícias estaduais. O governo avalia que a radicalização das ruas, em junho, teve como origem a forte repressão feita pela Polícia Militar de São Paulo aos jovens que protestavam contra o aumento da passagem de ônibus.
Por intermédio de sua assessoria, o Ministério do Esporte afirmou ontem que a operação de segurança para a Copa do Mundo é coordenada pelos ministérios da Justiça e da Defesa - em sintonia com a segurança de Estados e Municípios. "O sistema foi testado, com sucesso, na Copa das Confederações, e garantirá segurança necessária a todos os torcedores, turistas, jogadores e equipes técnicas que estarão no Brasil durante a Copa", afirmou a assessoria do Esporte.
Além das manifestações contrárias à Copa, que tiveram início quatro meses e meio antes da partida inaugural entre Brasil e Croácia, em São Paulo, o governo tem outra preocupação: os rolezinhos da juventude nos shoppings, intensificados nos últimos dias em quase todo o País. A pedido da Associação dos Lojistas de Shopping (Alshop), o governo patrocinará uma reunião na quarta-feira, 29, no Palácio do Planalto, para tratar do assunto.
Participarão do encontro, que terá início às 10 horas numa sala de reunião do quarto andar do Planalto, os ministros Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência), Marta Suplicy (Cultura) e Luíza Bairros (Igualdade Racial), a secretária nacional da Juventude, Severine Macedo, e representantes da Alshop.
Sob a alegação de que o comércio dos shoppings está sofrendo grande prejuízo com a realização dos rolezinhos, a associação quer que o governo federal impeça a realização dos atos patrocinados por jovens.
O governo já adiantou que não tem como atender ao pedido dos lojistas, por falta de base legal. Mas na reunião vai ouvir o que cada lado tem para falar, além de se oferecer para abrir um canal de entendimento entre todas as partes envolvidas. O Planalto teme que os rolezinhos sejam contaminados pelos protestos contrários à Copa, estes mais políticos.