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quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Suspensão de registro do PSL não afeta diplomação de eleitos, dizem especialistas



alberto dayane comandante rangel foto divulgacao

Especialistas em Direito Eleitoral ouvidos pelo bahia.ba afirmaram que a suspensão do registro do PSL baiano no julgamento das contas partidárias de 2017 não impede a diplomação dos eleitos pela legenda.
Na Bahia, o PSL elegeu Dayane Pimentel para a Câmara Federal, além do Capitão Alden e Talita Oliveira para a Assembleia Legislativa.
Em decisão datada do último dia 14 de outubro, o desembargador Jatahy Júnior, do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) julgou as contas como não prestadas e determinou interrupção de repasse dos recursos do Fundo Partidário ao PSL na Bahia, além de suspensão do registro, até que a situação seja regularizada.
“A Lei Eleitoral fala que a regularidade do candidato e dos órgãos é auferida no momento em que se pede o registro. Quando houve isso, eles estavam ok e não há como retroagir. O ato de diplomação ocorre independentemente disso”, afirmou o advogado Ademir Ismerim.
Ainda segundo ele, caso a suspensão do registro ocorresse antes da eleição, o partido estaria impossibilitado de apresentar candidatos.
“Os candidatos cumpriram todos os ditames legais, então a consequência é para o partido, não para os eleitos ou a coligação”, reforçou a advogada Débora Guirra, que inclusive atua no caso.
Ela disse acreditar que a situação do PSL será revertida em breve, em julgamento de recurso. Em 2017, a sigla era presidida na Bahia pelo deputado estadual Marcelo Nilo, atualmente no PSB.

Bahia.ba


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