O empresário e advogado, Dr.
Rodrigo Souza (Dem), filho mais novo do saudoso deputado Osvaldo José de Souza,
foi o entrevistado do programa críticas e autocríticas da Gandu FM, comandado
pelo competente comunicador, Luiz Fernando, que vem dando demonstração de
democracia e independência, ao abrir espaço para todo segmento político. Acompanhado
de parte do diretório e pré-candidatos a vereador pelo Democratas, partido que
preside no município, Rodrigo falou a cerca da sua participação na política, ainda
quando criança ao acompanhava desde cedo o seu Pai e ex-deputado. Com Muita
concentração, equilíbrio e conhecimento de causa, respondeu a todas as
perguntas formuladas pelo radialista, bem como dos ouvintes através de
mensagens que chegavam a todo momento via WhatsApp no celular da emissora.
Herdada do seu pai, a maneira cortês com que se dirige a
população, Rodrigo falou a respeito da posição política para a o atual momento
do Democratas, onde foi aberto uma discussão interna entre o diretório e os
filiados, para decidir o caminho que o partido deve seguir nestas eleições.
Vale salientar, que conforme declarou o próprio Rodrigo, por exigências do
comando estadual da legenda, partidos como o PCdoB e PT, não terão nenhuma
chance de fazer parte dos planos do Dem, apesar de deixar claro que tem bom
relacionamento com todos líderes partidários locais. Por outro lado, o
pré-candidato a vereador, Bagatine, que também acompanhava a comitiva, trouxe a
tona, o que era sabido por poucos. O Dem estadual, também não recomenda um
aliamento com o PTN, partido comandado em Gandu pelo pré-candidato, Marley
Medrado, o que aproxima a sigla ainda mais da candidatura do Dr. Leonardo
Cardoso, o Léo de Neco (PP), que não tem nenhuma restrição por parte dos democratas.
Certo é que, ainda segundo
Rodrigo Souza, no próximo dia 06 de julho, acontecerá uma nova reunião, onde
democraticamente, os componentes, estarão oficializando o apoio ao candidato a
prefeito escolhido pela maioria e entregando uma carta de intenção, com ideias
e projetos a serem inseridos no plano de
governo, para serem colocadas em práticas a partir de 2017.
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