Cinco Estados brasileiros
são contrários à recriação da CPMF, o chamado imposto do cheque. Em reunião do
Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) nesta quinta-feira (18),
representantes das secretarias de Fazenda de todo o país discutiram esse e
outros assuntos com impacto nas finanças dos Estados.
“Acreditamos que o governo
precisa trabalhar em reformas estruturantes, de longevidade”, defendeu o
secretário de Fazenda do Mato Grosso, Paulo Brustolin. Os outros quatro Estados
contrários são: Goiás, São Paulo, Paraná e Santa Catarina.
A equipe econômica da
presidente Dilma conta com a retomada do imposto para reforçar o seu caixa, num
ano de retração econômica certa e queda nas receitas. “O governo terá de
trabalhar muito no diálogo para conseguir a aprovação dessa medida”, disse
Brustolin.
Renato Villela, secretário
da Fazenda de São Paulo, afirmou ser contrário à volta do imposto mas que, se
retomado, deverá ser distribuído também entre os Estados, proporcionalmente aos
gastos de cada ente com previdência.
Poder & Política
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