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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Gandu – Professores reivindicam direitos não atendidos pelo governo municipal



Fomos procurados por alguns professores que pediram para não serem identificados temendo retaliação, que nos solicitaram para comentar um assunto que até mesmo o sindicato que representa a categoria (APLB), não se movimenta mais neste sentido. Segundo os educadores, duas colegas que atuavam frente a entidade, entregou os cargos. Meses atrás, a professora Edinéa Menezes (Néa), já havia entregado o cargo, desta feita foi a vez de Valdinéia Medeiros, também optar em cumprir suas 40 horas, em uma sala de aula, tendo ficado como representante da classe, a professora Roseane, detalhe, esta reside em Teolândia.
Ainda segundo os profissionais da educação, até o presente momento não foi creditado em suas respectivas contas, 1/3 de férias referente ao ano de 2014 e, que segundo informações do setor responsável, este valor será pago juntamente com o salário do mês de janeiro/2015, há exatos 02 dias antes de retornarem ao trabalho. Outro ponto também abordados pelos professores, é a questão do rateio anual, tão cobrado nas administrações anteriores sendo que nos últimos dois anos nenhum ser vivente questiona o porque o prefeito Ivo peixoto (PCdoB), não efetuou este pagamento.
Como sempre o governo, deve argumentar que não tem recursos suficientes, nós analisamos o site do  Banco do Brasil que traz o demonstrativo de distribuição da arrecadação, podemos comprovar de que; de 1º á 22 de janeiro de 2015, somente para educação, já chegaram nas contas da prefeitura municipal de Gandu a exata quantia de: 853.418,55 (oitocentos e cinquenta e três mil quatrocentos e dezoito reais e cinquenta e cinco centavos), valor que daria suficiente para quitar a dívida dos abdicados educadores. Isto sem contar o que sobrou do exercício de 2014 e, que deveria ser rateado entre a categoria. Além destes direitos que já deveriam ter recebidos, os educadores estão temerosos quanto ao cumprimento do novo piso nacional dos professores, que teve um acréscimo de 13,01%.
Vale salientar de que além da APLB, que deveria se empenhar um pouco mais, a câmara de vereadores também deveria ter se manifestado, sobretudo os 02 edis que são professores, que certamente receberam votos dos seus colegas de profissão para representarem no legislativo municipal.


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