O senador José Pimentel (PT-CE) foi o relator que sepultou o
projeto 138, que endurecia as regras para uso de aviões da FAB. A proposta do
senador Pedro Simon (PMDB-RS), que pretendia organizar e limitar o uso de
aeronaves chegou a ser aprovada nas comissões de Defesa do Consumidor e
Relações Exteriores, mas foi barrada pelo PT na Comissão de Constituição e
Justiça, último passo antes do plenário.
O projeto limitaria o uso da FAB aos chefes dos Três Poderes, o
vice, o presidente da Câmara e ministros de Estado. Todos os 39.
O uso dos aviões seria precedido de registro na FAB que
discrimine a finalidade, os usuários, a carga, o percurso e a tripulação da
viagem.
Também seria pré-requisito para usar um avião da FAB registro de
quem autorizou a viagem e a permanência em cada localidade.
Quem foi o “gênio” que inventou uma greve nos serviços públicos
que a população “massacrou” em protestos nas ruas?
O governo federal enfrenta dificuldades para viabilizar seu programa
de concessões de rodovias, em um país de economia estagnada que neutraliza
obstinadamente o interesse de investidores. Quem investiu no setor no Rio
Grande do Sul se deu mal: o governador Tarso Genro (PT) rompeu contratos e
criou uma nova estatal para cobrar pedágios e distribuir cargos à “companheirada”.
E as rodovias foram abandonadas.
Após o desmonte das rodovias, o gaúcho Tarso Genro assumiu o
posto de principal líder da “vanguarda do atraso” na gestão pública nacional.
Fonte: O portal
O jogo das doações de campanha
O jogo entre
políticos e empresários na época das campanhas eleitorais levou a “Folha de S.
Paulo”, edição de hoje, estampar que, nada menos de 76 empresas que doaram para
campanhas eleitorais devem à Receita Federal cerca de R$1,5 bilhão. Numa
comparação o jornal diz que para R$1 real que cada empresa doou elas devem R$7
à Receita. Isso comprova o nível de corrupção oficial no país, já que a
legislação eleitoral permite tais doações e a Receita não cuidou de analisar
todos os doadores. Há uma corrente forte na política e na população brasileira
que reclama para que não haja doação particular e, sim, pública, porque a nossa
democracia ficaria mais limpa (apenas um pouco) e mais barata. Ora, se as
empresas doam, é porque desejam que os políticos de prestígio consigam
facilidades fiscais para elas. Num intertítulo “O Rombo”, a Folha diz que os
“Os dez maiores devedores da lista representam os mais variados setores
econômicos. A mais endividada é a Bombril, que pôs R$ 150 mil na campanha de
Dilma e responde por mais da metade do débito de quase R$ 1,5 bilhão das
empresas que devem ao Fisco, mas fazem doações. Em segundo, vem a Copersucar,
maior grupo de venda de açúcar e etanol no país. Doou R$ 4,35 milhões a Dilma,
Serra, Marina e PT. A dívida passa de R$ 147 milhões. Integrante do maior
conglomerado do setor de carnes do mundo, a JBS deve R$ 66 milhões. Em 2010,
injetou R$ 18,1 milhões nas campanhas de Dilma e Serra, além de PT, DEM, PMDB e
PSDB. Outra devedora é parceira da Petrobras: a Iesa Óleo e Gás. A farmacêutica
Infan. deve R$ 99,3 milhões doou R$ 100 mil a Dilma. A situação da empresa se
agravou em abril deste ano, quando a ANVISA (Agência de Vigilância Sanitária)
mandou suspender a produção de quase todos os seus medicamentos, cosmético e
alimentos.”
Fonte: Poder
& Política
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