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sexta-feira, 8 de maio de 2020

Entenda o que é o lockdown




Agência Brasil define o termo

Enquanto em abril a palavra do momento em relação à pandemia do novo coronavírus era o distanciamento social, na última semana outro termo ganhou visibilidade: o lockdown. A palavra é o correspondente em inglês a confinamento. Mas passou a ser adotada no Brasil pelo seu uso corrente nas discussões internacionais acerca de formas de evitar a circulação de pessoas e a disseminação do vírus.
Um estudo lançado na sexta-feira (8) por mais de 60 pesquisadores do Imperial College de Londres, um importante centro de estudos e pesquisas sobre saúde, apontou o lockdown obrigatório como uma medida “que se provou efetiva na contenção da difusão do vírus”.
Ao analisar o caso brasileiro a partir de medidas adotadas em 16 estados no país, os investigadores concluem: “na falta de intervenções mais fortes, um crescimento substancial futuro da epidemia é esperado nos 16 estados considerados, levando a uma piora da crise de saúde da covid-19.”
Outro estudo do Imperial College, publicado em 30 de março, conduzido pela equipe de resposta à covid-19, mapeou práticas de lockdown em diversos países, como Áustria, Bélgica, Dinamarca, França, Alemanha, Itália, Noruega, Espanha, Suíça e Reino Unido.
Os autores classificam o lockdown como “legislações ou regulações relativas à restrição de interação face-a-face, incluindo o banimento de eventos não essenciais, fechamento de escolas e espaços culturais e ordens para que pessoas permaneçam em casa.”
Contudo, os pesquisadores identificaram diferentes manifestações desse tipo de medida em cada país. A Áustria proibiu acesso a locais públicos e reuniões com mais de cinco pessoas, além de recomendar pelo menos 1 metro de distância. A Dinamarca vetou reuniões com mais de 10 pessoas. Na Alemanha, esse limite era de até duas pessoas.
A França exigiu autorização para pessoas saíram de casa, com multa para violações. Na Itália também foi ordenada a permanência em casa, a não ser em caso de viagens essenciais. Na Noruega, somente pessoas que vivem no mesmo lugar podiam sair à rua juntas.  No Reino Unido, encontros com mais de duas pessoas que não eram da mesma casa também eram impossibilitados, sob pena de sanções policiais.
No Brasil, o termo é previsto na diretriz até o momento vigente do Ministério da Saúde. O boletim epidemiológico número 8, publicado em 9 de abril, define o lockdown como uma das medidas de distanciamento social. O bloqueio total (como o termo foi traduzido) consiste em cercar um determinado perímetro (estado, cidade ou região), interrompendo toda atividade por um breve período de tempo.
De acordo com a pasta, esse modelo tem como vantagem ser “eficaz para redução da curva de casos e dar tempo para reorganização do sistema em situação de aceleração descontrolada de casos e óbitos”. A desvantagem é o alto custo econômico.
Além dele, são modalidades menos rígidas o distanciamento seletivo e o ampliado.
O primeiro seria aquele focado apenas em pessoas acima de 60 anos ou com doenças crônicas, os grupos de risco, além daquelas pessoas que apresentam sintomas da doença. Também conhecido como “isolamento vertical”,  ele teria como finalidade viabilizar o retorno às atividade laborais, já que não impossibilita a circulação de pessoas em estado aparentemente saudável ou que já passaram pela doença e são consideradas imunizadas.
Já o ampliado, que vem sendo adotado na maior parte dos estados e cidades, prevê que todos os setores fiquem em casa, à exceção dos essenciais, desde que nesses seja garantida higienização e evitada a aglomeração. De acordo com o ministério, o objeto é “reduzir a velocidade de propagação, visando ganhar tempo para equipar os serviços com os condicionantes mínimos de funcionamento: leitos, respiradores, EPI, testes laboratoriais e recursos humanos.”
Após a mudança no comando do MS, o novo titular, Nelson Teich, vem defendendo o que chamou de abordagem “não linear”, com medidas diferentes para locais distintos de acordo com o avanço da doença e a capacidade do sistema de saúde daquele local de tratar os pacientes, incluindo recursos humanos, leitos, equipamentos e suprimentos.
Teich afirmou já ter finalizado a atualização da diretriz divulgada no boletim epidemiológico 8, formulada pela equipe de seu antecessor, Luiz Henrique Mandetta. Mas declarou nesta semana que ainda não havia divulgado as novas orientações por receio do tema ser transformado em disputa política. Ele reconheceu que em locais com situação mais grave, o confinamento pode ser uma estratégia necessária.
Estados e municípios:
A definição concreta das medidas de distanciamento social cabe aos estados. Assim como nas iniciativas de distanciamento ampliada, há diferentes abordagens no confinamento. Cada governo estadual ou prefeitura está determinando os limites e eventuais formas de sanção.
O governo do Maranhão foi um dos primeiros a empregar o termo, que traduziu como “bloqueio”, em medida que passou a valer na terça-feira (5) na Ilha de São Luís. Foi proibida a circulação, mantidos alguns serviços como mercados, farmácias e circulação de caminhões de carga. O estado registrou na sexta-feira 330 mortes e 5.909 casos confirmados.
O número de usuários de transporte público caiu de 641 mil para 96 mil com a o início do bloqueio. Em entrevista coletiva na sexta-feira (8), o governador Flávio Dino anunciou para a próxima semana o rodízio de carros na capital, com aqueles de placa com número final par e ímpar podendo circular em determinados dias alternadamente.
“Às vezes ouço crítica de que o lockdown não está funcionando. Há uma ideia falsa, talvez até um desejo de pessoas com más intenções, de que nós iríamos promover uma espécie de regime mais duro do que o penitenciário. Cenas insensatas não serão verificadas. A polícia está  autorizada a adotar medidas coercitivas. Porém, como último caminho. O que estamos visando é o reforço da prevenção”, declarou Dino. 
Fonte: Agencia Brasil

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Nossa singela homenagem a você mamãe!









Gandu - Prefeitura retoma obras do Beco do Corre Nu com recursos próprios




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A prefeitura de Gandu deu andamento nesta semana as obras de esgotamento sanitário e saneamento básico do "Beco do Corre Nu", iniciadas no dia 10 de março deste ano e que havia sido interrompidas por causa das chuvas, a localidade é uma das áreas mais antigas e tradiconais da cidade. As obras estão sendo realizadas através de recursos próprios. A expectativa é que o serviço beneficie dezenas de famílias da localidade que há décadas sofrem com alagamentos na região. As obras consequentemente também vão ajudar a prevenir eventuais problemas de saúde ocasionados pela falta de saneamento. 
De acordo com a Secretaria Municipal da Infraestrutura (SEINFRA) responsável pela fiscalização do serviço, o trabalho deve ser intensificado para que a obra seja concluída ainda este ano, para isso, uma equipe composta por profissionais da construção civil, engenheiros e máquinas pesadas trabalha a todo vapor. 

ASCOM/Prefeitura de Gandu.


Salvador - Bacelar se reúne com direção da Rede na Bahia e apostas de chapa com partido de Marina Silva crescem



Bacelar se reúne com direção da Rede na Bahia e apostas de chapa ...
Os entendimentos entre os pré-candidatos do Podemos, o deputado federal Bacelar, e da Rede, Magno Lavigne, em torno de uma aliança com vistas à sucessão municipal avançaram sensivelmente ontem com uma reunião ampliada do parlamentar com a direção estadual do partido da ex-presidenciável Marina Silva na Bahia.
Iaraci Rocha, Cláudio Mascarenhas, Júlio Rocha, Mário Conceição e o próprio Lavigne ouviram detidamente, por videoconferência, a apresentação das idéias de Bacelar para Salvador, explicitando de volta o que consideram essencial para uma eventual gestão na cidade.
Eles tomaram decisões conjuntas em relação à pré-campanha cujo anúncio está previsto para a semana que vem, as quais deverão afetar positivamente também o PTC, que já se associou ao bloco. A idéia de uma chapa com Bacelar a prefeito e Magno a vice ganhou novos incentivos, contou um assessor do grupo.
Bahia.ba

Nova Ibiá – Boletim Covid-19




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Itagibá tem mais um caso confirmado do coronavírus



Região: Itagibá ficou entre os 30 municípios com melhores ...
A Prefeitura de Itagibá, através do setor do Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde, informou que, na tarde desta quinta-feira (07), recebeu a confirmação, através do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), a confirmação do décimo primeiro caso de Covid-19 no município. A paciente é uma mulher, de 30 anos, moradora da sede de Itagibá. Segundo a secretaria, ela está internada no Prado Valadares, em Jequié. O Departamento de Vigilância Epidemiológica está monitorando as pessoas que mantiveram contato com a paciente.
Dos onze casos registrados no município, cinco já estão recuperados. Cinco estão em tratamento e houve um óbito. A Secretaria de Saúde reforça que é muito importante manter o distanciamento social e que as pessoas permaneçam dentro de casa e orienta que só saiam às ruas, quando for, realmente, necessárias e usando máscaras.
A secretaria informa ainda, que todas as medidas de prevenção estão sendo adotadas pela secretaria e pela gestão municipal para evitar o aumento de casos no município. A vigilância epidemiológica mantém um plantão, que pode ser acionado pelos telefones 73 – 98189-1500 (Disk Covid), 73 – 98236-9998 e 73- 98151-5819 (Denúnicas).

Giro Ipiau


Mães menores de idade e pais solteiros receberão auxílio emergencial



Mães menores de idade e pais solteiros receberão auxílio ...
As mães menores de idade e os pais chefes de família monoparentais devem entrar para o grupo de brasileiros aptos a receber o auxílio emergencial de R$ 600. O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, disse à Comissão Mista do Congresso Nacional, destinada a acompanhar as medidas de enfrentamento da covid-19, que a pasta emitiu um parecer favorável ao Palácio do Planalto nesse sentido.
A expectativa, segundo Onyx, é de que o presidente Jair Bolsonaro sancione “o mais rápido possível” a proposta aprovada pelo Congresso, sem vetos, que concede o benefício a esses dois grupos.
Onyx esclareceu aos parlamentares que apesar estar “no horizonte” da pasta, não há ainda nenhuma definição sobre a possibilidade de prorrogação do auxilio emergencial, previsto para acabar em junho.
Filas:
O ministro da Cidadania foi bastante cobrado por deputados e senadores as longas filas nas agências da Caixa em todo país, formada por pessoas em busca do auxílio emergencial. Segundo Onyx, as filas nas mais de 4 mil agências do banco são “residuais”, já que na última quarta-feira (6) foi concluído o pagamento dos R$ 50,5 bilhões da primeira parcela aos beneficiários aptos a receber o crédito.
“Raríssimos lugares no Brasil estão com filas. Eles [Caixa] estão melhorando o serviço na parceira com os municípios. Na segunda parcela a esteira de trabalho já é mais fácil, a metodologia é melhor, as pessoas estão mais tranquilas. Acho que teremos um período de mais tranquilidade, se Deus quiser”, disse.
Onyx revelou uma pareceria com os Correios, que está prestes a ser anunciada, na qual funcionários da empresa vão ajudar pessoas a fazer ou tirar dúvidas no cadastramento para receber o benefício, o que ele acredita que também desafogará as agências bancárias.
O ministro lembrou que a Caixa tem um acordo operacional com 50 bancos e que a instituição é apenas distribuidora do recurso. De acordo com a regra para recebimento do auxílio, quem não tem conta na Caixa, mas tem em outro banco, o dinheiro vai para a conta da pessoa informada no seu cadastramento.
Onyz Lorenzoni lembrou que quando foram feitas as primeiras projeções de quantos brasileiros poderiam receber o auxílio, com base em estudos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e da Fundação Getúlio Vargas (FGV), era em torno de seis a oito milhões de invisíveis no Brasil. “Nós encontramos mais de 21 milhões de invisíveis. É muito maior do que a gente imaginava, e essa foi também uma das razões para que a gente buscasse a suplementação orçamentária que o governo fez na semana passada, para que a gente pudesse completar a primeira parcela”, explicou.
Ainda segundo o ministro, com os invisíveis, o Brasil terá próximo a 25 milhões de pessoas com contas digitais. “Hoje a gente tem a conta dessa pessoa, a sua composição familiar, a sua residência, o seu CPF. Quer dizer, são pessoas para as quais, passado esse episódio da pandemia, nós vamos desenvolver aqui, e vamos fazer isso junto com o Parlamento brasileiro, programas de estímulo ao empreendedorismo, de aperfeiçoamento, de acesso ao microcrédito; [vamos] poder chegar perto dessas pessoas para que elas possam se desenvolver”, disse.

Poder & Política

Atriz morre de Covid-19 no Rio de Janeiro




Morre a atriz Daisy Lúcidi, aos 90 anos, vítima da Covid-19 ...

Nesta quinta-feira (7), morreu a atriz e radialista Daisy Lúcidi, aos 90 anos, no Rio de Janeiro. A artista estava internada com Covid-19 no Centro de Terapia Intensiva (CTI) do Hospital São Lucas, em Copacabana, desde o dia 25 de abril.
Daisy começou a carreira em 1941 na Rádio Tupi, onde integrava o elenco infantil de atores. Em 1944 passou a ser contratada da Rádio Globo, onde fez muitos trabalhos na dramaturgia.
A estreia da artista na TV aconteceu em 1960, quando ela participou de uma minissérie dirigida por Janete Clair, na extinta TV Rio. A primeira novela na Globo foi o 'Homem Proibido', em 1967. Também trabalhou em 'Supermanoela' (1974), 'Bravo' (1975) e o 'Casarão' (1976).
Sua última participação em novelas da Globo foi em 'Geração Brasil', em 2014.
Famosidades

Brasil - Presidente, ministro e empresários vão ao STF para pressionar fim do isolamento




Bolsonaro, Guedes e empresários vão ao STF para pressionar pelo ...

Em um gesto de pressão para forçar a retomada da atividade econômica, o presidente Jair Bolsonaro levou um grupo de empresários ao STF (Supremo Tribunal Federal) para relatar ao chefe da Corte, ministro Dias Toffoli, os impactos que o isolamento social tem gerado na iniciativa privada.
Toffoli, por sua vez, cobrou coordenação do governo federal com os outros poderes e os entes da federação e disse que é necessário fazer um planejamento para a volta do funcionamento das indústrias.
Na reunião desta quinta-feira (7), que não estava na agenda, o chefe do Executivo voltou a afirmar que os efeitos da restrição de circulação não podem ser maiores do que os problemas causados pela doença em si. Já o ministro da Economia, Paulo Guedes, ressaltou que o Brasil pode enfrentar a mesma situação de países vizinhos se não mudar de estratégia no enfrentamento à doença.
Guedes disse que tem mantido conversas com diversos setores da indústria e que, nesta quinta-feira, os empresários fizeram um apelo.
"Eles vinham dizendo que estavam conseguindo preservar os sinais vitais, e agora o sinal que passaram é de que está difícil, a economia está começando a colapsar. E aí não queremos correr o risco de virar uma Venezuela, não queremos correr o risco de virar sequer uma Argentina, que entrou em desorganização, inflação subindo, todo esse pesadelo de volta", disse.
Bolsonaro afirmou que o grupo de empresários representa mais de 40% do PIB e 30 milhões de empregos. Segundo o presidente, todos podem ser "esmagados" pela crise econômica caso não haja a retomada da atividade industrial.
"Os empresário trouxeram pessoalmente essas aflições, a questão do desemprego, a questão de a economia não mais funcionar. As consequências, o efeito colateral do combate ao vírus, não podem ser mais danosas que a própria doença. E os empresário querem que o STF também ouça deles o que está acontecendo", disse.
O ministro Dias Toffoli cobrou, mais de uma vez, uma maior coordenação do governo federal com os outros poderes e os demais entes da federação. Além disso, afirmou que é necessário fazer um planejamento para organizar a retomada da volta da economia.
"Essa coordenação, que eu penso que o Executivo, o presidente da República, junto com seus ministros, chamando os outros poderes, chamando os estados, representantes de municípios, penso que é fundamental. Talvez um comitê de crise para, envolvendo a federação e os poderes, exatamente junto com o empresariado e trabalhadores, a necessidade que temos de traduzir em realidade esse anseio, que é o anseio de trabalhar, produzir, manter a sociedade estruturada", disse.
O coordenador da Coalizão Indústria, Marco Polo de Mello Lopes, afirmou que a situação da indústria exige medidas urgentes.
"Na nossa visão, essa flexibilização já poderia ter ocorrido, evidentemente com todo o regramento necessário, de forma que a gente conseguisse voltar a ter atividade. A nossa grande preocupação é que a crise da Covid ocasione uma crise social por conta da questão do desemprego, e essa é uma crise que a gente reputa extremamente importante e precisa ser enfrentada", afirmou.
O representante do setor de brinquedos, Synésio Batista, também disse que a situação é preocupante. "Eu só acrescentaria um detalhe, que é o sentido de urgência. Eu diria que a indústria está na UTI e ela precisa sair da UTI, por que se não as consequências serão gravíssimas", disse Lopes.
Fonte: Folhapress

Bolsonaro vetará reajuste de salário a servidores




Bolsonaro diz que vai vetar trecho da ajuda aos estados que libera ...

O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (7) que vai vetar trecho do projeto de lei aprovado ontem (6) pelo Congresso Nacional que deixa várias categorias do funcionalismo de fora do congelamento de salários de servidores públicos, proposto pelo governo.
“O Parlamento entendeu que certas categorias poderiam ter reajuste. O que nós decidimos: eu sigo a cartilha de [ministro da Economia] Paulo Guedes. E não é de maneira cega, é de maneira consciente, e com razão. E se ele acha que deve ser vetado esse dispositivo, assim será feito”, disse Bolsonaro.
O projeto, que garante auxílio financeiro de até R$ 125 bilhões a estados, municípios e o Distrito Federal para o combate ao novo coronavírus, tinha como contrapartida essa suspensão do reajuste. Mas, além dos profissionais de saúde, de segurança pública e das Forças Armadas, os parlamentares excluíram do congelamento os trabalhadores da educação pública, servidores de carreiras periciais, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, guardas municipais, agentes socioeducativos, profissionais de limpeza urbana, de serviços funerários e de assistência social.
Para o presidente, em meio às restrições do comércio como prevenção à disseminação no novo coronavírus no país, enquanto muitos cidadãos perdem seus empregos e trabalhadores informais perdem seu poder aquisitivo, os servidores públicos mantém a estabilidade e o salário.
“Há pouco, uma proposta do presidente da Câmara [Rodrigo Maia] era cortar 25% do salário para todo mundo [servidores]. O Paulo Guedes decidiu que poderia ser menos drástico, apenas fazer que até dezembro do ano que vem não tivesse reajuste. Assim foi acertado”, explicou Bolsonaro.
De acordo com o ministro Paulo Guedes, os dois anos de congelamento de reajuste liberariam R$ 130 bilhões que poderiam ser usados em outras atividades, como a manutenção de serviços de saúde e extensão de programas sociais. “Como [o Congresso] aprovou algumas coisas que são muito importantes, a descentralização de recursos para estados e municípios, mas não fechou a porta para os aumentos, eu estou sugerindo ao presidente que vete que permita que essa contribuição do funcionalismo público seja dada, para o bem de todos nós e para o bem deles perante a opinião pública brasileira”, destacou Guedes.
Bolsonaro e Guedes falaram hoje com a imprensa após reunião com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, em Brasília. Acompanhados de um grupo de empresários, eles pediram o apoio do STF para a reabertura gradual das atividades econômicas, sob risco de haver um colapso na economia brasileira e o desabastecimento à população.

Edição: Denise Griesinger/Agencia Brasil