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quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Um convite para toda família



Em Davos, Guedes compromete-se a zerar déficit orçamentário este ano



 O ministro da Economia, Paulo Guedes, discursa durante almoço de Trabalho, O  Futuro do Brasil

A reforma da Previdência, as concessões de petróleo e as privatizações permitirão ao governo zerar o déficit orçamentário neste ano, disse hoje (23) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele, no entanto, ressaltou que o país precisa levar adiante reformas estruturais que reduzam o gasto público para que essa redução seja sustentável nos próximos anos.
Em entrevista à Bloomberg, emissora internacional de notícias, em Davos, na Suíça, onde participa do Fórum Econômico Mundial. Na conversa, Guedes classificou a democracia brasileira como “vibrante” e disse que o país precisa romper a armadilha do baixo crescimento.
Perguntado em quanto tempo conseguiria zerar o déficit nominal do setor público, que alcançou 7,10% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país), Guedes respondeu sobre o déficit primário do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central), que deve terminar 2018 em torno de 2% do PIB. O déficit primário representa o resultado negativo nas contas do governo excluindo os juros da dívida pública.
Segundo Guedes, metade dos recursos para zerar o déficit orçamentário viria da reforma da Previdência. A outra metade viria das concessões de petróleo, principalmente da camada pré-sal, e de privatizações de estatais. Ele admitiu que a meta é ousada, mas que é assim que as grandes empresas trabalham.
“Mais da metade do déficit vamos eliminar com a reforma da Previdência. Temos muitas concessões de petróleo. A outra metade disso, vamos eliminar neste ano com concessões de petróleo e uma lista imensa de privatizações. Então, em termos de dinheiro, vamos zerar o déficit este ano. Vamos trabalhar como as grandes companhias privadas, com metas ousadas”, declarou Guedes.

Com informações da Agencia Brasil


Economia - Ibovespa volta a bater recorde e dólar cai



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O Ibovespa, o principal índice de desempenho das ações negociadas na B3, antiga BM&F Bovespa, voltou hoje (23) a bater mais um recorde. O indicador encerrou o dia aos 96.558 pontos, 1,53% superior ao fechamento de ontem. O recorde anterior do índice era 96.096 pontos, atingido na última sexta-feira (18).
Entre as ações que fazem parte do Ibovespa, as que mais valorizaram hoje foram Kroton (7,33%), Engie Brasil (5,42%), e Sid Nacional (5,41%). As que mais perderam valor foram Ambev (-2,05), Cielo (-1,83%) e Usiminas (-0,41%). As ações mais negociadas foram as da Petrobras, que tiveram alta de 1,19%, e as do Itaú Unibanco (0,67%).
O dólar comercial fechou o dia em queda de 1,11%, cotado a R$ 3,76. O Euro também desvalorizou e chegou a R$ 4,28, queda de 1,09%. 

Brasil reconhece Guaidó como presidente interino da Venezuela



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O Brasil foi um dos primeiros países na América Latina a reconhecer Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela. Em sua conta no Twitter, o presidente Jair Bolsonaro, que está participando do Fórum Econômico Mundial (Davos, na Suíça), postou mensagem de apoio a Guaidó. Em Davos, Bolsonaro reiterou a colaboração brasileira ao governo recém-declarado. 
"O Brasil apoiará política e economicamente o processo de transição para que a democracia e a paz social voltem à Venezuela", disse na rede social. O Ministério das Relações Exteriores do Brasil também divulgou comunicado sobre o reconhecimento de Guaidó.
Em diversas cidades do país, ocorrem atos contra e a favor do presidente Nicolás Maduro. Guaidó, que é o presidente da Assembleia Nacional, se declarou presidente interino da Venezuela. “Hoje, 23 de janeiro de 2019, em minha condição de presidente da Assembleia Nacional, invocando os artigos da Constituição Bolivariana da República da Venezuela, ante Deus todo poderoso, juro assumir formalmente as competências do Executivo Nacional como presidente encarregado de Venezuela”, afirmou.
Antes do juramento, Guaidó reiterou a promessa de anistia aos militares que abandonarem Maduro e apelou para que fiquem “do lado do povo”. Segundo ele, é preciso reagir à “usurpação” do poder por parte do presidente da República, instaurar o governo de transição e eleições livres. De acordo com o Observatório Venezuelano da Coletividade Social (OVCS), foram registrados confrontos entre manifestantes contra o atual governo e forças policiais. Um adolescente, segundo a entidade, foi baleado.
Em um dos atos pró-Maduro, Diosdado Cabello, ex-presidente da Assembleia, fez um chamado à defesa da gestão. “Vamos fazer um chamado à unidade dos partidos do pólo democrático, juventude, estudantes, as mulheres, para enfrentar qualquer agressão contra o povo. Eles sabem que nos marcos da Constituição não podem fazer o que estão fazendo. E nós temos que defender a Constituição.” Ele convocou os apoiadores para, a partir desta noite, ficarem de vigília em frente ao Palácio de Miraflores.
Repercussão internacional: O governo dos Estados Unidos se manifestou reconhecendo Guaidó como presidente da Venezuela. A decisão foi reforçada pelo presidente, Donald Trump, e pelo vice-presidente, Mike Pence, em suas contas na rede social Twitter. O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos, Luis Almagro, também reconheceu Guaidó e felicitou o deputado pelo juramento.
Entenda o caso: A situação na Venezuela se agravou após a eleição de Maduro para novo mandato, que é contestada pela comunidade internacional. Ele tormou posse, em 10 de janeiro, perante a Suprema Corte. Para Brasil, o Grupo de Lima, que reúne 14 países, e a Organização dos Estados Americanos (OEA), o mandato é ilegítimo e a Assembleia Nacional Constituinte deve assumir o poder com a incumbência de promover novas eleições.
Guaidó chegou a ser preso e liberado. A Assembleia Nacional, então, declarou "usurpação da Presidência da República" por Maduro.
Ontem (22), a Sala Constitucional do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) divulgou validade da decisão tomada em janeiro de 2017 questionando as ações da Assembleia Nacional comandada por Guaidó. Segundo comunicado divulgado no sítio oficial da Corte, pela decisão “qualquer atuação da Assembleia Nacional e de qualquer órgão ou indivíduo contra a sentença será nula e carente de validade e eficácia jurídica.”
Agencia Brasil


terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Wenceslau Guimarães – Obras de Calçamento no Bairro Aliança seguem em ritmo acelerado






Na edição anterior, publicamos o início das obras de pavimentação em Ruas do Bairro Aliança, porem no dia de hoje, em contato com o engenheiro responsável, podemos constatar o adiantar dos serviços e, o que é mais importante com a qualidade exigida pelo prefeito Kaká [PRB], que faz questão de cobrar empenho da sua equipe.
além da pavimentação, está sendo construída também uma encosta, para evitar o deslisamento de terra que venha a prejudicar o logradouro. 
Em visita ao local, podemos certificar a grandeza da obra e a satisfação dos moradores pelos benefícios que estão chegando ao Bairro.

Bahia – Com salários atrasados servidores param atividades em hospitais estaduais; HGVC e HGE aderem a protesto



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Por conta de salários atrasados, os trabalhadores terceirizados do setor de recepção, contratados pela ‘Global Live’, pararam suas atividades nesta segunda-feira (21) em unidades de saúde da Bahia. Os Hospitais Gerais de Vitória da Conquista (HGVC), no sudoeste, e de Salvador (HGE] são alguns dessas unidades que aderiram ao protesto. Outro grupo de profissionais do setor de lavanderia, contratados pela empresa ‘Suria’, deve parar também na terça-feira (22) e se juntar à manifestação por regularização salarial. Ambas as empresas possuem contratos com a Secretaria Estadual de Saúde (Sesab). Para a coordenadora-geral do SindilimpBA, sindicato que representa os terceirizados no Estado, Ana Angélica Rabello, a situação é insustentável. Ela procurou parlamentar que atua na defesa desses profissionais, para pedir ajuda no processo de negociação.
“Não podemos aceitar que as empresas fiquem se abstendo de suas responsabilidades. Tem salários atrasados e os trabalhadores precisam receber seus vencimentos, é uma situação que já vem se arrastando desde o ano passado e que agora ficou insustentável. As direções das empresas informam que a Sesab ia pagar via oficio e não que cumpriu o acordo. Agora a empresa aponta que não tem data para pagamento. Assim os profissionais não podem atuar. Estão parando as atividades dos hospitais de Vitória da Conquista e de Salvador. Amanhã [terça] devem parar a lavanderia também – a empresa que contrata esses trabalhadores não tem previsão de pagamento. Por isso precisamos de apoio para resolver essa questão”, descreve Rabello.
A coordenadora do SindilimpBA disse que a situação é parecida com de outras empresas que prestam serviço para o Estado. Ana frisa que a falta de pagamento de trabalhadores se tornou um grande entrave na gestão de empresas terceirizadas. “São inúmeros casos. Desde a educação, passando por saúde e outros setores do governo estadual. Não podemos aceitar isso, sei das dificuldades do governo, mas sei também do compromisso de Rui Costa com os trabalhadores. Vamos procurar saber o que aconteceu para que os trabalhadores retornem para seus postos de trabalho o mais rápido possível”, completou.

Informe Baiano

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INSS vai ganhar mais poder para detectar fraudes em benefícios




O governo federal vai ampliar o poder de fogo do INSS para identificar fraudes em benefícios, o que deve potencializar a economia que será obtida com a medida provisória (MP) editada na semana passada para combater essas irregularidades, disse ao Estadão/Broadcast o secretário de Previdência do Ministério da Economia, Leonardo Rolim.
O texto dá ao INSS acesso às bases de dados da Receita Federal, do SUS e do FGTS, e o cruzamento dessas informações ajudará a apontar outros benefícios com indícios de irregularidade para além dos 3 milhões que já estão no radar da equipe econômica e que passarão por um extenso pente-fino.Os prognósticos do governo indicam a possibilidade de 16% desses benefícios serem cancelados, mas Rolim acredita que o índice pode ser facilmente superado. Por isso, a economia obtida com a MP deve ultrapassar os R$ 9,8 bilhões anuais. Além disso, a estimativa não inclui os valores de benefícios pagos indevidamente, porque eram fraudados ou foram desembolsados por liminar judicial já revertida, e que o governo pretende recuperar.
Para o secretário, a medida mostra que o governo está fazendo o dever de casa antes de propor uma reforma da Previdência, mas “nem de longe vai resolver o problema”. “O desafio não vai ser resolvido só com combate à fraude. Vai ajudar, mas não é só isso”, diz Rolim, que participa das discussões sobre a proposta de reforma que será levada ao Congresso. Ele evitou dar detalhes, afirmando que tudo precisa ser validado com o presidente Jair Bolsonaro.
Revisões:
O programa de revisão dos benefícios ocorrerá até o fim de 2020, mas a MP prevê a possibilidade de extensão até 2022. “Acredito que o estoque a gente zera antes (do fim de 2020), mas ninguém sabe o que virá dos novos cruzamentos de dados”, diz Rolim. “O INSS analisa em média 135 mil processos por ano. Precisaríamos quase três décadas, sem o bônus, para analisar esses processos – e pagando muitos benefícios indevidos. Fora os que vão continuar aparecendo todo ano”, afirma.
A partir dos dados não sigilosos das declarações de Imposto de Renda, será possível identificar, por exemplo, se algum beneficiário do BPC (pago a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda) tem imóvel em seu nome: “Se uma pessoa que recebe BPC tem em seu nome um imóvel de R$ 1 milhão, já acende a luz vermelha.”
O governo já tem identificados casos de pessoas que acumulam o BPC com uma renda formal de R$ 8 mil mensais, que têm aposentadoria por invalidez e trabalham, ou ainda que são empresários e ao mesmo tempo segurados especiais.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



Futebol - Cruzeiro chega a acordo com Barcos e rescinde contrato do atacante



Cruzeiro chega a acordo com Barcos e rescinde contrato do atacante

Fora dos planos de Mano Menezes para a temporada, o atacante Hernán Barcos acertou sua saída do Cruzeiro nesta terça-feira. Clube e jogador chegaram a um acordo para a rescisão contratual, que foi oficializada pelo time celeste em comunicado, junto a uma carta de agradecimento.
"A diretoria celeste externa seu agradecimento ao atleta pelo compromisso, profissionalismo e dedicação na defesa de nossa camisa e deseja a Barcos sorte e felicidade na seqüência de sua carreira. Obrigado, Pirata!", escreveu o clube na nota.
Barcos tinha contrato até o meio do ano, mas diante da perda de espaço para esta temporada, chegou a um acordo com o Cruzeiro para sua saída. Ele teria despertado o interesse de clubes da Argentina e do Brasil e agora terá mais facilidade para definir seu futuro.
O atacante de 34 anos chegou ao Cruzeiro no meio da temporada passada, quando o time celeste sofria com a falta de opções para o setor por causa das lesões de Fred, Raniel e Sassá. Foram apenas três gols em 24 partidas, mas o argentino foi decisivo na conquista celeste na Copa do Brasil, principalmente nas semifinais diante do Palmeiras.

Com informações do Estadão Conteúdo.


Oposição ensaia montar 'blocão' na Câmara contra Maia e Bolsonaro



Oposição ensaia montar 'blocão' na Câmara contra Maia e Bolsonaro

Os partidos de oposição ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) querem montar, na Câmara, bloco único para conseguir espaço nas estruturas políticas e administrativas da Casa. Em reunião nesta terça-feira (22), representantes de PT, PSOL e PSB discutiram a formação, que pode ou não apoiar um único candidato à presidência em oposição ao atual presidente, Rodrigo Maia (DEM-RJ).
Os três partidos são contrários à reeleição de Maia, mas há divergências sobre qual candidatura poderia ser defendida. Segundo deputados ouvidos pela reportagem, o PT tem demonstrado que está disposto a abraçar o lançamento de Marcelo Freixo (PSOL-RJ) como o nome do bloco de oposição.
O PSB, mais ao centro -e com uma bancada ideologicamente mais diversa- resiste mais em apoiar o deputado eleito. Além disso, a unificação em torno de uma candidatura pode tornar mais difícil atrair para o conjunto PDT e PC do B, que já declararam apoio a Maia.
"Eles podem estar num outro bloco que não o do Rodrigo [Maia] e votar nele, não tem impedimento nenhum", afirmou o líder do PSB, Tadeu Alencar, após o encontro. Ele disse que deve tratar do assunto ainda nesta terça com o líder da bancada do PDT, André Figueiredo (CE). Outros deputados demonstraram estar mais céticos com relação a uma entrada do PDT no bloco, principalmente com a permanência do PT. Eles ainda tentam atrair o PC do B, que possui uma ala mais ideológica que estaria incomodada com a possibilidade de fechar com o PSL em torno do mesmo candidato. 
"O mais importante é a união desses partidos, depois a questão da presidência", afirmou Ivan Valente (PSOL-SP), após o encontro. Na ponta mais ideológica do espectro político à esquerda, o partido tem por hábito lançar candidato próprio e não formar bloco.
Nas duas últimas eleições, colocou na disputa a veterana Luiza Erundina (SP). Isso pode dificultar planos de uma ala da oposição, que pretende também convidar para compor a aliança partidos como PP e MDB. Do chamado centrão, eles não se aliaram a Maia e têm candidatos próprios, como Arthur Lira (PP-AL) e Fábio Ramalho (MDB-MG). Esses partidos têm agenda reformista repudiada por partidos como o PSOL. 
A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, não descartou a aliança com "outras forças", mas disse que a prioridade é a união dos partidos de esquerda. "Primeiro nós queremos formar as forças da esquerda e da centro-esquerda, o mais importante é isso", disse. Com a união dos três partidos e da Rede, que se encontra com o PSOL nesta terça, o número de parlamentares chegaria a quase cem. Com isso, o grupo teria direito a espaços relevantes na Mesa Diretora, cuja formação é determinada pela quantidade de deputados em bloco.
Com informações da Folhapress.