segunda-feira, 26 de novembro de 2018
Gandu – Câmara municipal escolhe hoje a noite o presidente para o biênio 2019/2020
Nesta segunda-feira [26],
acontecerá a eleição da mesa diretora da câmara municipal de Gandu, para o
biênio 2019/2020. Como prevê a lei orgânica do município, 02 chapas foram
registradas até as 12:00 horas da ultima sexta-feira – [23].
As duas chapas tem como
candidato a presidente, vereadores que fazem parte da base do governo, sendo
que uma delas conta com um dos opositores mais ferrenhos ao prefeito Leonardo
Cardoso [PP], postulando a 1ª secretaria da mesa diretora, que é o petista
Cicynho.
Já a atual composição da
mesa, terá apenas uma mudança, sai Gil Calheira da condição de vice-presidente,
entrando em seu lugar, um outro Gil, o Santana.
Fora de candidaturas a
qualquer cargo nas 02 chapas ficaram os edis:
Bozó [PHS], Jr. Matos
[SD], Dulce [PRTB], Ana Rita e Genivan ambos do PCdoB.
Teoricamente falando, os
vereadores comunistas e que fazem oposição ao governo municipal, devem votar na
chapa que conta com o seu “companheiro” de bancada na 1ª secretaria, apesar de
entendidos da política achar que votarão na chapa onde se encontrariam os
preferidos do alcaide, enquanto os demais ficaram a vontade, já que as duas
chapas contam com governistas no comando para o próximo biênio.
A primeira chapa encabeçada
pelo atual presidente Uziel Barreto, conta com a seguinte composição:
Presidente: Uziel Barreto
Silva [PROS];
Vice-presidente: Gilvan Santana
da Silva - Gil Santana [PDT];
1º Secretário: Fábio
Pinheiro de Brito [PHS];
2º Secretário: Claudiano
Nery de Santana – Bilisco [PTB].
Já a chapa oponente conta
com os seguintes membros:
Presidente: Gileno José
Trozzi Calheira – Gil Calheira [PSC];
Vice-presidente: Adriano
Souza da Costa – [PcdoB];
1º Secretário: Elenilson
da Silva Santos - Cicynho [PT];
2º Secretário: Gil Marcelo
dos S. Queiroz – Bagatini [Dem].
Certo é que somente a
noite poderemos ter a certeza dos resultados, enquanto isso nada passa de
especulações.
Rui diz que servidor vai ter que contribuir com mais dinheiro para se aposentar
O governador Rui
Costa (PT) afirmou na ultima sexta (23) que o servidor público estadual terá
que contribuir com mais dinheiro para se aposentar. A alíquota descontada dos
salários dos servidores do Estado deve mudar de 12% para 14%.
A informação foi confirmada
durante a inauguração do primeiro trecho da Avenida 29 de Março, em
Salvador.
"Aqui na Bahia o
fenômeno que se viu foi de que, com o anúncio da reforma da Previdência, que
não aconteceu, houve uma corrida para aposentadoria. Nesses quatro anos, se
aposentaram 23 mil pessoas na Bahia. É o maior número em todo o estado, nunca
houve isso. Duplicamos o déficit com isso, que era de 2 bilhões e passou a 4 bilhões
em dezembro. Não dobramos a arrecadação, que não cresceu no estado. É preciso
tomar providência para que a Bahia não atrase salários, o que aconteceu em
outros estados", declarou.
Ainda de acordo com o
governador há necessidade de se fazer o que outros estados fizeram para que os
salários não sejam atrasados. A inciativa é buscar um maior equilíbrio nas
contas da gestão estadual.
"Não podemos ficar
inertes, temos que tomar medidas que busquem diminuir o déficit. Uma delas é
essa, de aumentar de 12% para 14%. Vários estados já aprovaram a medida, alguns
há três anos. A Bahia segurou o máximo que pode, mas agora tem que ir a 14%
porque é fundamental não correr risco de atrasar salários dos servidores",
disse.
Fonte: Metro 1
Bahia - Governador confirma ampliação de alíquota de contribuição de servidores à previdência estadual

O governador Rui Costa
(PT) confirmou, na manhã da ultima sexta-feira (23), durante inauguração do
primeiro trecho da Avenida 29 de março, que ampliará de 12% para 14% a alíquota
de contribuição de servidores à previdência estadual.
Em conversa com a imprensa,
o gestor explicou que, com o anúncio da reforma da Previdência, que acabou não
ocorrendo, todos os estados do Brasil se complicaram com uma corrida por
aposentadorias e na Bahia houve uma soma de 23 mil aposentados.
“Com isso, duplicamos o
déficit da previdência que hoje é de R$ 4,08 bilhões e não dobramos a
arrecadação, o que nos obrigou a tomarmos providências para que não sigamos os
passos de outros estados, a exemplo de parcelamentos de salários”, frisou,
admitindo a tomada da medida, mas assegurando que a Bahia vai continuar
organizada. “Não podíamos ficar inertes. Precisamos tomar medidas enérgicas, de
forma a equilibrar s contas e uma das medidas é essa”, reforçou.
Rui complementou ainda que o
governo segurou o máximo que pôde. O líder petista admitiu ainda, dentro
desse pacote de reestruturação que será enviado à Assembleia Legislativa da
Bahia já na próxima semana.
Além da intenção de elevar a
alíquota previdenciária, está nos planos de Rui privatizar estatais ou até
mesmo excluir algumas consideradas "ineficientes". No rol de cortes,
estariam a Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), a Bahia Pesca e a
Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder) e a Companhia
de Engenharia e Recursos Hídricos da Bahia (Cerb).
“Saí às 22h horas ontem
(quinta-feira) da Governadoria recebendo relatórios neste sentido”, disse,
porém, sem citar quais seriam essas empresas.
A possibilidade de
privatização da Embasa, inclusive, volta à baila, embora seja negada pelo
Governo do Estado.
Fonte: Bocão News
Seis mulheres são vítimas de feminicídio a cada hora no mundo, diz ONU
Mais da metade das mulheres assassinadas no mundo em 2017 foram mortas
pelo companheiro ou familiares, o que faz da própria casa "o lugar mais
perigoso do mundo para uma mulher", indica um estudo da Organização das
Nações Unidas (ONU).
No levantamento, divulgado por ocasião do Dia Internacional para a
Eliminação da Violência contra as Mulheres, celebrado neste domingo, o
gabinete da ONU sobre Drogas e Crime (UNODC) calculou que, de um total de 87
mil homicídios de mulheres registrados em todo o mundo, no ano passado, cerca
de 50 mil (58%) foram cometidos por companheiros ou familiares. Cerca de 30 mil (34%) homicídios foram praticados pelo parceiro
da vítima.
"Isto significa que cerca de seis mulheres são
mortas a cada hora por alguém que elas conhecem", observou o gabinete
da ONU, com sede em Viena, na Áustria.
A grande maioria (cerca de 80%) das vítimas
de homicídios no mundo são homens e "as mulheres continuam a pagar o preço
mais elevado em termos de desigualdade entre homens e mulheres, de
discriminação e de estereótipos negativos", declarou o chefe do gabinete
da ONU, Iuri Fedotov.
"Elas são também aquelas com mais
probabilidade de serem mortas pelo companheiro ou familiares (...) o que faz do
domicílio o local mais perigoso para uma mulher", sublinhou.
"O fato de as mulheres continuarem a
ser vítimas deste tipo de violências mais que os homens denota um desequilíbrio
nas relações de poder entre homens e mulheres na esfera doméstica",
acrescentou.
De acordo com os cálculos do UNODC, a taxa global de mulheres
vítimas de homicídio eleva-se a 1,3 vítimas por 100 mil mulheres. A África e as
Américas são as regiões do mundo onde as mulheres correm maior risco de serem
mortas pelo companheiro ou familiar.
Em África, a taxa é de 3,2 vítimas por 100 mil mulheres. Nas
Américas, 1,6, na Oceânia 1,3 e na Ásia 0,9.
A taxa mais baixa observa-se na Europa,
onde é de 0,7.
A ONU acrescentou que "nenhum
progresso tangível" para combater este crime foi conseguido nos últimos
anos, "apesar das legislações e de programas desenvolvidos para erradicar
a violência contra as mulheres".
As conclusões do relatório "sublinham
a necessidade de uma prevenção da criminalidade e de uma justiça penal eficazes
para enfrentar a violência contra as mulheres".
O documento defendeu também uma melhor
coordenação entre a polícia e a justiça para que os autores da violência sejam
responsabilizados pelos atos.
O relatório sublinhou ainda a importância de implicar os homens nas
soluções, nomeadamente através da educação nas idades mais jovens.
Folha da Mulher
Felipão diz que pôs ordem e torce para Bolsonaro fazer o mesmo no país

O técnico
Luiz Felipe Scolari atribuiu o sucesso do seu trabalho no Palmeiras à
disciplina imposta aos jogadores. Ele ainda completou a declaração desejando
que "o nosso Brasil agora também cumpra a ordem sob a nova
presidência", de Jair Bolsonaro (PSL).
Contratado
no final do primeiro turno do Campeonato Brasileiro, ele disse que sua
contribuição ao título foi "uma palavra um pouco mais forte no
vestiário".
"Dei também uma cobrança um pouco mais incisiva em
alguns detalhes. Fui alguém que esse grupo soubesse que estava ali para ser
campeão junto com eles. Não precisava de nada de mais e nada de menos. Precisa
da vontade deles e da determinação de cumprir ordens", disse Felipão.
"Acho que ao cumprir ordens trilhamos caminhos muito
bons e espero que o nosso Brasil agora também cumpra a ordem sob a nova
presidência" , acrescentou o treinador, ao encerrar a coletiva.
Por uma rede social, Bolsonaro, que é palmeirense,
parabenizou a equipe pela conquista. "Parabéns, Sociedade Esportiva
Palmeiras pelo título do Campeonato Brasileiro 2018! Mais que
merecido!", escreveu.
Antes,
ele respondeu aos seus críticos e disse que não se considera
"ultrapassado". Felipão ainda contou que vai exigir mais dos
jogadores na próxima temporada.
"Não sou ultrapassado, não sou o melhor [treinador]
e não sou o pior. Sou um bom técnico e tenho métodos iguais aos outros",
disse Felipão, que foi questionado se a conquista do título do Campeonato
Brasileiro seria uma resposta ao vexame protagonizado pela seleção na Copa de
2014.
"As
pessoas pensam que aquilo vai ficar marcado para o resto da minha vida. Não vai
ficar. Trabalhei muito tempo no futebol e sei discernir entre um momento bom e
um momento ruim. Continuo mantendo contato com a maioria dos jogadores",
acrescentou.
Felipão disse que a conquista do título do Brasileiro é
importante para a sua carreira, mas também para a sequência do trabalho
planejado pela diretoria do clube. O título da Libertadores será a prioridade
para o próximo ano.
"Disse no vestiário para os jogadores se prepararem
para maiores cobranças", afirmou o treinador.
Com
informações da Folhapress.
Alvos da Lava Jato querem votar mudança na lei penal e Moro reage
O Projeto de Lei
(PL) 9.054/2017, que foi aprovado pelo Senado em 2017 e está em tramitação na
Câmara, altera sete leis, entre elas o Código Penal. O objeto da comissão de
juristas criada pelo Senado e que elaborou o texto, ainda em 2012, era tentar
reduzir a superlotação do sistema carcerário, facilitar a ressocialização de
presos e reduzir a burocracia.
No entanto, de acordo com
informações da Folha de S. Paulo, um grupo de parlamentares de partidos
envolvidos nas investigações da Lava Jato tem pressionado o presidente da Câmara,
Rodrigo Maia (DEM-RJ), a votar o projeto nos próximos dias. O motivo,
especula-se, é a chance de ter a punição para crimes de colarinho branco
abrandadas. Membros do PP, por exemplo - uma das legendas mais envolvidas em
processos de corrupção -, têm condicionado o apoio a Maia, na corrida pela
presidência da Câmara, à colocação do assunto na pauta da Casa.
"Estou estudando o
assunto e ouvindo algumas pessoas antes de decidir", afirmou Maia, negando
que esteja sendo pressionado.
O
futuro ministro da Justiça do governo Bolsonaro, Sérgio Moro, foi procurado
pela Folha para falar sobre o projeto. "Entendo que a apreciação de
projetos de reformas da lei penal deve ser adiada para a próxima legislatura,
para que o novo governo possa apreciá-los. O PL 9054/17 tem pontos muito
problemáticos", disse Moro.
Ele
cita o caso de progressão de pena antecipada em casos de presos de unidades
superlotadas e a exigência de sentença para o reconhecimento de falta grave de
um presidiário, o que, segundo ele, pode levar anos. "O projeto pode
inadvertidamente implicar a soltura antecipada de presos perigosos e prejudicar
a disciplina nas prisões. Confio que o Congresso terá a sensibilidade de
aguardar", afirmou Moro, que era o juiz responsável pela Lava Jato em
primeira instância, até o início deste mês.
Questionado
sobre os casos de abrandamento de punição a crimes de colarinho branco,
ele preferiu não comentar.
Bastidores do Poder
Palmeiras - Título e continuidade de Felipão renovam busca por taça da Libertadores

O título do campeonato brasileiro e o fim de ano tranquilo vão
dar ao Palmeiras uma oportunidade rara para se preparar para 2019. A
continuidade assegurada do técnico para a próxima temporada é uma vantagem em
comparação aos últimos anos. Luiz Felipe Scolari tem contrato assegurado,
prestígio e tempo para nas próximas semanas, intensificar o planejamento para o
próximo ano. A temporada de 2019 terá novamente como grande objetivo a
disputa da Copa Libertadores. A campanha de semifinalista deste ano mostrou ao
clube bons indícios de que o projeto está no caminho certo e que tropeços podem
servir como aprendizado. Ao adquirir experiência pela melhor campanha do
Palmeiras no torneio nos últimos 17 anos, o clube entende estar mais maduro
para uma nova oportunidade em 2019.
Nas duas últimas temporadas o Palmeiras trocou de técnico
próximo à virada de ano. Cuca saiu em 2016 depois do título brasileiro e em
2017 o interino Alberto Valentim deu lugar a Roger Machado. A situação não se
repetirá agora. Felipão se apresentou em agosto e, mesmo com pouco tempo para
trabalhar, fez o elenco se tornar competitivo e campeão brasileiro. A expectativa
é agora vê-lo participar do planejamento com a oportunidade de sugerir reforços
e acompanhar a pré-temporada. As chegadas de alguns
jogadores já estão confirmadas. O atacante Arthur, destaque do Ceará, tem a
contratação assegurada. Em janeiro, para a pré-temporada, também vão se
apresentar na Academia de Futebol nomes como o zagueiro Emerson Santos, o
lateral Fabiano e o meia Raphael Veiga, que passaram o ano emprestados a outras
equipes para pegar experiência. O meia Zé Rafael, do Bahia, também pode chegar.
A
reeleição de Mauricio Galiotte, no último sábado, deve assegurar a manutenção
do departamento de futebol. Se permanecer, o diretor Alexandre Mattos vai em
busca também de contratações de peso. Uma das prioridades será o ataque. O
clube identifica ser necessário ter um reforço que atue pelos lados do campo,
com velocidade e o drible como pontos fortes. Essas características ficaram em
falta no time depois da saída de Keno para o futebol egípcio.
A
preparação do Palmeiras para os compromissos de 2019 será diferente dos anos
anteriores. Apesar de não vencer o Campeonato Paulista desde 2008, o clube não
deve jogar o torneio com a força máxima. A ênfase será em utilizá-lo como um
treino de luxo. O motivo é o rompimento da diretoria com a Federação Paulista
de Futebol (FPF) pela polêmica de suposta interferência externa na arbitragem
durante a final do Estadual deste ano, conquistado pelo Corinthians no Allianz
Parque.
"Partida a partida vamos decidir se vamos escalar
garotos ou time mesclado. O Paulista é pequeno perto dos demais campeonatos que
vamos participar. Vamos usar como um momento de preparação", disse, ao
Estado, Galiotte.
Com
informações do Estadão Conteúdo.
Pagamento da segunda parcela do 13º pelo INSS começa a partir de hoje
O depósito
do abono de Natal, de acordo com informações da Folha de S. Paulo, segue o
calendário de pagamento dos benefícios e vai até o dia 7 de dezembro.
Tem
direito ao 13º quem, durante o ano, recebeu benefício previdenciário de
aposentadoria, pensão por morte, auxílio-doença, auxílio-acidente,
auxílio-reclusão ou salário-maternidade. Aqueles que recebem benefícios
assistenciais, como Benefício de Prestação Continuada e Renda Mensal Vitalícia,
não têm direito ao abono anual.
Na
primeira parcela, quem já era aposentado ou pensionista em janeiro deste ano
recebeu exatamente metade do valor de seu benefício. Portanto, o valor final do
pagamento feito a partir deste mês será o benefício menos o Imposto de Renda,
se houver, e o que já foi pago pelo INSS na primeira parcela.
Bolsonaro descarta Revalida para médicos formados no Brasil

O
presidente eleito, Jair Bolsonaro, descartou hoje (25) a possibilidade de
submeter os médicos brasileiros ao Revalida – prova de avaliação e qualificação
exigida para os profissionais formados fora do Brasil. Segundo ele, a hipótese
não é considerada. Também criticou a prova realizada pela Ordem dos Advogados
do Brasil (OAB) aos recém-formados para que tenham o número da entidade.
"Eu sou contra o
Revalida para os médicos brasileiros, senão vai desaguar na mesma situação que
acontece na OAB. Não podemos formar jovens e depois submetê-los a ser boys de
luxo em escritórios de advocacia", afirmou o presidente eleito.
A afirmação
de Bolsonaro ocorreu depois de ele participar de almoço na Escola de Educação
Física do Exército, na Urca, no Rio de Janeiro, para participar do 10º Encontro
do Calção Preto, que reúne antigos e atuais comandantes, professores e
monitores da escola.
Em entrevista ao jornal O Globo, o deputado
federal Luiz Henrique Mandetta, confirmado para o Ministério da Saúde, defendeu
a aplicação do exame Revalida para os médicos brasileiros, nos moldes do que
ocorre com os profissionais da OAB. Segundo ele, seria um bom exemplo uma
recertificação após cinco anos da formatura.
Para Mandetta, o sistema que
observa a atuação médica dos profissionais que trabalham no Brasil é “um dos
modelos de fiscalização do exercício profissional mais frágeis do mundo”.
No
Rio, Bolsonaro reafirmou a disposição de concluir a montagem de sua equipe
ministerial até a próxima semana. Ele disse que negocia com as bancadas e não
com os partidos. São aguardadas definições para os ministérios do Meio
Ambiente, da Cultura, do Esporte, dos Direitos Humanos, Minorias e Mulheres.
"Estamos escolhendo o
melhor, conversando com as bancadas e não com os partidos, de forma independente,
e isenta. Que sejam [pessoas] honestas e pensem no Brasil e não na agremiação
partidária."
Bolsonaro
reiterou a importância de o Congresso Nacional votar temas de relevância.
Segundo ele, o empenho não é para o presidente da República ou o Parlamento,
mas para o país.
"[As votações] são para
o país e aí vai da consciência de cada um. Eu decidi, há quatro anos, quando
iniciei a minha campanha, fazer uma política diferente. Se vai dar certo,
espero que sim. A mesma é que daria errado."
Agencia Brasil
sábado, 24 de novembro de 2018
Gandu está representado na Conferência Nacional da Educação 2018
O secretário da educação do município
de Gandu, professor Wendell Leite, se encontra em Brasília participando de uma
conferencia nacional da educação, onde ao lado de renomados educadores de todo
país, estão discutindo propostas para a melhoria do setor em cada município.
Desde que assumiu a pasta da educação a
convite do prefeito Leonardo Cardoso [PP], Wendell Leite, vem se dedicando
exclusivamente a causa da educação ganduense, sempre pautado em seus princípios
de professor, não economizando esforços em busca de mais avanços para a
educação de Gandu.
Na foto a cima, nosso representante
está ao lado de Alecio Costa, Presidente da União Nacional da Educação –
UNDIME; William Panfle, Presidente UNDIME-BA e Wendell Leite, Conselheiro
Nacional da UNDIME.
Desde o ano passado, que Wendell, foi
eleito conselheiro nacional da União Nacional dos Dirigentes Nacionais de
Educação – UNDIME, sempre aproveitando da oportunidade para trazer mais
conhecimentos para a sua competente equipe de trabalho.
Depois de muitos anos, é muito bom ver
nosso município com uma representação a nível nacional, justante na área da
educação.
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