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quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Bolsonaro pode participar de debate rápido, diz médico



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O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, pode, sob ponto de vista clínico, participar de debates, se assim desejar. Porém, com a condição de que seja rápido, no máximo de 20 a 30 minutos, e numa posição confortável, como por exemplo sentado em uma poltrona. A avaliação é do médico responsável pelo tratamento do candidato.
O cirurgião Antônio Luiz Macedo, chefe da equipe médica que operou o candidato, no Hospital Albert Einstein em São Paulo, e responsável pelo tratamento do presidenciável, falou em entrevista exclusiva.
Questionado se Bolsonaro poderia participar de debates, Macedo respondeu: "Com certeza". Mas fez ressalvas do tempo máximo de duração do debate. Segundo ele, o candidato não poderia, por exemplo, ficar em pé, como tem sido o formato da maioria dos debates televisivos. "Teria que ser acomodado em uma poltrona confortável", estipulou o médico.
Pela manhã, os médicos Antônio Luiz Macedo e Leandro Echenique chegaram à casa de Bolsonaro por volta de 9h45 e deixaram o local às 11h20. Eles evitaram falar com a imprensa. Em seguida, houve duas notas da equipe médica informando que o candidato está com evolução clínica e nutricional, mas sem esclarecer se ele poderia voltar às atividades normais
A cirurgia para a retirada da bolsa de colostomia está prevista para ser feita a partir do dia 12 de dezembro e requer duas semanas de recuperação.
Bolsonaro foi alvo de um atentado em Juiz de Fora, em Minas Gerais, em 6 de setembro, quando Adélio Bispo o atingiu com uma faca no abdômen. O candidato foi submetido a duas cirurgias, uma em Juiz fora, e outra em São Paulo.
Agencia Brasil

Após três quedas seguidas, dólar sobe e fecha o dia em R$ 3,72



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A cotação da moeda norte-americana terminou o dia hoje (18) em alta, encerrando três pregões consecutivos de queda. O dólar subiu 1,11%, cotado a R$ 3,7222, invertendo o cenário de ontem, quando fechou em queda de 1,04%, cotado a R$ 3,68. O Banco Central manteve os leilões tradicionais de swaps cambiais, sem efetuar vendas extraordinárias futuras da moeda.
O índice B3, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), terminou a sessão em queda de 2,24%, com 83.847 pontos. Os papéis das principais empresas, chamadas de blue chip, seguiram a mesma tendência, com Petrobras fechando em baixa de 2,84%, Vale com menos 3,91%, Itau desvalorizada em 2,97% e Bradesco com menos 2,76%.

Agencia Brasil

Presidente do PSL nega caixa 2 na campanha de Bolsonaro



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O presidente do PSL, Gustavo Bebiano, negou hoje (18) que a campanha do candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro, tenha feito uso de caixa 2. Ele se referiu às denúncias veiculadas na imprensa sobre a existência de um grupo de empresários apoiadores de Bolsonaro que financiaria o envio em massa de mensagens falsas via WhatsApp.
"Nem o PSL, nem a campanha e muito menos o candidato Jair Bolsonaro se prestam a esse tipo de papel. Toda e qualquer doação feita até hoje foram de recursos doados por meio da nossa plataforma, conforme a legislação" garantiu. "Vamos ver se conseguem provar. Caixa 2 e doações ilegais, isso está muito longe do PSL", disse. 
Pouco antes da entrevista coletiva de Bebiano, Bolsonaro respondeu de forma indireta às acusações na sua conta do Twitter. “O PT não está sendo prejudicado por fake news, mas pela verdade. Roubram o dinheiro da população, foram presos, afrontaram a Justiça, desrespeitaram as famílias e mergulharam o país na violência e no caos. Os brasileiros sentiram tudo isso na pele.”, postou o candidato. 
De acordo com Bebiano, foram gastos pela campanha de Jair Bolsonaro, no primeiro turno pouco, mais de R$ 600 mil. Ele estima que ao final do segundo turno, terá sido aplicado aproximadamente o dobro deste valor. "Uma campanha muito modesta, muito simples", classificou.
Para o presidente do PSL, a denúncia é uma "piada". Pela manhã, o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, afirmou que pediria providências à Polícia Federal e à Justiça Eleitoral para investigar o caso. "É risível os argumentos do senhor Haddad. É um sinal claro de desespero porque vai perder as eleições."
O presidente do PSL afirmou que denunciação caluniosa é crime. Segundo ele, Haddad será processado e precisará responder pelas suas alegações. Bebiano também rebateu que a campanha de Bolsonaro tenha feito qualquer tipo de impulsionamento de mensagens nas redes sociais. "Já tentaram tirar ele do jogo via facada e não conseguiram."
Agencia Brasil


quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Atenção Gandu e região para a mega inauguração nesta sexta dia 19




É nesta sexta feira dia 19 a partir das 09 horas da manhã a mega inauguração da Conquista 10 acessórios ao lado da Conquista Moda 10, com a presença de Juninho Espoliano.
Você não pode perder este momento.
Compareça e leve sua família.

Prefeitura de Gandu realiza a recuperação de ruas em toda cidade.






A prefeitura de Gandu continua realizando uma série de melhorias em várias ruas da cidade. Nesta quarta (17) a Seinfra (Secretaria Municipal da Infraestrutura) iniciou o serviço de recuperação do calçamento das ruas Santo Antônio e Cajazeira.
De acordo com a Seinfra toda a área está passando por manutenção, à obra visa melhorar o acesso de pedestres e veículos as localidades. Ainda de acordo com a Seinfra, o trabalho de recuperação de ruas e avenidas é contínuo e está sendo feito em toda a cidade, o objetivo é facilitar a mobilidade da população.

ASCOM/Prefeitura de Gandu.


Paraná Pesquisas: Bolsonaro tem 60,9% dos válidos; Haddad, 39,1%



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O candidato ao Planalto pelo PSL, Jair Bolsonaro, lidera a corrida presidencial do 2º turno. É o que mostra levantamento feito Paraná Pesquisas e pela Revista Crusoé e divulgado nesta 4ª feira (17.out.2018). A pesquisa foi contratada empresa de consultoria financeira Empiricus Research Publicações Ltda.
Bolsonaro tem 60,9% das intenções de voto, enquanto seu adversário, Fernando Haddad (PT), aparece com 39,1%. Os números se referem a votos válidos, sem considerar brancos, nulos e indecisos.
Eis os resultados:
No cenário em que são computados as intenções de voto totais, Bolsonaro tem 52,9% e Haddad tem 33,9%. Os indecisos correspondem a 3,8% dos entrevistados, já aqueles que irão votar em branco ou não escolheram nenhum dos candidatos equivalem 9,4%.
A pesquisa (íntegra) foi realizada entre os dias 14 e 17 de outubro de 2018, em 162 municípios brasileiros. O estudo ouviu 2080 eleitores. A margem de erro é de 2 p.p e a confiança é de 95%. O registro no TSE é n.o BR-04446/2018.
A pesquisa também perguntou quem votaria com certeza em seu candidato. Os eleitores de Bolsonaro estão mais consolidados do que os de Haddad. Dentre os entrevistados, 44,8% estão decididos a votar em Bolsonaro e 26,5% tem certeza que irão escolher Haddad no 2º turno.
De acordo com o levantamento, 55,2% dos eleitores não votaria de jeito nenhum em Haddad ao mesmo tempo que Bolsonaro tem 38% de rejeição.


Ibope: Bolsonaro lidera entre mulheres, negros e em quatro regiões – Parte l



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Os resultados da pesquisa de intenção de votos divulgada nessa segunda-feira (15) pelo Ibope Inteligência - que aponta vantagem do candidato Jair Bolsonaro (PSL) sobre Fernando Haddad (PT) na disputa presidencial de 2º turno, com placar de 59% a 41% dos votos válidos (excluindo nulos, brancos e indeciso) - se assemelham aos resultados das eleições presidenciais de 2002 e 2006.
A lembrança é da diretora-executiva do Ibope, Marcia Cavallari. Segundo ela, “os resultados são mais parecidos” com as eleições vencidas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva do que com os pleitos ganhos pela ex-presidente Dilma Rousseff. Em suas duas vitórias, Lula obteve em torno de 61% dos votos válidos. Na campanha de 2010, Dilma atingiu 56%. Em 2014, o percentual caiu para 51,6%.
Conforme Cavallari, os dados da última pesquisa eleitoral “mostram homogeneidade” em favor de Jair Bolsonaro. O candidato do PSL vence entre homens (58% das intenções de voto na pergunta estimulada, diante de 33% de Haddad), entre mulheres (46% contra 40%), e em todas as faixas etárias. Há preferência também entre brancos (60% contra 29%), pretos e pardos (47% contra 41%) e pessoas de outras raças ou cores (52% a 39%).
Bolsonaro também é preferido entre evangélicos (66% contra 24%), e tem mais intenção de votos entre católicos (48% contra 42%) e pessoas de outras religiões (44% contra 40%). Os dados são nominais – diferente da totalização de votos válidos que não contabilizam declarações de voto branco, nulo e de entrevistados indecisos.
Fernando Haddad vence apenas em três estratos, conforme levantado pelo Ibope. O candidato do PT é o favorito na Região Nordeste (57% contra 33%); entre os eleitores com até a 4ª série do ensino fundamental (52% contra 41%); e pessoas com até um salário mínimo de renda familiar (53% contra 38%). Jair Bolsonaro lidera nas demais regiões, faixas de escolaridade e níveis de renda.
A pesquisa indica que os entrevistados avaliam que Fernando Haddad “melhor representa os interesses” de pobres, trabalhadores, aposentados e mulheres. A avaliação é de que Jair Bolsonaro “melhor representa os interesses” de ricos, empresários e bancos.

Continua a seguir...

Ibope: Bolsonaro lidera entre mulheres, negros e em quatro regiões – Parte ll



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Para o cientista político Malco Camargos, professor da PUC Minas, a campanha de Jair Bolsonaro percebeu esses sentimentos. Evidência disso é o anúncio de que, se eleit,o o candidato do PSL pretende adotar o “pagamento do 13º” no Programa Bolsa Família – o que também ajuda a desfazer ruído provocado após o posicionamento do general Hamilton Mourão, candidato a vice-presidente na chapa pelo PRTB, contra a forma atual de pagamento do benefício aos trabalhadores com carteira assinada.
O cientista político diz que os dados sobre o candidato do PT indicam que “há percepção entre aqueles que mais demandam políticas públicas de que a vida melhorou no período dos governos petistas”. Conforme o acadêmico, os mais pobres podem temer que essas iniciativas acabem.
Camargos assinala ainda que a consolidação de Bolsonaro ocorreu “sem o candidato se voltar para o centro político, mas reforçando discurso”. A estratégia de Bolsonaro envolve o apelo à segurança pública, assinalando preocupação com as mulheres, e manter fortes posicionamentos contra a chamada ideologia de gênero, a descriminalização de aborto e a do consumo de drogas.
Conforme o Ibope, a distância de 18 pontos percentuais das intenções de voto entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad equivale a 19,3 milhões de votos válidos. Para o cientista político, a vantagem “não quer dizer que a eleição está resolvida”. Por isso, o candidato deve evitar até o dia da eleição “exposição ao risco”.
Os dados detalhados da pesquisa do Ibope estão disponíveis no site do instituto. O levantamento ouviu 2.506 eleitores. A margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, só vale para as questões que têm esse número de respondentes. O nível de confiança estatística é de 95%.
A pesquisa, feita no sábado e domingo (13 e 14 de outubro), foi contratada pelo jornal O Estado de S. Paulo e pela Rede Globo. O levantamento foi registrado na semana passada na Justiça Eleitoral (BR-01112/2018). No site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), estão disponíveis o questionário do levantamento e os locais onde a pesquisa foi aplicada.

Bastidoers do Poder


Bolsonaro diz ter firmado compromisso em defesa da família



O candidato Jair Bolsonaro  (PSL) fala à imprensa após gravação de campanha, no bairro Jardim Botânico.
O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, encontrou-se hoje (17) com o arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta. Ele não deu entrevistas à imprensa, mas fez um breve discurso durante o encontro, em que afirmou que se colocou à disposição do arcebispo para sempre "ouvi-lo com o coração aberto".
"Assinamos um compromisso em defesa da família, em defesa da inocência da criança em sala de aula, em defesa da liberdade das religiões, contrário ao aborto, contrário à legalização das drogas. Ou seja, um compromisso que está no coração de todo brasileiro de bem", disse o candidato ao lado do arcebispo.
A reunião ocorreu por volta das 9h, na Arquidiocese do Rio de Janeiro, na Glória, zona sul da capital. Segundo a arquidiocese, o encontro foi um pedido do candidato. Além de Bolsonaro, também estiveram no local o presidente em exercício do PSL, Gustavo Bebianno, e o empresário Paulo Marinho, que é suplente do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).
Depois da visita ao Bispado, o candidato se deslocou para a sede da Superintendência da Polícia Federal, no centro do Rio.
Redes sociais
Em seus perfis nas redes sociais Facebook e Twitter, Bolsonaro também publicou, hoje de manhã, uma mensagem sobre descentralização de recursos públicos.
"Ninguém entende melhor os problemas de uma região do que seu próprio povo, por isso vamos descentralizar os recursos e dar mais autonomia financeira aos estados e municípios. Além da melhor aplicabilidade, a medida facilita a fiscalização e o combate à corrupção de perto".
Polícia Federal
Na saída do prédio da Polícia Federal (PF), o candidato disse que se encontrou com o superintendente da corporação no Rio de Janeiro, Ricardo Saadi, e com membros de sua equipe. 
“Sempre tive profundo respeito e admiração pela PF. Não é a primeira vez que os visito. Por lei, eles estão fazendo um trabalho da minha segurança. E não é porque está na lei que não devo reconhecimento a eles. Quero agradecê-los.”  

Avaliação

Bolsonaro confirmou à imprensa que passará por nova avaliação médica amanhã (18) e que os profissionais decidirão se poderá participar de debates.
“A política é estratégia. O Lula não compareceu a debates no final", lembrou. "Nós estamos com a mão na faixa, é verdade. Podemos até não chegar lá, mas estamos com a mão na faixa, ele não vai tirar 18 milhões de votos de agora até daqui a dois domingos”, disse Bolsonaro, acrescentando que seu adversário, Fernando Haddad (PT), está "apavorado" e "perdido".
O presidenciável do PSL atacou Haddad. "Vou debater com um cara que é um poste, um pau mandado do Lula? Tenha a santa paciência. A equipe médica decide amanhã se estou em condições ou não."

Agencia Brasil

Em reunião com evangélicos, Haddad propõe federalizar combate ao crime



O candidato à Presidência da República, Fernando Haddad (PT), durante encontro com pastores evangélicos, no hotel Excelsior, em São Paulo.
Em encontro com líderes evangélicos de vários segmentos, o candidato à Presidência pelo PT, Fernando Haddad, ressaltou hoje (17) sua determinação em federalizar o combate ao crime organizado, reduzir o número de homicídios, garantir a liberdade religiosa e debater temas que chamou de “delicados”, como aborto e drogas. “Um presidente não pode ser eleito para impor seu ponto de vista sobre as coisas”, disse.
Ao lado da mulher, Ana Estela, e da ex-governadora e ex-senadora Benedita da Silva (PT-RJ), Haddad passou a manhã em um hotel de São Paulo conversando com integrantes das igrejas Luterana, Metodista, Anglicana, Assembleia de Deus, Presbiteriana, Batista e Betesda. O candidato destacou que ele e a mulher seguem princípios cristãos e defendeu o Estado laico como forma de garantir a liberdade de culto.
Após o encontro, Haddad defendeu a federalização do combate ao crime organizado e metas para reduzir o número de homicídios no país. “O combate vai ser feito pela Polícia Federal, sobretudo, [contra] as organizações que atuam em âmbito nacional e que estão deixando em situação difícil governadores que estão recebendo essas organizações agora, como é o caso do Nordeste que está sofrendo o efeito da expansão das organizações do Rio e de São Paulo para o resto do país”, disse, em entrevista coletiva.
O candidato defendeu a implantação de um Sistema Único de Segurança Pública, a partir de alterações constitucionais. Segundo ele, há condições de aprovar a proposta. “Há ambiente para aprovar. A Constituição é muito sintética, ela tem um artigo destinado à segurança pública. Nós queremos fazer um capítulo destinado à segurança pública, criando um Sistema Único de Segurança Pública.”
O candidato lamentou o elevado o número de mortes no país. “Nós já temos a polícia que mais mata e que mais morre no mundo”, enfatizou.
Haddad rebateu a sugestão do adversário Jair Bolsonaro (PSL) de não processar policiais que reajam e acabem matando durante o serviço. “Essa licença para matar dificilmente vai passar pela Constituição. A Constituição não acolhe esse tipo de procedimento nem o Ministério Público.”
Sobre alianças políticas, Haddad disse que "nunca fez referência específica" ao PSDB quando lançou a proposta da frente democrática. Segundo ele, sua afinidade é com o "velho PSDB", sobretudo do ex-governador Mario Covas, já falecido.
No encontro, o pastor Ariovaldo Ramos, da Frente Evangélica pelo Estado de Direito, pediu para os líderes presentes que trabalhem para combater a disseminação de informações falsas nas comunidades religiosas.
Haddad reclamou das mentiras nas redes sociais, que o atingem e também afetam sua família. “Eu fiquei muito preocupado com a onda de calúnias difamatórias que passaram a frequentar as redes sociais porque isso não vem a público de forma honesta, olho no olho”, disse.

Agencia Brasil