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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

General do Exército ameaça "intervenção militar" se "Judiciário não solucionar problema político"



General do Exército ameaça

O general do Exército Antônio Hamilton Mourão, secretário de economia e finanças das Força Armadas, afirmou durante uma palestra promovida pela maçonaria em Brasília que seus "companheiros do Alto Comando do Exército" entendem que uma "intervenção militar" poderá ser adotada se o Poder Judiciário "não solucionar o problema político". A declaração foi feita durante o evento ocorrido na última sexta-feira (15).
Natural de Porto Alegre (RS) e no Exército desde 1972, o general foi foi exonerado do Comando Militar do Sul, em Porto Alegre, pelo comandante do Exército, Eduardo Villas Bôas, e transferido para Brasília em 2015. A mudança ocorreu após ele promover uma série de críticas ao governo de Dilma Rousseff. Um oficial sob seu comando também fez na época uma homenagem póstuma ao coronel Brilhante Ustra, acusado de inúmeros crimes de tortura e assassinatos na ditadura militar.
Mourão declarou que poderá chegar um momento em que os militares terão que impor uma ação militar. Ainda de acordo com ele, essa "imposição não será fácil". O general disse ainda que ela poderá ocorrer após "aproximações sucessivas". "Até chegar o momento em que ou as instituições solucionam o problema político, pela ação do Judiciário, retirando da vida pública esses elementos envolvidos em todos os ilícitos, ou então nós teremos que impor isso."


Fonte: Metro 1

sábado, 16 de setembro de 2017

Em sua última semana, Janot é criticado por Cármen Lúcia



Em sua última semana, Janot é criticado por Cármen Lúcia

Mesmo tendo uma vitória, na quarta-feira (13), quando o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou, por unanimidade, o pedido de Michel Temer para torná-lo suspeito, o Procurador Rodrigo Janot, recebeu um duro recado da presidente do STF, Cármen Lúcia.
De acordo com a coluna Painel da Folha de S. Paulo, a presidente da Suprema Corte chamou o subprocurador-geral, Nicolao Dino, para uma conversa reservada. Disse a ele que o tribunal considerava a atuação de Janot desastrada, avisou que o desconforto era grande e que a corte havia cansado de sobressaltos.
A Dino, Cármen Lúcia explicitou que havia forte rejeição no Supremo à forma como Janot apresentou ao país o áudio que implodiu a delação de Joesley Batista. Ela se referia ao fato de o procurador-geral ter dito que o diálogo insinuava o envolvimento de um membro da corte em ilicitudes.


Bastidores do Poder

Líderes acham incerta aprovação da reforma política na Câmara



Líderes acham incerta aprovação da reforma política na Câmara

Líderes dos partidos na Câmara dos Deputados declaram que veem com incerteza a aprovação da reforma política. O motivo é a falta de acordo entre as legendas em relação aos principais pontos.
A apuração feita pelo portal G1, dão conta de que os deputados tem até 6 de outubro para aprovar as mudanças e ela serem válidas ainda nas eleições de 2018.
Os textos considerados mais importantes – porque alteram o sistema eleitoral, criam um fundo com dinheiro público e extinguem coligações – mudam a Constituição.
Por isso, exigem mais tempo de tramitação, quórum alto nas sessões e apoio mínimo de três quintos dos parlamentares (308 dos 513 deputados e 49 dos 81 senadores).
Ainda de acordo com o G1, tanto na Câmara quanto do Senado, as propostas têm de ser aprovadas em dois turnos e, entre cada turno, são exigidas, no mínimo, cinco sessões.
Segundo o jornal Estado de S. Paulo, a disputa sobre o controle das verbas do fundo eleitoral despertou a pressão dos dirigentes partidários sobre as bancadas. Líderes do Centrão e de legendas menores estão em desacordo com a proposta de estabelecer uma reserva de valores entre as candidaturas majoritárias (prefeito, governador e presidente).

Eles querem ratear os recursos segundo os próprios interesses e estratégias eleitorais. Por isso, segundo um dos deputados que integram a cúpula da comissão, passaram a ameaçar a votar contra o distritão, como retaliação.

Secretaria de Esporte de Gandu divulga tabela do Campeonato Regional de Futebol Amador.





Contagem regressiva. Faltam 30 dias para a maior competição de futebol amador da região, a Secretaria de Esporte, Cultura, Lazer e Turismo de Gandu, divulgou nesta quinta (14) a tabela do Campeonato Regional de Futebol de Seleções. A competição está prevista para começar no dia 15 de outubro e vai reunir 8 equipes de cidades circunvizinhas, são elas: Piraí do Norte, Pres. Tancredo Neves, Nilo Peçanha, Apuarema, Itamari, Wenceslau Guimarães, Teolândia e a anfitriã Gandu.
O campeonato foi dividido em dois grupos. No grupo A se enfrentam as seleções de Gandu, Piraí do Norte, Pres. Tancredo Neves e Nilo Peçanha e no grupo B, a disputa será entre Apuarema, Itamari, Wenceslau Guimarães e Teolândia. As duas melhores equipes de cada grupo se classificam para as semifinais, o 1º do grupo A enfrenta o 2º do grupo B e o 1º do B enfrenta o 2º do grupo A. A final será disputada no dia 3 de dezembro no estádio Ângelo Magalhães “o Macaxeirão”. Os ingressos custarão R$ 5,00 para homens; mulheres e crianças acima de 11 anos pagarão apenas R$ 3,00. Crianças abaixo de 11 anos, não pagam.
O Campeonato Regional de Futebol de Seleções está sendo organizado pela Liga Ganduense de Futebol, com o apoio da Secretaria Municipal de Esporte e a Prefeitura.


ASCOM/Prefeitura de Gandu.

FEBAGUAM fornece projetos para criação da Guarda Civil Municipal de Gandu (BA)



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Nesta quinta-feira, 14 de setembro de 2017, por meio do GCM Alan Braga, a Federação Baiana das Associações de Guardas Municipais - FEBAGUAM, encaminhou para o Município de Gandu, por meio do vereador Adeilton, também conhecido como "Bozo", projetos tanto para a alteração da lei de criação da Guarda Municipal que é ano de 1989 e nunca tinha sofrido alterações, como para a manutenção e desenvolvimento da Guarda Civil Municipal.
No dia 23 de agosto de 2017, em um encontro realizado com o Prefeito de Gandu, Sr. Leonardo Cardoso, o Vereador Adeilton, e o membro da FEBAGUAM, GCM Alan Braga, na Assembleia Legislativa da Bahia, onde foi firmado a parceria para reorganizar a Guarda Municipal de Gandu, foi a FEBAGUAM se comprometeu a está ajudando essa corporação por meio de projetos e orientações organizacionais, administrativas e operacionais, na qual nesta quinta-feira, foram encaminhados os primeiros materiais.
Esses projetos vai deste a nova redação da lei de criação, como o fundo municipal de segurança, fundo de modernização da GCM, normativa de equipamentos, criação de grupamentos ambiental, escolar e Maria da Penha, fiscalização de veículos e comércios que emitem e fazem poluição sonora próximo de escolas, criação de carteira funcional da GCM, criação do núcleo de estatísticas da GCM, informações de como fazer com que os GCM's participem de cursos EAD Senasp.
A Federação Baiana das Associações de Guardas Municipais - FEBAGUAM, espera que todos esses materiais sejam implementados pela gestão municipal, para que possa está criando desta forma uma Guarda Municipal referência na região sul da Bahia.


Fonte: FEBAGUAM

Gandu - Escritório da MFERNANDES muda de endereço



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Informamos a todo(a)s os nosso(a)s amigo(a)s e clientes a mudança de nosso escritório para a Rua Gervásio Couto Moreira, n° 117, Centro, próximo a Rodoviária de Gandu-Ba.
Forte abraço à todo(a)s.

MFERNANDES
Advogados Associados.

Dr. Marcio Fernandes

Dr. Marcos Fernandes

Paulinho da Força pede apoio do governo paulista para modificar reforma trabalhista



Sindicalistas com Alckmin

Liderados pelo presidente da Força Sindical e deputado federal, Paulo Pereira da Silva, Paulinho da Força, os sindicalistas pediram apoio do governador e do PSDB, na Câmara dos Deputados, para modificar a reforma trabalhista, que prejudica os trabalhadores. “A reforma mexe com direitos. A lei aprovada acaba com o imposto sindical e enfraquece a luta do movimento sindical pelos direitos”, ressaltou Paulinho durante o encontro.
O sindicalista falou sobre os efeitos da reforma trabalhista com relação aos direitos dos trabalhadores, assim como, o desequilíbrio das relações capital e trabalho, com as mudanças na estrutura sindical.
Com a aprovação da nova legislação trabalhista, Paulinho ressaltou que apenas os sindicatos mais fortes e bem estruturados irão sobrevir. “A reforma trabalhista destrói a estrutura sindical e enfraquece a mobilização dos trabalhadores na luta por novas conquistas. Estamos trabalhando por uma medida provisória que crie uma nova contribuição sindical”, finalizou Paulinho.

Ascom Força Sindical


Governo do Estado capacita agricultores familiares para operação e manuseio de tratores



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Representantes das associações de agricultores familiares dos municípios de Pilão Arcado, Sento Sé, Jaguarari, Remanso, Canudos e Campo Alegre de Lourdes, beneficiadas pelo Governo do Estado com a entrega de tratores com implementos agrícolas, participaram nesta quinta (14) e sexta-feira (15), do curso de operação e manuseio de máquinas agrícolas, promovido pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR).
O treinamento, com carga horária de 15 horas, aconteceu no Serviço Territorial de Apoio à Agricultura Familiar (Setaf), em Juazeiro, Território Sertão do São Francisco. O objetivo foi orientar as entidades quanto a manutenção preventiva do trator, bem como o manuseio e cuidado com à máquina. “Do lado da sala de treinamento colocamos um trator, então vemos a parte teórica e, na sequência, seguimos para colocar em prática o conteúdo aprendido”, explica o coordenador de mecanização agrícola da CAR, Luís Carlos Ramos.
Dilton Vieira, responsável por ministrar o curso, destacou que toda manutenção preventiva deve ser baseada no horímetro, dispositivo responsável por registrar e monitorar as horas acumuladas de trabalho do motor da máquina: “Esse curso veio para capacitar os representantes de associações que irão manusear o trator, para que eles tenham um melhor aproveitamento da máquina. Vimos técnicas de manutenção, dicas de segurança de trabalho, rendimento operacional, entre outros assuntos. O tempo de vida útil de uma máquina dessas, com o devido cuidado, é de mais 20 mil horas”, informou Vieira, coordenador de serviços mecânicos e máquinas pesadas da New Holland, empresa que forneceu os tratores.
Aprendizado:
Edson de Castro, presidente da Associação de Pescadores e Agricultores de Riacho dos Paes, do município de Sento Sé, afirmou que os dois dias de atividade foram de informações e aprendizado: “Aqui eu aprendi não colocar carona por conta do perigo de acidente, olhar o nível de água quando for usar a máquina, rebocar um carro, manusear um arado e grade. O curso foi muito importante”.
José Adalto da Silva, representando o Centro de Cultura da Paróquia do município de Jaguarari, salientou que “chegamos aqui com uma ideia e saímos com outra, pois colocar a máquina pra rodar sem esse curso iria diminuir a vida útil do trator”.

Por fim, Eduardo do Anjos, tratorista da Associação de Malvinas, da comunidade rural Brejo de Fora, território Sertão do São Francisco, observou “pensei que eu sabia alguma coisa, aqui eu vi que meu conhecimento era muito pouco. Aprendemos troca de óleo, filtro, manuseio dos implementos, além de tirar muitas dúvidas”.

Karoline Meira

Jornalista 

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

'Eu me vi em pânico', disse Wesley Batista em audiência após ser preso



'Eu me vi em pânico', disse Wesley Batista em audiência após ser preso

Em audiência na Justiça Federal, o sócio do grupo JBS Wesley Batista disse ter vivido um momento de "pânico" ao ser preso e pensar no futuro de seu conglomerado de empresas, que segundo ele é "como um filho".
O empresário também se defendeu das acusações de ter lucrado com informações privilegiadas decorrentes do acordo de delação premiada que ele e o irmão Joesley assinaram com o Ministério Público Federal.
Wesley fez as afirmações em uma audiência de custódia, ato judicial que tem por objetivo permitir aos juízes a verificação da legalidade de prisões.
Por cerca de 40 minutos, o juiz federal João Batista Gonçalves, da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, ouviu Wesley, o advogado dele, Pierpaolo Bottini, e a procuradora da República Thaméa Danelon, no começo da tarde de quarta-feira (13).
Na audiência, o empresário disse estar muito preocupado com a repercussão da detenção dele para a sobrevivência do grupo JBS.
"Eu hoje me vi em pânico, porque eu penso, como é que nós vamos fazer? Temos uma responsabilidade de um grupo econômico. E não é pelo lado patrimonial. Um grupo representa para nós como um filho. Você entra na frente de uma pessoa que vai atirar em um filho", afirmou Wesley.
Em relação às operações financeiras apontadas pela Procuradoria como parte de uma estratégia ilegal de investimento do conglomerado, o empresário disse que "não há nenhuma atipicidade em relação ao que a companhia sempre fez".
Especificamente a respeito das movimentações com dólares que teriam superado US$ 2,6 bilhões, ele afirmou que "a JBS chegou a ter US$ 11 bilhões de dólares comprados me 2014. Então, não é verdadeiro que a companhia nunca tinha feito operação daquela magnitude".Após ouvir o empresário, o juiz federal disse a ele: "O histórico dos senhores é de influência e cooptação junto a autoridades. Os investigados têm uma ampla experiência em corromper e forçar uma situação política e econômica que lhe seja favorável. Então entendo necessária a manutenção da prisão temporária".
E arrematou: "Peço ao senhor, como pessoa física, como cidadão, como empresário, compreensão, porque a legislação tem que ser cumprida".
Joesley Batista, irmão de Wesley, também teve a prisão pedida pela suspeita de ter cometido crime financeiro, mas ele já cumpre prisão temporária em Brasília, pela suspeita de ter omitido informações em sua colaboração.
Gonçalves ainda acatou pedido da defesa de Wesley e determinou que ele permaneça preso na carceragem da Superintendência da Polícia Federal na capital paulista por razões de segurança. Em geral, as pessoas detidas em regime de prisão preventiva pela PF são transferidas para instituições carcerárias estaduais.
O juiz federal disse que, além da garantia da integridade física do empresário, a medida também era necessária porque, "se algo acontecer a ele [Wesley] durante o curso dessa preventiva, a indenização que a União terá de pagar será extraordinária".


Com informações da Folhapress escrita por Flávio Ferreira.

Janot finaliza denúncia contra Temer e o acusa de dois crimes



Janot finaliza denúncia contra Temer e o acusa de dois crimes

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, concluiu nesta quarta-feira (13) a nova denúncia contra o presidente Michel Temer. A reportagem apurou que o peemedebista será acusado dos crimes de organização criminosa e obstrução de Justiça.
A peça tem de mais de 200 páginas e a previsão é que seja apresentada até o fim da tarde desta quinta-feira (14) ao STF (Supremo Tribunal Federal).
Além do presidente, Janot citará a cúpula do PMDB da Câmara, alvo do relatório da Polícia Federal entregue ao Supremo na segunda (12). Nem todos serão acusados sob a suspeita de mais de um crime.
O documento da PGR tem como base as delações de executivos da JBS e do corretor de valores Lúcio Funaro, que teve delação premiada homologada.
De acordo com pessoas próximas às investigações, as acusações contra Temer foram fortalecidas com dados fornecidos por Funaro à Procuradoria.
Esta é a segunda denúncia contra o peemedebista apresentada por Janot com base na delação de executivos da JBS, hoje pivô de uma crise que levou dois colaboradores, Joesley Batista e Ricardo Saud, à prisão.A colaboração de ambos foi suspensa pelo ministro Edson Fachin, relator do caso no Supremo, mas Janot já declarou que isso não invalida as provas obtidas.
O crime de obstrução de Justiça é caracterizado pela PGR no episódio em que Temer, segundo Janot, deu aval para Joesley comprar o silêncio de Funaro e Eduardo Cunha, ambos presos pela Lava Jato.
A organização criminosa está na atuação do chamado "quadrilha do PMDB da Câmara". A PF aponta Temer como tendo o "poder de decisão" no grupo.  O presidente nega as acusações.
O mandato de Janot à frente da PGR termina neste domingo (17). No seu lugar, assumirá Raquel Dodge, indicada por Temer.


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