segunda-feira, 4 de julho de 2016
2 de Julho revela gente nova na política baiana
“A gestão do prefeito ACM
Neto resgatou o sentimento de orgulho e pertencimento do povo de Salvador pela
sua cidade”, afirmou o pré-candidato a vereador Alexandre Aleluia (DEM) durante
o cortejo cívico do 2 de Julho. Ele é um dos novos nomes da política que
participam da festa da independência da Bahia, na manhã deste sábado. Ao lado
do pai, o deputado federal José Carlos Aleluia, Alexandre observou ainda que o
sentimento de orgulho e pertencimento do cidadão cria a base moral para a
construção de uma sociedade mais justa e próspera.
“ACM Neto está promovendo
uma revolução na capital baiano que se irradia por todo o estado. Ele renova a
política com os valores da responsabilidade no trato da coisa pública e da
competência nas realizações, sem perder a sensibilidade no atendimento aos
anseios populares”, comentou Alexandre, que decidiu disputar uma vaga na Câmara
Municipal para participar deste novo momento da política baiana. “Quero
colaborar com Neto nesta transformação da Bahia que começa em Salvador”.
Aos 33 anos, a pré-campanha
não tem sido uma via-crucis para Alexandre. Muito pelo contrário. Neste início
de jornada eleitoral, as visitas a diversas comunidades da periferia de
Salvador estão mostrando a ele a parte da cidade que mais necessita do poder
público para as necessárias mudanças. “O vereador é o agente político que está
mais próximo das pessoas. A ele cabe buscar as soluções reais para os
problemas”.
Formado em Direito e
Economia, Alexandre tem na educação uma das bandeiras a levantar na Câmara
Municipal. “Neto vem promovendo avanços
na qualidade do ensino público fundamental de Salvador, mas precisamos
continuar os esforços no aprimoramento da formação educacional de nossos
jovens”. Alexandre defende o projeto da Escola Sem Partido, que propõe o
compromisso com a transmissão do conhecimento, a aproximação da família e o fim
da doutrinação política nas salas de aula. Defensor da liberdade individual e
econômica, Alexandre pretende também contribuir para tornar cada vez mais
atrativo o ambiente de negócios em Salvador. “Ainda somos uma cidade com grande
índice de desemprego e precisamos dinamizar nossa economia criando estímulos ao
empreendedorismo e à atração de investimentos”, propõe.
Ao falar do DNA da política
que corre em seu sangue, Alexandre manifesta orgulho pelo pai, o deputado José
Carlos Aleluia, um parlamentar com histórico de posições firmes. “Aleluia nunca
se curvou à onda petista. Sempre permaneceu fiel aos seus princípios. E a
história mostra quem está com a razão”.
O pai Aleluia, por seu lado,
diz que a entrada na política foi uma decisão particular do filho. “A
influência é natural. Mas foi uma decisão dele, que é bem-vindo, pois se
preparou bastante. A formação em Ciência Política de Alexandre é muito superior
a que eu tinha quando comecei há 30 anos”, diz.
Ascom Democratas
Glória Maria fez "apologia às drogas", diz Bolsonaro
O deputado federal Jair
Bolsonaro usou sua página da Facebook para fazer críticas à jornalista Glória
Maria neste domingo (3). Bolsonaro condenou a exibição de imagens da
apresentadora consumindo maconha durante um ritual religioso na Jamaica.
"A repórter Glória
Maria, pela figura pública que é, estimulará milhões de pessoas a usarem
maconha. Tenho certeza que o STF [Supremo Tribunal Federal] a processará por
APOLOGIA ÀS DROGAS", escreveu na rede social. O vídeo em que a repórter
aparece fumando a erva viralizou na internet neste fim de semana.
Poder & Política
Dira Paes causa polêmica ao pedir doações para o "Criança Esperança"
Uma das madrinhas do
"Criança Esperança", da Globo, Dira Paes causou polêmica durante
participação no programa especial exibido no último sábado (2), ao pedir
doações. Isso porque a atriz disse que doaria uma quantia mais alta por não ser
"pão-duro"
Enquanto passava pelo Mesão,
que contou com participação de mais de 100 integrantes do elenco da Globo, a
atriz pegou o celular e ligou para a central. Na ocasião, anunciou que
contribuiria com R$ 40 reais.
A atitude não repercutiu bem
nas redes sociais. Diversos internautas apontaram que as doações menores eram
tão importantes quanto às de maior valor. "Pra Dira Paes doar menos de 40
reais é ser pão-duro? Pegou mal, hein! Falar é fácil pra quem tem dinheiro,
né", apontou um usuário do Twitter.
Famosidades
Curiosidades - Quem cuida dos direitos humanos de vítimas de violência?
Sempre que a sociedade
brasileira se depara com um crime chocante, praticado com requintes de
crueldade, tem-se a sensação de que as organizações que representam os direitos
humanos sempre partem em defesa dos bandidos, e não das vítimas. Essa sensação
traz a interpretação de que os direitos humanos só existem para batalhar pelo
direito do bandido, mas isso não é verdade. Na prática, os Direitos Humanos
estão baseados no direito de igualdade jurídica, que determina que todas as
pessoas, independentemente da situação, tenham seus direitos fundamentais
impostos pela lei assegurados. Isso vale tanto para bandidos quanto para
cidadãos honestos.
Isso significa que o mesmo
Direito Humano que trabalha pelo respeito ao criminoso também atua pelas
vítimas, ou seja, os direitos humanos das vítimas de violência precisam ser
considerados. O que acontece é que as pessoas se identificam com as vítimas e
temem a criminalidade e a violência urbana e, por isso, tendem a pensar que o
bandido precisa ser punido com a mesma violência que impôs à vítima. Existe um
consenso entre os cidadãos de bem que determina que o extermínio dos criminosos
pode trazer mais segurança ou, ao menos, vingar o sofrimento da vítima, algo
inaceitável para as organizações internacionais que atuam pelos direitos
humanos.
Na verdade, as pessoas que
sofrem violências têm direitos muito mais amplos do que a vingança. Elas
possuem direitos previstos em lei, mas a vítima não faz parte da ação penal que
julga o bandido, pois quem processa o acusado é a Justiça.
A pessoa que foi vítima de
violência tem o direito de ser comunicada sobre os atos processuais que
envolvem o acusado, não pode ser punida caso não diga a verdade em seu
depoimento à Justiça, tem o direito fundamental à segurança e deve ser
indenizada por quem praticou o crime. Além disso, o Código de Processo Penal
diz que a vítima também tem direito a atendimento multidisciplinar nas áreas
psicossocial, de assistência jurídica e de saúde.
No aspecto dos direitos
humanos, tanto a vítima quanto o agressor tem direito à intimidade, vida
privada, honra, segurança e privacidade respeitada pelos meios de comunicação.
Empresa espera faturar com coleira que traduz o miado dos gatos

Especializada na criação de
produtos voltados ao mundo dos gatos, a empresa norte-americana The Temptations
Lab anunciou a criação do Catterbox, uma coleira que, segundo garante a
companhia, traduz os miados dos felinos.
Os profissionais envolvidos
no desenvolvimento da coleira afirmam que as vibrações do miado torna possível
a relação com o que eles querem dizer. Para utilizar o Catterbox, basta colocar
a coleira no pescoço do felino e esperar que ele "se manifeste".
A The Temptations Lab espera
colocar o produto em breve nas prateleiras. A contar pelo burburinho já causado
pela divulgação da coleira na internet, o retorno pode ser grande.
Economia & Negócios
sábado, 2 de julho de 2016
Mensagem de Reflexão - Acredite e lute
Às vezes, pensamos em
desistir de algo que queremos por essas coisas serem cheias de obstáculos, mas
a vida é feita de superações e conquistas. No meio de cada conquista vêm as
decepções, as brigas, os problemas, as dores e o sofrimento, mas é necessário
passar por todos esses obstáculos. Seja forte e enfrente seus problemas,
abandoná-los não vai resolver nada.
A fraqueza é a
desculpa dos covardes!
02 de Julho - Independência da Bahia – Parte l
A declaração de
independência feita por Dom Pedro I, em sete de setembro de 1822, deu início a
uma série de conflitos entre governos e tropas locais ainda fiéis ao governo
português e as forças que apoiavam nosso novo imperador. Na Bahia, o fim do
domínio lusitano já se fez presente no ano de 1798, ano em que aconteceram as
lutas da Conjuração Baiana.
No ano de 1821, as notícias
da Revolução do Porto reavivaram as esperanças autonomistas em Salvador. Os
grupos favoráveis ao fim da colonização enxergavam na transformação liberal
lusitana um importante passo para que o Brasil atingisse sua independência. No
entanto, os liberais de Portugal restringiam a onda mudancista ao Estado
português, defendendo a reafirmação dos laços coloniais.
As relações entre
portugueses e brasileiros começaram a se acirrar, promovendo uma verdadeira
cisão entre esses dois grupos presentes em Salvador. Meses antes da
independência, grupos políticos se articulavam pró e contra essa mesma questão.
No dia 11 de fevereiro de 1822, uma nova junta de governo administrada pelo
Brigadeiro Inácio Luís Madeira de Melo deu vazão às disputas, já que o novo
governador da cidade se declarava fiel a Portugal.
Utilizando autoritariamente
as tropas a seu dispor, Madeira de Melo resolveu inspecionar as infantarias, de
maioria brasileira, no intituito de reafirmar sua autoridade. A atitude tomada
deu início aos primeiros conflitos, que se iniciaram no dia 19 de fevereiro de
1822, nas proximidades do Forte de São Pedro. Em pouco tempo, as lutas se
alastraram para as imediações da cidade de Salvador. Mercês, Praça da Piedade e
Campo da Pólvora se tornaram os principais palcos da guerra.
Nessa primeira onda de
confrontos, as tropas lusitanas não só enfrentaram militares nativos, bem como
invadiram casas e atacaram civis. O mais marcante episódio de desmando ocorreu
quando um grupo português invadiu o Convento da Lapa e assassinou a abadessa
Sóror Joana Angélica, considerada a primeira mártir do levante baiano. Mesmo
com a derrota nativista, a oposição ao governo de Madeira de Melo aumentava.
Continua a seguir...
02 de Julho - Independência da Bahia – Parte ll
Durante as festividades
ocorridas na procissão de São José, de 21 de março de 1822, grupos nativistas
atiraram pedras contra os representantes do poderio português. Além disso, um
jornal chamado “Constitucional” pregava oposição sistemática ao pacto colonial
e defendia a total soberania política local. Em contrapartida, novas forças
subordinadas a Madeira de Melo chegavam a Salvador, instigando a debandada de
parte da população local.
Tomando outros centros
urbanos do interior, o movimento separatista ganhou força nas vilas de São
Francisco e Cachoeira. Ciente destes outros focos de resistência, Madeiro de Melo
enviou tropas para Cachoeira. A chegada das tropas incentivou os líderes
políticos locais a mobilizarem a população a favor do reconhecimento do
príncipe regente Dom Pedro I. Tal medida verificaria qual a postura dos
populares em relação às autoridades lusitanas recém-chegadas.
O apoio popular a Dom Pedro
I significou uma afronta à autoridade de Madeira de Melo, que mais uma vez
respondeu com armas ao desejo da população local. Os brasileiros, inconformados
com a violência do governador, proclamaram a formação de uma Junta
Conciliatória e de Defesa instituída com o objetivo de lutar contra o poderio
lusitano. Os conflitos se iniciaram em Cachoeira, tomaram outras cidades do
Recôncavo Baiano e também atingiram a capital Salvador.
As ações dos revoltosos ganharam
maior articulação com a criação de um novo governo comandado por Miguel Calmon
do Pin e Almeida. Enquanto as forças pró-independência se organizavam pelo
interior e na cidade de Salvador, a Corte Portuguesa enviou cerca de 750
soldados sob a lideranaça do general francês Pedro Labatut. As principais lutas
se engendraram na região de Pirajá, onde independentes e metropolitanos abriram
fogo uns contra os outros.
Devido à eficaz resistência
organizada pelos defensores da independência e o apoio das tropas lideradas
pelo militar britânico Thomas Cochrane, as tropas fiéis a Portugal acabaram
sendo derrotadas em 2 de julho de 1823. O episódio, além de marcar as lutas de
independência do Brasil, motivou a criação de um feriado onde se comemora a
chamada Independência da Bahia.
Por Rainer Sousa
Graduado em História
Contos & Causos - Sobretudo do seu Nascimento
Esta, aconteceu lá pelos
idos de 1900 e guaraná de rolha na localidade de Ulha Negra, até então
município de Bagé. Na estação da viação férrea do lugar, o agente ferroviário
era o Sr. Nascimento, índio velho criado a campo e que por força política foi
parar no cargo.
O
trem costumava passar pela estação por volta de 15:00h, todos os dias; e em
pleno mês de dezembro neste horário o trem estava ali parado, o calor era
insuportável e o seu Nascimento estava vestindo um capote de lã, comprado no
Uruguai, e por baixo do quepe vermelho e do dito capote o suor corria. Chegou
então um conhecido de seu Nascimento e perguntou:
- Pelo amor de Deus seu
Nascimento, o Sr. não está com calor ?
- Tô que não me aguento mais
índio véio.
- E porque então não tira o
capote?
- Não posso.
- Não pode por quê? A
bombacha está rasgada?
- Não, é ordi.
- Mas que ordem é esta seu
Nascimento?
- Pois como eu sei que tu
sabe lê eu vô te mostrá.
Puxou do bolso então uma
circular da viação férrea e entregou ao amigo, que leu.
"Fica determinado que a
partir desta data, todo o funcionário e agente ferroviário, deverá usar
uniforme, SOBRETUDO em horário de passageiros."
Por Roberto Cohen em 20 de
Novembro de 1999.
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