sábado, 23 de abril de 2016
Justiça quer retirada de homem que vive há 26 anos em caverna
A notícia de que o morador
de uma caverna no Parque Estadual da Serra do Tabuleiro terá que deixar o local
onde vive há 26 anos, motivou nesta sexta (22) um protesto de moradores da
região de Palhoça, na Grande Florianópolis. A determinação da Justiça se deve
por se tratar de uma área de proteção ambiental.
De acordo com informações do
portal G1, o pedido foi feito pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC)
e tem gerado protestos de simpatizantes que consideram Vilmar Godinho um
"defensor do meio ambiente". Na sentença, a Justiça de Palhoça
determinou que Vilmar deve desocupar o local, sob pena de multa diária de R$
500.
A juíza substituta Cíntia
Werlang afirma que no local Vilmar construiu uma habitação rudimentar de 28 m²
sob uma pedra em área de preservação permanente. Há no local um espaço que
funciona como cozinha, com um fogão a lenha, e uma pequena horta.
Dilma vai pedir que Brasil seja suspenso do Mercosul, diz jornal
A presidente Dilma Rousseff
deu entrevista a jornalistas estrangeiros nesta sexta-feira (22) em Nova York,
Estados Unidos.
Durante a conversa, a
petista apenas pediu que o Mercosul olhe a situação que o Brasil enfrenta.
No entanto, segundo o jornal
O Globo, a presidente teria afirmado que irá pedir para o Brasil ser suspenso
do Mercosul.
A publicação explica que o
Mercosul tem uma cláusula democrática que pode ser ativada se um governo eleito
de um de seus membros seja deposto, como já ocorreu com o Paraguai.
Mais cedo, em seu discurso
na ONU, Dilma citou o "grave momento que vive o Brasil".
A reportagem destaca que
Dilma afirmou que não houve dois discursos em NY, porque na ONU o momento era
para falar dos avanços climátricos no mundo, nos quais o Brasil teve um papel
fundamentla.
A presidente ressaltou que
irá defender o seu mandato graças aos 54 milhões de votos que teve e que, os
líderes mundiais com os quais ela se encontrou hoje na ONU disseram palavras de
apoio.
Além disso, Dilma voltou a
reforçar que se sente vítima de uma injustiça. Ela disse ainda que as pessoas
que criticaram ela pela possibilidade de falar da situação política no exterior
temem ser chamadas de golpistas. "Eles temem ser chamados de golpistas por
que são golpistas. Dizer que não é um golpe é incorreto", disse a
presidente.
Estados Unidos: Em frente à
embaixa brasileira em Nova York, manifestações populares a favor e contra o
governo esperaram pela chegada de Dilma Rousseff.
Na noite de quinta (21), a
presidente foi recebida com flores por um grupo de 50 pessoas, à porta da
residência oficial do embaixador Antonio Patriota, em uma manifestação contra o
impeachment.
Dólar termina a semana em alta, cotado a R$ 3,57
O dólar operou em alta
frente ao real, sustentado pela atuação do Banco Central e com investidores
preferindo estratégias mais defensivas enquanto acompanham os desdobramentos da
política brasileira, em sessão de volume reduzido entre o feriado e o fim de
semana.
A moeda norte-americana
fechou em alta de 1%, vendida a R$ 3,5703, após ter fechado a R$ 3,5325 na
quarta-feira.
Na semana, a divisa acumulou
alta de 1,31%.
No mês de abril e no ano,
entretanto, o dólar ainda acumula queda de 0,72% e 9,57%, respectivamente.
Economia & Negócios
sexta-feira, 22 de abril de 2016
História do Descobrimento do Brasil
Em 22 de abril de 1500
chegava ao Brasil 13 caravelas portuguesas lideradas por Pedro Álvares Cabral.
A primeira vista, eles acreditavam tratar-se de um grande monte, e chamaram-no
de Monte Pascoal. No dia 26 de abril, foi celebrada a primeira missa no Brasil.
Após deixarem o local em direção à Índia, Cabral, na incerteza se a terra
descoberta tratava-se de um continente ou de uma grande ilha, alterou o nome
para Ilha de Vera Cruz. Após exploração realizada por outras expedições
portuguesas, foi descoberto tratar-se realmente de um continente, e novamente o
nome foi alterado. A nova terra passou a ser chamada de Terra de Santa Cruz.
Somente depois da descoberta do pau-brasil, ocorrida no ano de 1511, nosso país
passou a ser chamado pelo nome que conhecemos hoje: Brasil.
A descoberta do Brasil
ocorreu no período das grandes navegações, quando Portugal e Espanha exploravam
o oceano em busca de novas terras. Poucos anos antes da descoberta do Brasil,
em 1492, Cristóvão Colombo, navegando pela
Espanha, chegou a América, fato que ampliou as expectativas dos
exploradores. Diante do fato de ambos terem as mesmas ambições e com objetivo
de evitar guerras pela posse das terras, Portugal e Espanha assinaram o Tratado
de Tordesilhas, em 1494. De acordo com este acordo, Portugal ficou com as
terras recém descobertas que estavam a leste da linha imaginária (370 léguas a
oeste das ilhas de Cabo Verde), enquanto a Espanha ficou com as terras a oeste
desta linha. Mesmo com a descoberta das terras brasileiras, Portugal continuava
empenhado no comércio com as Índias, pois as especiarias que os portugueses
encontravam lá eram de grande valia para sua comercialização na Europa. As
especiarias comercializadas eram: cravo, pimenta, canela, noz moscada,
gengibre, porcelanas orientais, seda, etc. Enquanto realizava este lucrativo
comércio, Portugal realizava no Brasil o extrativismo do pau-brasil, explorando
da Mata Atlântica toneladas da valiosa madeira, cuja tinta vermelha era
comercializada na Europa. Neste caso foi utilizado o escambo, ou seja, os
indígenas recebiam dos portugueses algumas bugigangas (apitos, espelhos e
chocalhos) e davam em troca o trabalho no corte e carregamento das toras de
madeira até as caravelas.
Foi somente a partir de
1530, com a expedição organizada por Martin Afonso de Souza, que a coroa
portuguesa começou a interessar-se pela colonização da nova terra. Isso
ocorreu, pois havia um grande receio dos portugueses em perderem as novas
terras para invasores que haviam ficado de fora do tratado de Tordesilhas,
como, por exemplo, franceses, holandeses e ingleses. Navegadores e piratas
destes povos, estavam praticando a retirada ilegal de madeira de nossas matas.
A colonização seria uma das formas de ocupar e proteger o território. Para
tanto, os portugueses começaram a fazer experiências com o plantio da
cana-de-açúcar, visando um promissor comércio desta mercadoria na Europa.
Fonte: História do Brasil
Gandu – Apenas 03 vereadores resistiram aos “encantos do poder”
Dos 13 atuais parlamentares,
06 se elegeram pela oposição e 07 pela chapa do governo. Nadando contra maré, o
vereador Uziel Barreto, eleito no PT e hoje no PROS, não concordando que o
então prefeito Ivo Peixoto (PCdoB) mandasse no legislativo, onde estava
presidente, se afastou do governo, quando da votação do projeto da EMBASA que aumentava em 80% as contas de água dos contribuintes, ficando a bancada de
oposição com 07 vereadores e a governista com 06. Entretanto, ao perceber que
ficaria com menoria e pela sua forma de governar a mão de ferro, não obteria
exito em suas propostas, o gestor entrou no jogo e começou a investir pesado,
conseguindo atrair logo de início, o edil Junior Matos, eleito pelo PP com
apoio da família do seu criador político, Neco Kanguçú (PP) e, o seu ex-inimigo
dos tempos das Lojas Ipê, José Antonio Jú (PMDB), ficando assim com maioria no
parlamento, mesmo a peso de ouro. Em seguida, Josuel da Bela Vista, que chegou
a pedir perdão aos seus eleitores pelo fato de ter sido abandonado quando se
encontrava no leito do hospital São Rafael, em Salvador pelo grupo do prefeito,
voltou para os braços do chefe sem ressentimento algum.
Recentemente, O vei da Rádio
e Jai das Casas Populares, ambos hoje no PMDB, também resolveram rezar na
cartilha dos comunistas e também aderiram ao governo, garantindo que não teria
recebido nada em troca, o que é difícil de se acreditar, por mais que estejam
falando a verdade. Com isso, a câmara de vereadores de Gandu, conta agora e, pelo visto até o final deste confuso governo, com apenas 03 vereadores que
fazem parte da bancada denominada de “Bancada da Resistência”, que fazem
oposição com responsabilidade a atual gestão. Fato é que a composição no
legislativo ganduense atualmente é a seguinte:
Bancada Governista:
Emetério Palma, Ana Rita,
Wendel Reis e Adriano Costa (PCdoB);
José Antonio Jú, Vei da
Rádio, Jai das Casas Populares e Josuel da Bela-Vista (PMDB);
Junior Matos (SD);
Robério Marambaia (PRB).
Bancada da Resistência:
Uziel Barreto (PROS), Gil
Calheira (PSC) e Junior Umburanas (PTC).
Empresa que construiu ciclovia que ruiu é da família do secretário de Turismo do Rio
A empreiteira Concremat,
responsável pela construção da ciclovia Tim Maia, que desabou nesta
quinta-feira, 21, no Rio, pertence à família do secretário de Turismo da cidade
do Rio, Antônio Pedro Viegas Figueira de Mello. Ao menos duas pessoas morreram
no desabamento de um trecho da ciclovia, inaugurada em janeiro deste ano. A
Concremat foi fundada por Mauro Ribeiro Viegas, avô de Antonio Pedro Viegas
Figueira de Mello. Hoje, a empresa tem como diretor-presidente Mauro Viegas
Filho. A obra da ciclovia, da gestão Eduardo Paes (PMDB-RJ), custou R$ 45
milhões e começou em setembro de 2014. Em seu site, a Concremat afirma que o
consórcio Contemat Geotecnia/Concrejato foi contratado pela Fundação Geo-Rio,
braço da Secretaria Municipal de Obras da Prefeitura, para executar a contenção
de encosta e a estabilização da área para a implantação da ciclovia. Em
informativo de outubro de 2015, a Concremat divulgou uma matéria em seu site
sobre a ciclovia Tim Maia. Na reportagem, o gerente técnico Jorge Schneider
explicou que 'cerca de metade da extensão total da ciclovia foi concebida com
uma estrutura independente, projetada ao lado e à jusante da Avenida Niemeyer'.
Segundo a Concremat, ao
longo do percurso, 'foram executadas contenções com cortinas atirantadas,
contra-fortes atirantados e muretas de contenção chumbadas'. "Para a
proteção dos taludes resultantes de escavações para a construção das fundações,
foram também aplicadas as técnicas de solo grampeado e rip-rap", informou
a empreiteira.
"Tivemos o desafio de
realizar uma obra em área urbana, com a construção em toda a sua extensão junto
a uma avenida com largura reduzida e intenso fluxo diário de veículos, além de
estar inserida em uma área com forte presença habitacional, onde os estreitos
passeios são para grande parte dos moradores a única forma de acesso às suas
residências", contou o coordenador da obra, Saulo Rahal.Informativo da
Concremat, de outubro de 2015, tratou da ciclovia. A reportagem do informativo
da empreiteira informou ainda que 'com a impossibilidade de interdição da via
durante o dia para as concretagens, além de dificuldades de escoramento por
conta da altura e das irregularidades da encosta, a solução encontrada foi de
pré-moldagem tanto da meso como da superestrutura, adotando-se para esta lajes
PI protendidas com vãos de 6 e 12 metros, onde a associação de elementos retos
e curvos permitiu com que a ciclovia acompanhasse todo o trajeto da Niemeyer'.
O pedaço arrancado pela água
tem mais de 50 metros. A ciclovia é suspensa e junto ao mar. Está interditada,
assim como a Niemeyer. Técnicos da Prefeitura ainda vão avaliar se há risco de
outros desabamentos na ciclovia.A estrutura foi levada pela ressaca do mar de
São Conrado, na zona sul do Rio de Janeiro. Eduardo Marinho Albuquerque, de 53
anos, e um homem de 45 anos, cuja identidade não foi divulgada, foram as duas
vítimas. Outras três pessoas teriam ficado feridas. O corpo de Albuquerque foi
identificado por um cunhado no local, que não quis dar entrevista. Os dois
corpos foram localizados no mar de São Conrado por bombeiros e ainda estão na
areia.A Secretaria de Turismo da Prefeitura do Rio não retornou ao contato da
reportagem.
Estadão Conteúdo
Temer quer reduzir ministérios assim que assumir, diz jornal
A coluna Painel, do jornal
'Folha de S. Paulo', revela que o atual vice-presidente Michel Temer pretende
anunciar uma redução de ministérios assim que o Senado aprovar a abertura do
impeachment, para passar a mensagem à população de que quer reduzir gastos. Os
assessores próximos de Temer acham que, apesar de boa, a medida inspira
preocupação, pois pode dificultar a construção de uma base sólida na Câmara,
uma vez que criaria entraves para abrigar indicações dos partidos aliados.
Um articulador do PMDB
afirma que um provável governo de Temer vai reduzir a participação de aliados.
"Terão de se contentar com menos", diz. Apesar de apostar na medida,
o peemedebista conseguiria reduzir, no máximo, seis ou sete pastas, sendo que
muitas teriam que manter as atuais estruturas e outras sofreriam fusões, como o
caso dos ministérios Transportes, Portos e Aeroportos se tornariam o Ministério
da Infraestrutura. Agricultura com Desenvolvimento Agrário e Cultura com
Educação são outras propostas de fusões.
As três prioridades do
governo de Temer, segundo seus auxiliares, são: enxugamento do Estado,
transparência e ações realistas.
Poder & Política
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