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terça-feira, 14 de outubro de 2014

Coordenador do PT reclama de 'manipulação de informação'



coordenador financeiro da campanha da presidente Dilma Rousseff (PT) à reeleição, Edinho Silva, classificou o embate eleitoral no segundo turno entre a petista e o candidato da oposição, Aécio Neves (PSDB), como "uma guerra" e "um vale tudo" numa referência ao uso, pelo tucano, da divulgação de depoimentos do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef - os quais apontaram propinas pagas por empreiteiras em obras da Petrobras ao PT, PMDB e PP - partidos da base aliada do governo.
Silva engrossou o coro da própria presidente Dilma, que, na sexta-feira, 10 comparou a divulgação dos depoimentos em plena campanha do segundo turno a um "golpe". "Chegamos ao nível de manipulação de informação que só foi visto na eleição do (ex-presidente, Fernando) Collor em 1989", disse o coordenador, numa referência aos ataques feitos à época ao então candidato Luiz Inácio Lula da Silva, adversário de Collor, hoje senador reeleito por Alagoas e integrante da base aliada da Dilma.
"Abriu-se uma guerra e temos de enfrentá-la, pois estão criando um vale tudo sem precedentes e o exemplo disso é como o depoimento (de Costa e Youssef) foi parar na imprensa", afirmou.
Ainda segundo Silva, "a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e a Procuradoria Geral da República deveriam se posicionar" sobre a divulgação e o uso das denúncias envolvendo a Petrobras e o governo pela oposição. "Caso contrário, vai se criando um padrão de manipulação perigoso para todas as próximas eleições. Fico preocupado com o que vai acontecer com o futuro eleitoral", concluiu.


Poder & Política

Dilma e Aécio moraram perto na década de 60



Os candidatos presidências, que irão disputar as eleições no segundo turno, moraram a menos de 1km de distância um do outro, durante a década de 60, quando Dilma Rousseff (PT) era adolescente e Aécio Neves (PSDB) estava na infância, conta o Estado de São Paulo.
Reportagem do diário revela que os dois postulantes na corrida ao Planalto moraram perto um do outro durante alguns anos da década de 60, em Belo Horizonte. Dilma Rousseff, candidata do PT à reeleição, nasceu e cresceu no bairro de São Pedro em 1947. Aécio Neves, candidato do PSDB, nasceu já nos anos de 1960 quando a petista já tinha entrado na adolescência. O tucano morou a menos de 1km de Dilma, em Savassi.
Dilma, que seria eleita presidente da República décadas depois, viveu na Rua Major Lopes em casa que ainda pertence à sua família. Estudou no Colégio Nossa Senhora de Sion. Já Aécio, na altura um menino, vivia com o avô, Tancredo Neves, na Praça Diogo de Vasconcelos e estudava no Colégio Zilah Frota. “Eles devem ter se cruzado dezenas de vezes”, disse o compositor Pacífico Mascarenhas.
Os dois candidatos à presidência estiveram, ainda, ao mesmo tempo no Minas Tênis Clube, do qual os pais de Dilma, o búlgaro Pedro Rousseff e do tucano, Aécio Cunha, eram sócios. A futura presidente treinava tênis enquanto que o pequeno Aécio andava na natação. Ambos frequentavam, também, o Cine Pathé com regularidade, cinema tradicional de Savassi, revela investigação do Estadão.


    

Com inflação no teto da meta, mínimo aumenta



Se a inflação continuar batendo no teto da meta, o valor do salário mínimo terá que subir ainda mais. Com isso, os gastos do governo também aumentam em relação ao já previsto no Orçamento enviado ao Congresso Nacional, porque benefícios como abono salarial, seguro-desemprego e pagamentos previdenciários são corrigidos automaticamente de acordo com o reajuste do mínimo. No Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) de 2015, a previsão é que o salário mínimo suba de R$ 724 para R$ 788,06 no próximo ano - alta de 8,85%. Por lei, esse reajuste é calculado com base no crescimento da economia em 2013 mais a taxa de inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2014.
No ano passado, o Produto Interno Bruto (PIB) registrou expansão de 2,49%. O restante do reajuste é referente à estimativa do índice de inflação (6,2%) que está na proposta orçamentária. Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que o INPC acumulou alta de 6,59% nos últimos 12 meses até setembro. Se o INPC fechar o ano em 6,5%, em linha com o teto da meta de inflação do Banco Central medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o salário mínimo terá que subir para pouco mais de R$ 789,50.
Apesar dessa pequena diferença em relação aos R$ 788 já previstos, as despesas do governo subiriam aproximadamente R$ 600 milhões. De acordo com dados da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do próximo ano, para cada R$ 1 de aumento no valor do salário mínimo, o governo calcula que deverá desembolsar R$ 376 milhões a mais que o previsto. Por outro lado, a elevação do salário mínimo também aumenta a arrecadação federal. Porém essa conta favorável ao caixa do governo é em um ritmo bem menor. Pelo cálculo contido na LDO, a receita previdenciária sobe aproximadamente R$ 30 milhões a cada R$ 1 de reajuste do salário mínimo.
Esse é o impacto direto da elevação do salário mínimo nas receitas federais. Como remunerações em todo o país vão acompanhar esse movimento de alta, também deve haver um efeito indireto no avanço dos recolhimentos previdenciários.



ASCOM Força Sindical

Prevenção, o maior ato contra o câncer de mama



O Outubro Rosa é um movimento mundial que nasceu em 1997, na Califórnia (Estados Unidos), e tem como principal objetivo a conscientização das mulheres em torno do diagnóstico precoce do câncer de mama. Atualmente, o Outubro Rosa é organizado em várias partes do mundo. No Brasil diversas atividades são realizadas, exames de prevenção são oferecidos gratuitamente às mulheres e principalmente uma forte campanha para informar a importância de se fazer a mamografia, via exame de raio-X, que permite identificar nódulos cancerígenos.
O Sindicato dos Auxiliares, Técnicos de Enfermagem e Empregos em Estabelecimentos de Serviços de Saúde SP (SinSaúde), filiado à nossa Central realizará, no próximo dia 18, a “1ª Caminhada Outubro Rosa”.
O movimento faz parte das ações mundiais no combate ao câncer de mama e tem o apoio da Secretaria Nacional de Políticas Públicas para as Mulheres da Força Sindical. Neste momento é fundamental que todas as entidades filiadas a Força promovam ações de conscientização sobre a importância do exame preventivo. Somente com a mobilização e a participação de todos podemos garantir a saúde das mulheres.



Maria Auxiliadora, secretária Nacional das Mulheres da Força Sindical.




segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Gandu – Marivaldo comemorou aniversário entre familiares e amigos


 

O empresário Marivaldo Cruz Lopes recepcionou em sua fazenda na região da cabeceira, familiares e amigos para comemorar mais um aniversário. Depois de ser homenageado pelos presentes, Marivaldo, agradeceu a Deus e, enalteceu a oportunidade de fazer parte de um grupo de pessoas que está sempre ao seu lado, sobre tudo sua família, que é à base de tudo em sua vida.
Regado a refrigerantes e uma cerveja bem gelada, foi servido um churrasco para os convidados, que se deliciaram e aproveitaram para colocar os papos em dias.


Filho de Jorge Solla é aprovado em concurso da SESAB via cotas raciais



Aprovado em um concurso do governo da Bahia, o filho do ex-secretário de Saúde do Estado e deputado federal eleito pelo PT, Jorge Solla, atuará como médico no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Até aí tudo bem, já que Davi Jorge Fountoura Solla, 29, formou-se em medicina, igual ao pai. O problema é que o jovem entrou pelas cotas reservadas aos profissionais afrodescendentes. Reportagem do Metro 1 mostra que um médico que participou do mesmo processo seletivo fez o seguinte questionamento, em contato com à Rádio Metrópole: “Desde quando o filho de Jorge Solla é negro, hein? A mãe não é negra, o pai não é negro… Além do mais, um menino que estudou nos melhores colégios, faculdades, teve tudo e tentou se garantir pelas cotas achando que tinha mais chance?”, disse o ouvinte, revoltado, que preferiu não se identificar. A boa notícia é que médico não pilota ambulância do SAMU. Em outubro de 2011, Davi Solla voltava de uma formatura no início da manhã de uma sexta-feira com oito pessoas dentro de um veículo quando o condutor perdeu o controle do carro, subiu no calçadão da orla do Porto da Barra e atropelou um pedestre que fazia cooper. Na época, a vítima, o advogado Marcos Tanajaura sofreu ferimentos e precisou ser levado a um hospital de Salvador. David Solla se recusou a fazer o teste do bafômetro e teve sua carteira de habilitação apreendida.
Em agosto deste ano, o governador Jaques Wagner (PT) sancionou a lei que regulamenta a reserva de 30% de vagas à população negra nos concursos públicos estaduais. A nova lei determina que a reserva de vagas será aplicada sempre que o número de vagas oferecidas no concurso público ou no processo seletivo simplificado for igual ou superior a três.

Escreve Grupo Metro
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Estado da Bahia perde terras para Goiás após não comparecer a julgamento



O Estado da Bahia perdeu terras para Goiás decisão desfavorável emitida pelo Supremo Tribunal Federal nesta quarta-feira (8), segundo informações da coluna Tempo Presente, do jornal A Tarde. De acordo com a coluna, a ação foi perdida porque nenhum representante do Estado, autor do processo, compareceu ao julgamento. Com a sentença, a divisa com Goiás tomará como referência o “divisor de águas”, ou seja, os rios da região, e não a escarpa da Serra Geral, como apontava a Bahia. Ainda de acordo com a coluna, nas terras com litígio por ter proprietários baianos e goianos, ganhará a causa quem buscou a Justiça primeiro. Em entrevista à Tempo Presente, o presidente da União de Municípios do Oeste da Bahia, Sérgio Pitt, afirmou que “muitas dessas ações deram entrada na Justiça de Goiás e correram à revelia dos que julgavam estar na Bahia”. Pitt ainda afirmou que a demarcação por divisor de águas foi feita pelo Exército e que “a Bahia não indicou sequer um assistente de perícia”.


Escreve Bahia Notícias


Ao lado de Collor, Dilma prega combate a corruptos



A presidente-candidata Dilma Rousseff (PT) voltou a usar seu discurso de combate “sem tréguas” à corrupção nesta quinta-feira em Maceió (AL), seguindo a estratégia de seus marqueteiros de campanha para se blindar do escândalo na Petrobras. “O meu governo não varre a corrupção para debaixo do tapete”, disse Dilma enquanto dividia o palanque com o senador reeleito Fernando Collor de Mello (PTB-AL), único presidente brasileiro a ter sofrido impeachment por causa de uma serie de escândalos em seu governo.
Collor não discursou. Acusado de receber propina para direcionar licitações na Presidência e de usar dinheiro desviado para bancar despesas pessoais, Collor foi absolvido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em abril dos crimes de peculato, corrupção passiva e falsidade ideológica. No entanto, seu nome voltou a aparecer em investigação da Policia Federal: Collor um dos envolvidos no megaesquema de lavagem de dinheiro combatido pela Operação Lava Jato. Ele recebeu depósitos que somam 50.000 reais do doleiro Alberto Youssef, conforme apuração do Ministério Publico. O caso foi remetido ao Supremo. Dilma subiu no palanque com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que também já foi denunciado por corrupção, e de Renan Filho (PMDB), governador eleito em Alagoas.


Escreve Veja.com

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Em pesquisa Aécio tem 58,8%, Dilma tem 41,2%



Pesquisa Istoé\Sensus divulgada neste sábado (11) mostra que o candidato à Presidência Aécio Neves (PSDB) soma 58,8% das intenções de votos válidos, enquanto que a candidata do PT, Dilma Rousseff, tem 41,2%.
O levantamento feito entre terça-feira, 7, e sexta-feira, 10, e é o primeiro a ser realizado após a divulgação de trechos do depoimento do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, sobre as denúncias na Petrobras.
De acordo com a pesquisa, o índice de eleitores que afirmam não votar em Dilma de forma alguma é de 46,3%. A rejeição de Aécio Neves é de 29,2%.
O levantamento ouviu 2 mil pessoas em 24 estados e 136 municípios. Na pesquisa sobre o total dos votos, Aécio soma 52,4%, Dilma 36,7% e os indecisos, brancos e nulos são 11%, tudo com margem de erro de 2,2% e índice de confiança de 95%.
Nos votos espontâneos, Aécio soma 52,1%, Dilma fica 35,4% e os indecisos são 12,6%. De acordo com a pesquisa, o tucano vence em todas as regiões do País, menos no Nordeste.


Escreve Jornal do Brasil 

Viúva de Eduardo Campos declara apoio a Aécio Neves



A viúva de Eduardo Campos, candidato à Presidência pelo PSB morto tragicamente em agosto, declarou neste sábado apoio a Aécio Neves, do PSDB, que disputa o segundo turno das eleições com a presidente Dilma Rousseff (PT).
"O Brasil pede mudanças, o governo que aí está tornou-se incapaz de realizá-las. Nós continuamos acreditando nos mesmos valores e continuamos com os mesmos sonhos. Só será possível mudar o Brasil, se tivermos capacidade de unir e dialogar, respeitando diferenças", diz Renata na carta, que teve trechos divulgados pela campanha de Aécio.
Aécio almoçou com Renata neste sábado (11), em Recife, após a família Campos declarar apoio ao candidato.
"O que nós estamos fazendo aqui não é uma aliança eleitoral, é um pacto por toda uma vida, pela decência na vida pública brasileira", disse Aécio após o almoço.
Aécio passou o dia em Pernambuco. Mais cedo, em ato em que recebeu o apoio do PSD do Estado, o candidato do PSDB comprometeu-se com uma lista de pautas mais progressistas, sugeridas pelo grupo político de Marina Silva, que ocupou a liderança da chapa do PSB após a morte de Campos e ficou em terceiro lugar na disputa presidencial com mais de 22 milhões de votos. Embora o PSB, partido ao qual a ambientalista é formalmente filiada, já tenha se posicionado a favor de Aécio e apesar da Rede Sustentabilidade, sigla que a ex-senadora tentou criar sem sucesso, ter se declarado contra a candidatura petista, O posicionamento da ex-senadora do Acre só deve ser divulgado no domingo.
Aécio, que teve no Estado de Pernambuco o pior desempenho entre os três principais candidatos, tenta garantir a transferência dos votos recebidos por Marina para a sua candidatura neste segundo turno. Marina obteve pouco mais de 48 por cento dos votos válidos do Estado, contra cerca de 44 por cento de Dilma e apenas 6 por cento do candidato tucano.


Escreve Folha do Poder