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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Itamari – Convite para a grande noite de adoração


Imprensa internacional questiona silencio de lula e Dilma

O jornal El Pais, um dos maiores da Espanha, destacou, neste domingo (17), o silêncio da presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Lula quanto à prisão dos condenados no processo do mensalão. “Um silêncio com simbolismo democrático”, diz o jornal, destacando a dificuldade que deve ter sido, tanto para Lula quanto para Dilma, manterem-se calados quando vêem ser presos “pesos emblemáticas, como José Dirceu”. El Pais lembra que Dirceu ajudou Lula a fundar o Partido dos Trabalhadores, e que ocupava a chefia da Casa Civil, para onde foi Dilma após seu afastamento, por conta dos escândalos do mensalão. Recorda, ainda, que outro dos presos, José Genoíno, era o presidente do PT quando a investigação teve início. A estratégia do silêncio, segundo o El País, foi decidida em reunião de duas horas da qual participaram Dilma Rousseff, Lula, o ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, o da Educação, Aloizio Mercadante, e o presidente do PT, Rui Falcão, além do diretor-presidente do Instituto Lula, Paulo Okamoto. “Dilma Rousseff nem sequer tocou no assunto em sua conta no Twitter”, ressalta a publicação espanhola.
Fonte: Tribuna da Bahia


Congresso facilita repasse a estados e municípios


Na pauta desta terça-feira, projeto da LDO diminui significativamente contrapartidas exigidas de prefeitos e governadores em troca de recursos federais. Atualmente, 93% dos municípios não estão aptos a receber repasses
Com quatro meses de atraso, o plenário do Congresso Nacional prepara-se para votar, nesta terça-feira (19), o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2014. Uma das principais novidades do texto, que serve de parâmetro para a elaboração do Orçamento Geral da União, é a redução da contrapartida financeira para que estados e municípios recebam recursos federais por meio de convênios. A proposta minimiza outra barreira na vida dos governos municipais e estaduais: o cadastro que mostra se o município ou estado está apto ou não a receber recursos federais passa a ter validade de 120 dias.
De acordo com as mudanças, introduzidas pelo relator da LDO, deputado Danilo Forte (PMDB-CE), municípios de até 50 mil habitantes deverão contribuir com apenas 0,1% do valor total do projeto. Atualmente, esse percentual é de 2%.
Nas cidades com população superior a 50 mil habitantes, o mínimo exigido cai de 8% para 1% do valor global. O alívio também será estendido aos governos estaduais: em vez de contribuírem com 10%, terão de apresentar contrapartida de apenas 2%. Nos casos em que o convênio com a União for tocado em consórcio com estados e municípios, o percentual mínimo será de 0,1%, em vez dos atuais 2%.
A Lei de Responsabilidade Fiscal obriga a contrapartida de estados e municípios que realizam programas com recursos federais. Segundo Danilo Forte, as alterações são necessárias para facilitar o acesso de governadores e prefeitos ao dinheiro da União. “Só não extinguimos as contrapartidas porque a Lei de Responsabilidade Fiscal obriga a ter contrapartidas”, disse o relator.
Segundo levantamento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), 93% das prefeituras estão impedidas de receber transferência de convênio por estarem inadimplentes, ou seja, com dívidas ou falhas na documentação. Partiu da entidade o pedido para que o cadastro do Tesouro Nacional sobre a regularidade dos entes municipais e estaduais tenha prazo de validade de quatro meses. O chamado Cauc (Serviço Auxiliar de Informações para Transferências Voluntárias) é uma ferramenta online utilizada para indicar, automaticamente, se o município ou o estado que recebe transferência de recursos da União está em dia com as 22 exigências previstas, como a regularidade previdenciária.
O governo federal tem reclamado de dificuldade para repassar recursos, sobretudo, para pequenas prefeituras, que têm dificuldade em viabilizar projetos e se adequarem às exigências. Para o relator, as mudanças feitas na LDO vão facilitar o acesso de estados e municípios aos recursos federais. “Isso é muito importante para poder viabilizar aquilo que está escrito no Orçamento da União”, defendeu Danilo Forte.
As chamadas transferências voluntárias são recursos financeiros repassados pela União a estados, municípios e ao Distrito Federal por meio de convênios e acordos para a realização de obras e serviços. Diferem das transferências obrigatórias, aquelas previstas na Constituição, como o Fundo de Participação dos Estados (FPE) e Municípios (FPM).
O relatório da Comissão Mista de Orçamento também passa a exigir que dirigentes de entidades não-governamentais beneficiadas com dinheiro público tenham “ficha limpa”. “A instituição ou o dirigente que não tiver com sua documentação toda regularizada e não tiver o exercício da atividade voltado para aquele fim, não pode receber essa transferência”, disse o relator.
A LDO de 2014 modifica, ainda, regras para a “execução provisória”, que define as situações em que o governo pode aplicar dinheiro mesmo sem a aprovação da lei orçamentária. O governo queria que todas as ações do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) pudessem ser levadas adiante no próximo ano, independentemente da aprovação do orçamento. Pelo texto aprovado em comissão, a autorização só será dada para as obras do PAC que já estiverem sendo executadas.
Fonte: Congresso em Foco


Governo analisa como pedir extradição de Pizzolato


Após a fuga para a Europa de Henrique Pizzolato, técnicos da área internacional do Ministério da Justiça começam nesta segunda-feira, 18, a traçar uma estratégia para pedir formalmente à Itália a extradição do ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil condenado a 12 anos e 7 meses de prisão por envolvimento com o escândalo do mensalão.
Pizzolato teria deixado o Brasil há 45 dias. Numa carta divulgada no fim de semana, ele disse que o julgamento teve "nítido caráter de exceção". Além do Ministério da Justiça, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que é o encarregado da acusação no processo do mensalão, deverá encaminhar nesta segunda um pedido de providências ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra Pizzolato.
No Ministério da Justiça, o caso será analisado pela equipe do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional. A tarefa é considerada árdua e de difícil solução. O principal obstáculo é o fato de Pizzolato ter cidadania italiana. A Itália não costuma extraditar seus nacionais. No Brasil, há proibição constitucional de extradição nesse caso.
Outro empecilho, de ordem diplomática, decorre da decisão tomada pelo governo federal, em 2009, de não entregar para a Itália Cesare Battisti, ativista de extrema esquerda que integrou o movimento Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), na década de 70. Battisti foi condenado na Itália à pena de prisão perpétua em processos nos quais foi acusado de envolvimento em quatro assassinatos que foram considerados crimes comuns. Em novembro de 2009, o STF autorizou a extradição do italiano, mas concluiu que a decisão final caberia ao presidente da República. Em um de seus últimos atos como chefe do Executivo, Luiz Inácio Lula da Silva resolveu não entregar Battisti para as autoridades italianas. Com isso, ele foi solto e passou a viver no Brasil.
Por causa desses dois detalhes - a cidadania italiana e o episódio Battisti -, os técnicos do Ministério da Justiça terão de se desdobrar para tentar encontrar uma saída para conseguir a extradição de Pizzolato.
O tratado de extradição firmado em 1989 pelo Brasil e pela Itália estabelece que o país não será obrigado a entregar um nacional. Foi isso o que ocorreu na prática quando o ex-banqueiro Salvatore Cacciola, que tem cidadania brasileira e italiana, fugiu para a Itália. Ele só foi extraditado para o Brasil anos depois, quando deixou a Itália e foi para o Principado de Mônaco.
No caso de Pizzolato, uma saída mais efetiva que deverá ser analisada pelas autoridades brasileiras, inclusive pelo Ministério Público Federal, é tentar bloquear judicialmente os bens do ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil e eventuais rendimentos, impedindo que ele tenha meios suficientes para sobreviver na Europa. Com eventuais dificuldades de ordem financeira, acredita-se que ele será forçado a retornar ao Brasil. Fonte:  jornal O Estado de S. Paulo.


domingo, 17 de novembro de 2013

Gandu - Tira teima será nesta segunda (18)



A pergunta que não quer calar pelos quatro cantos da Cidade: qual pedido vai ser atendido, o do povo ou o do Prefeito? O Prefeito e seus súditos estão investindo alto, para que os Vereadores aprovem o projeto de esgotamento sanitário com a taxa de 80% sobre as contas de água dos contribuintes. Já o povo, pede para que a Câmara não aceite a matéria da forma que chegou ao legislativo, com a famigerada taxa. Exigindo que o Município elabore seu próprio plano de esgotamento sanitário, para que assim possa receber recursos do PAC, executar a obra e licitar a manutenção, sem que seja preciso a intervenção da EMABASA.

Na seção desta segunda (18), saberemos o desfeche final, visto que, na ultima seção em primeira votação, o Governo saiu vitorioso, com o resultado de seis votos a cinco. Lembrando que o Vereador Josuel da Bela Vista (PROS), não compareceu, alegando problemas de saúde, segundo atestado médico apresentado e, o Vereador Uziel Barreto (PROS), só vota em caso de empate, usando sua prerrogativa de Presidente, com o voto de minerva.  

Gandu – Vereador garante que comparecerá a seção e votará como quer sua comunidade


O vereador Josuel da Bela Vista (PROS), foi alvo de muitas criticas e interrogações, na seção da ultima segunda feira (11), quando foi pautado em primeira votação, o polêmico projeto de implantação do esgotamento sanitário no Município, com a taxa de 80% como pretende a EMBASA e o Prefeito Ivo Peixoto (PCdoB). O parlamentar que reside e foi eleito em uma comunidade composta em sua maioria, por famílias carentes, não compareceu a votação apresentando um atestado médico. Muitos foram os comentários, mas o Edil que também é Servidor Público, ouviu moradores dos Bairros, Bela Vista e Juvêncio Leal e, provará que realmente continua ao lado daqueles que o elegeu. Josuel afirmou que realmente encontra-se enfermo, prova é que esteve internado na UTI do Hospital São Rafael em Salvador, por alguns dias, sendo que seu estado se saúde ainda requer cuidados, inclusive com o emocional. Mesmo assim, atendendo ao clamor popular, mesmo tendo em mãos um atestado médico que lhe garante até quinze dias de repouso, fará valer os votos recebidos, comparecendo a seção desta segunda (18) e, votando como quer a maioria da população, sobre tudo, os menos favorecidos, pela rejeição da proposta do Governo em onerar o bolso dos contribuintes.





Palestrante de ponta estará em Gandu


Conta de energia terá aumento em 2014


A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) começará a cobrar o consumo a partir da classificação do sistema de bandeiras tarifárias. Por causa da seca, este ano foi necessário ligar as termelétricas, que são mais caras para o governo. A partir de 2014, se ligadas novamente, seja pelo baixo nível da água, seja pelo alto consumo de energia, a conta será dividida entre os consumidores da região que apresentar o gasto excessivo com energia. De acordo com a Aneel, a aplicação das bandeiras será realizada conforme os valores do Custo Marginal de Operação (CMO) e do Encargo de Serviço de Sistema por Segurança Energética de cada subsistema das regiões brasileiras. Se o operador nacional do sistema elétrico identificar que houve consumo elevado, será emitido um aviso para as distribuidoras de energia e todos os consumidores daquela região pagarão o valor de acordo com a cor da bandeira. Se for verde, não haverá alteração. Mas se for amarela, o acréscimo é de R$ 1,50 a cada 100 kWh consumidos. Se for vermelha, o valor sobe para R$ 3 a cada 100 kWh.

Fonte: Economia & Negocio

Lula telefona para os companheiros


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva telefonou nesta sexta-feira (15) para o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu e para o ex-presidente do PT José Genoino logo após saber da expedição dos mandados de prisão contra os dois. "Estamos juntos", disse Lula aos companheiros. Apesar de manifestar solidariedade, Lula acertou com a presidente Dilma Rousseff uma estratégia para não prolongar o desgaste. Em vigor desde o ano passado no Palácio do Planalto, a lei do silêncio sobre os desdobramentos do mensalão será mantida, sob o argumento de que decisão judicial é para ser cumprida. "Nós temos um acordo de não falar sobre esse assunto", disse o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral). Lula passou o feriado em sua chácara, no interior paulista, e foi de lá que ligou para Dirceu e Genoíno. Na quinta-feira (14), ele avisou que não compareceria ao 13° Congresso do PC do B, em São Paulo, pois estaria ali representado por Dilma e por Falcão. A presidente, por sua vez, não mencionou a prisão dos petistas, citada pelo presidente do partido anfitrião, Renato Rabelo.

Fonte: Poder & Política

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