150 famílias que receberam um cadastro reserva do governo e
que nunca tiveram uma decisão, voltaram a ocupar uma área de 150 lotes medindo
cada um 6/12 m, ao lado do local onde esta sendo construída algumas unidades do
programa minha casa minha vida, nas imediações das casas populares, em uma área
de propriedade do município. Varias tentativas de reunião com o prefeito foram
pleiteadas sem alcançar exito, inclusive apelaram para a câmara de vereadores,
intermediar, mas até hoje esperam pela
promessa do presidente que garantiu que conseguiria uma reunião com o prefeito.
Para não atrapalhar o andamento das construções das casas ali
já existentes, fizeram um a cordo com a ADEBASUL (Associação comandada por Geron
do PT), para não fosse ultrapassados os limites da associação. Segundo os ocupantes, a
paciência se esgotou e que estão decididos a continuarem dentro do terreno.
Para se ter uma ideia, eles próprios estão demarcando as ruas e será proibido que sejam construídos barracos.
Entre eles, escolheram como líder para as negociações, o
ativista politico social, Beto de Vavá, que já declarou que ele mesmo não quer
lote algum, por possuir casa própria, apenas quer ajudar a mediar as negociações.
Durante o movimento, houve comentários de que nesta quarta (22) o governo estaria
usando força policial para retira-los do
local.
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