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quarta-feira, 11 de junho de 2014

Gandu – Governo não aceita o contraditório e inverte contra opositores


O município de Gandu está vivendo um momento atípico na política. Era de costume na câmara municipal, ver duas bancadas de vereadores, uma que dava sustentação ao governo e, outra que fazia oposição seguindo as diretrizes do principal oposicionista. Quem não se lembra da postura arrojada e destemida de José Antônio Santana (Reizinho) e de Gil Marcelo (Bagatine), durante o governo de Zebrão; ou um pouco lá atrás, podemos nos recordar do saudoso Gideon Andrade, com seu posicionamento firme contra o sistema. Em uma história, mas recente, nos recordamos das atitudes radicais do vereador Emetério Palma em suas investidas contra o ex-prefeito Neco, onde era contra a tudo que acontecia no município, apenas para não admitir que algo de bom estava a acontecer, chegando até mesmo a agredir verbalmente o gestor e o denunciado nos tribunais em todas as estancias. Além dos seus radicais pronunciamentos, o parlamentar juntamente com os colegas Uziel Barreto e Ayonara Castro distribuía mensalmente, um informativo patrocinado pelos opositores da época. Ou mesmo na gestão da ex-prefeita Irismá Silva (PCdoB), onde a maioria na casa legislativa, fazia oposição ao seu governo, inclusive a tornando, inelegível. 
No entanto hoje, o prefeito Ivo Peixoto (PCdoB), que gastou muito dinheiro público para ter a maioria na composição da câmara, não aceita e inverte nos bastidores contra os cinco vereadores que atualmente não lê em sua cartilha e, que por sinal, também não segue as diretrizes políticas do seu principal opositor, que inegavelmente é o ex-prefeito Neco Kanguçu (PP). Pela primeira vez na história de Gandu, o parlamentar que tenta exercer uma das mais importantes prerrogativas, que é a de fiscalizar o erário público, é execrado pelo governo e seus súditos. Para a “corte comunista”, vereador bom, é aquele que usa a tribuna do parlamento apenas para parabenizar a gestão, até mesmo por uma simples troca de lâmpada. Mas acha normal se pagar mensalmente 35.000,00 (trinta e cinco mil reais), mensais a Plena Propaganda e Marketing.
Desta forma, políticos que há pouco tempo, defendia o direito a uma administração participativa, não aceita que nem mesmo aqueles que forram eleitos para desenvolver o papel de fiscal, possam ter acesso  informações das ações do poder público.



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