sábado, 21 de dezembro de 2019
Gandu – Prefeito paga 13º, antecipa o salário de dezembro e distribui 09 mil toneladas de frango




O prefeito Leonardo Cardoso (PP), vem a cada dia
surpreendendo até mesmo seus maiores críticos, com uma postura de
comprometimento com seu município. Nesta sexta-feira (20), foi creditado nas
contas do funcionalismo público, os valores referentes ao 13º salário e os
vencimentos do mês de dezembro, o que vai diretamente aquecer o comercio local
e a feira-livre.
A cidade está quase intransitável, devido o
movimento de veículos e pessoas de Gandu e região.
“Nossos comerciantes e feirantes, esperam esta
época do ano para vender seus produtos e, esta é uma forma de está contribuindo
diretamente para a geração de empregos, mesmo que temporários”. Afirmou o
alcaide, que além de fazer uma administração voltada para gestão pública,
também não deixa de fazer o social.
Neste sábado (21), foi distribuído através da secretaria do desenvolvimento social, 09 toneladas de frango
para mais de 03 mil famílias carentes.
“Só tenho a agradecer a Deus por ter proporcionado
a oportunidade de trabalhar para quem mais precisa. É gratificante ver o
sorriso e brilho no olhar das pessoas”. Disse emocionado o jovem gestor, que
neste domingo (15) inaugura as novas instalações da tradicional Praça São José.
Wenceslau Guimarães – Prefeito assina ordem de serviço da construção de uma Escola padrão FNDE com 12 salas de aula




Na
manhã desta sexta-feira (20), o prefeito Kaká (PRB), assinou a ordem de
serviços de uma obra que vai entrar para a história do município, uma Escola
padrão FNDE com 12 salas de aula.
Além
da presença do alcaide, o ato contou com as presenças de vereadores,
secretários, lideranças políticas e da comunidade. A unidade de ensino será
construída no Bairro Osvaldo José de Souza, onde atenderá estudantes da sede e
da zona rural.
É importante
salientar, da participação do deputado federal Paulo Azi (Dem), que vem
correspondendo com a expressiva votação recebida nas ultimas eleições.
Para
finalizar o ano com chave de ouro, o prefeito Kaká, que já paga o 13º salário nas
respectivas datas de aniversário de cada servidor,
depositou nesta sexta os valores referentes aos vencimentos do mês de dezembro
antecipadamente, fazendo aquilo que em anos anteriores, não se pagava nem mesmo
com atraso.
Itamari - Inaugurado o novo PA do Bradesco e servidores já tem o 13º depositado nas respectivas contas





A prefeitura Municipal de Itamari através de inúmeras solicitações junto a gerência geral do Banco Bradesco consegue trazer um novo PA Bradesco para o município.
“Estamos
orgulhosos e felizes pela perspectiva de melhoria do comércio local e melhor
atendimento a comunidade Itamariense!!!”
Exclamou
a prefeita Palloma, que honra mais uma vez o compromisso com o funcionalismo
público, depositando os valores correspondentes ao 13º salário.
'Bendito empurrão' - Padre Marcelo Rossi diz ver novo sentido à vida


Padre
Marcelo Rossi, 52, acaba de completar 25 anos de sacerdócio, mas afirma que é
como se estivesse começando agora. O pároco diz sentir uma nova disposição e um
novo sentido de vida. Voltou a lançar músicas, prepara um livro e quer se fazer
cada vez mais presente na internet e nas redes sociais, porque, na visão dele,
é o lugar em que o jovem está. Todo esse novo entusiasmo
surgiu depois que ele foi empurrado por uma mulher durante uma missa em
Cachoeira Paulista (a 212 km de São Paulo), em 14 de julho. Para o padre, foi
um milagre o fato de não ter acontecido nada de grave com ele, apesar da
queda de quase dois metros de altura.
"Bendito
empurrão. Está vendo, uma coisa que poderia ser a minha morte, se tornou para
mim uma forma de motivação. Eu só posso agradecer", diz ele à
reportagem. Rossi conta que perdoou a mulher, cujo nome não foi divulgado,
logo depois do empurrão. Para a polícia, ela disse que sofre de
transtorno bipolar e passa por tratamento psiquiátrico. Desde o
acidente, o sacerdote conta que as pessoas o têm procurado muito mais.
"Elas sempre vieram falar comigo, mas agora elas perguntam: 'Você está bem
mesmo?' E muitas querem me tocar. Podem me tocar, não tem problema
nenhum."
O
sacerdote diz também que a morte de Gugu Liberato aos 60 anos,
vítima de uma queda em sua casa em Orlando (EUA), foi outra coisa que mexeu
demais com ele e o fez valorizar ainda mais a vida. Marcelo Rossi era um dos
convidados mais assíduos do programa Domingo Legal (SBT), no fim dos anos
1990 e início de 2000, na época comandado pelo apresentador.
"Era
para ele [Gugu] quebrar o pé, mas bateu a cabeça. Nós somos tão frágeis.
Eu fui empurrado, não tem explicação [não ter acontecido nada], eu preciso
agradecer a Deus", reafirma.Participar de atrações da televisão
aberta -além do Domingo Legal, o sacerdote era presença constante no
Domingão do Faustão e no Planeta Xuxa, ambos da Globo- foi essencial para
o padre Marcelo Rossi popularizar as suas músicas e alcançar o seu
objetivo, segundo ele, "levar a palavra de Deus" para as pessoas.
Agora, ele quer novamente isso, mas com uma outra meta:
atingir os jovens, especialmente na faixa dos 13 aos 25 anos. O primeiro passo
nessa empreitada é usar, mais uma vez, a música. De olho nisso, acaba de
lançar nas plataformas digitais o EP "Maria Passa à Frente" com
seis músicas: "Maria Passa à Frente", gravada em parceria com o
cantor sertanejo Gusttavo Lima; "Jesus te Deu Uma Mãe";
"Fiel Guardião"; "Sopra em Nós"; "Colo de
Mãe"; e "Rainha dos Anjos do Céu", esta última lançada nesta
quinta-feira (19).
"Agora, mais do que nunca, eu destaco a importância
da música. Quem canta reza duas vezes. Por meio da música, você toca as
pessoas", diz. As seis canções, afirma ele, passam a mensagem da superação
dos problemas com a ajuda da fé em Deus. Mas Rossi faz questão de ressalvar:
"Eu não sou cantor, sou padre".
Famosidades
Fies exigirá 400 pontos na redação do Exame Nacional do Ensino Médio

O
Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) passará a exigir nota mínima de 400
pontos na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Esta foi uma das
mudanças aprovadas pelo Comitê Gestor do Fies. Além disso, a partir de 2021, o
programa poderá ter uma redução na oferta de vagas financiadas pelo governo
federal. Até então, não havia a exigência de uma nota mínima na redação do
Enem, era necessário apenas não ter zerado a prova, mesmo critério usado para
seleção de estudantes para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferta
vagas em universidades públicas, e para o Programa Universidade para Todos
(ProUni), que oferece bolsas de estudo em instituições particulares de ensino
superior.
Agora,
além da nota mínima na redação, continua valendo a regra de nota média mínima
de 450 pontos nas provas objetivas do Enem. Ficou também mais difícil mudar de
curso dentro da instituição de ensino. Agora, para serem transferidos, os
estudantes beneficiados pelo Fies precisam ter resultado igual ou superior à
nota de corte do curso de destino desejado. De acordo com o Ministério da
Educação (MEC), as mudanças foram feitas para garantir “a meritocracia como
base para formar profissionais ainda mais qualificados”.
Redução das vagas e
inadiplencia:
O
comitê gestor aprovou também a possibilidade de redução das vagas mantidas pelo
governo federal, ofertadas aos estudantes em condições socioeconômicas mais
vulneráveis. As vagas poderão passar de 100 mil em 2020 para 54 mil em 2021 e
2022, caso não haja alteração nos parâmetros econômicos atuais. Segundo a pasta
da Educação, os valores serão revistos a cada ano, “podendo voltar a 100 mil
vagas caso haja alteração nessas variáveis ou aportes do MEC”.
Por outro lado, o comitê
flexibilizou as regras do P-Fies, modalidade mantida por fundos constitucionais
e de desenvolvimento e por bancos privados. Agora, para contratar essa
modalidade, não será mais preciso ter feito o Enem e não há mais limite de
renda. Além disso, será possível contratar esse financiamento durante todo o
ano e não mais apenas nos processos seletivos do Fies.
O
Fies oferece financiamento a estudantes de baixa renda em instituições
particulares de ensino, a juros mais baixos que os de mercado. O programa, que
chegou a firmar, em 2014 mais de 732 mil contratos, sofreu uma série de
mudanças e enxugamentos. O programa foi dividido, em 2018 em Fies juro zero e
P-Fies. O Fies juro zero, financiado pelo governo federal, é voltado para
alunos cuja renda familiar bruta mensal por pessoa não ultrapasse três salários
mínimos. Já o P-Fies, que deixa de ter limitações, era voltado para estudantes
cuja renda familiar bruta mensal por pessoa não excedesse cinco salários
mínimos.
Um
dos principais motivos para as mudanças feitas nas regras do Fies, de acordo
com gestões anteriores do MEC, é a alta inadimplência no programa, ou seja,
estudantes que contratam o financiamento e não quitam as dívidas. O percentual
de inadimplência registrado pelo programa chegou a atingir 50,1% de acordo com
dados do MEC. Em 2016, o ônus fiscal do Fies foi de R$ 32 bilhões, valor 15
vezes superior ao custo apresentado em 2011. O comitê gestor aprovou agora a
possibilidade de cobrança judicial dos valores devidos. A judicialização poderá
ser feita no caso dos contratos firmados até o segundo semestre de 2017 com
dívida mínima de R$ 10 mil. O ajuizamento deverá ser feito após 360 dias de
inadimplência na fase de amortização, ou seja, do pagamento em parcelas dos
débitos.
Hoje,
segundo a pasta, a cobrança de quaisquer valores é feita no âmbito
administrativo. Pela resolução aprovada pelo comitê, só continua a se enquadrar
nesse campo quem deve menos de R$ 10 mil. O devedor e os fiadores poderão ser
acionados. As medidas não foram bem aceitas por instituições de ensino
privadas. Para o diretor executivo da Associação Brasileira de Mantenedoras de
Ensino Superior (Abmes), Sólon Caldas, as mudanças “vão acabar de enterrar o
programa”. Ele defende um modelo novo, que atenda à necessidade da sociedade e
acrescenta: "O Fies precisa ser visto pelo governo como investimento na
educação.”
De
acordo com Caldas, os estudantes que cumprem os critérios socioeconômicos
exigidos pelo Fies juro zero geralmente não atendem aos critérios de nota,
gerando um “gargalo no programa”. Ele diz ainda que o P-Fies, contratado
junto aos bancos, "não resolve o problema".
Agencia Brasil
quinta-feira, 19 de dezembro de 2019
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