
domingo, 12 de maio de 2019
sexta-feira, 10 de maio de 2019
Mensagem do Vereador Bozó a todas a mães, especialmente as ganduenses!
Mãe
é amor incondicional, amor sem preconceito, amor com doação, amor com dedicação!
Mãe
é toda aquela que gerou, adotou e criou dando a um ser vivo a oportunidade de
aprender, crescer e pronunciar o nome Mãe em todos os momentos de sua vida, sejam eles, tristes ou alegres!
Feliz
Dia das Mães, são os desejos do seu filho e vereador Adeilton Leal - BOZÓ
Ipiaú - Mesa Diretora não atende convocação do executivo para sessão extraordinária

A Mesa Diretora da Câmara Municipal de Ipiaú não atendeu ao
pedido da Prefeita Maria das Graças para a realização de uma sessão
extraordinária a ser realizada às 10h dessa quinta-feira, 09. Os sete
vereadores da situação compareceram em frente à Câmara, assim como dezenas de
cidadãos, mas não tiveram acesso ao salão do legislativo municipal, que durante
a manhã manteve as portas fechadas.
O pedido da prefeita foi amparado jurídico no Art. 136 do
Regimento Interno da Câmara e visava a votação do Projeto de Lei nº 008/2019,
que autoriza o Poder Executivo Municipal a contratar operação de crédito no
valor de até R$ 4 milhões de reais junto ao Desenbahia para serem
investidos em calçamentos de ruas e construção de novas praças. A atitude dos
vereadores de oposição foi duramente criticada por moradores de localidades sem
pavimentação.
O imbróglio em relação ao Projeto de Lei já dura mais de três
semanas. Nesse período duas sessões deixaram de acontecer por falta de quórum.
Os vereadores da base da prefeita defendem que o projeto do Desenbahia já
deveria ter sido colocado em votação, antes das contas do ex-gestor Deraldino
Araújo. A sessão desta quinta-feira, 09, deve contar com as presenças dos 13
vereadores e deve ser bem movimentada.
Fonte: Giro em Ipiaú
Gandu – Vereador é reconhecido pelo 3º ano consecutivo como destaque no legislativo municipal
Autor de mais de 30 Projetos de Lei, dezenas de indicações,
além do seu trabalho sócio-cultural, Adeilton Leal – Bozó [PHS], recebeu pelo
3º ano seguido o prêmio de vereador destaque, em pesquisa de opinião pública,
realizada pela empresa “Objetiva Pesquisas & Divulgação”. através de
questionários respondidos no comercio e em Bairros da cidade, no mês de março
de 2019.
Segundo dados colhidos, sua postura coerente e vivendo o que
prega, Bozó se destacou ainda, devido sua posição de defender no legislativo o
que acredita, a exemplo da bandeira em defesa da cultura, dos trabalhadores,
das minorias e das pessoas menos favorecidas, sempre com um pronunciamento firme
e de linguagem de fácil entendimento por parte da população.
Ainda segundo a sondagem, na segunda posição, ficou o
petista, Cicynho, com 21% na opinião dos participantes, enquanto Bozó, obteve
36%.
Vale salientar, que não aconteceu nenhum evento bancado pelos
premiados, como já aconteceu em algumas oportunidades.
Além do vereador, empresas e personalidades também foram
avaliados, se destacando quem realmente vem prestando bons serviços, seja no setor
público ou privado, a exemplo da Eletrodisco, que em mais uma oportunidade
ficou com o 1º lugar no segmento de móveis e eletrodomésticos.
Em suas palavras de agradecimentos a todas aquelas pessoas
que lhe concederam esta honraria, Bozó dedicou a premiação a memoria da sua
mãe, falecida há 08 anos.
“Temos a certeza de que se aqui estivesse, estaria muito
contente em nos vê dando nossa singela contribuição ao nosso município”. Disse o
edil.
Índices alarmantes na saúde pública na Bahia demandam ações urgentes do Governo – Pelos profissionais, Dra. Lourdes Alzimar e Dr. José Henrique

O
SINDIMED participou da Primeira Reunião do Fórum de Vigilância Epidemiológica,
no dia 12 abril, na sede do Ministério Público Estadual, no Centro
Administrativo da Bahia, a convite do promotor de Justiça Rogério Queiroz,
coordenador do Centro de Apoio Operacional da Defesa da Saúde do MP (Cesau). As
palestras versaram sobre o Cenário Epidemiológico e sucessos e fracassos no
controle de doenças infecciosas no Brasil, com ênfase na tuberculose,
multirresistências e arboviroses.
Foi dito que, como consequência
da transição demográfica associada a alterações ambientais e desigualdades
sociais, observa-se um novo perfil de doenças nas populações negligenciadas,
como a emergência de um padrão epidemiológico urbano da leptospirose,
reemergência da dengue na América Latina (três em cada quatro municípios
brasileiros estão densamente infestados pelo A aegypti), risco do
desenvolvimento de doença de Chagas em Salvador, além da permanência da
tuberculose, uma das dez principais causas de morte em todo o mundo.
Representando
o Sindimed-BA no Fórum, chamei a atenção sobre o cenário epidemiológico da
Bahia. Nosso estado vive uma epidemia de sífilis: foram 26.574 casos de sífilis
adquirida no período compreendido entre 2012 a 2017. Isso representa um
incremento de 390%, ao lado de aumento de 966% na sífilis na gestante e 571% na
sífilis congênita em menores de um ano, de 2007 a 2017. Com relação à Hanseníase, entre 2006 e 2017, houve alto coeficiente de
detecção geral e de detecção em menores de 15 anos e percentual regular de cura
de casos novos (abaixo da meta). Os casos de infecção por HIV aumentaram 1213%,
de 2007 a 2017, lembrando que a notificação compulsória se deu a partir de
2014.
A
taxa de incidência de tuberculose tendeu à redução nos últimos anos (em
Salvador, essa taxa é quase duas vezes maior que a da Bahia e a do Brasil),
assim como houve queda de 8,1% na taxa de mortalidade pela doença. No estado, o
aumento ‘da taxa de coinfecção TB/HIV alcançou 232,3%, de 2008 a 2017. Na Bahia, até a V Semana Epidemiológica (30/12/2018 a 02/02/2019), em
comparação com o mesmo período de 2018, observa-se aumento de 226% para os
casos prováveis de Dengue. Redução de 82,1% para os casos suspeitos de Zika e
redução de 53,6% para os casos suspeitos de Chikungunya.
A cobertura vacinal sofreu redução acentuada, desde 2015, chegando a
ser, em relação à poliomielite, de 57,27 % em 2018 (98,45% em 2008), e, em
relação à tríplice viral, de 60,66% em 2018, bem diversa da taxa de 102,05%, em
2008. Ademais, a homogeneidade dessa cobertura para sarampo e rubéola (meta
70%) caiu de 71,7%, em 2007, para 37,65%, em 2016. A Lei 8080/90 determina que “a missão da Vigilância Epidemiológica é
proporcionar conhecimento, detecção ou prevenção de qualquer mudança nos
fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva, com a
finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das
doenças ou agravos”.
O que a Vigilância Epidemiológica da SESAB está fazendo para cumprir o
que a lei determina? Por que a saúde dos baianos encontra-se afetada dessa
maneira? O que explica índices tão baixos de cobertura vacinal, a epidemia de
sífilis (adquirida, na gestante e em crianças menores de um ano, comprometendo
o futuro de toda uma geração), além dos índices alarmantes de dengue na
Bahia???
Faz-se necessário e urgente que a Secretaria de Saúde do Estado da
Bahia priorize a população acometida por esses agravos. As equipes de saúde
devem ser capacitadas para atuar nesse cenário através de ações contínuas e
integradas, para que medidas de controle apropriadas sejam implementadas, pois
o baiano exige saúde padrão GGG.
Fontes: Boletim Epidemiológico arboviroses, Bahia, 2019 Cenário
Epidemiológico da Bahia: DIVEP/SESAB/SUVISA
Dra. Lourdes Alzimar Mendes de
Castro
Médica Pneumologista e Diretora
de Organização, Administração e Patrimônio do Sindimed-BA
Dr. José Henrique Silva Barreto
Médico pediatra, oncologista e pneumologista
Uma mensagem do comunicador, Naldo Silva
Ela tem a
capacidade de ouvir o silêncio
Adivinhar sentimentos.
Encontrar a palavra certa nos momentos incertos.
Nos fortalecer quando tudo ao nosso redor parece
ruir.
Sabedoria emprestada dos deuses para nos proteger e
amparar.
Sua existência é em si um ato de amor.
Gerar, cuidar, nutrir.
Amar, amar, amar...
Amar com um amor incondicional que nada espera em
troca.
Afeto desmedido e incontido, Mãe é um ser infinito.
Federação francesa suspende Neymar por três partidas por agredir torcedor

Pouco menos
de duas semanas depois, a Federação Francesa de Futebol (FFF, na sigla em
francês) anunciou nesta sexta-feira uma suspensão de três jogos ao atacante
brasileiro Neymar pela agressão a um torcedor que o provocou após a derrota do
Paris Saint-Germain na disputa por pênaltis na final da Copa da França, no dia
27 de abril, no Stade de France, em Paris, contra o Rennes.
A
punição, que também inclui outras duas partidas que o atacante do Paris
Saint-Germain não terá que cumprir agora, mas que serão adicionadas em uma
futura suspensão como reincidente, terá efeito somente a partir desta
segunda-feira, de acordo com a FFF.
Assim, Neymar poderá jogar contra o Angers, neste sábado,
fora de casa, pela 36.ª rodada do Campeonato Francês. Será o seu último
compromisso pelo Paris Saint-Germain na temporada, já que perderá as duas
últimas partidas contra o Dijon, em Paris, e contra o Reims, também como
visitante. O terceiro jogo da suspensão só será cumprido na disputa do título
da Supercopa da França, que será disputada em Shenzhen, na China, em agosto,
contra o Rennes.
A suspensão foi causada pela reação de Neymar à
provocação de uma pessoa no momento de receber a medalha de vice-campeão. O
brasileiro subia as escadas em direção às tribunas do Stade de France quando
aconteceu o fato. "Você, aprende a jogar futebol", disse o torcedor
ao atacante, que respondeu com um soco, sem muita força, no rosto. Em um vídeo,
é possível ouvir o rapaz ofendendo outros jogadores do Paris Saint-Germain como
Buffon, Kurzawa e Marco Verratti, este último chamado de racista.
"Tô errado? Tô. Mas ninguém tem sangue de barata",
escreveu o brasileiro após a agressão em sua conta no Instagram. Mas o técnico
do Paris Saint-Gerain, o alemão Thomas Tuchel, criticou o comportamento do
atacante. "Não gostei nada. Não é possível que faça isto, simplesmente não
é possível", disse.
Caderno dos Esportes
Governo lança nova versão do Estatuto da Criança e do Adolescente

O
Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos lançou na tarde de hoje
(10) uma nova versão do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). No evento
de lançamento, a ministra Damares Alves disse que é urgente a necessidade de um
pacto pelas crianças.
“O tema criança tem que
estar o tempo todo na pauta. A infância tem que estar na pauta do Congresso, do
Judiciário, do Executivo, da imprensa. Precisamos dar uma atenção à infância
como nunca. Urge a necessidade de um pacto pelas crianças no Brasil”.
A
nova versão do ECA institui a Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na
Adolescência, a acontecer sempre na semana do dia 1º de fevereiro. O novo
estatuto também institui a Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas
e cria o Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas. Dentro dessa política,
está a proibição de crianças ou adolescentes menores de 16 anos de viajar
desacompanhado.
“Agora só pode viajar
acompanhado ou com autorização. Não estamos retrocedendo, estamos protegendo as
crianças. Vamos nos unir em defesa da infância”, defendeu Damares. A ministra
também destacou a criação do cadastro para agilizar a busca de desaparecidos.
“Vamos trazer tecnologias
avançadas na busca das crianças desaparecidas. E vamos entender o número,
porque vamos ter um cadastro nacional. Então, o cadastro nacional vai nos dar a
oportunidade de conhecer quantas são e trabalhar com tecnologia de busca com a
polícia, com as redes sociais.
Para a secretária nacional
dos Direitos da Criança e do Adolescente, Petrúcia Melo, a pasta precisa de
recursos para garantir a proteção das crianças. “São muitos desafios que estão
aqui. Para efetivar a política pública precisamos de recursos. E estamos
mobilizados a levantar esses recursos para garantir que crianças e adolescentes
tenham direitos, que elas possam ter uma vida tranquila”.
Com informações
da Agencia Brasil
Governo da Venezuela anuncia reabertura da fronteira com o Brasil

O
governo venezuelano anunciou, hoje (10), a intenção de reabrir a fronteira do
Brasil com a Venezuela. A medida foi anunciada pelo vice-presidente de
Economia, Tareck El Aissami, que também informou que as fronteiras entre a
Venezuela e Colômbia permanecerão fechadas. Segundo o Núcleo de Policiamento e
Fiscalização da Superintendência da Polícia Rodoviária Federal em Roraima, até
as 15 horas, o tráfego de veículos continuava retido e não havia nenhuma
comunicação oficial ao órgão, que está com efetivo rotineiro a postos na
BR-174.
Além
de voltar a liberar o tráfego de veículos entre Pacaraima, em Roraima, e Santa
Elena de Uairén, no estado de Bolívar, o governo do presidente Nicolás Maduro
permitirá o livre acesso a Aruba. Outras duas ilhas venezuelanas no Caribe,
Curaçao e Bonaire, bastante procuradas por turistas estrangeiros, permanecerão
“fechadas”.
“A partir de hoje, ficam
reestabelecidas as fronteiras com Aruba e com o Brasil”, declarou Aissami antes
de completar que a Venezuela manterá fechada as fronteiras com a Colômbia,
Curaçao e Bonaire até que “cessem as hostilidades, o assédio e a facilitação à
entrada de grupos paramilitares para agredir ao povo venezuelano”.
O presidente venezuelano,
Nicolás Maduro, determinou que militares venezuelanos restringissem o fluxo de
pedestres e veículos entre os dois países no dia 21 de fevereiro deste ano,
dois dias após o governo brasileiro anunciar o envio de alimentos e remédios
para a população venezuelana. Desde então, moradores de Santa Elena de Uiarén e
de Pacaraima tiveram a rotina alterada. Principalmente do lado venezuelano,
onde a vigilância é constante para impedir a entrada do que o Brasil classifica
como ajuda humanitária. Apesar da interrupção do trânsito de veículos, pessoas
continuaram atravessando, a pé, de um lado para o outro. Principalmente os
venezuelanos se aventuram por rotas alternativas à BR-174 para transitar entre
os dois países, carregando alimentos e outros produtos adquiridos do lado
brasileiro. Até mesmo crianças e adolescentes de Santa Elena de Uairén
continuaram cruzando a fronteira para seguir frequentando aulas do lado
brasileiro, onde estão matriculadas.
O
fechamento da fronteira foi mais um episódio na crise política e humanitária
que se instaurou na Venezuela nos últimos anos, motivando milhões de
venezuelanos a deixarem o país fugindo à falta de segurança, de alimentos e de
remédios e aos problemas na prestação de serviços públicos. A maioria destes
imigrantes buscou refúgio na Colômbia, país que, segundo algumas estimativas,
já recebeu mais de 1,2 milhão de venezuelanos.
Muitos venezuelanos vieram
para o Brasil, entrando por Roraima. De acordo com o escritório brasileiro da
Agência das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), até março deste ano, mais de
240 mil venezuelanos ingressaram em território brasileiro alegando fugir da
instabilidade política em busca de melhores condições de vida. Quase metade
deste total seguiu viagem para outros países de língua hispânica ou
simplesmente retornou ao seu país natal após algum tempo. Até março, o Brasil
já havia concedido refúgio ou visto de residência temporária a cerca de 160 mil
venezuelanos, de acordo com a Acnur.
Agencia
Brasil
Assinar:
Postagens (Atom)



