segunda-feira, 17 de setembro de 2018
sábado, 15 de setembro de 2018
Mensagem de Reflexão – A Vida mim ensinou

A vida me
ensinou a dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração;
Sorrir às pessoas que não gostam de mim, para lhes mostrar
que sou diferente do que elas pensam;
Fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade,
para que eu possa acreditar que tudo vai mudar;
Calar-me para ouvir; aprender com meus erros. Afinal eu posso
ser sempre melhor.
A lutar contra as injustiças; sorrir quando o que mais desejo
é gritar todas as minhas dores para o mundo.
A ser forte quando os que amo estão com problemas; ser
carinhoso com todos que precisam do meu carinho; ouvir a todos que só precisam
desabafar;
Amar os que me machucam ou querem fazer de mim depósito de suas
frustrações e desafetos; perdoar incondicionalmente, pois já precisei desse
perdão;
Amar incondicionalmente, pois também preciso desse amor; a
alegrar quem precisa; a pedir perdão; a sonhar acordado; a acordar para a
realidade (sempre que fosse necessário); a aproveitar cada instante de
felicidade; a chorar de saudade sem vergonha de demonstrar;
Me ensinou a ter olhos para "ver e ouvir estrelas",
embora nem sempre consiga entendê-las; a ver o encanto do pôr-do-sol;
A sentir a dor do adeus e do que se acaba, sempre lutando
para preservar tudo o que é importante para a felicidade do meu ser; a abrir
minhas janelas para o amor; a não temer o futuro;
Me ensinou a aproveitar o presente, como um presente que da
vida recebi, e usá-lo como um diamante que eu mesma tenho que lapidar, lhe
dando forma da maneira que eu escolher.
(Charles Chaplin)
Causos de Política - Poder sem Pudor

Certos casos da política, de
tão inacreditáveis, acabam virando parte do anedotário. Ou vice-versa: algumas
piadas traduzem tão bem determinadas características da cultura política que
assumem ares de verdade.
Movimento subversivo
Ovídeo
de Abreu, secretário do Interior de Minas Gerais nos anos 70, gostava de falar
difícil e isso sempre criava confusões. Certa vez ele soube que a cidade de Bom
Sucesso sofreria um pequeno tremor de terra. Preocupado, expediu um telegrama
ao prefeito:
Movimento telúrico
desbaratado, epicentro preso, incomunicável, cadeia local.
Motivo
demora resposta: terremoto nossa cidade.
Fonte: GGN
Gabrielli é dado como certo em ministério se Haddad for eleito, diz coluna
O
nome do ex-presidente da Petrobras e um dos coordenadores da campanha do PT à
Presidência da República, José Sérgio Gabrielli, é dado como certo no
ministério das Minas e Energia, caso Fernando Haddad (PT) seja eleito. Pelo
menos é o que afirma a coluna Expresso, da revista Época.
Segundo a publicação,
Gabrielli representa o PT em eventos de energia voltados aos presidenciáveis e
é influente na campanha de Fernando Haddad à Presidência da República.
Bahia.ba
Carta ao eleitor - Coerência e ideologia na política – Por Bozó

Somos da turma que acredita que
a coerência ideológica é um diferencial político, raro e de alto valor. Ou seja,
em primeiro lugar, acreditamos na política como a arte de defender idéias em
conjunto com outras pessoas que acreditem em idéias semelhantes. Temos, por
isso, uma imensa dificuldade em entender o que move políticos que mudam de lado
ao sabor dos ventos eleitorais, defendendo numa eleição um conjunto de idéias
opostas ao que defendeu em outra. Evidente que a fragmentação partidária e o
esvaziamento ideológico do sistema político brasileiro contribuem para que
algumas pessoas possam “desdizer” do que diz a cada eleição.
De
toda forma, acreditamos que esse é um excelente tema para que o eleitorado
reflita no 07 de outubro que se aproxima. Lideres políticos e candidatos/as que
a cada eleição aparecem travestidos de uma cor diferente demonstram não ter
firmeza ideológica, ou seja, podem mudar de opinião de acordo com seus
interesses imediatos. Assim, tudo que prometem em campanha tem um valor
duvidoso, pois basta aparecer alguma vantagem que podem ceder, sem ideologia,
sem lado, sem posição, acaba vencendo quem grita mais forte, ou, no pior das hipóteses,
quem paga mais.
É
por este motivo, que temos orgulho de manter nossa coerência e ideologia política,
sempre respeitando as adversidades, inclusive com laços de amizade e convivência
com pessoas que fazem parte de outros segmentos.
Não é que concordamos com todas
as práticas do nosso segmento político, como é sabido em Gandu, fazemos parte
da bancada de vereadores que dar sustentação ao governo do prefeito Leonardo
Cardoso, na Câmara municipal, segmento político que acompanhamos desde o ventre
da nossa saudosa mãe, a qual era membro de uma família “seguidora” da política
do também saudoso e ex-prefeito Eliseu Leal. Porém, somos oposicionistas do
comando administrativo no estado e país. Porém o que nos mantém nesta linha, é
um conjunto de princípios ideológicos que nos diferenciam na política: A
prioridade pela classe trabalhadora e sua inclusão política; a defesa dos
direitos e da plena igualdade social; a compreensão de que vivemos em uma
sociedade injusta para a maioria por uma opção política egoísta da minoria;
enfim, paradigmas, visões de sociedade, que nos diferenciam em não defender
apenas siglas, mas sim, a existência de pessoas que precisam de um agente político
que sirva de elo entre elas e o poder público.
Isso tem tudo a ver com o
eleitor, pois quando vota em quem se junta com outros apenas por interesses
eleitorais, tende a escolher alguém que fará do mandato apenas uma luta para
reeleição, e não para as transformações que a sociedade requer.
Somos um ferrenho crítico da
oscilação ideológica. Ter lado é um diferencial raro na política do qual nos
orgulhamos. Esperamos profundamente que essa pauta surja nas eleições e na vida
da cidade com consistência no próximo período. Só uma clareza ideológica
permitirá abrir oportunidade para uma participação maior da sociedade organizada
e comunidade em geral em Gandu, no qual as idéias coletivas valham mais que os
interesses pessoais, e, aí, quem sabe, seja possível sustentar decisões mais ideológicas.
Só não é possível fazer um debate sério desse com o oportunismo que escolhe
alvos de acordo com seus próprios interesses, puramente eleitorais, que levam
justamente à ampliação do vazio ideológico. Debater idéias sem estar sustentado
por elas é mais pragmático e incoerente quanto o que se denuncia. Um novo
modelo político requer, acima de tudo, uma sociedade consciente e
participativa. Vamos de mãos dadas com quem estiver disposto a lutar por
uma Gandu cada vez mais desenvolvida com o pensamento voltado para a
coletividade.
Adeilton Leal – Bozó é servidor
público por profissão, blogueiro por opção e está vereador pelo PHS.
Prefeitura de Gandu promove mais uma edição do projeto “Gabinete Itinerante”.
A prefeitura de
Gandu realiza neste domingo (16), a partir das 8h da manhã, mais uma edição do
projeto “Gabinete Itinerante”. Desta vez, a ação será realizada no Bairro
Juvêncio Leal. Serão oferecidos aos moradores, serviços nas áreas de saúde,
administração, desenvolvimento social, esporte e cultura, infraestrutura,
agricultura e fazenda pública.
ASCOM/Prefeitura
de Gandu.
Gandu sedia a etapa do Campeonato Baiano de Bandas e Fanfarras nesse fim de semana
Em 2003, Gandu
sediou pela primeira vez a etapa do Campeonato Baiano de Bandas e Fanfarras, de
lá para cá, quase que anualmente, esse evento vem se repetindo. Chegando na sua
7º edição nesse ano de 2018, o Concurso de Bandas e Fanfarras de Gandu. Promete
movimentar o final de semana na cidade, participarão do evento, bandas de
diversas cidades: Salvador, Mata de São João, Ipiaú, Gandu, Catu, Ubatã, Nazaré
das Farinhas, Itaparica, Candeias, Pirai do Norte, Salinas da Margarida,
Ilhéus, Conceição da Feira, Camamu, Porto Seguro, Feira de Santana e
Ibirapitanga. Banda e Fanfarras pertencentes da rede pública de Educação
(Estadual e Municipal) e ONG’s. O concurso acontecerá na Praça do Povo com os
seguintes horários: amanhã (15), as 18:00 h e no domingo (16) as 13:00 h.
Logística
Com a representação de mais de 15 localidades e muitas delas
distantes de Gandu, as bandas assim que chegarem na cidade, serão alojadas nas
Escolas da rede publica de Educação (Estadual e Municipal), para banho e troca
de roupas. Após essa preparação, arrumadas, seguirão para a sua apresentação.
Campeonato
O evento é etapa do Campeonato Baiano de Bandas e Fanfarras da
AFAB (Associação de Fanfarras e Bandas da Bahia) e ACBFFB (Associação Cultural
de Bandas, Fanfarras e Filarmonicas da Bahia), que na cidade, tem como
coprodutora a FANJUCA de Gandu e apoio da Prefeitura de Gandu e comercio local.
Evento: 7º CONFANJUCA – Concurso de Fanfarras de Gandu
Dias: 15 e 16 de setembro de 2018
Horários: 15 de setembro (18:00 h)
16 de setembro (13:00 h)
Local: Praça do Povo
Cidade: Gandu
ASCOM/FANJUCA
PT atrasa pagamento de equipe de programa de TV

Por
causa de atraso nos pagamentos, parte dos funcionários da campanha do PT à
Presidência nas eleições 2018 decidiu cruzar os braços e interrompeu os
trabalhos nesta semana, em meio à substituição do ex-presidente Luiz Inácio
Lula da Silva, condenado e preso na Lava Jato, por Fernando Haddad como cabeça
de chapa. Os profissionais integram as equipes responsáveis pela produção dos
programas eleitorais do partido para a TV, o que ameaça a entrega dos novos
comerciais da coligação. O Estadão/Broadcast apurou que parte da equipe de pré
e pós-produção de vídeo da campanha petista está parada há pelo menos dois
dias, o que pode atrapalhar a produção de programas dedicados a apresentar
Haddad como indicado de Lula, cuja candidatura foi barrada pelo Tribunal
Superior Eleitoral (TSE), com base na lei da Ficha Limpa, que torna inelegível
condenados por decisão colegiada. A paralisação dentro da campanha começou, de
maneira progressiva, na semana passada, durante o feriado de 7 de Setembro. Os
contratados aguardavam receber pagamento até a sexta-feira, 7, mas a
remuneração não foi regularizada, o que gerou o início de um movimento de
paralisação. Na semana anterior, os prestadores de serviço haviam sido
orientados a emitirem suas notas fiscais, antecipadamente, para receber seus
vencimentos antes que a candidatura de Lula fosse julgada pelo TSE. A direção
de campanha já contava com a possibilidade do ex-presidente ter o registro de
candidatura indeferido, o que ocasionaria uma alteração no CNPJ da campanha, algo
visto como um elemento complicador para essa regularização. Mesmo assim, várias
equipes não receberam os valores combinados antes da decisão da Justiça
Eleitoral. Um dos coordenadores de marketing do PT, Otávio Antunes atribui o
“atraso de alguns profissionais” a problemas burocráticos. “Lamentamos o
atraso, mas 90% dos contratos dos fornecedores da campanha já estão com sua
situação completamente regularizada”, disse Antunes. “Estamos dentro do
cronograma (de produção do programa eleitoral).” Antunes é ligado à empresa M.
Romano Comunicação LTDA, que cobrou R$ 7, 4 milhões da campanha de Lula por
serviços de “produção de programas de rádio, televisão ou vídeo”. A empresa não
estaria ligada aos atrasos nos pagamentos. A troca do CNPJ da campanha seria uma
das razões do problema. No entanto, funcionários receberam diferentes
explicações sobre a questão. O problema afetou, inclusive, a produção do
programa eleitoral do PT veiculado nesta quinta-feira, 13, que trata da
substituição dos candidatos petistas. A inserção mostra Haddad no ato em frente
à sede da Polícia Federal, em Curitiba, na segunda-feira, 10, e narra a leitura
de uma carta do ex-presidente direcionada ao povo brasileiro, na qual ele
discorre sobre a “perseguição” que o fez ter de abdicar da disputa
presidencial.
Estadão
Haddad ainda não assimilou código petista de falar só para desinformados e fiéis
A
entrevista de ontem de Willian Bonner e Renata Vasconcelos, no Jornal Nacional,
com Fernando Haddad confirmou que só os cínicos não demonstram embaraço com
perguntas constrangedoras. E o candidato do PT à Presidência da República não
pode, definitivamente, ser colocado neste rol, em que o líder absoluto, pelo
menos no mesmo programa, foi até agora Jair Bolsonaro (PSL), o presidenciável
convalescente.
Haddad saiu-se mal no
confronto. Sobretudo quando tentou colocar para debaixo do tapete uma pergunta
que não quer calar e que transformou-se no eixo dos questionamentos dos dois
apresentadores: por que o PT e seu candidato não admitem que o partido errou,
cometeu inúmeros desvios, e fazem uma auto-crítica? O petista foi para um lado,
voltou por outro e não conseguiu convencer. Nem a Renata e a Bonner nem a
ninguém.
A resposta de Haddad sobre o
fracasso retumbante do governo da correligionária Dilma Rousseff (PT), que
resultou no impeachment, foi um vexame. Colocar na conta do PSDB, um partido de
oposição que não tinha o poder lhe atribuído pelo presidenciável quando a
petista começou a se embaraçar com as próprias pernas, mostrou que o candidato,
considerado até aqui um político honrado, sofre da mesma deficiência de seu
partido em lidar com os fatos.
Não é segredo para ninguém –
mesmo para os petistas cegos de conveniência – que Dilma arrebentou o país, o
endividou absurdamente e implodiu sua base fiscal, levando às ruas, entre
outros desastres, uma onda de desemprego e desamparo como há muito não se via,
provavelmente a maior dificuldade com que o presidenciável terá que lidar, caso
logre ganhar o governo nestas eleições.
Com sua postura, no entanto,
Haddad mostrou que está profundamente adestrado pelo lulo-petismo e tem
evidentes dificuldades de avançar para além do seu conhecido receituário
político e econômico. Uma pena, porque ele é maior do que se apresentou. Se
pretendia fazer algum tipo de aceno aos mercados, dizer que veio para somar e
ajudar a tirar o país do caos econômico, o petista revelou que tem profundas
dificuldades para fazê-lo.
Não há dúvida de que ele
ainda vai crescer mais nas pesquisas, impulsionado pela vinculação com a imagem
de Lula, figura sobre a qual, aliás, não se questionou na entrevista do JN, o
que evitou maiores constrangimentos. Exatamente por não ser tosco nem pilantra,
Haddad evidenciou profunda dificuldade de encarnar o figurino do líder petista
que fala apenas para desinformados ou cegos pela idolatria, os fiéis,
esquecendo-se de todo um país.
Política
Livre
Brasil - Aliados de Bolsonaro tentam unir campanha

A
equipe de campanha do candidato do PSL ao Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro,
se reúne no começo da próxima semana, em São Paulo, para tentar pôr fim a
divergências internas na reta final do primeiro turno das eleições 2018. O
encontro foi acertado com o presidenciável, que se recupera no Hospital Albert
Einstein, em São Paulo, do atentado sofrido na semana passada. A ideia é dar
uma demonstração pública de coesão depois de uma semana de atritos nos
bastidores entre os grupos do general da reserva Hamilton Mourão (PRTB),
candidato a vice na chapa, e do presidente do PSL, Gustavo Bebianno. Além de
Mourão e Bebianno, devem participar do encontro três filhos de Bolsonaro:
Flávio, Carlos e Eduardo. Nesta terça-feira, 11, Mourão e os também generais da
reserva Augusto Heleno Ribeiro e Oswaldo Ferreira, e o presidente do PRTB, Levy
Fidelix, se reuniram em Brasília. Bebianno não compareceu. Durante o encontro,
Fidelix reclamou que o presidente do PSL tentava impedir que Mourão ocupasse o
papel de vice no momento de ausência de Bolsonaro. “É preciso acertar os
ponteiros”, disse um aliado próximo do candidato. Responsável pela filiação de
Bolsonaro ao PSL, o deputado federal Luciano Bivar (PE) avaliou que é “natural”
que depois da “tragédia” do atentado e o isolamento do presidenciável no
hospital, os aliados ficassem mais distantes. “Tem diálogo. Agora, é natural
que o pessoal fique mais contido”, disse.
“É
um momento de muita tensão”, completou. Bivar observou que a saída de Bolsonaro
das ruas prejudicou especialmente as atividades de campanha no Nordeste, onde o
presidenciável tinha extensa agenda de viagens às principais cidades da região.
Os descompassos na campanha ficaram mais nítidos nesta quinta-feira, 13, dia
seguinte à segunda cirurgia, o que levou médicos a aumentarem as restrições de
acesso ao seu quarto. Vídeos e entrevistas que o candidato tinha planejado
foram suspensos. Com Bolsonaro no hospital e PSL e PRTB se desentendendo, a
campanha segue sem unidade. Nesta sexta-feira, 13, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP)
fez campanha em Sorocaba para mais um mandato na Câmara. Flávio Bolsonaro
(PSL-RJ), que concorre ao Senado, comanda uma carreata em Campo Grande hoje. Já
Mourão foi ao Paraná e Manaus. Nesta sexta-feira, no Einstein, Flávio negou
haver divisão na campanha. “Não há nada disso”, afirmou. “Estamos todos unidos,
soldados do capitão.” Segundo ele, ainda não é possível planejar o retorno de
Bolsonaro à campanha, mas o pai fica perguntando pelo andamento da campanha.
“Se dependesse dele, estaria na rua fazendo campanha, mas ele vai seguir
obedecendo aos médicos.”
Estadão
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