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quinta-feira, 30 de março de 2017

ACM Neto fala sobre aniversário e futuro de Salvador



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Nos 468 anos de Salvador, o prefeito ACM Neto afirmou, nesta quarta-feira (29), que o legado deixado para a cidade nesses pouco mais de quatro anos de administração foi possibilitar que o cidadão voltasse a viver a cidade. Isso só foi possível graças ao empenho da Prefeitura na ampliação dos serviços públicos, na organização da administração municipal e no equilíbrio das contas públicas.
"As pessoas voltaram a ter motivo de falar bem de Salvador e isso não tem preço. Eu acho que isso é o maior legado, que não se traduz em obras, em projetos, mas no sentimento que a gente acaba conseguindo perceber de cada morador, de cada pessoa que vem, que ama essa cidade e que gosta dela", avaliou.
Nesse momento, segundo o prefeito, a cidade tem cada vez mais o que comemorar, ao ver que o futuro se desenha com perspectivas melhores. "Salvador tem a comemorar porque a cada ano a gente tem permitido que a cidade melhore, que a cidade tenha mais esperança no seu futuro. Os 468 anos vem marcado por um momento em que essas grandes transformações estão se consolidamos", afirmou o prefeito, destacando os quase R$ 600 milhões de investimentos em obras espalhadas por toda cidade.


Bocão News

Bispo de Barra diz que verdade sobre transposição ‘se mostrará a tempo’



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Uma das vozes mais críticas à transposição do Rio São Francisco, o bispo Diocesano de Barra, no oeste baiano, Dom Luiz Cappio, ainda tem fé no projeto. Cappio – que diz não ser contra a transposição em si, mas à forma como foi conduzida – não mudou a opinião desde quanto fez duas greves de fome, clamando pela revitalização do rio, cuja maior extensão corre pela Bahia. A primeira, em 2005, durou 11 dias. Em 2007, o jejum foi de 23 dias. O frei declarou que não pretende fazer novas greves de fome. Na visão dele, a verdade sobre o projeto será revelada a tempo de a própria Constituição exigir mudanças. “O grito de alerta foi dado em duas ocasiões, através dos jejuns que assumimos. O Brasil e o mundo tomou conhecimento desta realidade triste em que vive o rio e o povo ribeirinho. A verdade se mostrará a seu tempo. Ninguém perde por esperar”, vaticinou em entrevista ao Bahia Notícias. De acordo com o religioso, foram “circenses” as inaugurações feitas por Michel Temer e pelos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff.  “Acompanhamos os espetáculos circenses das duas inaugurações [...] Este projeto foi e continua sendo um rico "cabo eleitoral". Nosso atual presidente corre atrás de aprovação popular para seu desastroso governo. O grupo do PT quer garantir um lugar na agenda eleitoreira para 2018. Quer promoção melhor do que Inaugurar o projeto de transposição?”, questionou.
Para o frei, em tempo de estiagem prolongada, falar em “obras hídricas” é “fonte segura de votos” devido ao sonho das comunidades de terem abastecimento regular. No entanto, na visão dele, quem vai se beneficiar, de fato, são os projetos “agroindustriais”. Como esperava a revitalização do rio, Cappio usa a analogia de que um “anêmico não pode doar sangue” e se diz indignado com o tudo que transcorreu. E interroga: “O Rio São Francisco, na situação em que ele se encontra, até quando terá condições de satisfazer a ganância de poucos em detrimento às necessidades de muitos? Até agora não temos nenhum projeto sério de revitalização. Fala-se muito, mas ainda não chegou. Meu sentimento é de indignação”, desabafa.  Em relação aos ribeirinhos, o frei afirmou que é preciso que haja uma união de todos para o que chamou de grandes reformas ambientais. “Todos, ribeirinhos e povo brasileiro, precisamos urgentemente assumir esta luta pelas grandes reformas ambientais, principalmente no que diz respeito a água. Desde o início das obras de transposição, fala-se também na revitalização. A transposição chega a seu fim e a revitalização ainda não começou. A luta séria, assumida pela revitalização é condição 'sine qua non' para que o Rio São Francisco continue vivo e gerando vida para milhões de brasileiros”, finalizou.


Por Francis Juliano

18º Congresso de vereadores





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Câmara arquiva PEC que permitiria cobrança por cursos em universidades públicas



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A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 395/14, que permitiria às universidades cobrarem por cursos de pós-graduação lato sensu (especialização), de extensão e de mestrado profissional foi arquivada. Eram necessários 308 votos para a aprovação da matéria em segundo turno na Câmara dos Deputados, mas 304 parlamentares se posicionaram a favor e 139, contra.
O texto já havia passado pela Câmara em primeiro turno e alterava o Artigo 206 da Constituição Federal, que determina a gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais. Na ocasião, os parlamentares aprovaram um substitutivo do deputado Cléber Verde (PRB-MA), que alterou a proposta inicial para incluir o mestrado profissional como passível de cobrança. O tema foi o principal ponto de polêmica entre os deputados. Parte da base aliada defendeu a medida, e a oposição contestou os argumentos dos governistas, alegando que a proposta poderia levar à privatização do ensino público.
Antes da rejeição da PEC, Celso Pansera (PMDB-RJ) negou a intenção de privatizar o ensino público. Para o deputado, a iniciativa iria suprir uma demanda do mercado por cursos de especialização. “A modernização do sistema produtivo cria demandas pontuais por cursos de pós-graduação lato sensu (em sentido amplo). As universidades públicas têm quadros preparados para prestar esse serviço ao futuro do país e não conseguem porque a legislação não permite”, sustentou.
O líder do PSOL, Glauber Braga (RJ), disse que a cobrança de mensalidades flexibiliza o direito à educação assegurado na Constituição e que a medida poderia acabar sendo estendida para outras etapas de ensino. “Onde a gente vai parar? Primeiro é a vírgula da pós-graduação, depois a graduação e depois a educação básica”, afirmou.


Edição: Amanda Cieglinski da Agencia Brasil

Ministro anuncia corte de R$ 10,5 bi no orçamento do PAC



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O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, anunciou nesta quarta-feira (29) um corte de R$ 10,5 bilhões no orçamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Com a redução, o principal programa federal de investimentos ficará com capital de R$ 26,6 bilhões.
O corte é reflexo do contingenciamento de R$ 42,1 bilhões no Orçamento-Geral da União. Além do PAC, outros órgãos do governo também sofrerão diminuição de R$ 20,1 bilhões. De acordo com Oliveira, os gastos mínimos determinados pela Constituição para a saúde e a educação não sofrerão alterações.


Bastidores do Poder

Meirelles nega tensões com setor produtivo por redução da desoneração da folha



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O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, negou tensões com o setor produtivo por causa da reversão quase total da desoneração da folha de pagamento. Segundo ele, as entidades da indústria não estão em oposição raivosa contra o governo por entenderem que a medida não representa aumento generalizado de alíquota e só afeta alguns setores da economia.
“Recebi esta semana os autores de alguns dos anúncios [que criticam aumentos de tributos]. Ouvi deles que não há preocupação em relação a essa medida especificamente. O que existia era uma preocupação com o aumento generalizado de tributos como PIS/Cofins [Programa de Integração Social e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social], a Cide [Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico, cobrada sobre os combustíveis], o que não aconteceu”, declarou o ministro.
De acordo com o ministro, tanto a reversão da desoneração da folha de pagamento para 52 setores como o fim da isenção de Imposto sobre Operações Financeiras para cooperativas de crédito foram bastante negociados com políticos da base aliada e empresários. “Foi um cuidado que tivemos em anunciar hoje, não na semana passada. Não apenas fizemos estudos jurídicos como dialogamos com parlamentares e setores empresariais”, justificou.



Por Paulo Victor Chagas e Wellton Máximo – Repórteres da Agência Brasil

Torneio Inter Igrejas em Gandu





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quarta-feira, 29 de março de 2017

Gandu - Faleceu prematuramente a professora Cristina Rocha



profa cristina rocha

Faleceu no dia de ontem, terça-feira, a querida e estimada por todos os colegas a Profª. ANA CRISTINA BARBOSA DA ROCHA, genitora da profª. Ariela, de Franklin e William. Irmã da profª. Vera Rocha, seu corpo será velado na Igreja Maranata, saindo então para o Cemitério local às 16:00 horas. A professora veio a óbito em Itabuna, onde estava internada. Que Deus conforte a toda família.

“Que o teu trabalho tenha sido perfeito para que, mesmo depois da tua morte, ele permaneça”.


Fonte: Blog do Zebrão

Gandu – Ageusp cumpre com seu papel social




Á Associação Ganduense dos estudantes universitários e Gandu, cumprindo com seu papel social, distribuiu na semana passada, cestas básicas a famílias menos favorecidas e desempregadas. Em uma das suas ações, acompanhamos a equipe e podemos presenciar a gratidão das pessoas que foram contempladas.

Gostaríamos de felicitar a todos os seus membros e diretoria por este gesto nobre, que com certeza não resolve o problema, mas ameniza e situação daqueles e daquelas que no momento passam por um momento delicado em suas vidas    .

Prefeitura de Gandu e Secretaria da Saúde promovem curso de capacitação para enfermeiros e técnicos



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A prefeitura de Gandu, a secretaria da Saúde e a Coordenação de Atenção Básica e Vigilância Epidemiológica, promovem nos dias 29 e 30 de março, no auditório do CECOB na Primeira Igreja Batista, um curso de capacitação sobre vacinas, destinado a enfermeiros e técnicos de enfermagem do município.
Segundo a secretaria da Saúde, o objetivo do curso é preparar técnicos e enfermeiros que atuam nas salas de vacinas, principalmente a respeito das mudanças que ocorreram no calendário básico de vacinas 2017. Durante os dois dias do curso, as Unidades Básicas de saúde do município não estarão oferecendo os serviços de vacinação à comunidade.
A expectativa da prefeitura e da secretaria da Saúde é capacitar todos os profissionais da área de enfermagem para um melhor atendimento a população.

ASCOM/Prefeitura de Gandu.